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Últimas opiniões enviadas

  • Reinaldo

    "A humanidade está prestes a ser exterminada, mas continua um pouco mais porque alguém ouve outra pessoa cantarolar uma melodia em uma caverna e a física dela em seus ouvidos os faz sentir algo diferente de medo, fome ou ódio, e a humanidade continua e a civilização volta aos trilhos..." Prognosticador

    O texto acima é parte do monólogo narrado aproximadamente aos 60 minutos do longa metragem por um personagem identificado nos crédito como "Prognosticador" e interpretado pelo cantor, compositor e ator americano Will Oldham. O significado intrínseco do monólogo é de tamanha complexidade para a trama que eu tive que revê-lo várias vezes.

    Me faltam palavras para tecer um comentário apropriado para esse complexo e minimalista longa metragem que, sem sombra de dúvida, considero um dos melhores que já tive o privilégio de assistir.
    Como sou um grande admirador dos trabalhos do Malick, esse filme me mostrou tendências bem familiares, como até já citado nos comentários anteriores.
    Morte, vida, amor, tempo e legado são os temas abordados na complexidade do simples, do natural e do efêmero.
    O silêncio transcendental nos absorve e a narrativa em expressões, em sons, em músicas, em objetos, em livros na estante, em palavras não ditas rompem as fronteiras do tempo.
    O apego que temos aos espaços físicos foi um aspecto pessoal na vida de Lowery e o ponto de partida para a criação do roteiro.
    Vários aspectos na cenografia me chamaram a atenção, com destaque para os livros na estante, dentre eles: Adeus às Armas de Ernest Hemingway, O Amor nos Tempos do Cólera de Gabriel García Márquez, Contact de Carl Sagan, Dublinenses de James Joyce, As Aventuras de Huckleberry Finn de Mark Twain, A nascente de Ayn Rand e A Haunted House and Other Short Stories de Virginia Woolf, sendo esse último utilizado na abertura com a frase: "A qualquer hora que se acordasse havia uma porta se fechando..." e aos 39 minutos quando esse livro cai da estante e permanece aberto no chão e a personagem "M" lê os trechos: "Acordando de manhãzinha. Ele deixara a casa. Deixara-a. É o seu tesouro..."
    A trilha sonora é singela, linda e comovente, num belo trabalho de Daniel Hart que tece os sons e desmembra a canção "I Get Overpressed" em várias miríades acústicas ao longa da trama e a introduz como música do personagem "M". Além disso alguns compassos da 9ª sinfonia de Bethoven caem como uma luva ao toque de piano pela garota hispânica.
    A fotografia é um concreto trabalho de arte em belas tomadas acinzentadas com uma mescla variável de tons pastéis numa tela esfumaçada.
    Uma trama lírica e um ode a solidão, a tristeza, ao devaneio e a nossa pequenez frente a grandeza do universo.
    Mais uma fez enfatizo a beleza dos 5 minutos da narrativa do monólogo. Veja e reveja, pois considero o trecho mais impactante e instigante na narrativa.
    E enfim, o final do filme é arrebatador e inconclusivo, remetendo o espectador às suas próprias reflexões.

    Esse é o terceiro filme consecutivo que assisti essa semana, tendo o ator Casey Affleck envolto numa trama de amor, luto e dor. Os outros dois foram: "The World to Come" e "Our Friend".

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  • Reinaldo

    O roteiro é baseado no romance homônimo da escritora canadense Camilla Gibb.

    O filme tem uma trama que retrata o drama dos refugiados africanos num contexto de religião, política e romance.

    Gostei bastante da história que conta com um bom elenco e atuações, com destaque para Fanning, apesar de algumas críticas da imprensa pelo papel de “muçulmana etíope branca”.

    OBSERVAÇÃO: A ficha técnica do filme está incompleta aqui no Filmow. Só colocaram como elenco a Dakota.

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  • Reinaldo

    Realmente o Rourke está em fim de carreira. Que filme sem pé nem cabeça é esse?

    Sinceramente, apesar de contar com um bom elenco, a trama não deslancha.

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