Sem zueira, 20 minutos do Alexandre Frota matando a família e indo ao cinema no filme do Neville de Almeida tem mais personalidade do que quase 3h da Carla Diaz mandando os Cravinhos fazerem o mesmo. Faltou malandragem aos produtores do filme da Richtofen: Se tivessem feito umas sequências em preto e branco e colocado mais cenas de nudez teria saído um filme mais memorável. Justiça seja feita: o filme teve contratempos: a Suzane quis processar a produtora quando soube do filme. Então de pirraça, resolveram fazer uma caricatura dela no filme. Há poucas mudanças em algumas cenas nas duas versões e a interpretação dos atores não convence muito. Já que era pra zuar podiam ter colocado o Daniel Cravinhos falando pro Manfred "Eu sou instrutor de aeromodelismo! E VOCÊ É UM FILHO DA PUTA! SEU FILHO DA PUTA!"
Sem zueira, 20 minutos do Alexandre Frota matando a família e indo ao cinema no filme do Neville de Almeida tem mais personalidade do que quase 3h da Carla Diaz mandando os Cravinhos fazerem o mesmo. Faltou malandragem aos produtores do filme da Richtofen: Se tivessem feito umas sequências em preto e branco e colocado mais cenas de nudez teria saído um filme mais memorável. Justiça seja feita: o filme teve contratempos: a Suzane quis processar a produtora quando soube do filme. Então de pirraça, resolveram fazer uma caricatura dela no filme. Há poucas mudanças em algumas cenas nas duas versões e a interpretação dos atores não convence muito. Já que era pra zuar podiam ter colocado o daniel Cravinhos falando pro Manfred "Eu sou instrutor de aeromodelismo! E VOCÊ É UM FILHO DA PUTA! SEU FILHO DA PUTA!"
Onde tem um coreano passando perrengue tem um filme ou uma série foda (vide "Parasita"). Ainda continuo impressionado em como os caras conseguem mesclar bem drama com violência brutal (nos EUA e UK, descamba para o pop em muitas das vezes). Não diria que é uma série anticapitalista, mas dá suas cutucadas no sistema e mostra como funciona o mercado de trabalho e o exército de reserva (ou tu se humilha pra um bando de ricos ou passa fome pensando no tanto de gente que aceitaria a humilhação)
Sim gente, eu sei que tem vários clichês de filmes de Natal, sim, eu sei que tem alguns clichês de filmes do Leandro Hassum. Sim, eu sei que é mais um filme com loop temporal depois de "Palm Springs", "A morte te dá parabéns 1 e 2" e "Boss Level", mas o mais legal é que os clichês são utilizados de uma maneira diferente do que já feito e nada melhor do que um filme sobre a festa mais repetitiva do ano para você fazer isso. Ouso dizer que este aqui é melhor do que o filme do Adam Sandler supra citado, pois não tem piada de peido e tem Dani Winits de lingerie. E bem melhor do que os filmes de Natal da Netflix Ah! E tem uma referência bem sutil a "Vingador do Futuro" (ou pelo menos eu achei que era)
As alucinações decorrentes das experiências feitas durante a trama me fizeram pensar como seria um filme da franquia "A Hora do Pesadelo" na pegada deste aqui. Ainda que eu ache que esta obra do Schumacher tem alguns momentos piegas (sobretudo o desfecho da personagem da Julia Roberts), consegue ser infinitamente melhor que "O Pesadelo Final: A morte de Freddy", sequência da franquia do assassino da Rua Elm que sairia no ano seguinte. Destaque para a excelente direção de fotografia de Jan de Bont (que é muito melhor diretor de fotografia do que diretor principal. É só lembrar de "Velocidade Máxima 2") e para o fato de o personagem de Adam Baldwin já ser um voyeur pervertido antes de "Invasão de Privacidade". Interessante também ver Julia Roberts antes de ficar famosa com "Uma linda mulher"
Se "Linha Mortal" mostra como poderia ser "A Hora do Pesadelo", esse aqui poderia ser "Batman e Robin", se a Warner não quisesse um filme "familia". Contudo, teria que ser uma espécie de "Ano um" da dupla pois tem situações pelas quais o personagem de Nicolas Cage passa, que se fosse o Batman se livraria mais fácil. Além disso, Joaquin Phoenix é meio "grandinho" para ser Robin (mais tarde faria outro personagem da mitologia do Homem-Morcego) Contudo, por mais que eu goste de algumas coisas nesse filme, sempre tenho a impressão de que ele seria melhor se fosse dirigido por David Fincher. O roteirista é o mesmo de "Se7en" e inicialmente a direção seria de Fincher, mas o estúdio preferiu Schumacher e as mudanças que o mesmo fez na história (dando mais atenção à família de Cage) deixaram o roteirista tão puto, que o mesmo jurou que não veria o filme de jeito nenhum.
Confesso que gostava mais desse filme antes da revisão. Ainda acho uma baita obra e prefiro ela a "8mm" do Schumacher, mas revendo atualmente, acho que podia ser mais curta e usar menos clichês de filmes de suspense. Contudo permanece na minha lista de filmes sobre "snuff movies" que mereciam mais destaque, junto com o nacional "Snuff: Vítimas do Prazer" do Cláudio Cunha. Estudante descobre durante a confecção de sua tese, uma fita VHS que mostra o assassinato de uma estudante desaparecida de sua faculdade. Tudo isso sem cortes (quer dizer, só os da garota...). Junto com "Abre los ojos", o filme ajudou Amenábar a ser reconhecido fora da Espanha. Destaque para o trio principal de atores: Fele Álvarez no papel de Chema, o badalado Eduardo Noriega e Ana Torrent, a rainha do Pirate Bay
Esse filme deve ser encarado mais como um ensaio sobre a década de 70 no Brasil do que como um documentário. Digo isso porque o filme é pouco didático (e nem tinha a intenção ou a obrigação de ser) o que, por um lado, é algo positivo, pois foge do convencional, da palestra expositiva, que é presente até nas obras de ficção, como comenta sempre o Debandalarga . Por outro lado, é necessário que o espectador tenha razoável conhecimento prévio da situação política do país, bem como do cinema da época, caso contrário ele pode se confundir. Afinal, como a censura liberava tantos filmes com cenas de nudez e alguns até com referências a greve ("Palácio de Vênus") e mesmo tortura ("E Agora, José?")? Quem é mais íntimo do período, sabe que o regime com o passar do tempo foi aderindo a abertura "lenta, gradual e irrestrita" (ou como diz Élio Gaspari: a época do "Sacerdote e o Feiticeiro" como se referia a ao General Geisel e ao Chefe da Casa Civil, Golbery), embora isso não tenha impedido alguns filmes de sofrerem bastante com a censura como "Pra Frente Brasil" e o "O despertar da besta". Enfim, é um filme anárquico, porém equilibrado nem sacralizando e nem demonizando o período.
O ano de 1999 foi o ano em que a realidade foi questionada. Neste mesmo ano saíram "Matrix", "Clube da Luta", "13° Andar" e no ano anterior "Dark City". Mas nenhum se compara a este aqui. Em nenhum momento aqui você sabe o que é real e o que não é, quase como em "Videodrome", mas aqui a pira é com games e não com a TV (isso antes da indústria de games se tornar tão rentável quanto é hoje) e essa confusão se mantém até o último minuto de filme. Como é comum nos filmes do Cronenberg, o body horror está presente com, por exemplo, o joystick que se conecta em um buraco nas costas (em "Matrix" era na nuca) ou o revolver feito de ossinhos e que atira dentes. Uma arma e tanto.
Lembra em "Team América" quando vários astros participam de um evento do Kim Jong-Il pela paz? Aqui é a mesma coisa. Um monte globais brancos fazendo papel de gente parda, preta e pobre (os acolhidos pela pastora), interpretando igual o rabo deles, em fotografia preto e branca (só a Flordelis aparece colorida em alguns momentos, quando fala do quanto é acolhedora) Mesmo que não ocorresse toda essa treta com a mulher já seria um filme ruim. Consegue ser pior e mais chapa-branca que os filmes do Edir Macedo
Um filme para poucos Não querendo ser cinéfilo palestrinha, mas talvez um espectador atual não tenha ideia da magnitude da obra por várias razões: O filme não tem jump scares (até "Psicose" tem), embora tenha um momento infartante até hoje. Alguns clichês, que de tão utilizados não surpreendem tanto (como acontece quando você assiste "Halloween" depois de já ter visto inúmeros slashers antes). E alguns espectadores atuais, ávidos por realismo, por caçar "furos" no roteiros e explicação para tudo podem achar a trama meio rocambolesca (mesmo as obras-primas do Hitchcock tem esse aspecto muitas vezes). No entanto, mesmo considerando tudo isso, é um filme que consegue prender sua atenção do início ao fim e te deixar tenso muitas vezes. Não por acaso, era o filme preferido do véio Hitch e inspiração para o filme sobre o Hotel Bates. Destaque para Véra Clouzot, esposa do diretor e prima do Jorge Amado (nascida Véra Gibson-Amado no Rio de Janeiro) como a esposa do diretor do internato e cúmplice de seu assassinato, junto com a amante (amante de quem, você pergunta)
Este filme junto com "Mad Max 2" definiram como seriam os filmes pós-apocalípticos da década, especialmente "Fuga do Bronx", sem contar o fato de que sem esse filme, não teríamos "Metal Gear Solid" (e a cena no ringue lembra "Final Fight"). O filme também ajudou a consolidar Kurt Russell como herói de ação e reforçou a parceria com Carpenter. Interessante pensar em como a visão que temos de NY mudou com o tempo. Até os anos 90 a gente tinha certeza de que a cidade seria terra de ninguém num futuro próximo. 1997 chegou e não aconteceu nada (2001 é outra história). Destaque para a cena de Isaac Hayes humilhando o homem mais poderoso do mundo (tudo bem que o troco vem com tudo, mas ainda assim, fantástico). A "pegadinha" armada pelo Snake é ótima também.
Cotação: Uma paella (ótimo) - Melhor do que baixar HQ
Thriller com pitadas de "Seven" e "Corpo Fechado" mais leve,mas com violência e sangue. Aqui, em vez do assassino matar baseado em pecados capitais, mata baseado nas origens dos personagens de HQs, o que faz sentido nos tempos atuais haja a profusão de filmes com essa temática. Aqui, quem ajuda o detetive é o típico nerdão dono de loja de HQ filho de um investigador aposentado e traumatizado pela morte do seu outro filho. Aqui temos vários clichês: o protagonista durão e relutante em ser herói, a mulher forte e independente (que aparece de roupa curta em alguns momentos, mas não é sexualizada e parece Penélope Cruz), traumas do passado que determinam as atitudes dos personagens, enfim, recursos típicos de filmes de heróis, mas que são usados de forma proposital e justificada na trama. Vale a pena mesmo para quem não é fã do gênero e é uma boa amostra do audiovisual espanhol.
Cotação: Um lanche roubado do lixo (ruim) - Melhor do que tomar choque
Se por um lado eu adorei "Origens Secretas", por outro eu quase dormi com este e "Project Power".
No caso do último, eu pesquei tanto que nem me atrevi a escrever sobre, mas deste alemão eu resisti bravamente e me decepcionei. A premissa lembra "The Boys" (gente ganhando poderes e sendo cusona), tem um mauriçola que vira sangue ruim como em "Kick Ass" enquanto aqui,se esperava uma profundidade maior dos personagens dada a abordagem pretendida. Fora as falas constrangedoras como quando a protagonista se recusa a usar um uniforme de dominatrix. No final,é uma boa amostra dos "originais Netflix": boas cenas, mas com péssimas amarras
A morte pede carona enfeitiçada no tempo do efeito borboleta
Cotação: Uma cerveja tirada muito cedo da geladeira (irregular) - Melhor do que ficar preso no tempo
Road movie thriller de loop temporal com James Belushi como vilão. A princípio seria um baita filme, mas as interpretações ruins, a caricatura que Belushi faz de um texano e um personagem mexicano dispensável se não fazem esse filme ser ruim, ao menos diminuem o alcance do seus voos.
Sim, sei que se trata de filme satírico franco-belga-britânico enviesado e que esculamba a antiga URSS. Dito isso, não deixa de ser uma trama universal a das intrigas que envolvem a sucessão de um líder morto. Podia se passar do outro lado da Cortina de Ferro ou mesmo em outra época como no Império Romano ou em uma monarquia tradicional. Mas aqui o foco é Stalin e as hienas que disputam sua sucessão, destacando-se Kruschev, interpretado magistralmente por Steve Buscemi, Simon Russell Beale como chefe da futura KGB e Olga Kurylenko, que acaba, de certa forma,ajudando a "matar o véio". Seguindo a tradição britânica, o humor aqui é mais sutil e menos escrachado que o americano, o que pode desapontar quem não está acostumado.Ainda espero ver algo parecido só que sacaneando o lado capitalista
Não vou falar o quanto esse documentário é importante e tudo mais porque um monte de gente já o fez antes. Só digo isso: Se fosse feito uns 15, 20 anos antes na época de "Surplus" ou "Tiros em Columbine" seria um filme mais sarcástico e frenético. O tom mais dramático talvez se deva a duas coisas: o déficit de atenção dos espectadores de hoje em dia e a falta de esperança no futuro próximo.
Larry David é um gênio. Não consigo achar outro termo para definir um cara que sustenta 10 temporadas apenas explorando seu caráter antissocial e nos fazendo acreditar que L. A. é uma cidade minúscula pois, principalmente nas primeiras temporadas, o esquemão dos episódios era Larry sendo escroto com um desconhecido e coincidentemente, lá na frente, ele acabava reencontrando a pessoa e tomando o troco.
Justiça seja feita, a série foi se sofisticando com o passar das temporadas, muito graças ao trabalho de roteiristas como Larry Charles que também fez "Borat", "Brüno" e "Religulous" e quase sempre botava alguma crítica religiosa no meio (o episódio do "Jesus" latino atacando Larry com uma cruz é hilário).
Mesmo o intervalo entre as temporadas (2000 até 2007; 2009, 2017 e 2020) não fez mal ao programa, até ajudou a amadurecer algumas ideias, mudar algumas coisas (Larry divorciado deixou a série mais dinâmica). Que venha a 11° temporada.
"(2009) Halloween II: O QUE É UM PEIDO PRA QUEM TÁ CAGADO?"
Se os espectadores dos anos 80 reclamavam do "Halloween III" porque não tinha Michael Myers, os espectadores de hoje devem reclamar desse aqui porque TEM Michael Myers. Mesmo tentando ver esse filme como algo independente, fingindo que não tem relação com a obra de John Carpenter, ainda você passa um pouco de raiva. No meu caso tava com menos bronca desse do que do primeiro, não que seja melhor, mas achei o primeiro tão ruim que eu comecei a ver o segundo já anestesiado... Até que chegou a segunda metade do filme! Sabe quando você se limpa depois que ter despejado aquela água marrom no vaso, vai subir as calças e aí tem que sentar de novo porque tem uma torrente marrom vindo em seguida? Isso é a segunda metade do filme. Devem ter se inspirado no 6° filme para criar o subtexto sobrenatural Só que se lá, com Donald Pleasence vivo e a franquia menos gasta já não tinha dado certo, imagine agora! Aqui podemos usar o termo "obra" no mesmo sentido que minha vó usava quando queria ir ao toalete.
Vocês falam mal dessa obrada do Rob Zombie, mas é um filme que representa muito do que é o cinema dos últimos 15 anos: filmes feitos para pessoas que tem déficit de atenção, em que se esfrega na cara do espectador as motivações dos personagens e se descreve exatamente o que ele acabou de ver na tela e contando em 120 minutos ou mais,histórias que podiam facilmente ser contadas em no máximo 100 (como fez o Carpenter em 1978 com mais sutileza e talento). A única diversão do filme é achar os "cameos" de figurinhas carimbadas nele como Udo Kier, Sid Haig, Ken Foree, Clint Howard, Danny Trejo, Brad Dourif e Malcom McDowell Aliás, não consigo ter raiva do personagem do Véio, só não chamo de Dr. Loomis, tamanha a descaracterização (mas qual personagem do filme original não tá descaracterizado aqui?). Ao menos o carisma do ator torna o filme menos insuportável, mesmo usando um cabelinho ridículo.
Não bastasse "Stranger Things" ter banalizado a nostalgia dos anos 80 esse filme não apresenta muita ousadia nem no enredo e nem na execução. Quem esperar nudez e sangue no estilo dos filmes da época vai estranhar. Filmes menos badalados da década como "Quem matou Rosemary?" ou "Aniversário Sangrento" são infinitamente mais divertidos que esse. É um filme em que demora muito pra acontecer alguma coisa, só tendo uma sequência realmente assustadora lá pros últimos 15 minutos. Fora o fato de que há vários "falsos finais" até chegar ao fim de fato. É uma obra em que toda hora você acha que vai, mas não vai, igual "The Last Jedi" . Bem que dizem que a expectativa é a mãe da decepção.
Se eu tive altas expectativas com relação a "Verão de '84" desse aqui eu não esperava muita coisa por conta das sequências de "Invocação do Mal" e "Anabelle". E dito e feito. Um filme previsível e lotado de jumpscares. Não bastasse isso, ainda é carregado de humor fora do lugar e rir durante um filme de terror em momentos em que isso não deveria acontecer é um péssimo sinal.
O Menino que Matou Meus Pais
3.0 519 Assista AgoraSem zueira, 20 minutos do Alexandre Frota matando a família e indo ao cinema no filme do Neville de Almeida tem mais personalidade do que quase 3h da Carla Diaz mandando os Cravinhos fazerem o mesmo. Faltou malandragem aos produtores do filme da Richtofen: Se tivessem feito umas sequências em preto e branco e colocado mais cenas de nudez teria saído um filme mais memorável. Justiça seja feita: o filme teve contratempos: a Suzane quis processar a produtora quando soube do filme. Então de pirraça, resolveram fazer uma caricatura dela no filme. Há poucas mudanças em algumas cenas nas duas versões e a interpretação dos atores não convence muito.
Já que era pra zuar podiam ter colocado o Daniel Cravinhos falando pro Manfred "Eu sou instrutor de aeromodelismo! E VOCÊ É UM FILHO DA PUTA! SEU FILHO DA PUTA!"
A Menina que Matou os Pais
3.1 680 Assista AgoraSem zueira, 20 minutos do Alexandre Frota matando a família e indo ao cinema no filme do Neville de Almeida tem mais personalidade do que quase 3h da Carla Diaz mandando os Cravinhos fazerem o mesmo. Faltou malandragem aos produtores do filme da Richtofen: Se tivessem feito umas sequências em preto e branco e colocado mais cenas de nudez teria saído um filme mais memorável. Justiça seja feita: o filme teve contratempos: a Suzane quis processar a produtora quando soube do filme. Então de pirraça, resolveram fazer uma caricatura dela no filme. Há poucas mudanças em algumas cenas nas duas versões e a interpretação dos atores não convence muito.
Já que era pra zuar podiam ter colocado o daniel Cravinhos falando pro Manfred "Eu sou instrutor de aeromodelismo! E VOCÊ É UM FILHO DA PUTA! SEU FILHO DA PUTA!"
Round 6 (1ª Temporada)
4.0 1,3K Assista AgoraOnde tem um coreano passando perrengue tem um filme ou uma série foda (vide "Parasita"). Ainda continuo impressionado em como os caras conseguem mesclar bem drama com violência brutal (nos EUA e UK, descamba para o pop em muitas das vezes).
Não diria que é uma série anticapitalista, mas dá suas cutucadas no sistema e mostra como funciona o mercado de trabalho e o exército de reserva (ou tu se humilha pra um bando de ricos ou passa fome pensando no tanto de gente que aceitaria a humilhação)
Tudo Bem no Natal Que Vem
3.5 565Sim gente, eu sei que tem vários clichês de filmes de Natal, sim, eu sei que tem alguns clichês de filmes do Leandro Hassum. Sim, eu sei que é mais um filme com loop temporal depois de "Palm Springs", "A morte te dá parabéns 1 e 2" e "Boss Level", mas o mais legal é que os clichês são utilizados de uma maneira diferente do que já feito e nada melhor do que um filme sobre a festa mais repetitiva do ano para você fazer isso.
Ouso dizer que este aqui é melhor do que o filme do Adam Sandler supra citado, pois não tem piada de peido e tem Dani Winits de lingerie. E bem melhor do que os filmes de Natal da Netflix Ah! E tem uma referência bem sutil a "Vingador do Futuro" (ou pelo menos eu achei que era)
Linha Mortal
3.5 272 Assista AgoraAs alucinações decorrentes das experiências feitas durante a trama me fizeram pensar como seria um filme da franquia "A Hora do Pesadelo" na pegada deste aqui.
Ainda que eu ache que esta obra do Schumacher tem alguns momentos piegas (sobretudo o desfecho da personagem da Julia Roberts), consegue ser infinitamente melhor que "O Pesadelo Final: A morte de Freddy", sequência da franquia do assassino da Rua Elm que sairia no ano seguinte.
Destaque para a excelente direção de fotografia de Jan de Bont (que é muito melhor diretor de fotografia do que diretor principal. É só lembrar de "Velocidade Máxima 2") e para o fato de o personagem de Adam Baldwin já ser um voyeur pervertido antes de "Invasão de Privacidade". Interessante também ver Julia Roberts antes de ficar famosa com "Uma linda mulher"
8mm: Oito Milímetros
3.5 381 Assista AgoraSe "Linha Mortal" mostra como poderia ser "A Hora do Pesadelo", esse aqui poderia ser "Batman e Robin", se a Warner não quisesse um filme "familia".
Contudo, teria que ser uma espécie de "Ano um" da dupla pois tem situações pelas quais o personagem de Nicolas Cage passa, que se fosse o Batman se livraria mais fácil. Além disso, Joaquin Phoenix é meio "grandinho" para ser Robin (mais tarde faria outro personagem da mitologia do Homem-Morcego)
Contudo, por mais que eu goste de algumas coisas nesse filme, sempre tenho a impressão de que ele seria melhor se fosse dirigido por David Fincher.
O roteirista é o mesmo de "Se7en" e inicialmente a direção seria de Fincher, mas o estúdio preferiu Schumacher e as mudanças que o mesmo fez na história (dando mais atenção à família de Cage) deixaram o roteirista tão puto, que o mesmo jurou que não veria o filme de jeito nenhum.
Morte ao Vivo
3.8 226Confesso que gostava mais desse filme antes da revisão. Ainda acho uma baita obra e prefiro ela a "8mm" do Schumacher, mas revendo atualmente, acho que podia ser mais curta e usar menos clichês de filmes de suspense.
Contudo permanece na minha lista de filmes sobre "snuff movies" que mereciam mais destaque, junto com o nacional "Snuff: Vítimas do Prazer" do Cláudio Cunha.
Estudante descobre durante a confecção de sua tese, uma fita VHS que mostra o assassinato de uma estudante desaparecida de sua faculdade. Tudo isso sem cortes (quer dizer, só os da garota...).
Junto com "Abre los ojos", o filme ajudou Amenábar a ser reconhecido fora da Espanha. Destaque para o trio principal de atores: Fele Álvarez no papel de Chema, o badalado Eduardo Noriega e Ana Torrent, a rainha do Pirate Bay
Histórias Que Nosso Cinema (Não) Contava
3.7 72Esse filme deve ser encarado mais como um ensaio sobre a década de 70 no Brasil do que como um documentário.
Digo isso porque o filme é pouco didático (e nem tinha a intenção ou a obrigação de ser) o que, por um lado, é algo positivo, pois foge do convencional, da palestra expositiva, que é presente até nas obras de ficção, como comenta sempre o Debandalarga .
Por outro lado, é necessário que o espectador tenha razoável conhecimento prévio da situação política do país, bem como do cinema da época, caso contrário ele pode se confundir.
Afinal, como a censura liberava tantos filmes com cenas de nudez e alguns até com referências a greve ("Palácio de Vênus") e mesmo tortura ("E Agora, José?")?
Quem é mais íntimo do período, sabe que o regime com o passar do tempo foi aderindo a abertura "lenta, gradual e irrestrita" (ou como diz Élio Gaspari: a época do "Sacerdote e o Feiticeiro" como se referia a ao General Geisel e ao Chefe da Casa Civil, Golbery), embora isso não tenha impedido alguns filmes de sofrerem bastante com a censura como "Pra Frente Brasil" e o "O despertar da besta".
Enfim, é um filme anárquico, porém equilibrado nem sacralizando e nem demonizando o período.
eXistenZ
3.6 324 Assista AgoraO ano de 1999 foi o ano em que a realidade foi questionada. Neste mesmo ano saíram "Matrix", "Clube da Luta", "13° Andar" e no ano anterior "Dark City". Mas nenhum se compara a este aqui.
Em nenhum momento aqui você sabe o que é real e o que não é, quase como em "Videodrome", mas aqui a pira é com games e não com a TV (isso antes da indústria de games se tornar tão rentável quanto é hoje) e essa confusão se mantém até o último minuto de filme.
Como é comum nos filmes do Cronenberg, o body horror está presente com, por exemplo, o joystick que se conecta em um buraco nas costas (em "Matrix" era na nuca) ou o revolver feito de ossinhos e que atira dentes. Uma arma e tanto.
Não
4.2 472 Assista AgoraSerá que dá pra chamar o Gael García Bernal para fazer campanha para o PT/PSol?
Ver filmes como este e "Crocodilo" ou "La dictadura perfecta" ou "A onda" ou "Rede de ódio" é fascinante e ao mesmo tempo assustador. Porque você não sabe se os filmes são muito fiéis à realidade política ou se a realidade política é muito previsível, sobretudo a do Brasil.
Quando você vê o publicitário interpretado pelo Gael tentando convencer um grupo de políticos progressistas de que ele sabe o que está fazendo e que uma campanha alegre não é desrespeito às vítimas do Pinochet, você certamente tem um déja vu, mesmo que não seja filiado a partido algum.
É incrível como em 30 anos as coisas mudaram muito pouco e o campo progressista ainda tenha dificuldade de se comunicar. Incrível também a coragem de quem fez a campanha "No" arriscando não só o trabalho como também a vida, pois ainda era época de ditadura.
O filme concorreu ao Oscar© de Melhor Filme Estrangeiro, mas como tinha concorrentes de peso como "O amante da rainha" e "Amor" do Michael Haneke, acabou não levando (perdeu para o último)
Parceiros da Noite
3.5 214 Assista AgoraLembra em "A rota do brilho" quando o chefe do Frota pergunta se já comeram o rabo dele? Aqui Paul Sorvino faz uma pergunta parecida para Al Pacino, mas ninguém tira sarro deste filme igual fazem com a obra-prima estrelada pelo ex-marido da Cláudia Raia.
Não tiram sarro, mas à época os gays "cancelaram" o diretor William Friedkin e o filme, assim como "O Iluminado" foi INJUSTAMENTE indicado para o primeiro Framboesa de Ouro©.
De fato, o filme dá uma impressão de que gays são promíscuos (numa época pré-AIDS), ainda assim, não deixa de ser um registro da NY de 1980. Destaque para a música "It's so easy" de Wily DeVille usada tb por Tarantino.
Na verdade, a trilha sonora inteira é muito boa,recheada de bandas punk e pós-punk,porém nos créditos do filme há uma citação ao músico brasileiro Egberto Gismonti, mas o mesmo ficou de fora do LP da trilha sonora (acho que a música dele toca nos créditos depois do Willy DeVille)
Flordelis - Basta uma Palavra para mudar
2.1 54Lembra em "Team América" quando vários astros participam de um evento do Kim Jong-Il pela paz?
Aqui é a mesma coisa. Um monte globais brancos fazendo papel de gente parda, preta e pobre (os acolhidos pela pastora), interpretando igual o rabo deles, em fotografia preto e branca (só a Flordelis aparece colorida em alguns momentos, quando fala do quanto é acolhedora)
Mesmo que não ocorresse toda essa treta com a mulher já seria um filme ruim. Consegue ser pior e mais chapa-branca que os filmes do Edir Macedo
As Diabólicas
4.2 218 Assista AgoraUm filme para poucos
Não querendo ser cinéfilo palestrinha, mas talvez um espectador atual não tenha ideia da magnitude da obra por várias razões: O filme não tem jump scares (até "Psicose" tem), embora tenha um momento infartante até hoje.
Alguns clichês, que de tão utilizados não surpreendem tanto (como acontece quando você assiste "Halloween" depois de já ter visto inúmeros slashers antes).
E alguns espectadores atuais, ávidos por realismo, por caçar "furos" no roteiros e explicação para tudo podem achar a trama meio rocambolesca (mesmo as obras-primas do Hitchcock tem esse aspecto muitas vezes).
No entanto, mesmo considerando tudo isso, é um filme que consegue prender sua atenção do início ao fim e te deixar tenso muitas vezes. Não por acaso, era o filme preferido do véio Hitch e inspiração para o filme sobre o Hotel Bates.
Destaque para Véra Clouzot, esposa do diretor e prima do Jorge Amado (nascida Véra Gibson-Amado no Rio de Janeiro) como a esposa do diretor do internato e cúmplice de seu assassinato, junto com a amante (amante de quem, você pergunta)
Fuga de Nova York
3.5 307Este filme junto com "Mad Max 2" definiram como seriam os filmes pós-apocalípticos da década, especialmente "Fuga do Bronx", sem contar o fato de que sem esse filme, não teríamos "Metal Gear Solid" (e a cena no ringue lembra "Final Fight"). O filme também ajudou a consolidar Kurt Russell como herói de ação e reforçou a parceria com Carpenter.
Interessante pensar em como a visão que temos de NY mudou com o tempo. Até os anos 90 a gente tinha certeza de que a cidade seria terra de ninguém num futuro próximo. 1997 chegou e não aconteceu nada (2001 é outra história).
Destaque para a cena de Isaac Hayes humilhando o homem mais poderoso do mundo (tudo bem que o troco vem com tudo, mas ainda assim, fantástico). A "pegadinha" armada pelo Snake é ótima também.
Origens Secretas
3.1 141 Assista AgoraCorpo fechado:As 7 origens capitais
Cotação: Uma paella (ótimo) - Melhor do que baixar HQ
Thriller com pitadas de "Seven" e "Corpo Fechado" mais leve,mas com violência e sangue.
Aqui, em vez do assassino matar baseado em pecados capitais, mata baseado nas origens dos personagens de HQs, o que faz sentido nos tempos atuais haja a profusão de filmes com essa temática.
Aqui, quem ajuda o detetive é o típico nerdão dono de loja de HQ filho de um investigador aposentado e traumatizado pela morte do seu outro filho.
Aqui temos vários clichês: o protagonista durão e relutante em ser herói, a mulher forte e independente (que aparece de roupa curta em alguns momentos, mas não é sexualizada e parece Penélope Cruz), traumas do passado que determinam as atitudes dos personagens, enfim, recursos típicos de filmes de heróis, mas que são usados de forma proposital e justificada na trama.
Vale a pena mesmo para quem não é fã do gênero e é uma boa amostra do audiovisual espanhol.
Freaks: Um de Nós
2.5 91The Boys: Kick Glass
Cotação: Um lanche roubado do lixo (ruim) - Melhor do que tomar choque
Se por um lado eu adorei "Origens Secretas", por outro eu quase dormi com este e "Project Power".
No caso do último, eu pesquei tanto que nem me atrevi a escrever sobre, mas deste alemão eu resisti bravamente e me decepcionei.
A premissa lembra "The Boys" (gente ganhando poderes e sendo cusona), tem um mauriçola que vira sangue ruim como em "Kick Ass" enquanto aqui,se esperava uma profundidade maior dos personagens dada a abordagem pretendida.
Fora as falas constrangedoras como quando a protagonista se recusa a usar um uniforme de dominatrix.
No final,é uma boa amostra dos "originais Netflix": boas cenas, mas com péssimas amarras
Inferno na Estrada
3.1 56A morte pede carona enfeitiçada no tempo do efeito borboleta
Cotação: Uma cerveja tirada muito cedo da geladeira (irregular) - Melhor do que ficar preso no tempo
Road movie thriller de loop temporal com James Belushi como vilão. A princípio seria um baita filme, mas as interpretações ruins, a caricatura que Belushi faz de um texano e um personagem mexicano dispensável se não fazem esse filme ser ruim, ao menos diminuem o alcance do seus voos.
A Morte de Stalin
3.6 135 Assista AgoraSim, sei que se trata de filme satírico franco-belga-britânico enviesado e que esculamba a antiga URSS. Dito isso, não deixa de ser uma trama universal a das intrigas que envolvem a sucessão de um líder morto.
Podia se passar do outro lado da Cortina de Ferro ou mesmo em outra época como no Império Romano ou em uma monarquia tradicional.
Mas aqui o foco é Stalin e as hienas que disputam sua sucessão, destacando-se Kruschev, interpretado magistralmente por Steve Buscemi, Simon Russell Beale como chefe da futura KGB e Olga Kurylenko, que acaba, de certa forma,ajudando a "matar o véio".
Seguindo a tradição britânica, o humor aqui é mais sutil e menos escrachado que o americano, o que pode desapontar quem não está acostumado.Ainda espero ver algo parecido só que sacaneando o lado capitalista
O Dilema das Redes
4.0 596 Assista AgoraNão vou falar o quanto esse documentário é importante e tudo mais porque um monte de gente já o fez antes. Só digo isso: Se fosse feito uns 15, 20 anos antes na época de "Surplus" ou "Tiros em Columbine" seria um filme mais sarcástico e frenético.
O tom mais dramático talvez se deva a duas coisas: o déficit de atenção dos espectadores de hoje em dia e a falta de esperança no futuro próximo.
Segura a Onda (10ª Temporada)
4.3 14 Assista AgoraLarry David é um gênio. Não consigo achar outro termo para definir um cara que sustenta 10 temporadas apenas explorando seu caráter antissocial e nos fazendo acreditar que L. A. é uma cidade minúscula pois, principalmente nas primeiras temporadas, o esquemão dos episódios era Larry sendo escroto com um desconhecido e coincidentemente, lá na frente, ele acabava reencontrando a pessoa e tomando o troco.
Justiça seja feita, a série foi se sofisticando com o passar das temporadas, muito graças ao trabalho de roteiristas como Larry Charles que também fez "Borat", "Brüno" e "Religulous" e quase sempre botava alguma crítica religiosa no meio (o episódio do "Jesus" latino atacando Larry com uma cruz é hilário).
Mesmo o intervalo entre as temporadas (2000 até 2007; 2009, 2017 e 2020) não fez mal ao programa, até ajudou a amadurecer algumas ideias, mudar algumas coisas (Larry divorciado deixou a série mais dinâmica). Que venha a 11° temporada.
Halloween II
2.6 678 Assista Agora"(2009) Halloween II: O QUE É UM PEIDO PRA QUEM TÁ CAGADO?"
Se os espectadores dos anos 80 reclamavam do "Halloween III" porque não tinha Michael Myers, os espectadores de hoje devem reclamar desse aqui porque TEM Michael Myers.
Mesmo tentando ver esse filme como algo independente, fingindo que não tem relação com a obra de John Carpenter, ainda você passa um pouco de raiva.
No meu caso tava com menos bronca desse do que do primeiro, não que seja melhor, mas achei o primeiro tão ruim que eu comecei a ver o segundo já anestesiado... Até que chegou a segunda metade do filme!
Sabe quando você se limpa depois que ter despejado aquela água marrom no vaso, vai subir as calças e aí tem que sentar de novo porque tem uma torrente marrom vindo em seguida? Isso é a segunda metade do filme. Devem ter se inspirado no 6° filme para criar o subtexto sobrenatural
Só que se lá, com Donald Pleasence vivo e a franquia menos gasta já não tinha dado certo, imagine agora! Aqui podemos usar o termo "obra" no mesmo sentido que minha vó usava quando queria ir ao toalete.
Halloween: O Início
3.2 862 Assista Agora"(2007) Halloween: O INÍCIO DA CAGANEIRA"
Vocês falam mal dessa obrada do Rob Zombie, mas é um filme que representa muito do que é o cinema dos últimos 15 anos: filmes feitos para pessoas que tem déficit de atenção, em que se esfrega na cara do espectador as motivações dos personagens e se descreve exatamente o que ele acabou de ver na tela e contando em 120 minutos ou mais,histórias que podiam facilmente ser contadas em no máximo 100 (como fez o Carpenter em 1978 com mais sutileza e talento).
A única diversão do filme é achar os "cameos" de figurinhas carimbadas nele como Udo Kier, Sid Haig, Ken Foree, Clint Howard, Danny Trejo, Brad Dourif e Malcom McDowell
Aliás, não consigo ter raiva do personagem do Véio, só não chamo de Dr. Loomis, tamanha a descaracterização (mas qual personagem do filme original não tá descaracterizado aqui?). Ao menos o carisma do ator torna o filme menos insuportável, mesmo usando um cabelinho ridículo.
Verão de 84
3.4 422 Assista AgoraNão bastasse "Stranger Things" ter banalizado a nostalgia dos anos 80 esse filme não apresenta muita ousadia nem no enredo e nem na execução. Quem esperar nudez e sangue no estilo dos filmes da época vai estranhar. Filmes menos badalados da década como "Quem matou Rosemary?" ou "Aniversário Sangrento" são infinitamente mais divertidos que esse.
É um filme em que demora muito pra acontecer alguma coisa, só tendo uma sequência realmente assustadora lá pros últimos 15 minutos. Fora o fato de que há vários "falsos finais" até chegar ao fim de fato. É uma obra em que toda hora você acha que vai, mas não vai, igual "The Last Jedi" . Bem que dizem que a expectativa é a mãe da decepção.
A Freira
2.5 1,5K Assista AgoraSe eu tive altas expectativas com relação a "Verão de '84" desse aqui eu não esperava muita coisa por conta das sequências de "Invocação do Mal" e "Anabelle". E dito e feito. Um filme previsível e lotado de jumpscares. Não bastasse isso, ainda é carregado de humor fora do lugar e rir durante um filme de terror em momentos em que isso não deveria acontecer é um péssimo sinal.