A primeira metade desse documentário que narra a trajetória de ambos até chegar ao momento da luta vai da fanfarronice ao drama de forma bem comovente e nada piegas.
A partir do momento em que ele passa a acompanhar a rotina dos lutadores antes do tira-teima em questão o ritmo cai um pouco. Some a narração, o som é só ambiente e a ação é a do cotidiano, que por si só é monótona só voltando a empolgar no clímax que é o combate em si.
O grande diferencial desse filme para com obras como "Quando eramos reis" sem dúvida é o fator local. Ainda que o Zaire fique no terceiro mundo também para nós parece exótico, enquanto a Bahia e o Pernambuco nos são familiares. Enquanto Muhammad Ali é inteligente e articulado, aqui os contendores só foram alfabetizados tardiamente (no caso de Holyfield, embora a semelhança física seja com o Evander, rival de Tyson, o jeito de falar atual, mistura do sotaque baiano com os castigos na cabeça que sofreu durante a carreira, me lembram um pouco a fala do Joe Frazier depois de velho). No entanto a fanfarronice dos brasileiros é bem semelhante a da lenda estadunidense
Esse novo filme da Youtuber tem um pouco da pegada do "É Fada", mas a Kéfera parece mais contida nas bobagens, tipo tirar coisas do rabo, e parece querer contar a história. No entanto ela continua agindo como escrota para quem o mais importante é ser popular enquanto seu/sua parceiro(a) de aventuras é a pessoa que tem personalidade própria e sofre por conta disso (Klara Castanho no primeiro filme e João Côrtes neste aqui)
Será uma tradição do cinema de celebridades do Brasil ter um personagem secundário mais carismático e sensato que o protagonista? Lembram do personagem da Duda Little em "Lua de Cristal" em contraste com o bocó do Sergio Mallandro? Pois é!
Não contente em disperdiçar o talento do ex-ruivo da Vivo e moreno da Nextel, o filme ainda faz o mesmo com Flávia Garrafa (mãe da personagem no filme) e com Arthur Kohl, o avô. Ecco! MAIS UM FILME NACIONAL COM ARTHUR KOHL! Infelizmente não como protagonista. Quando que vão colocá-lo para interpretar todos os papéis em um filme? Ah! Pra terminar! Prestem atenção nos filmes da prateleira da locadora. Tem filme ali que foi lançado depois do ano em que se passa a história
Uma coisa de que não podemos acusar o cinema brasileiro atual é de ser alienado. Desde 2017 vem saindo inúmeros filmes e séries relatando o momento político atual (Polícia Federal, O Mecanismo, Candidato Honesto...) com seus erros e acertos (mais erros que acertos).
Esse aqui ao menos aposta em um subgênero pouco retratado no cinema brasileiro (filme de herói), tem boas cenas de ação (ainda que com edição picotada e câmera trêmula, mas que possibilita que o espectador acompanhe a cena), sem restrição com sangue e mutilação e não procura responsabilizar um ou outro lado do espectro político (ao contrário dos demais citados, exceto talvez Candidato Honesto)
"Mas e o roteiro?" É... Esse é o grande senão do filme. Tudo bem que vários filmes de ação tem furos no roteiro e os curtimos mesmo assim. Mas há furos e furos. Quando um furo tira a credibilidade do filme é um caso a se pensar, principalmente no caso de um filme de baixo orçamento, que poderia muito bem compensar na história as deficiências em outras áreas.
É um festival de conveniências, personagens planos (sobretudo os vilões, com exceção do Du Moscovis), soluções mágicas e inexplicáveis e um ritmo muito corrido que comprometem a diversão. Talvez a série acerte mais onde o filme errou (principalmente pelo número de episódios, o que fará a trama menos corrida)
Neste filme vocês verão muitos elementos já presentes em outros filmes. E se prestar bem atenção em uma fala de um personagem em especial já sacam de cara um dos segredos do filme. Contudo nada disso faz com que o filme seja ruim. A construção da personagem que, no nosso tempo, consegue impedir a morte de um garoto no dia da queda do Muro de Berlim e acaba modificando toda sua vida até ali faz com que nos afeiçoemos a ela e nos prende até o fim. Aliado a isso há também uma história de crime que ao longo do filme vai ganhando mais e mais contornos interessantes e no decorrer da nova realidade da personagem acabamos descobrindo aspectos ocultos da sua realidade original. Ah! E para quem gostou de "La casa de papel": o Professor (Álvaro Morte) está lá também. Aliás que bom saber que as produções espanholas conseguem se sobressair em um mundo dominado por Hollywood. Oxalá o Brasil chegasse nesse nível também.
Fico imaginando como seria esse filme se fosse protagonizado por Adam Sandler há 20 anos ou por Tom Hanks há 30 (inclusive há uma bela referência a "Quero ser grande").
Talvez este filme e os mais recentes do Homem Aranha ("Homecoming e "Homem-Aranha no Aranhaverso") sejam os filmes que melhor descrevem o fascínio causado pelos super-heróis. Sem dúvida que há personagens que pedem uma abordagem mais séria e sombria (Batman, Demolidor, Justiceiro, Motoqueiro Fantasma...), mas nem tudo é escuridão e paleta de cores a la "300" e estava na hora de a Warner entender isso nos seus filmes de live action (nas animações já percebeu faz tempo).
A cena que melhor define esse sentimento é a que um menino brinca com seus bonecos de Batman e Superman e de repente os larga no chão ao ver o embate de Shazam e Dr. Silvana (uma forma nada sutil da DC/Warner demonstrar que ouviu as reclamações dos espectadores com relação a "Batman v. Superman"). As piadas com a questão do nome do herói também são ótimas.
Mas se engana quem acha que o filme é só "palhaçada e mulher boa". Tambem tem momentos dramáticos de cortar o coração, mais principalmente envolvendo a busca de Billy Batson a sua mãe perdida, e é muito boa a forma como o diretor consegue equilibrar os momentos sérios com os divertidos.
Quanto a dupla antagonista, não só Mark Strong está realmente amendrontador como vilão como Zachary Levi se sai bem como crianção super-poderoso. E que venha The Rock como Adão Negro.
"Ah, ele falou mal de WiFi Ralph então vai falar mal desse também!". Pior que não! Aqui o tema da "sororidade" é colocado de forma não forçada e subverte o clichê batidíssimo da "princesa que é salva com um beijo do príncipe" e nem por isso deixa de haver um espaço para um romancezinho na obra. E a revelação de quem é o vilão é surpreendente e o mesmo tem uma motivação política e de certa forma convincente (e não é porque ele é "hurr durr ômi hurr durr").
Para mim, é o equivalente Disney de "Valente" da Pixar, lançado no ano anterior, outro filme que consegue ser original e crítico em seu enredo sem ser forçado e proselitista.
Só faz alvoroço com a bissexualidade do Drácula na série que estreará em um sistema de streaming (não terá sido a própria empresa que botou gasolina nessa polêmiquinha só pra divulgar a série?) quem não viu esse filme aqui (tem outros que abordam a sexualidade dos vampiros, mas esse aqui talvez seja o mais popular por conta da ligação de alguns atores com a comunidade LGBT)
Ainda que não seja algo explicitado pelo vampirão daqui, você percebe qual é a dele pelo jeito igualmente sedutor tanto com homens quanto com mulheres. Mesmo o jeito como ele transforma o Evil Ed nos dá uma pista disso, bem como a relação com o rapaz que mora com ele.
Esse filme também retoma um tema recorrente dos filmes roteirizados pelo Tom Holland: o protagonista desacreditado. Foi assim com Norman Bates em "Psicose II", com a Christie de "Scream for help", com o Davey de "Heróis não tem idade", com o Andy de "Brinquedo Assassino" e aqui também com o Charley tentando convencer todo mundo que o personagem de Cris Sarandon é um vampiro e, aliás, o mesmo está ótimo aqui.
É uma pena que tanto ele quanto o diretor dessa obra estejam sumidos. Acho alguém cravou uma estaca no peito deles
Mesmo não tendo o talento de Tom Holland por trás das câmeras, essa continuação consegue ser minimamente decente apostando na inversão de papéis (desta vez é a namorada que tem que salvar o namorado) e na expansão da mitologia enfiando mais vampiros, lobisomem e uma outra criatura forçuda que se alimenta de todo tipo de inseto (cabe lembrar que "Deu a louca nos monstros" já tinha promovido uma reunião de criaturas um ano antes).
Roddy McDowell e William Ragsdale conseguem manter o interesse do público e Julie Carmen rouba tanto a cena quanto Cris Sarandon no primeiro filme.
Se me dissessem que foi Roberto Gomez Bolaños quem escreveu isso eu acreditaria, pois tem uma carinha de "Chapolin Colorado" esse filme em que o Zorro é substituído pelo seu irmão gêmeo gay.
Não coloco isso como demérito, muito pelo contrário. O filme é divertido dentro de sua proposta. Tivesse mais situações em que o Zorro hetero entrasse numa fria por conta do gay seria um filme mais engraçado, contudo ainda vale o ingresso. Não à toa ele é citado no filme recente do Coringa.
Rendeu uma indicação para o Globo de Ouro para George Hamilton como Melhor Ator de Comédia/Musical (perdeu para Dudley Moore por "Arthur, o Milionário Sedutor"), mas também foi indicado para o Framboesa de Ouro de Pior Trilha Sonora (injustamente como a maioria das indicações dos primeiros anos deste prêmio)
Que nome você dá a uma personagem que é monarquista e cujo capricho acaba quebrando sua máquina, deixando inúmeros personagens de video game desabrigados e quando finalmente encontra a peça que faltava para consertá-la, caga e anda para as pessoas que dependem dela tudo em nome de "viver um sonho"? EGOÍSTA, EGOCÊNTRICA, ARISTOCRATA, ABSOLUTISTA, como inclusive é cabível a todo e qualquer personagem intitulado príncipe ou princesa.
Mas no caso aqui a personagem é a heroína do filme. E toda a originalidade do primeiro filme (colocar um personagem que tem jeito de vilão para ser o herói do filme) vai por água abaixo colocando o como "vilão". Com uma chance de redenção, OK, mas pense na decepção de quem viu "Karatê Kid 3" e viu aquele Daniel San que amadureceu no filme 2 voltar a ser um chorão no filme seguinte. Eu não sei se o Johnny Lawrence é o verdadeiro herói do primeiro filme, mas com certeza a Vanellope é a vilã deste filme aqui.
Só não dou "ruim" porque a arte ficou ótima, principalmente os cenários e todo o design da internet, digno de "Zootopia". Aliás custa acreditar que são filmes dos mesmos criadores, pois se o filme dos bichos "bate na cara" dos SJW, o filme da internet os alisa. Sou mais "Frozen" e "Valente" (embora monarcas também).
É possível equilibrar piadas com momentos sérios (como se os irmãos Russo já não tivessem demonstrado isso antes);
É possível atrair novos fãs sem desrespeitar os antigos, contanto que você seja conciliador e trabalhe a ideia de passar o bastão (e sem "lacrar");
Se você fizer bem o trabalho de fanservice, ninguém vai reparar nos furos e conveniências do seu roteiro (isso é uma coisa que a galera do exploitation já sabia faz tempo. E da pornochanchada também. A propósito PRESTIGIEM TAMBÉM O CINEMA NACIONAL).
Para mim, comparar "Click" com "Black Mirror" não faz com que eu tenha mais simpatia pelo primeiro, muito pelo contrário. Apesar de eu gostar de vários episódios da série eu torço um pouco o nariz para filmes e séries que querem me dar lição de moral ("nada de abraços, nada de lições" já dizia Seinfeld) a menos que eles me cativem tanto que a moral passe despercebida para mim. E Adam Sandler peidando não faz eu me cativar. Talvez se em vez de ser infantilóide e fedorento fosse mais cínico, tipo Bill Murray... EPA PERAÍ!
Porca miséria! O que custava "Venom" ser assim também? Até o ator principal é parecido com Tom Hardy! Bastava trocar o chip por um simbionte!
A história aqui não é das mais originais e mesmo a virada no roteiro perto do final é meio que esperada, mas impressiona como foi possível fazer um sci-fi tão competente com um orçamento reduzido simplesmente se concentrando na história, que é legal mesmo batida, na fotografia meio dark, meio neon (mas sem afetação) e sem medo de mostrar sangue.
Se algum dia você sofrer um acidente e ficar paralisado do pescoço para baixo, não deixem que lhe implantem um chip na coluna. Prefira a companhia de um macaco amestrado... NÃO, PERA!
Você pode até dizer que filmes com pessoas trancafiadas no mesmo local, tendo a paciência testada e revelando monstros piores que qualquer zumbi ou assassino não é novidade desde antes de lançarem "A noite dos mortos-vivos", mas dificilmente você já viu um filme como esse aqui, sobretudo feito aqui no Brasil e tão adequado (infelizmente) ao momento atual das grandes cidades brasileiras.
O mais legal aqui é que o tal "animal cordial" do título não nos é revelado logo de cara (assim como o "lobo atrás da porta" de outro filme excelente rodado feito aqui no Brasil). Passamos o filme todo pensando em determinado personagem, enquanto outro vai sorrateiramente nos surpreendendo a cada momento que passa. Lembrando que "cordial" não quer necessariamente dizer "gentil", mas sim "alguém que age com o coração".
Murilo Benício está melhor do que de costume. Camila Morgado sempre está bem, mas quem rouba a cena para mim são Luciana Paes eb principalmente, Irandhir Santos (sempre foda também, mas nesse ele se superou)
Mais previsível que time carioca sendo rebaixado no Brasileirão. Gostei da estratégia que usaram para o filme não ser odiado nem por incel, nem por lacrador: A menina chinesa é independente e forte, do tipo que algum virjão pudesse implicar e chamá-la de feminazi não fosse o fato de que ela tem uma quedinha pelo garotinho nerd branquelo e inseguro. O menino playboy, machista e metido a malandro tinha tudo pra ser alvo dos lacradores, mas como é negro é capaz que aliviem pra ele (se bem que tem tanto dinheiro que vira até branco, como diz um dos instrutores do acampamento). Para completar o grupo, além do nerd branquelo tem também o sósia do Edward Furlong, metido a delinquente juvenil que tem uma relação te curto/te odeio com o negro playboy. Se fosse um filme que você pagasse R$30,00 pra ver no cinema poderia voltar pra casa frustrado (embora os últimos 20 minutos sejam bem empolgantes), mas pra ver no Netflix tá ótimo.
De fato transformar em um filme de 3h dividido em duas partes não solucionou de todo o problema, pois se a primeira, focada mais na luta contra Doomsday, ficou muito boa e bastante dramática a segunda, que conta o retorno do azulão e o surgimento dos 4 Supermen, deu a impressão de obra comprimida para caber em menos de 2h, embora não deixe de ser um filme legal de assistir, mas é inferior ao primeiro.
Ainda assim, consegue ser melhor que qualquer coisa que a DC tenha feito no cinema depois de "The Dark Knight" (exceto por "Shazam")
Eu tava satisfeito com o filme em desenho animado de 2007, mesmo não sendo completamente fiel à HQ. Eu entendia que a saga completa era comprida e que a adaptação para um filme de 90 minutos iria deixar a trama meio corrida.
Ainda assim, consegue ser melhor que qualquer coisa que a DC tenha feito no cinema depois de "The Dark Knight" (exceto por "Shazam")
É difícil escrever sobre um filme do qual todo mundo já falou, então vou tentar resumir: Este filme está para o Homem-Aranha assim como " A Máscara do Fantasma" está para o Batman. Possivelmente a melhor adaptação do herói para o audiovisual e um dos trabalhos que melhor capta o espírito dos quadrinhos de herói. Enquanto seu "rival" "Os Incríveis 2" traz uma visão mais crítica (porém ainda assim bem leve) esse aqui possui um espírito mais esperançoso, mesmo nos seus momentos de drama. E é de admirar como os diretores conseguem equilibrar humor, ação e drama tão bem em um filme só protagonizado por personagens os quais não estamos acostumados a ver na telona (estamos acostumados só com o Aranha principal. Enfim, a responsabilidade agora é dos produtores do Aranha "de carne e osso" de fazer um filme tão legal quanto.
Se a DC e a Disney fossem espertas contratariam Brad Bird para cuidar de suas franquias. É incrível como o cara consegue fazer um filme excelente, profundo e complexo a partir de premissas simples (e o Zezé é uma "Mary Sue" menos irritante que a Rey). E antes que vocês digam "Animação é diferente de live action", lembrem-se de que o cara fez um filme da franquia "Missão Impossível" e foi bem. Enfim, a atmosfera "futurista dos anos 60" talvez ficasse meio ridícula com atores reais, mas nada que uma boa direção de arte e de fotografia não resolvam.
Não foi só a trama que a Marvel copiou desse desenho aqui para fazer seu "Ultimato". Aqui também o fanservice rola solto promovendo encontros não usuais como o da Mônica com o Piteco e a Thuga, o do Cebolinha com o Astronauta ou o do Cascão com Papa Capim e Cafuné. O filme também serviu para mostrar vilões novos como o Senhor do Fogo na pré-história, o Bandeirante no séc. XVIII e a Cabeleira Negra no futuro (brilhantemente dublada por Bianca Rinaldi em seus tempos de "mutante").
E ao contrário da Marvel, que escanteou seu herói cego (Demolidor), aqui a Dorinha tem papel importante na trama. Ah! A produção é do Diler Trindade, o mesmo de "Lua de Cristal" e "Sonho de Verão".
Esse é um filme que eu curto mais pelo clima de algumas cenas chave como por exemplo a cena em que o cara com a cabeça arrebentada chega no hospital (que é algo bem repentino), o acidente com o garotinho (que é uma cena bem tensa) e a cena em que o pai dele tem que se livrar do seu ataque (que dá uma agonia do caramba) .
Mas no geral é uma adaptação inferior a outras do Stephen King como "Carrie" e "Louca Obsessão" . Tem um jeitão meio de filme corrido que o roteirista se esforçou muito para fazê-lo caber no filme. Talvez seja melhor que o remake.
O melhor dessa série é o fato de que nela há várias nuances. Quanto mais você vai se indignando com o deputado Wallace Souza, mais lhe é apresentado o quanto ele era querido pela população e o quanto o seu indiciamento estava ligado a um conflito político (o que não quer dizer que fosse inocente).
A conclusão da série me remete ao caos que se instaurou na Colômbia após a morte de Pablo Escobar, quando a morte da liderança iniciou uma disputa sangrenta pelo posto de líder supremo do crime organizado. Não sei se espectador do primeiro mundo está acostumado com esse tipo de situação (se bem que lá também há bandidos idolatrados, vide "Gotti").
E o Gil da Esfirra merecia um capítulo só pra ele.
A Luta do Século
3.9 23A primeira metade desse documentário que narra a trajetória de ambos até chegar ao momento da luta vai da fanfarronice ao drama de forma bem comovente e nada piegas.
A partir do momento em que ele passa a acompanhar a rotina dos lutadores antes do tira-teima em questão o ritmo cai um pouco. Some a narração, o som é só ambiente e a ação é a do cotidiano, que por si só é monótona só voltando a empolgar no clímax que é o combate em si.
O grande diferencial desse filme para com obras como "Quando eramos reis" sem dúvida é o fator local. Ainda que o Zaire fique no terceiro mundo também para nós parece exótico, enquanto a Bahia e o Pernambuco nos são familiares. Enquanto Muhammad Ali é inteligente e articulado, aqui os contendores só foram alfabetizados tardiamente (no caso de Holyfield, embora a semelhança física seja com o Evander, rival de Tyson, o jeito de falar atual, mistura do sotaque baiano com os castigos na cabeça que sofreu durante a carreira, me lembram um pouco a fala do Joe Frazier depois de velho). No entanto a fanfarronice dos brasileiros é bem semelhante a da lenda estadunidense
Exterminadores do Além Contra a Loira do Banheiro
2.7 262 Assista AgoraCara que estraga o que poderia ser uma versão nacional de um filme de Lucio Fulci fazendo piada besta tem mais é que se fuder mesmo! Kkkkkkkkk
Eu Sou Mais Eu
2.5 67Esse novo filme da Youtuber tem um pouco da pegada do "É Fada", mas a Kéfera parece mais contida nas bobagens, tipo tirar coisas do rabo, e parece querer contar a história. No entanto ela continua agindo como escrota para quem o mais importante é ser popular enquanto seu/sua parceiro(a) de aventuras é a pessoa que tem personalidade própria e sofre por conta disso (Klara Castanho no primeiro filme e João Côrtes neste aqui)
Será uma tradição do cinema de celebridades do Brasil ter um personagem secundário mais carismático e sensato que o protagonista? Lembram do personagem da Duda Little em "Lua de Cristal" em contraste com o bocó do Sergio Mallandro? Pois é!
Não contente em disperdiçar o talento do ex-ruivo da Vivo e moreno da Nextel, o filme ainda faz o mesmo com Flávia Garrafa (mãe da personagem no filme) e com Arthur Kohl, o avô. Ecco! MAIS UM FILME NACIONAL COM ARTHUR KOHL! Infelizmente não como protagonista. Quando que vão colocá-lo para interpretar todos os papéis em um filme?
Ah! Pra terminar! Prestem atenção nos filmes da prateleira da locadora. Tem filme ali que foi lançado depois do ano em que se passa a história
O Doutrinador
3.2 294 Assista AgoraUma coisa de que não podemos acusar o cinema brasileiro atual é de ser alienado. Desde 2017 vem saindo inúmeros filmes e séries relatando o momento político atual (Polícia Federal, O Mecanismo, Candidato Honesto...) com seus erros e acertos (mais erros que acertos).
Esse aqui ao menos aposta em um subgênero pouco retratado no cinema brasileiro (filme de herói), tem boas cenas de ação (ainda que com edição picotada e câmera trêmula, mas que possibilita que o espectador acompanhe a cena), sem restrição com sangue e mutilação e não procura responsabilizar um ou outro lado do espectro político (ao contrário dos demais citados, exceto talvez Candidato Honesto)
"Mas e o roteiro?" É... Esse é o grande senão do filme. Tudo bem que vários filmes de ação tem furos no roteiro e os curtimos mesmo assim. Mas há furos e furos. Quando um furo tira a credibilidade do filme é um caso a se pensar, principalmente no caso de um filme de baixo orçamento, que poderia muito bem compensar na história as deficiências em outras áreas.
É um festival de conveniências, personagens planos (sobretudo os vilões, com exceção do Du Moscovis), soluções mágicas e inexplicáveis e um ritmo muito corrido que comprometem a diversão. Talvez a série acerte mais onde o filme errou (principalmente pelo número de episódios, o que fará a trama menos corrida)
Durante a Tormenta
3.9 930 Assista AgoraNeste filme vocês verão muitos elementos já presentes em outros filmes. E se prestar bem atenção em uma fala de um personagem em especial já sacam de cara um dos segredos do filme. Contudo nada disso faz com que o filme seja ruim. A construção da personagem que, no nosso tempo, consegue impedir a morte de um garoto no dia da queda do Muro de Berlim e acaba modificando toda sua vida até ali faz com que nos afeiçoemos a ela e nos prende até o fim.
Aliado a isso há também uma história de crime que ao longo do filme vai ganhando mais e mais contornos interessantes e no decorrer da nova realidade da personagem acabamos descobrindo aspectos ocultos da sua realidade original. Ah! E para quem gostou de "La casa de papel": o Professor (Álvaro Morte) está lá também.
Aliás que bom saber que as produções espanholas conseguem se sobressair em um mundo dominado por Hollywood. Oxalá o Brasil chegasse nesse nível também.
Shazam!
3.5 1,2K Assista AgoraFico imaginando como seria esse filme se fosse protagonizado por Adam Sandler há 20 anos ou por Tom Hanks há 30 (inclusive há uma bela referência a "Quero ser grande").
Talvez este filme e os mais recentes do Homem Aranha ("Homecoming e "Homem-Aranha no Aranhaverso") sejam os filmes que melhor descrevem o fascínio causado pelos super-heróis. Sem dúvida que há personagens que pedem uma abordagem mais séria e sombria (Batman, Demolidor, Justiceiro, Motoqueiro Fantasma...), mas nem tudo é escuridão e paleta de cores a la "300" e estava na hora de a Warner entender isso nos seus filmes de live action (nas animações já percebeu faz tempo).
A cena que melhor define esse sentimento é a que um menino brinca com seus bonecos de Batman e Superman e de repente os larga no chão ao ver o embate de Shazam e Dr. Silvana (uma forma nada sutil da DC/Warner demonstrar que ouviu as reclamações dos espectadores com relação a "Batman v. Superman"). As piadas com a questão do nome do herói também são ótimas.
Mas se engana quem acha que o filme é só "palhaçada e mulher boa". Tambem tem momentos dramáticos de cortar o coração, mais principalmente envolvendo a busca de Billy Batson a sua mãe perdida, e é muito boa a forma como o diretor consegue equilibrar os momentos sérios com os divertidos.
Quanto a dupla antagonista, não só Mark Strong está realmente amendrontador como vilão como Zachary Levi se sai bem como crianção super-poderoso. E que venha The Rock como Adão Negro.
Frozen: Uma Aventura Congelante
3.9 3,0K Assista Agora"Ah, ele falou mal de WiFi Ralph então vai falar mal desse também!". Pior que não! Aqui o tema da "sororidade" é colocado de forma não forçada e subverte o clichê batidíssimo da "princesa que é salva com um beijo do príncipe" e nem por isso deixa de haver um espaço para um romancezinho na obra. E a revelação de quem é o vilão é surpreendente e o mesmo tem uma motivação política e de certa forma convincente (e não é porque ele é "hurr durr ômi hurr durr").
Para mim, é o equivalente Disney de "Valente" da Pixar, lançado no ano anterior, outro filme que consegue ser original e crítico em seu enredo sem ser forçado e proselitista.
A Hora do Espanto
3.6 621 Assista AgoraSó faz alvoroço com a bissexualidade do Drácula na série que estreará em um sistema de streaming (não terá sido a própria empresa que botou gasolina nessa polêmiquinha só pra divulgar a série?) quem não viu esse filme aqui (tem outros que abordam a sexualidade dos vampiros, mas esse aqui talvez seja o mais popular por conta da ligação de alguns atores com a comunidade LGBT)
Ainda que não seja algo explicitado pelo vampirão daqui, você percebe qual é a dele pelo jeito igualmente sedutor tanto com homens quanto com mulheres. Mesmo o jeito como ele transforma o Evil Ed nos dá uma pista disso, bem como a relação com o rapaz que mora com ele.
Esse filme também retoma um tema recorrente dos filmes roteirizados pelo Tom Holland: o protagonista desacreditado. Foi assim com Norman Bates em "Psicose II", com a Christie de "Scream for help", com o Davey de "Heróis não tem idade", com o Andy de "Brinquedo Assassino" e aqui também com o Charley tentando convencer todo mundo que o personagem de Cris Sarandon é um vampiro e, aliás, o mesmo está ótimo aqui.
É uma pena que tanto ele quanto o diretor dessa obra estejam sumidos. Acho alguém cravou uma estaca no peito deles
A Hora do Espanto 2
3.2 203Mesmo não tendo o talento de Tom Holland por trás das câmeras, essa continuação consegue ser minimamente decente apostando na inversão de papéis (desta vez é a namorada que tem que salvar o namorado) e na expansão da mitologia enfiando mais vampiros, lobisomem e uma outra criatura forçuda que se alimenta de todo tipo de inseto (cabe lembrar que "Deu a louca nos monstros" já tinha promovido uma reunião de criaturas um ano antes).
Roddy McDowell e William Ragsdale conseguem manter o interesse do público e Julie Carmen rouba tanto a cena quanto Cris Sarandon no primeiro filme.
As Duas Faces de Zorro
3.4 22 Assista AgoraSe me dissessem que foi Roberto Gomez Bolaños quem escreveu isso eu acreditaria, pois tem uma carinha de "Chapolin Colorado" esse filme em que o Zorro é substituído pelo seu irmão gêmeo gay.
Não coloco isso como demérito, muito pelo contrário. O filme é divertido dentro de sua proposta. Tivesse mais situações em que o Zorro hetero entrasse numa fria por conta do gay seria um filme mais engraçado, contudo ainda vale o ingresso. Não à toa ele é citado no filme recente do Coringa.
Rendeu uma indicação para o Globo de Ouro para George Hamilton como Melhor Ator de Comédia/Musical (perdeu para Dudley Moore por "Arthur, o Milionário Sedutor"), mas também foi indicado para o Framboesa de Ouro de Pior Trilha Sonora (injustamente como a maioria das indicações dos primeiros anos deste prêmio)
As Duas Faces de Zorro
3.4 22 Assista AgoraUm documento que prova que o Batman é viado
WiFi Ralph: Quebrando a Internet
3.7 740 Assista AgoraQue nome você dá a uma personagem que é monarquista e cujo capricho acaba quebrando sua máquina, deixando inúmeros personagens de video game desabrigados e quando finalmente encontra a peça que faltava para consertá-la, caga e anda para as pessoas que dependem dela tudo em nome de "viver um sonho"? EGOÍSTA, EGOCÊNTRICA, ARISTOCRATA, ABSOLUTISTA, como inclusive é cabível a todo e qualquer personagem intitulado príncipe ou princesa.
Mas no caso aqui a personagem é a heroína do filme. E toda a originalidade do primeiro filme (colocar um personagem que tem jeito de vilão para ser o herói do filme) vai por água abaixo colocando o como "vilão". Com uma chance de redenção, OK, mas pense na decepção de quem viu "Karatê Kid 3" e viu aquele Daniel San que amadureceu no filme 2 voltar a ser um chorão no filme seguinte. Eu não sei se o Johnny Lawrence é o verdadeiro herói do primeiro filme, mas com certeza a Vanellope é a vilã deste filme aqui.
Só não dou "ruim" porque a arte ficou ótima, principalmente os cenários e todo o design da internet, digno de "Zootopia". Aliás custa acreditar que são filmes dos mesmos criadores, pois se o filme dos bichos "bate na cara" dos SJW, o filme da internet os alisa. Sou mais "Frozen" e "Valente" (embora monarcas também).
Vingadores: Ultimato
4.3 2,6K Assista Agora"Fanservice: O filme "
Com este filme aprendemos que:
É possível equilibrar piadas com momentos sérios (como se os irmãos Russo já não tivessem demonstrado isso antes);
É possível atrair novos fãs sem desrespeitar os antigos, contanto que você seja conciliador e trabalhe a ideia de passar o bastão (e sem "lacrar");
Se você fizer bem o trabalho de fanservice, ninguém vai reparar nos furos e conveniências do seu roteiro (isso é uma coisa que a galera do exploitation já sabia faz tempo. E da pornochanchada também. A propósito PRESTIGIEM TAMBÉM O CINEMA NACIONAL).
Click
3.4 2,5K Assista AgoraBlack Mirror com peidos.
Para mim, comparar "Click" com "Black Mirror" não faz com que eu tenha mais simpatia pelo primeiro, muito pelo contrário. Apesar de eu gostar de vários episódios da série eu torço um pouco o nariz para filmes e séries que querem me dar lição de moral ("nada de abraços, nada de lições" já dizia Seinfeld) a menos que eles me cativem tanto que a moral passe despercebida para mim. E Adam Sandler peidando não faz eu me cativar. Talvez se em vez de ser infantilóide e fedorento fosse mais cínico, tipo Bill Murray... EPA PERAÍ!
Upgrade: Atualização
3.7 710 Assista AgoraPorca miséria! O que custava "Venom" ser assim também? Até o ator principal é parecido com Tom Hardy! Bastava trocar o chip por um simbionte!
A história aqui não é das mais originais e mesmo a virada no roteiro perto do final é meio que esperada, mas impressiona como foi possível fazer um sci-fi tão competente com um orçamento reduzido simplesmente se concentrando na história, que é legal mesmo batida, na fotografia meio dark, meio neon (mas sem afetação) e sem medo de mostrar sangue.
Se algum dia você sofrer um acidente e ficar paralisado do pescoço para baixo, não deixem que lhe implantem um chip na coluna. Prefira a companhia de um macaco amestrado... NÃO, PERA!
O Animal Cordial
3.4 630 Assista AgoraVocê pode até dizer que filmes com pessoas trancafiadas no mesmo local, tendo a paciência testada e revelando monstros piores que qualquer zumbi ou assassino não é novidade desde antes de lançarem "A noite dos mortos-vivos", mas dificilmente você já viu um filme como esse aqui, sobretudo feito aqui no Brasil e tão adequado (infelizmente) ao momento atual das grandes cidades brasileiras.
O mais legal aqui é que o tal "animal cordial" do título não nos é revelado logo de cara (assim como o "lobo atrás da porta" de outro filme excelente rodado feito aqui no Brasil). Passamos o filme todo pensando em determinado personagem, enquanto outro vai sorrateiramente nos surpreendendo a cada momento que passa. Lembrando que "cordial" não quer necessariamente dizer "gentil", mas sim "alguém que age com o coração".
Murilo Benício está melhor do que de costume. Camila Morgado sempre está bem, mas quem rouba a cena para mim são Luciana Paes eb principalmente, Irandhir Santos (sempre foda também, mas nesse ele se superou)
Fim do Mundo
2.5 205Nem bom, nem mau, Tabata Amaral.
Mais previsível que time carioca sendo rebaixado no Brasileirão.
Gostei da estratégia que usaram para o filme não ser odiado nem por incel, nem por lacrador: A menina chinesa é independente e forte, do tipo que algum virjão pudesse implicar e chamá-la de feminazi não fosse o fato de que ela tem uma quedinha pelo garotinho nerd branquelo e inseguro. O menino playboy, machista e metido a malandro tinha tudo pra ser alvo dos lacradores, mas como é negro é capaz que aliviem pra ele (se bem que tem tanto dinheiro que vira até branco, como diz um dos instrutores do acampamento).
Para completar o grupo, além do nerd branquelo tem também o sósia do Edward Furlong, metido a delinquente juvenil que tem uma relação te curto/te odeio com o negro playboy.
Se fosse um filme que você pagasse R$30,00 pra ver no cinema poderia voltar pra casa frustrado (embora os últimos 20 minutos sejam bem empolgantes), mas pra ver no Netflix tá ótimo.
O Retorno do Superman
3.5 81 Assista AgoraDe fato transformar em um filme de 3h dividido em duas partes não solucionou de todo o problema, pois se a primeira, focada mais na luta contra Doomsday, ficou muito boa e bastante dramática a segunda, que conta o retorno do azulão e o surgimento dos 4 Supermen, deu a impressão de obra comprimida para caber em menos de 2h, embora não deixe de ser um filme legal de assistir, mas é inferior ao primeiro.
Ainda assim, consegue ser melhor que qualquer coisa que a DC tenha feito no cinema depois de "The Dark Knight" (exceto por "Shazam")
A Morte do Superman
3.9 175 Assista AgoraEu tava satisfeito com o filme em desenho animado de 2007, mesmo não sendo completamente fiel à HQ. Eu entendia que a saga completa era comprida e que a adaptação para um filme de 90 minutos iria deixar a trama meio corrida.
Ainda assim, consegue ser melhor que qualquer coisa que a DC tenha feito no cinema depois de "The Dark Knight" (exceto por "Shazam")
Homem-Aranha: No Aranhaverso
4.4 1,5K Assista AgoraÉ difícil escrever sobre um filme do qual todo mundo já falou, então vou tentar resumir: Este filme está para o Homem-Aranha assim como " A Máscara do Fantasma" está para o Batman. Possivelmente a melhor adaptação do herói para o audiovisual e um dos trabalhos que melhor capta o espírito dos quadrinhos de herói. Enquanto seu "rival" "Os Incríveis 2" traz uma visão mais crítica (porém ainda assim bem leve) esse aqui possui um espírito mais esperançoso, mesmo nos seus momentos de drama.
E é de admirar como os diretores conseguem equilibrar humor, ação e drama tão bem em um filme só protagonizado por personagens os quais não estamos acostumados a ver na telona (estamos acostumados só com o Aranha principal.
Enfim, a responsabilidade agora é dos produtores do Aranha "de carne e osso" de fazer um filme tão legal quanto.
Os Incríveis 2
4.1 1,4K Assista AgoraSe a DC e a Disney fossem espertas contratariam Brad Bird para cuidar de suas franquias. É incrível como o cara consegue fazer um filme excelente, profundo e complexo a partir de premissas simples (e o Zezé é uma "Mary Sue" menos irritante que a Rey).
E antes que vocês digam "Animação é diferente de live action", lembrem-se de que o cara fez um filme da franquia "Missão Impossível" e foi bem.
Enfim, a atmosfera "futurista dos anos 60" talvez ficasse meio ridícula com atores reais, mas nada que uma boa direção de arte e de fotografia não resolvam.
Turma da Mônica em Uma Aventura no Tempo
3.4 65Não foi só a trama que a Marvel copiou desse desenho aqui para fazer seu "Ultimato". Aqui também o fanservice rola solto promovendo encontros não usuais como o da Mônica com o Piteco e a Thuga, o do Cebolinha com o Astronauta ou o do Cascão com Papa Capim e Cafuné.
O filme também serviu para mostrar vilões novos como o Senhor do Fogo na pré-história, o Bandeirante no séc. XVIII e a Cabeleira Negra no futuro (brilhantemente dublada por Bianca Rinaldi em seus tempos de "mutante").
E ao contrário da Marvel, que escanteou seu herói cego (Demolidor), aqui a Dorinha tem papel importante na trama. Ah! A produção é do Diler Trindade, o mesmo de "Lua de Cristal" e "Sonho de Verão".
Cemitério Maldito
3.7 1,1K Assista AgoraEsse é um filme que eu curto mais pelo clima de algumas cenas chave como por exemplo a cena em que o cara com a cabeça arrebentada chega no hospital (que é algo bem repentino), o acidente com o garotinho (que é uma cena bem tensa) e a cena em que o pai dele tem que se livrar do seu ataque (que dá uma agonia do caramba) .
Mas no geral é uma adaptação inferior a outras do Stephen King como "Carrie" e "Louca Obsessão" . Tem um jeitão meio de filme corrido que o roteirista se esforçou muito para fazê-lo caber no filme. Talvez seja melhor que o remake.
Bandidos na TV
4.2 270 Assista AgoraO melhor dessa série é o fato de que nela há várias nuances. Quanto mais você vai se indignando com o deputado Wallace Souza, mais lhe é apresentado o quanto ele era querido pela população e o quanto o seu indiciamento estava ligado a um conflito político (o que não quer dizer que fosse inocente).
A conclusão da série me remete ao caos que se instaurou na Colômbia após a morte de Pablo Escobar, quando a morte da liderança iniciou uma disputa sangrenta pelo posto de líder supremo do crime organizado. Não sei se espectador do primeiro mundo está acostumado com esse tipo de situação (se bem que lá também há bandidos idolatrados, vide "Gotti").
E o Gil da Esfirra merecia um capítulo só pra ele.