O flme é muito ruim. É uma produção Netflix com alto orçamento, então tem boa mixagem de som, fotografia e toda a produção em geral é bacana, seguindo o padrão Netflix. Só que, com relação ao roteiro, é péssimo!
A cena do policial errando mais de 20 tiros na filha do Seu Jorge, com uma arma com munição infinita, foi puro meme. Na vida real, a adolescente teria morrido rapidamente, mas no filme ela foi salva pelo roteiro nada realista. Achei extremamente decepcionante o desenvolvimento do filme. Dava para fazer um desfecho idêntico, porém sem tanta forçação de barra e sem tantos acontecimentos fantasiosos que beiram ao ridículo.
Atuações absurdas, direção de arte impecável, boa fotografia e, sem dúvida alguma, tem totais condições do Wagner Moura disputar Oscar e Globo de Ouro como melhor ator.
Por gosto pessoal, eu não gostei do final do filme. Fiquei decepcionado. Achei a mensagem importante, sem dúvida alguma, mas eu esperava um final com uma conclusão melhor, que gerasse outro tipo de sentimento. Não tem catarse, não tem reflexão ou questionamento... Simplesmente é o que é.
mostrar a Suzane von Richthofen ao som de Alala - Cansei de Ser Sexy, como se ela fosse uma figura "cool" é um baita desserviço. Que coisa patética mostrar alguém que deveria apodrecer na cadeia e cair no esquecimento como uma figura descolada.
Que filme horrível. Resolvi assistir em família e todo mundo começou dando uma chance, achando divertido, mas depois todo mundo ficou horrorizado. A premissa é interessante, o elenco é bom, a trilha sonora é bacana e tiveram um grande orçamento disponível. Eles tinham a H2O Films como distribuidora e a Netflix bancando o filme, mas mesmo assim ficou uma porcaria. Tentaram fazer um filme tipo Um Dia de Fúria versão BR e pró-feminismo, 2025. Entretanto, não entregaram nem 10% do que o filme americano entrega.
O roteiro é muito fraco. O feminismo forçado dá vergonha alheia. A cena do gato é péssima. É um filme muito forçado, sem graça, e foi um desperdício de uso de bons atores.
Vou até anotar o nome da Tati Bernardi para nunca mais ver nenhum filme escrito por essa roteirista fraquíssima. Péssima.
Opinião pessoal: de tantos universos interessantes que poderiam explorar (Ionia, Ilha das Sombras, Demacia x Noxus...), foram escolher as regiões com personagens mais podres e desinteressantes do LoL: Piltover e Zaun. Essas regiões são repletas de personagens esteticamente toscos e ruins de jogar. Vi e Jinx são personagens podres. Uma pena que tenham insistido no erro e dado continuidade a essa história ao invés de simplesmente encerrarem logo e falarem sobre personagens melhores, explorando algum universo mais legal. Droppei a primeira temporada na metade e nem vou ver a segunda.
Um adendo em relação ao filme, e isso não é exatamente uma crítica, mas uma observação, é que é um filme destinado a um público nichado. Isso porque, caso a pessoa não conheça a história do Brasil e nunca tenha lido nada sobre o Marcelo Rubens Paiva, não vai entender o porquê do meu xará de repente aparecer paraplégico após alguns anos. Para isso ficar bem claro, o filme teria que ter 3 horas, mas aí também já ficaria maçante demais. Só que, mesmo nesse pouco tempo de filme, deu para nós conhecermos a história da mãe do Marcelo Rubens Paiva, que foi uma pessoa fantástica. Eu particularmente não conhecia a história dela, e acredito que muitos também não conheciam, e esse filme faz uma justiça histórica ao apresentá-la para a grande massa. Uma pessoa que merece muito reconhecimento e respeito após ter passado por tudo o que passou, conseguindo dar a volta por cima de forma tão admirável.
Agora, quanto à parte histórica, eu saí meio sem palavras do cinema, lembrando do incidente envolvendo o ex-presidente fracassado, que fez a pior gestão presidencial da história do Brasil, não tendo capacidade suficiente para ser reeleito. Bastante revoltante lembrar de quando aquele vagabundo cuspiu no busto do Rubens Paiva, chamando-o de "comunista", de forma totalmente estúpida e irracional, com um comportamento símio, mostrando sua total ignorância e falta de respeito com a história do Paiva. O cara nem ao menos era comunista. Ele só era um democrata pai de família, amado por sua esposa e pelos seus filhos. E é deprimente pensar que há quem vote numa porcaria humana como o Bolsonaro. Ainda bem que foi humilhado nas eleições de 2022 e hoje está inelegível. Mas outra coisa revoltante é pensar que os torturadores que assassinaram o deputado não tiveram qualquer punição. Deveriam ter sido presos, expostos para toda a sociedade e nunca saído da prisão até o final de suas vidas. Esses fatos deixam indignado qualquer brasileiro que tenha o mínimo de caráter, senso de justiça e conhecimento histórico.
Enfim, é um filme que traz sentimento de revolta e indignação, mas não deixa de ser um fIlmaço muito bem produzido, com uma mensagem importante.
De repente começou a escorrer um montão de lágrimas dos meus olhos quando vi a vida final dele. Nossa, a mãe dele é a melhor personagem da série e ela nem ao menos teve um nome.
A história de vida dela sendo contada me quebrou demais. Que pessoa admirável, e o pior é pensar que esse tipo de ser humano fantástico, anônimo, está aí, entre nós, sempre sendo tratado apenas como um "coadjuvante" na vida. Só que essas são as melhores pessoas que estão entre nós. E que bom que no final de contas ela tem um final feliz.
Que mensagem bonita. Que tapa na cara. Que dorama excelente.
Filme supervalorizado. O que salva são a trilha sonora, os efeitos especiais e a produção em geral que é bem bonita, mas o roteiro é fraquíssimo e a história não cativa nem um pouco. Não consegui gostar do protagonista e a história foi bem desinteressante.
Geralmente eu sempre tiro uma estrela de todo filme que inclui morte de gato e eu honestamente torci bastante para o cara anfíbio morrer no final do filme. Que pena que o vilão não conseguiu matar ele. 😭
Não havia necessidade de ser criado um filme sobre a história de uma mulher com fetiche por anfíbios. É basicamente um filme fantasioso sobre uma parafilia desprezível.
Por que todas as cenas finais dos filmes do Aronofsky têm que ser tão emocionantes? Meu Deus do céu, que coisa maravilhosa. Assim como em Cisne Negro e O Lutador, esse final de redenção e superação antes da morte - mesmo com várias adversidades - é simplesmente magnífico. Sempre é assim: o protagonista, em um ato final, supera tudo e consegue realizar, pela última vez, algo que era muito importante para ele.
Um desabafo pessoal: lembro-me da minha avó, a pessoa que mais amei na vida, com câncer terminal, antes de morrer. Ela sempre foi uma pessoa muito ativa, disposta, forte. E o câncer de pâncreas é uma doença devastadora, terrível. É um dos piores cânceres que alguém pode pegar. E esse câncer apareceu nela. Mesmo com esse câncer em estado super avançado, espalhado em outros órgãos, ela lutou com todas as forças que ainda tinha para levantar da cama. Era uma luta diária muito intensa contra o próprio corpo dela, mas a mente dela era forte demais. Lembro dela, em certa noite, um mês antes de morrer, levantando da cama e subindo, com muito esforço, as escadas do sobrado onde morávamos. Ela não tinha mais tido força nas últimas semanas para conseguir subir as escadas, mas naquele dia em especial, ela conseguiu, como sempre fez durante toda a vida dela. Pegou todo mundo de surpresa e, sem avisar ninguém, resolveu dar o máximo dela. Usou toda a força que o corpo dela ainda tinha, mesmo com o câncer a consumindo. Ela subiu as escadas, foi ao meu quarto e conversou comigo. Depois, foi ver os gatos e as plantas dela, que ela tanto amava e não tinha mais tido como cuidar, pois estava acamada, fazendo quimioterapia e piorando gradualmente. Fiquei conversando com ela, segurando para não mostrar que estava emocionado, e depois a ajudei a descer as escadas para ir ao quarto dela e dormir. Foi a última vez que isso aconteceu.
Bom filme. Como estudante bolsista de medicina em uma universidade particular, algumas cenas me lembraram de episódios de racismo que presenciei com alguns colegas negros. São acontecimentos sutis que mostram o racismo de algumas pessoas de um meio tão elitizado. E, falando em elite, também me vi no Maurício em alguns momentos referentes à classe social, como quando ele vai embora de busão, enquanto os demais alunos vão em carros absurdamente caros - e, de vez em quando, algum aluno gente fina resolve dar uma carona e se assusta com como o bairro dele é pobre e, potencialmente, "perigoso". Enfim, a mensagem do filme é bonita e vale a pena assistir. Gera várias reflexões interessantes, principalmente para quem já teve uma rotina que mostra o contraste entre a realidade da periferia e a das classes mais altas.
Perdeu uma estrela na minha avaliação porque tem morte de idoso. Todo filme com morte de idoso/animal eu tiro pontos porque acho que é uma apelação estúpida e desnecessária para impressionar o público.
A temática do filme é muito interessante (transtorno de múltiplas personalidades), apesar de meio mal desenvolvida, já que, na vida real, esse transtorno funciona de forma bem diferente da que é mostrada no filme - mas ok, a licença poética tem que ser considerada. Ah, e as atuações são excelentes.
Todo jogador de xadrez vai se encantar com essa história fantástica. A personagem principal é meio que um "Bobby Fischer mulher" com algumas tendências junkies, tornando o estereótipo de "enxadrista obcecado e antissocial" mais interessante ainda. É impossível não estabelecer um paralelo da história da Harmon com a do Fischer. Para quem conhece a história dele (quem não conhece, sugiro que assista ao excelente documentário Bobby Fischer Against the World), sabe daquele clima de polarização da Guerra Fria em que EUA e URSS disputavam em tudo, de modo que o Campeonato Mundial de Xadrez de 1972 tomou proporções absurdas, sendo usado como mais uma das várias disputas entre as duas superpotências. No match final - que ficou conhecido como o "Match do Século" -, Fischer derrotou o grande Boris Spassky, excelente jogador soviético, e foi eleito o melhor jogador do mundo, dando fim à hegemonia soviética que perdurou de 1937 até 1971. Os EUA se aproveitaram da conquista do gênio norte-americano e o transformaram em um popstar, endeusando-o e aproveitando a situação para se gabar diante da URSS. O que ocorreu foi, basicamente, uma vitória do individualismo contra a coletividade. Um jogador genial conseguiu derrotar os vários soviéticos geniais. Entretanto, vale lembrar, o preço disso foi a loucura do Fischer e a desistência dele no Mundial seguinte, fazendo ele ir para o fundo do poço devido à uma decadência absoluta (assim como ocorreu com a Beth, mas ela consegue se reerguer depois, diferentemente do que infelizmente ocorreu com o Bobby na vida real). E se a Beth conseguiu se reerguer, foi principalmente depois de ter visto a foto do Shaibel, o zelador que fez ela ser quem é. Aquela cena em que ela chora vendo a foto dele foi muito emocionante e foi o fator principal para ela dar a volta por cima. Dessa forma, a mensagem final desta minissérie é incrível e vai totalmente na contra-mão da história que os EUA criaram para o seu povo durante o contexto da Guerra Fria. Se a Harmon derrotou o Borgov, foi porque ela valorizou suas origens, recebeu ajuda de seus amigos (assim como os soviéticos faziam, como é mostrado na série) e não abraçou o fanatismo da Guerra Fria, inclusive desprezando o convite de "ir jogar damas com o Presidente dos EUA" e indo jogar xadrez em uma praça com alguns velhos russos, de origens simples (assim como ela, lá nos EUA, em Kentucky), ao final da série. Ou seja, The Queen's Gambit mostra que essas ideias de desumanização do outro em prol de um patriotismo estúpido que cega o nosso lado mais humano não passa de bobagem polarizadora. Isso torna a Harmon uma personagem mais interessante ainda e a mensagem da série mais fascinante. A atuação da Anya Taylor-Joy é espetacular e a estética da série é extremamente sedutora, com fotografia excelente e maravilhosa trilha sonora, conseguindo prender a atenção do espectador durante todos os episódios. Se fosse para apontar algum defeito, eu honestamente senti falta de aprofundamento das partidas. Só que, pensando melhor depois de terminar de assistir, concluí que a série espantaria o público mais leigo. No final de contas, a superficialidade dos jogos acabou tornando a série mais acessível e, quem manja do jogo, pode muito bem ir assistir à análise da final no canal do agadmator (https://www.youtube.com/watch?v=oIMaTKOZG-8), ou então simplesmente pausar nas cenas em que há foco no tabuleiro. Eu achei sensacional o fato dela fazer a abertura do gambito da dama na final e conseguir vencer o Borgov. De qualquer forma, essa foi a melhor série que assisti em 2020 e eu lamento que não tenha mais episódios. Eu assistiria facilmente a uns 30 episódios dessa série!
Roteiro cheio de furos e no final o diretor tenta pregar uma peça na gente fingindo que o protagonista morre. Que tosco isso. Só dei uma nota mediana porque tem boas atuações e ótima fotografia, mas o roteiro é muito, muito ruim.
Salve Geral: Irmandade
3.1 15 Assista AgoraO flme é muito ruim. É uma produção Netflix com alto orçamento, então tem boa mixagem de som, fotografia e toda a produção em geral é bacana, seguindo o padrão Netflix. Só que, com relação ao roteiro, é péssimo!
A cena do policial errando mais de 20 tiros na filha do Seu Jorge, com uma arma com munição infinita, foi puro meme. Na vida real, a adolescente teria morrido rapidamente, mas no filme ela foi salva pelo roteiro nada realista. Achei extremamente decepcionante o desenvolvimento do filme. Dava para fazer um desfecho idêntico, porém sem tanta forçação de barra e sem tantos acontecimentos fantasiosos que beiram ao ridículo.
Nota 2/5 só por causa do que mencionei antes.
O Agente Secreto
3.9 1,0K Assista AgoraAtuações absurdas, direção de arte impecável, boa fotografia e, sem dúvida alguma, tem totais condições do Wagner Moura disputar Oscar e Globo de Ouro como melhor ator.
Por gosto pessoal, eu não gostei do final do filme. Fiquei decepcionado. Achei a mensagem importante, sem dúvida alguma, mas eu esperava um final com uma conclusão melhor, que gerasse outro tipo de sentimento. Não tem catarse, não tem reflexão ou questionamento... Simplesmente é o que é.
Tremembé (1ª Temporada)
3.3 230 Assista Agoramostrar a Suzane von Richthofen ao som de Alala - Cansei de Ser Sexy, como se ela fosse uma figura "cool" é um baita desserviço. Que coisa patética mostrar alguém que deveria apodrecer na cadeia e cair no esquecimento como uma figura descolada.
Uma Mulher Sem Filtro
2.8 40Que filme horrível. Resolvi assistir em família e todo mundo começou dando uma chance, achando divertido, mas depois todo mundo ficou horrorizado. A premissa é interessante, o elenco é bom, a trilha sonora é bacana e tiveram um grande orçamento disponível. Eles tinham a H2O Films como distribuidora e a Netflix bancando o filme, mas mesmo assim ficou uma porcaria. Tentaram fazer um filme tipo Um Dia de Fúria versão BR e pró-feminismo, 2025. Entretanto, não entregaram nem 10% do que o filme americano entrega.
O roteiro é muito fraco. O feminismo forçado dá vergonha alheia. A cena do gato é péssima. É um filme muito forçado, sem graça, e foi um desperdício de uso de bons atores.
Vou até anotar o nome da Tati Bernardi para nunca mais ver nenhum filme escrito por essa roteirista fraquíssima. Péssima.
Premonição 6: Laços de Sangue
3.3 735 Assista AgoraNão perdeu a essência. Continua com a mesma ideia dos anteriores. É bom.
Arcane (2ª Temporada)
4.3 161Opinião pessoal: de tantos universos interessantes que poderiam explorar (Ionia, Ilha das Sombras, Demacia x Noxus...), foram escolher as regiões com personagens mais podres e desinteressantes do LoL: Piltover e Zaun. Essas regiões são repletas de personagens esteticamente toscos e ruins de jogar. Vi e Jinx são personagens podres.
Uma pena que tenham insistido no erro e dado continuidade a essa história ao invés de simplesmente encerrarem logo e falarem sobre personagens melhores, explorando algum universo mais legal. Droppei a primeira temporada na metade e nem vou ver a segunda.
Ainda Estou Aqui
4.5 1,5K Assista AgoraSaí triste do cinema. Mas o filme é excelente. Fotografia, montagem, trilha sonora, produção em geral, elenco, atuações e roteiro impecáveis.
Um adendo em relação ao filme, e isso não é exatamente uma crítica, mas uma observação, é que é um filme destinado a um público nichado. Isso porque, caso a pessoa não conheça a história do Brasil e nunca tenha lido nada sobre o Marcelo Rubens Paiva, não vai entender o porquê do meu xará de repente aparecer paraplégico após alguns anos. Para isso ficar bem claro, o filme teria que ter 3 horas, mas aí também já ficaria maçante demais.
Só que, mesmo nesse pouco tempo de filme, deu para nós conhecermos a história da mãe do Marcelo Rubens Paiva, que foi uma pessoa fantástica. Eu particularmente não conhecia a história dela, e acredito que muitos também não conheciam, e esse filme faz uma justiça histórica ao apresentá-la para a grande massa. Uma pessoa que merece muito reconhecimento e respeito após ter passado por tudo o que passou, conseguindo dar a volta por cima de forma tão admirável.
Agora, quanto à parte histórica, eu saí meio sem palavras do cinema, lembrando do incidente envolvendo o ex-presidente fracassado, que fez a pior gestão presidencial da história do Brasil, não tendo capacidade suficiente para ser reeleito. Bastante revoltante lembrar de quando aquele vagabundo cuspiu no busto do Rubens Paiva, chamando-o de "comunista", de forma totalmente estúpida e irracional, com um comportamento símio, mostrando sua total ignorância e falta de respeito com a história do Paiva. O cara nem ao menos era comunista. Ele só era um democrata pai de família, amado por sua esposa e pelos seus filhos. E é deprimente pensar que há quem vote numa porcaria humana como o Bolsonaro. Ainda bem que foi humilhado nas eleições de 2022 e hoje está inelegível.
Mas outra coisa revoltante é pensar que os torturadores que assassinaram o deputado não tiveram qualquer punição. Deveriam ter sido presos, expostos para toda a sociedade e nunca saído da prisão até o final de suas vidas.
Esses fatos deixam indignado qualquer brasileiro que tenha o mínimo de caráter, senso de justiça e conhecimento histórico.
Enfim, é um filme que traz sentimento de revolta e indignação, mas não deixa de ser um fIlmaço muito bem produzido, com uma mensagem importante.
Samurai Champloo
4.5 97 Assista Agoraum dos melhores da história!
O Jogo da Morte: Parte 2
4.4 36 Assista AgoraDe repente começou a escorrer um montão de lágrimas dos meus olhos quando vi a vida final dele. Nossa, a mãe dele é a melhor personagem da série e ela nem ao menos teve um nome.
A história de vida dela sendo contada me quebrou demais. Que pessoa admirável, e o pior é pensar que esse tipo de ser humano fantástico, anônimo, está aí, entre nós, sempre sendo tratado apenas como um "coadjuvante" na vida. Só que essas são as melhores pessoas que estão entre nós. E que bom que no final de contas ela tem um final feliz.
Que mensagem bonita. Que tapa na cara. Que dorama excelente.
Mortal Kombat
2.7 1,0K Assista Agorahorroroso
A Forma da Água
3.9 2,7KFilme supervalorizado. O que salva são a trilha sonora, os efeitos especiais e a produção em geral que é bem bonita, mas o roteiro é fraquíssimo e a história não cativa nem um pouco. Não consegui gostar do protagonista e a história foi bem desinteressante.
Geralmente eu sempre tiro uma estrela de todo filme que inclui morte de gato e eu honestamente torci bastante para o cara anfíbio morrer no final do filme. Que pena que o vilão não conseguiu matar ele. 😭
Não havia necessidade de ser criado um filme sobre a história de uma mulher com fetiche por anfíbios. É basicamente um filme fantasioso sobre uma parafilia desprezível.
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba (3ª Temporada)
4.2 80 Assista Agoraquanta gente CHATA nos comentários! O anime tá excelente, parem de ser ranzinzas!!!
A Baleia
4.0 1,2K Assista AgoraPor que todas as cenas finais dos filmes do Aronofsky têm que ser tão emocionantes? Meu Deus do céu, que coisa maravilhosa. Assim como em Cisne Negro e O Lutador, esse final de redenção e superação antes da morte - mesmo com várias adversidades - é simplesmente magnífico. Sempre é assim: o protagonista, em um ato final, supera tudo e consegue realizar, pela última vez, algo que era muito importante para ele.
Um desabafo pessoal: lembro-me da minha avó, a pessoa que mais amei na vida, com câncer terminal, antes de morrer. Ela sempre foi uma pessoa muito ativa, disposta, forte. E o câncer de pâncreas é uma doença devastadora, terrível. É um dos piores cânceres que alguém pode pegar. E esse câncer apareceu nela.
Mesmo com esse câncer em estado super avançado, espalhado em outros órgãos, ela lutou com todas as forças que ainda tinha para levantar da cama. Era uma luta diária muito intensa contra o próprio corpo dela, mas a mente dela era forte demais. Lembro dela, em certa noite, um mês antes de morrer, levantando da cama e subindo, com muito esforço, as escadas do sobrado onde morávamos. Ela não tinha mais tido força nas últimas semanas para conseguir subir as escadas, mas naquele dia em especial, ela conseguiu, como sempre fez durante toda a vida dela. Pegou todo mundo de surpresa e, sem avisar ninguém, resolveu dar o máximo dela. Usou toda a força que o corpo dela ainda tinha, mesmo com o câncer a consumindo.
Ela subiu as escadas, foi ao meu quarto e conversou comigo. Depois, foi ver os gatos e as plantas dela, que ela tanto amava e não tinha mais tido como cuidar, pois estava acamada, fazendo quimioterapia e piorando gradualmente.
Fiquei conversando com ela, segurando para não mostrar que estava emocionado, e depois a ajudei a descer as escadas para ir ao quarto dela e dormir. Foi a última vez que isso aconteceu.
Intervenção
3.0 86O filme acabou quando mataram o Babu.
M8 – Quando a Morte Socorre a Vida
3.6 224Bom filme. Como estudante bolsista de medicina em uma universidade particular, algumas cenas me lembraram de episódios de racismo que presenciei com alguns colegas negros. São acontecimentos sutis que mostram o racismo de algumas pessoas de um meio tão elitizado. E, falando em elite, também me vi no Maurício em alguns momentos referentes à classe social, como quando ele vai embora de busão, enquanto os demais alunos vão em carros absurdamente caros - e, de vez em quando, algum aluno gente fina resolve dar uma carona e se assusta com como o bairro dele é pobre e, potencialmente, "perigoso".
Enfim, a mensagem do filme é bonita e vale a pena assistir. Gera várias reflexões interessantes, principalmente para quem já teve uma rotina que mostra o contraste entre a realidade da periferia e a das classes mais altas.
Anônimo
3.7 769Ótima seleção de atores e excelente trilha sonora. Bom filme.
O Tigre Branco
3.8 403 Assista AgoraComeço e meio excelentes, mas final péssimo.
Achei a mensagem final extremamente degenerada, pós-moderna e vazia. Decepcionante.
Fragmentado
3.9 3,0K Assista AgoraPerdeu uma estrela na minha avaliação porque tem morte de idoso. Todo filme com morte de idoso/animal eu tiro pontos porque acho que é uma apelação estúpida e desnecessária para impressionar o público.
A temática do filme é muito interessante (transtorno de múltiplas personalidades), apesar de meio mal desenvolvida, já que, na vida real, esse transtorno funciona de forma bem diferente da que é mostrada no filme - mas ok, a licença poética tem que ser considerada.
Ah, e as atuações são excelentes.
Alice in Borderland (1ª Temporada)
3.9 305 Assista AgoraAssisti sem grandes expectativas e acabei maratonando. Gostei bastante.
O Gambito da Rainha
4.4 947 Assista AgoraFazia tempo que eu não assistia a uma série tão boa. Vou fazer uma análise com spoilers a seguir:
Todo jogador de xadrez vai se encantar com essa história fantástica. A personagem principal é meio que um "Bobby Fischer mulher" com algumas tendências junkies, tornando o estereótipo de "enxadrista obcecado e antissocial" mais interessante ainda. É impossível não estabelecer um paralelo da história da Harmon com a do Fischer. Para quem conhece a história dele (quem não conhece, sugiro que assista ao excelente documentário Bobby Fischer Against the World), sabe daquele clima de polarização da Guerra Fria em que EUA e URSS disputavam em tudo, de modo que o Campeonato Mundial de Xadrez de 1972 tomou proporções absurdas, sendo usado como mais uma das várias disputas entre as duas superpotências. No match final - que ficou conhecido como o "Match do Século" -, Fischer derrotou o grande Boris Spassky, excelente jogador soviético, e foi eleito o melhor jogador do mundo, dando fim à hegemonia soviética que perdurou de 1937 até 1971. Os EUA se aproveitaram da conquista do gênio norte-americano e o transformaram em um popstar, endeusando-o e aproveitando a situação para se gabar diante da URSS. O que ocorreu foi, basicamente, uma vitória do individualismo contra a coletividade. Um jogador genial conseguiu derrotar os vários soviéticos geniais. Entretanto, vale lembrar, o preço disso foi a loucura do Fischer e a desistência dele no Mundial seguinte, fazendo ele ir para o fundo do poço devido à uma decadência absoluta (assim como ocorreu com a Beth, mas ela consegue se reerguer depois, diferentemente do que infelizmente ocorreu com o Bobby na vida real). E se a Beth conseguiu se reerguer, foi principalmente depois de ter visto a foto do Shaibel, o zelador que fez ela ser quem é. Aquela cena em que ela chora vendo a foto dele foi muito emocionante e foi o fator principal para ela dar a volta por cima.
Dessa forma, a mensagem final desta minissérie é incrível e vai totalmente na contra-mão da história que os EUA criaram para o seu povo durante o contexto da Guerra Fria. Se a Harmon derrotou o Borgov, foi porque ela valorizou suas origens, recebeu ajuda de seus amigos (assim como os soviéticos faziam, como é mostrado na série) e não abraçou o fanatismo da Guerra Fria, inclusive desprezando o convite de "ir jogar damas com o Presidente dos EUA" e indo jogar xadrez em uma praça com alguns velhos russos, de origens simples (assim como ela, lá nos EUA, em Kentucky), ao final da série. Ou seja, The Queen's Gambit mostra que essas ideias de desumanização do outro em prol de um patriotismo estúpido que cega o nosso lado mais humano não passa de bobagem polarizadora. Isso torna a Harmon uma personagem mais interessante ainda e a mensagem da série mais fascinante.
A atuação da Anya Taylor-Joy é espetacular e a estética da série é extremamente sedutora, com fotografia excelente e maravilhosa trilha sonora, conseguindo prender a atenção do espectador durante todos os episódios.
Se fosse para apontar algum defeito, eu honestamente senti falta de aprofundamento das partidas. Só que, pensando melhor depois de terminar de assistir, concluí que a série espantaria o público mais leigo. No final de contas, a superficialidade dos jogos acabou tornando a série mais acessível e, quem manja do jogo, pode muito bem ir assistir à análise da final no canal do agadmator (https://www.youtube.com/watch?v=oIMaTKOZG-8), ou então simplesmente pausar nas cenas em que há foco no tabuleiro. Eu achei sensacional o fato dela fazer a abertura do gambito da dama na final e conseguir vencer o Borgov.
De qualquer forma, essa foi a melhor série que assisti em 2020 e eu lamento que não tenha mais episódios. Eu assistiria facilmente a uns 30 episódios dessa série!
Necrópolis (1ª Temporada)
3.7 44 Assista AgoraÉ um The Office tupiniquim com temática de IML.
Milagre na Cela 7
4.1 1,2K Assista AgoraRoteiro cheio de furos e no final o diretor tenta pregar uma peça na gente fingindo que o protagonista morre. Que tosco isso. Só dei uma nota mediana porque tem boas atuações e ótima fotografia, mas o roteiro é muito, muito ruim.
Coletivo Terror (1ª Temporada)
3.1 138 Assista AgoraPlot twists exagerados.
Contato Visceral
1.6 456 Assista AgoraAcho que esse é um dos piores filmes que já vi. Puta merda, que roteiro horroroso.