Confesso que não estava esperando um mini documentário desses mostrando tantos detalhes dos bastidores já por agora (inclusive os brasões das casas e a sala comunal), pois achei que fariam suspense até estar mais próximo do lançamento da série, em dezembro.
Em poucos minutos, é possível perceber como levaram o nível de produção artística para outro patamar. É perceptível o investimento ($$) e o elevado nível dos profissionais. Adorei terem explicado que a série terá muita inspiração na natureza, por si só, pois realmente senti um cuidado maior em ser tudo natural, uma coisa meio magia da floresta, com muitos tecidos naturais e cuidado na reprodução dos animais místicos.
Nós, fãs, podemos ficar despreocupados, pois creio que a HBO não irá deixar nada a desejar.
Assistir Hamlet, um filme que fala muito sobre luto, vida, morte e o papel da arte, no mesmo dia em que terminei de ler "A Morte de Ivan Ilitch" com certeza teve um significado a mais para mim.
Não, Marty Reisman não engravidou a amiga de infância nem deixou um olho roxo no marido dela, não teve um affair com uma estrela de cinema mais velha, não despencou de andar de um hotel dentro de uma banheira, não teve um arquirrival japonês específico no tênis de mesa, nem metade das pirotecnias que o filme insere para deixar tudo mais caótico.
Apesar dessa estratégia de roteiro original (pouquíssimo realista) ser criativa e um pouco cansativa, passa a mensagem necessária: às vezes, tudo que você precisa é ter uma autoestima masculina delirante.
"Elio" é fofo, divertido, e uma bela homenagem ao "Cosmos" de Carl Sagan. O universo e toda a aventura construída lembra (e talvez tenha tido uma certa inspiração) nos filmes de Spielberg, o que traz um ar de nostalgia. Se essa animação tivesse sido lançada nos anos 80/90 certamente teria sido um marco, mas na era atual, o público é mais exigente e menos impressionável.
Os personagens são interessantes, mas acredito que o universo desenvolvido é muito amplo e tem potencial para ser mais explorado. Espero que tenha uma continuação bem inspirada que faça jus ao trabalho do primeiro filme.
Gosto mais da ideia do que da execução em si. Porém, é um bom filme.
É divertido ver o narcisismo de Lourenço, que gasta uma grana com a compra de objetos inúteis, como uma prótese de perna de um homem que faleceu e, ao mesmo tempo, se nega a gastar dinheiro para resolver problemas que lhe trariam mais resultado, como o fatídico ralo.
Apesar do estilo de edição e algumas piadas terem ficado datadas, a história permanece atual.
Gostei muito de como esse filme aborda identidade e autoestima, especialmente a autoestima masculina, tema que ainda é tabu para muitos homens.
Matar a sua antiga versão rejeitada e criar uma nova personalidade pode até funcionar no início, com "Guy Moretz" conquistando uma suposta carreira bem-sucedida de corretor e algumas mulheres, assim como a liberdade e o alívio de não ser notado na rua. Contudo, a liberdade de ser "normal" ou até "bem visto" tem um preço a se pagar quando você não tem mais nada internamente para acrescentar.
A frase final do filme... "você não mudou nada" e a mulher desconhecida olhando para ele (com um véu preto, simbolizando o que poderia ter vivido) revelam a covardia e o arrependimento de quem nunca teve coragem de viver de verdade.
É artístico, contemplativo e traz uma esfera de suspense interessante.
Como alguns já disseram, gostaria de ter gostado mais do que de fato gostei, mas todas as minhas experiências com Godard foram parecidas: o filme tem mais pretensão do que execução, e o problema não é a época e tampouco uma alta complexidade do roteiro.
Há ficções científicas antigas melhores, como 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968), Blade Runner (1982) e Brazil: o Filme (1985). Contudo, vale pela presença de Anna Karina, por algumas frases intrigantes e por misturar Sci-fi com nouvelle vague.
Eu amo musicais, mas esse filme é o exemplo perfeito para explicar porque as pessoas, no geral, odeiam musicais. Senti tanta vergonha alheia que quase parei de assistir no meio. Não consegue ser bom ou cativante em nada que propõe, nem nos arranjos musicais, nem na história, que é uma cópia mal feita do anterior, sem frescor nenhum. É isso que os jovens atuais chamam de "cringe"?
Swiney: "We must work. We must make money. But more than that, Bella, we must experience everything. Not just the good, but degradation, horror, sadness. This makes us whole, Bella, makes us people of substance. Not flighty, untouched children. Then we can know the world. And when we know the world, the world is ours."
Tinha receio desse filme se render a uma visão fetichista vazia da personagem principal ou ter uma direção meio Lars Von Trier. Felizmente, quem dirigiu é o ótimo Yorgos Lanthimos, que aqui mostra o quanto amadureceu desde Dente Canino. Isso é CINEMA!
A busca incessante da liberdade feminina, a autodescoberta, o toque despolido, o empirismo intrínseco da personagem. Tudo deve ser experienciado, nada dito deve ser tomado como verdade absoluta. Se o mundo está disponível pra ser descoberto, por que não vivenciá-lo? Ao não possuir amarras pré-concebidas pela sociedade, Bella aluga um triplex na cabeça dos personagens masculinos em todas as esferas, ao acreditarem que pertencimento tem a ver com posse.
Nenhuma cena é incessantemente longa, desnecessária ou piegas. Tudo se encaixa e se conecta pra representar a jornada de crescimento pessoal de Bella. Para além das diversas camadas que o filme trás, é divertidíssimo. Uma experiência sensorial para ser vista no cinema e refletida por dias, para além do óbvio e do dito.
Sob o título "Sobre Meu Pai" no Prime Video, é uma história divertida e liberada para assistir com a família. Eu, no caso, assisti com meus avós, que riram bastante. A comédia não inova, mas De Niro está tranquilo e confiante.
Acho que nunca assisti um filme de natal tão ruim. Quando vou assistir um filme como esse, é claro que já espero um clichê natalino, final feliz e pouca inventividade, mas ainda assim esse filme conseguiu ser pior e menos inspirado do que eu imaginava. Roteiro extremamente preguiçoso, não vale nem pelo retorno da Lindsay, que está péssima aqui.
Tirando a duração arrastada (filme pareceu ter 3 horas), o terceiro ato é bom e surpreende. Seria ainda melhor se tivesse focado mais no suspense investigativo e menos no drama.
Sabe a sensação de sentar numa mesa de bar e ouvir alguém falar com entusiasmo e brilho nos olhos sobre o que mais ama e entende? Aquele assunto que você não entende quase nada, mas se empolga por ver a felicidade da outra pessoa ao falar sobre isso?
Não acho que o filme me tocou tanto quanto eu gostaria. A produção nacional é boa, bem como a fotografia, a trilha sonora, e as cenas da Nina tocando piano, que pra mim são o ponto alto. O que me incomodou foram os diálogos entre os dois, que pareciam um bate-volta tão ensaiado e mecânico que tirou a espontaneidade que deveria passar. Não consegui sentir tanta química no casal.
Apesar disso, depois que você solta as lentes racionais e tenta ver por uma ótima mais fantasiosa, como lembra um pouco o drama Your Name, o filme fica mais bonito.
Sinceramente? não tô muito confortável de assistir isso não. A impressão que o trailer passa é que é pura fetichização tanto da Marilyn Monroe, que já é fetichizada o tempo todo, quanto da Ana de Armas, a nova namoradinha de Hollywood e princesa dos olhos de diretores velhos e babões.
Um desserviço pra imagem da Marilyn e mais um subproduto publicitário da indústria do cinema.
Não me senti vendo um filme, sim em uma atração de um parque de diversões
A forma totalmente comercializável em que reproduziram a imagem do Elvis nessa obra se assemelha aos souvenirs caça-níquel que o Coronel Parker vendia e o filme tenta criticar.
Aliás, a escolha do filme ser narrado pelo Coronel Parker ao invés do próprio Elvis ou uma narração em 3ª pessoa é, por si só, de péssimo gosto. Vemos muito mais o Elvis explorado dos palcos do que o indivíduo desnudo, como eu acredito que ele gostaria de ser retratado. Claro que sua principal personalidade era nos palcos, mas sinto que só assisti uma peça publicitária e pouco de seu ponto de vista.
Ademais, senti que o filme fez péssimas escolhas de ritmo, montagem, edição... nas mãos certas poderia ter sido uma obra totalmente diferente. A única escolha certa foi relatar a influência da música negra na construção do Elvis como artista, mas tirando isso... minha expectativa era alta mas saí decepcionada.
Filmaço! Tem tensão, tem comédia, tem suspense, tem horror, tem ficção científica, tem crítica social, tem criatividade, tem imaginação, tem fotografia, tem personalidade, tem viés artístico.
Cada vez que eu paro pra pensar nesse filme, percebo novos detalhes e camadas que o deixam ainda mais interessante.
Não acho que vai agradar todo mundo, principalmente quem só quer ver terror gráfico e não tem paciência na construção do suspense, que desponta mais na 2ª metade do filme. Ainda assim, a quem agradar, com certeza estará ganhando um presente!
Bonitinho, mas genérico, né? Assisti essa semana e até esqueci que tinha visto.
Me lembrou uma mistura de Como Treinar o seu Dragão com Moana. Talvez até tivesse funcionado melhor se fosse um musical, como este último.
A protagonista é uma graça, bem jeito Hermione, mas o filme em geral não empolga. O mérito principal vai pro discurso final, que entrega e é mais ousado que todo o resto do filme.
À Procura de Harry: A Arte por Trás da Magia
3.7 3 Assista AgoraConfesso que não estava esperando um mini documentário desses mostrando tantos detalhes dos bastidores já por agora (inclusive os brasões das casas e a sala comunal), pois achei que fariam suspense até estar mais próximo do lançamento da série, em dezembro.
Em poucos minutos, é possível perceber como levaram o nível de produção artística para outro patamar. É perceptível o investimento ($$) e o elevado nível dos profissionais. Adorei terem explicado que a série terá muita inspiração na natureza, por si só, pois realmente senti um cuidado maior em ser tudo natural, uma coisa meio magia da floresta, com muitos tecidos naturais e cuidado na reprodução dos animais místicos.
Nós, fãs, podemos ficar despreocupados, pois creio que a HBO não irá deixar nada a desejar.
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
4.1 486 Assista AgoraAssistir Hamlet, um filme que fala muito sobre luto, vida, morte e o papel da arte, no mesmo dia em que terminei de ler "A Morte de Ivan Ilitch" com certeza teve um significado a mais para mim.
Marty Supreme
3.6 379 Assista AgoraPra quem for assistir: não vá esperando um filme de biografia, já que uns 80% do filme e dos personagens é inventado:
Não, Marty Reisman não engravidou a amiga de infância nem deixou um olho roxo no marido dela, não teve um affair com uma estrela de cinema mais velha, não despencou de andar de um hotel dentro de uma banheira, não teve um arquirrival japonês específico no tênis de mesa, nem metade das pirotecnias que o filme insere para deixar tudo mais caótico.
Apesar dessa estratégia de roteiro original (pouquíssimo realista) ser criativa e um pouco cansativa, passa a mensagem necessária: às vezes, tudo que você precisa é ter uma autoestima masculina delirante.
O Clube do Crime das Quintas-Feiras
3.3 125 Assista AgoraChatinho. Demorei 3 ou 4 dias pra terminar de assistir.
Edifício Master
4.3 402 Assista Agora"Como são admiráveis as pessoas que nós não conhecemos bem."
Millôr Fernandes
Elio
3.3 140"Elio" é fofo, divertido, e uma bela homenagem ao "Cosmos" de Carl Sagan. O universo e toda a aventura construída lembra (e talvez tenha tido uma certa inspiração) nos filmes de Spielberg, o que traz um ar de nostalgia. Se essa animação tivesse sido lançada nos anos 80/90 certamente teria sido um marco, mas na era atual, o público é mais exigente e menos impressionável.
Os personagens são interessantes, mas acredito que o universo desenvolvido é muito amplo e tem potencial para ser mais explorado. Espero que tenha uma continuação bem inspirada que faça jus ao trabalho do primeiro filme.
O Cheiro do Ralo
3.7 1,1K Assista AgoraGosto mais da ideia do que da execução em si. Porém, é um bom filme.
É divertido ver o narcisismo de Lourenço, que gasta uma grana com a compra de objetos inúteis, como uma prótese de perna de um homem que faleceu e, ao mesmo tempo, se nega a gastar dinheiro para resolver problemas que lhe trariam mais resultado, como o fatídico ralo.
Apesar do estilo de edição e algumas piadas terem ficado datadas, a história permanece atual.
Um Homem Diferente
3.5 171 Assista AgoraGostei muito de como esse filme aborda identidade e autoestima, especialmente a autoestima masculina, tema que ainda é tabu para muitos homens.
Matar a sua antiga versão rejeitada e criar uma nova personalidade pode até funcionar no início, com "Guy Moretz" conquistando uma suposta carreira bem-sucedida de corretor e algumas mulheres, assim como a liberdade e o alívio de não ser notado na rua. Contudo, a liberdade de ser "normal" ou até "bem visto" tem um preço a se pagar quando você não tem mais nada internamente para acrescentar.
A frase final do filme... "você não mudou nada" e a mulher desconhecida olhando para ele (com um véu preto, simbolizando o que poderia ter vivido) revelam a covardia e o arrependimento de quem nunca teve coragem de viver de verdade.
Alphaville
3.9 185É artístico, contemplativo e traz uma esfera de suspense interessante.
Como alguns já disseram, gostaria de ter gostado mais do que de fato gostei, mas todas as minhas experiências com Godard foram parecidas: o filme tem mais pretensão do que execução, e o problema não é a época e tampouco uma alta complexidade do roteiro.
Há ficções científicas antigas melhores, como 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968), Blade Runner (1982) e Brazil: o Filme (1985). Contudo, vale pela presença de Anna Karina, por algumas frases intrigantes e por misturar Sci-fi com nouvelle vague.
Meninas Malvadas
3.0 254 Assista AgoraEu amo musicais, mas esse filme é o exemplo perfeito para explicar porque as pessoas, no geral, odeiam musicais. Senti tanta vergonha alheia que quase parei de assistir no meio. Não consegue ser bom ou cativante em nada que propõe, nem nos arranjos musicais, nem na história, que é uma cópia mal feita do anterior, sem frescor nenhum.
É isso que os jovens atuais chamam de "cringe"?
Pobres Criaturas
4.1 1,3K Assista AgoraSwiney: "We must work. We must make money. But more than that, Bella, we must experience everything. Not just the good, but degradation, horror, sadness. This makes us whole, Bella, makes us people of substance. Not flighty, untouched children. Then we can know the world. And when we know the world, the world is ours."
Pobres Criaturas
4.1 1,3K Assista AgoraTinha receio desse filme se render a uma visão fetichista vazia da personagem principal ou ter uma direção meio Lars Von Trier. Felizmente, quem dirigiu é o ótimo Yorgos Lanthimos, que aqui mostra o quanto amadureceu desde Dente Canino. Isso é CINEMA!
A busca incessante da liberdade feminina, a autodescoberta, o toque despolido, o empirismo intrínseco da personagem. Tudo deve ser experienciado, nada dito deve ser tomado como verdade absoluta. Se o mundo está disponível pra ser descoberto, por que não vivenciá-lo? Ao não possuir amarras pré-concebidas pela sociedade, Bella aluga um triplex na cabeça dos personagens masculinos em todas as esferas, ao acreditarem que pertencimento tem a ver com posse.
Nenhuma cena é incessantemente longa, desnecessária ou piegas. Tudo se encaixa e se conecta pra representar a jornada de crescimento pessoal de Bella. Para além das diversas camadas que o filme trás, é divertidíssimo. Uma experiência sensorial para ser vista no cinema e refletida por dias, para além do óbvio e do dito.
Meu Pai É Um Perigo
3.0 39 Assista AgoraSob o título "Sobre Meu Pai" no Prime Video, é uma história divertida e liberada para assistir com a família. Eu, no caso, assisti com meus avós, que riram bastante. A comédia não inova, mas De Niro está tranquilo e confiante.
Uma Quedinha de Natal
2.7 235Acho que nunca assisti um filme de natal tão ruim.
Quando vou assistir um filme como esse, é claro que já espero um clichê natalino, final feliz e pouca inventividade, mas ainda assim esse filme conseguiu ser pior e menos inspirado do que eu imaginava. Roteiro extremamente preguiçoso, não vale nem pelo retorno da Lindsay, que está péssima aqui.
O Pálido Olho Azul
3.3 293 Assista AgoraTirando a duração arrastada (filme pareceu ter 3 horas), o terceiro ato é bom e surpreende. Seria ainda melhor se tivesse focado mais no suspense investigativo e menos no drama.
Vulcões: A Tragédia de Katia e Maurice Krafft
3.9 69 Assista AgoraSabe a sensação de sentar numa mesa de bar e ouvir alguém falar com entusiasmo e brilho nos olhos sobre o que mais ama e entende? Aquele assunto que você não entende quase nada, mas se empolga por ver a felicidade da outra pessoa ao falar sobre isso?
É essa a sensação nos 90 minutos desse doc.
Mundo Estranho
3.0 143 Assista AgoraTão esquecível que assisti há umas 3 semanas e até esqueci de adicionar aqui.
Ainda bem que essa bomba não é da Pixar, só da Disney mesmo.
Pearl
3.9 1,2Ko monólogo da Pearl >>>>>
Glass Onion: Um Mistério Knives Out
3.5 684 Assista AgoraMeio White Lotus, né?
É um bom entretenimento e Daniel Craig serve bem no papel do detetive Benoit Blanc a ponto de gerar interesse em acompanharmos outras histórias dele.
No entanto, acho a esfera e os personagens do primeiro filme mais interessantes. Ana de Armas faz falta.
Depois do Universo
3.3 165 Assista AgoraNão acho que o filme me tocou tanto quanto eu gostaria. A produção nacional é boa, bem como a fotografia, a trilha sonora, e as cenas da Nina tocando piano, que pra mim são o ponto alto. O que me incomodou foram os diálogos entre os dois, que pareciam um bate-volta tão ensaiado e mecânico que tirou a espontaneidade que deveria passar. Não consegui sentir tanta química no casal.
Apesar disso, depois que você solta as lentes racionais e tenta ver por uma ótima mais fantasiosa, como lembra um pouco o drama Your Name, o filme fica mais bonito.
Blonde
2.6 450 Assista AgoraSinceramente? não tô muito confortável de assistir isso não.
A impressão que o trailer passa é que é pura fetichização tanto da Marilyn Monroe, que já é fetichizada o tempo todo, quanto da Ana de Armas, a nova namoradinha de Hollywood e princesa dos olhos de diretores velhos e babões.
Um desserviço pra imagem da Marilyn e mais um subproduto publicitário da indústria do cinema.
Elvis
3.8 772Não me senti vendo um filme, sim em uma atração de um parque de diversões
A forma totalmente comercializável em que reproduziram a imagem do Elvis nessa obra se assemelha aos souvenirs caça-níquel que o Coronel Parker vendia e o filme tenta criticar.
Aliás, a escolha do filme ser narrado pelo Coronel Parker ao invés do próprio Elvis ou uma narração em 3ª pessoa é, por si só, de péssimo gosto. Vemos muito mais o Elvis explorado dos palcos do que o indivíduo desnudo, como eu acredito que ele gostaria de ser retratado. Claro que sua principal personalidade era nos palcos, mas sinto que só assisti uma peça publicitária e pouco de seu ponto de vista.
Ademais, senti que o filme fez péssimas escolhas de ritmo, montagem, edição... nas mãos certas poderia ter sido uma obra totalmente diferente. A única escolha certa foi relatar a influência da música negra na construção do Elvis como artista, mas tirando isso... minha expectativa era alta mas saí decepcionada.
Não! Não Olhe!
3.5 1,4KFilmaço!
Tem tensão, tem comédia, tem suspense, tem horror, tem ficção científica, tem crítica social, tem criatividade, tem imaginação, tem fotografia, tem personalidade, tem viés artístico.
Cada vez que eu paro pra pensar nesse filme, percebo novos detalhes e camadas que o deixam ainda mais interessante.
Não acho que vai agradar todo mundo, principalmente quem só quer ver terror gráfico e não tem paciência na construção do suspense, que desponta mais na 2ª metade do filme. Ainda assim, a quem agradar, com certeza estará ganhando um presente!
Jordan Peele já pode pedir música no Fantástico.
A Fera do Mar
3.7 244 Assista AgoraBonitinho, mas genérico, né? Assisti essa semana e até esqueci que tinha visto.
Me lembrou uma mistura de Como Treinar o seu Dragão com Moana. Talvez até tivesse funcionado melhor se fosse um musical, como este último.
A protagonista é uma graça, bem jeito Hermione, mas o filme em geral não empolga.
O mérito principal vai pro discurso final, que entrega e é mais ousado que todo o resto do filme.