Já estava namorando há algumas semanas ter um tempo disponível para rever, PÁSSAROS FERIDOS, série clássica oitentista exibido muito pelo SBT. Devido a sua longa extensão filmica esperei as férias chegar para eu pudesse adentrar nesta sessão saudosíssima, e queria rever, muito por que minha amada mãe (In Memori) era fã deste filme/série. A série foi dividida em quatro capítulos na TV aberta aqui no Brasil. Minha mãe amava o padre, personagem do saudoso Richard Chamberlain e o seu amor proibido com a única mulher da família que vinha da Nova Zelândia tentar a vida na Austrália. Via sempre 'flashs' deste série na TV quando criança e por ser tão criança não entendia muito. Visto hoje, me surpreendi com algumas questões, muito comuns a essa época e criminal hoje em dia: o fato do padre um homem adulto já ter interesse amoroso com uma criança (hoje visto como pedofilia). Essa verdadeira saga e épico histórico de uma família que parecia ter intimidade com a tragédia (aqui mostrada uma após outras) é interpretada por um excelente elenco com grandes atuações (de todos aqui!); (Todos memoráveis em seus papéis!). A trilha cancional a cargo de Henri Mancini traz uma melancolia ímpar em sua notas musicais (perfeita!). Sem falar na condução directiva soberba! Grande trabalho de direção técnica e de atores. Para mim está série foi um marco na televisão brasileira a qual corríamos para ver o horário que ia ser exibida quando passava a sua chamada pelo SBT. Minissérie vencedora dos prêmios "Globo de Ouro" e "Emmy", é uma épica história sobre décadas de ambição, medo, persistência, paixão e vingança e de muito sucesso aqui no Brasil. Amei ❤️ poder rever PÁSSAROS FERIDOS! Desejo realizado!
Concluído a 3° temporada desta série saudosa que marcou a TV americana dos anos 70 e, e início dos anos 80 aqui no Brasil, período em que a série foi exibida aqui. Como de praxe, Lynda Carter e Lyle Waggoner estão lindos e carismáticos e foi inadmissível eles não formarem um par romântico. Os episódios são legais (um pouco abaixo das outras temporadas) mas, ainda bons e divertidos. Poderiam ainda produzirem uma quarta temporada com algumas novidades e talvez o desfecho da série, porém, nunca foi produzido não se sabe porque. O seriado MULHER MARAVILHA, deixou saudades e vendo as duas últimas temporadas, entrei no sabor de nostalgia total cujo a TV aberta de antigamente exibiam séries bacanas em suas sessões vespertinas.
Vista há muito tempo a 1° temporada, num BOX/DVD que presenteei minha irmã, chegando agora tardiamente a 2° temporada da série estadunidense MULHER MARAVILHA. Esta segunda temporada não fica nada a dever a primeira, de modo que, alguns elementos são ainda melhores que na primeira; os episódios estão mais dinâmicos, nesta segunda temporada as participações especiais são maiores de outros atores e atrizes, o guarda roupa da mulher maravilha ganha novidades como o capacete, a capa, a roupa de motoqueira e de mergulho, portanto, ganha outros elementos. Os episódios são bons. E, claro, Lynda Carter e Lyle Waggoner, estão lindos e charmoso, como Diana Prince e Steve Trevor. E seria as últimas participações de Beatrice Straight como The Queen rainha das Amazonas de Themyscira , mãe da Mulher-Maravilha. Ótima temporada! Estou concluindo a terceira temporada!
Desde quando este nostálgico documentário estreou ano passado fiquei ansioso para conferir, mas, no meio de turbilhão de atividades e a dificuldade de encontrá-lo, acabei demorando muito para assistir. Hoje, finalmente , pude vê-lo na íntegra, de uma vez só, uma vez que, este documentário é dividido em três capítulos. O ar de nostalgia e saudades foi imenso, numa época em que tudo era difícil economicamente (as dificuldades eram imensas no meu caso) cujo ter acesso a tecnologia de época como TVs à cores (ou mesmo preto-e-branco), aparelho de som e até mesmo adquirir o disco da banda (naquela época pobre era pobre de verdade). Então, o espírito de confraternização era imenso, pois, o colega que ti há TV assistimos em sua casa e quem tinha LP emprestava aos que não tinha. Enfim...Muito embora o tempo fosse difícil, a magia daquela época, a alegria imperavam e encontrávamos brechas para sermos felizes. O documentário passou muito bem as angústias do quarteto (Mike, Tobe, Simony e Jairzinho), mas também a alegria de estarem ali naquele momento histórico da música infantil brasileira e da indústria fonográfica (vendo ali uma forma infalível de de ganhar muito dinheiro) cujo as gravadoras e empresários tinham receitas lucrativas no que tangiam o mercado fonográfico voltado as crianças. O pioneirismo da época foi sensacional (as crianças explodiria naquela década divertida, esfuziante, contagiante e multi-colorida). E o poeta, letrista espanhol Edgar Poças foi pioneiro e gênio neste segmento que, após, A Turma do Balão Mágico, continuou a escrever letras de artistas de sucesso como Angélica (também da mesma gravadora CBS). O capitalismo altamente imbuído por empresários e gravadoras fizeram fortuna em cima daquela garotada. As alegrias, as emoções e as dores tiveram centradas neste competente documentário dirigido, surpreendente pela Tatiana Issa (muitíssimo bem produzido e conduzido). Quando Fábio Jr., Pepeu Gomes e Baby do Brasil dão o seu depoimento foi como uma ode ao saudosismo de uma época áurea para a alegria (para mim os melhores depoimentos artísticos). A mulher palhaça Miriam Lemos também me fez sair lágrimas dos olhos, assim como, Edgar Poças, O fofão do Orival Pessini, Castrinho e alguns produtores que se emocionam. Já a participação de gente como Lázaro Ramos, Gretchen não veio a calhar. Mara Maravilha provou que era uma chata, mala e malquista no meio artístico. Marcos Maynard apenas um oportunista. No mais, um documentário que encheu meus olhos. Futuramente, pretendo revê-lo.
Filme com três contos da série de terror GALERIA DO TERROR, que foi exibida na TV aberta nos primórdios dos anos 80 aqui no Brasil. As antologias as melhores são a primeira e a segunda, a terceira é a mais fraca.
* Rapaz que mora com o Tio anseia sua morte para ficar com a herança, uma vez que, na morte de sua mãe o contemplado a ficar com a herança é ele. Mas haverá uma surpresa inesperada. Roddy MacDowall está ótimo como sobrinho ambicioso e sarcástico.
* Mulher cega faz de tudo para enxergar nem que seja por algumas horas. Um homem com dividas aceita o dinheiro para que retire a córnea de seus olhos para que a mulher enxergue, porém, surpresas ocorrerá com a amarga mulher, muitíssimo bem interpretada pela diva do cinema Joan Crawford e Dirigida pelo então novato Steven Spielberg, numa direção já cheira de estilo.
* A terceira e última antologia conta o caso de um ex- combatente de guerra que agora num país da América do Sul, vive enclausurado até visitar um museu e se deparar com a pintura de um marinheiro que fisicamente se parece com ele.
A série galeria só terror era muito boa. É uma pena que antologias como estás não passem mais nas madrugadas da TV aberta. Saudades deste tempo!
Encontrei casualmente no Canal TV DE TUBO FILMES, numa boa versão dublada da TV. Inicialmente, surpreendi-me bastante com a extensão fílmica baseada claramente numa história real. John Wayne Gacy é um homem empreendedor de sucesso em sua região, mas que esconde uma vida esdrúxula de seco e violência com menores. A polícia começa a suspeitar das andanças do empresário e começa a investigação acerca dele. Embora passasse 2h 42min o filme não é cansativo e nos prende a atenção pela história e pelos bons personagens. O roteiro não esconde o mistério e o revela desde o epílogo e a projeção segue o filme todo nos arcabouços jurídicos e policiais para prender o serial killer. Bryan Dennehy está bem na figura de um psicótico e maníaco sexual de meninos (adolescentes). Quem diria que ele fosse interpretar um personagem assim; passeando em sua filmografia ele tem mais papéis de mocinho que de bandido; dentre eles fez muito policial justiceiro. O personagem do policial que é responsável pela investigação atua bem também passando a angústia de encontrar (inicialmente) e condenar o culpado pelos crimes ediondos. Muitas cenas dele reflexivo perpassava o fato dele ter um filho adolescente. E imaginei no decorrer do filme que o filho dele talvez pudesse ser perseguido pelo serial killer, porém, como o filme foi baseado em fatos reais, a fidedignidade tinha que ser tal qual, sem muitas ondas criativas de roteiro. E Margot Kidder embora seja a segunda atriz na chamada do elenco não tem grande presença, aliás, pouca presença como uma cartomante que revela parte dos assassinatos. Ela aparece bem em seu papel, no entanto, parece ser mais uma peça roteirísticas que propriamente uma personagem realística (veredicta) da trama. Caçada Implacável é um telefilme competente com boas atuações digna de ser visto e reconhecido.
Território Brutal foi um série americana que só durou uma temporada e contava a estória de uma mulher ( Branda Vaccaro) que reside na parte leste americana e acostumada a vida mais liberal. Ela resolve ir morar no meio-oste americano dando aula numa única de uma cidadezinha do interior onde a população são extremante conservadora. Consegui assistir a uma cópia não muito boa disponível no You Tube onde o filme vem com um episódio da série lançado em VHS. Brenda Vaccaro é a única razão de assistir este filme e seu papel é carismático.
A CASA DO TERROR marcou história na TV brasileira e foi exibida na TV aberta nos anos 80. Era uma série britânica produzida pela conhecidíssima produtora Hammer. Está disponível no streaming DARKFLIX a 1° temporada completa o que eu, gradativamente, estou saboreando os episódios.
1° Episódio: Bruxa retorna a uma fazenda depois de séculos para atormentar a vida de um homem.
2°Episódio: Jornalista investiga as mortes de pessoas gordas numa tétrica casa funeral no qual estão envolvidos o dono de uma clínica.
3° Episódio: Homem casado que tem caso com a secretaria quer se separar da esposa. Só que estranhos sonhos ocorrem antes que a separação aconteça.
4° Episódio: Casal perde sei único filho com um falecimento estranho. Eles então, resolvem adotar um menino. Mas coisas estranhas começam a acontecer quando o novo filho vai morar com eles.
5° Episódio: Família se muda para uma casa que ocorrera caso assombroso e terão incômodas visões.
6° Episódio: Uma Jovem herda uma escultura africana e logo descobre que é um objeto de vodu.
7° Episódio: Suposto dono de um Pet Shop na verdade é um remanescente nazista e cria uma armadilha para ser testado num ex-detento.
8° Episódio: casal perde o controle do carro e se perde na floresta. Ao caminhar pela estrada encontra uma casa onde uma mulher e oito crianças não são nada normais.
9° Episódio: Investigador da polícia investiga assassinatos de homens. E nem imagina que o assassino está tão próximo dele.
10° Episódio: Colecionador se envolve com seita satanista depois de adquirir um espelho amaldiçoado e de dar carona para um bonita jovem que está envolvida com cultos satanicos.
11° Episódio: Mulher mata um estranho homem que ia cobrar dívidas de seu esposo e, iria estuprá-la. Ela agora busca ajuda de uma vidente, junto a seu marido para livrar-se do espírito do homem.
12° Episódio: Família dá carona a um desconhecido e sofrem um acidente. A partir daí, as coisas não são mais o que era antes.
Muito boa série de mistério e terror. Sinto falta na TV aberta passar séries assim. Hoje relegada a programas de auditório e Reality Shows da vida. Uma chatice! Que bom era os anos 80 com seus filmes e séries de terror quando víamos na madrugada.
Ótima série de estórias fantasmagóricas dos anos 70. Fez grande sucesso na TV americana e aqui no Brasil. A série tem uma excelente escalação de elenco e grandes diretores da época. Muito bom! Assisti alguns episódios pelo You Tube com ótima qualidade de áudio e imagem. Mas, infelizmente sem legendas.
Assisti toda primeira temporada em um único dia. Confesso que é bem novelão mexicano, porém me distraiu bastante e fiquei envolvido com a trama e subtramas da série. Querendo ver a segunda temporada.
Série muito maneira com o saudoso Wiliam Shatner dos saudosos anos 80. Engraçado são os carros da policia norte-americanas antigamente. E a Heatler Locklear era uma fofinha mesmo! Muito boa série.
O Sacrifício Final foi transformado em uma mini série de 4 capítulos no inicio dos anos 90 exibida pela Rede Globo. Interessante a Globo fazer deste filme longo (2h59min) em mini série. Funcionou direitinho! O filme/série conta a história verídica de uma mulher Diana Downs (Farrah Fawcett) que chega com seus filhos num hospital e, em seguida, é acusada de maltratar seus filhos. David Greene mergulha o quanto pode na vida tresloucada desta personagem e tem como grande interprete Farrah Fawcett que brilha e se entrega totalmente ao personagem. O seu olhar frio e, por vezes, indiferente com o sofrimento dos filhos é de dar medo. Em contrapartida, possui um amor por um homem casado (Ryan O'neill) que não a quer e ainda tem outros casos com homens. A atriz soube bem compor seu personagem que é uma sociopata em potencial. Percebemos os distúrbios emocionais cujo a personagem percorre durante a projeção. Um bom drama televisivo!
Boa série americana exibida pela Rede Globo em 1985. A série obteve muito sucesso aqui no Brasil. O visual da mota é um barato, assim como, os raios lasers que a moto atirava. O fera e charmoso Rex Smith desfilava simpatia e carisma naquela moto hiper moderna. As séries dos anos 80 eram demais! E Moto Laser é um delas que deixou saudades.
Uma série saudosa o qual nasceu derivada da série O Homem de Seis Milhões de Dólares. Não podia dar outra. Lindsay Wagner linda como a Mulher Biônica. Seu companheiro Lee Major (protagonista do Homem de Seis Milhões de Dólares) também não fica atrás. Os episódios são muito bons e dá uma saudade danada dessas séries legais da TV. Muito bom!
Um dos apresentadores mais imitados de todos os tempos, em segundo lugar, ganha o Sílvio Santos. (outra lenda da nossa televisão). Um programa descontraído, desleixado, nada era estudado e ensaiado, tudo era feito de forma improvisada, natural, tinha uma energia muito espontânea, assim como qualquer programa brasileiro de auditório oitentista. Chacretes com roupas escrotas, ótimos artistas da época. Hoje dá náuseas de assistir programas de humor e de auditórios de tão superficiais e forçados em serem engraçados. Para mim um dos melhores programas televisivos. Muitas saudades!
Minha irmã tem esse Box da Mulher Maravilha original lançada aqui no Brasil pela Warner, numa belíssima embalagem. Como Linda Carter era linda e ótima mulher maravilha. Os episódios eram bem inocentes, trilha musical de abertura bem setentista e efeitos visuais também. O bom da série é que Diane Prince/ mulher maravilha resolve tudo sozinha, enquanto que, o seu chefe e paquera é ineficiente, ou seja, a figura do homem aqui, não passa de um banana. Lynda Carter marcou esse personagem e o tempo mostra o quão ficamos marcados pela figura carismática da atriz. Nem o tempo apagou ela da nossa memória. Gal Gadot interpretou ela recentemente nos cinemas, no filme Batman Vs Superman, porém, nada comparado a interpretação de Linda.
Ai, ai sabor de Nostalgia no ar quando assisti esse programa, tanto pelos artistas e videoclipes lançados pelo Fantástico quanto pela sua mais bela musa a adorável Valéria Monteiro para mim uma das melhores ancoras jornalistas que o Brasil já teve. E como era bom os clipes do Fantástico, eu não perdia um... todos os domingos esta lá grudado a telinha, esperando o clipe do domingo. Maravilhosa fase do programa... hoje é totalmente insuportável assisti-lo.
Obtive esta coleção há um tempo pelas lojas americanas. Trata-se de episódios perdidos e descoberto pelo estúdio Warner. Lembro quando passava estes episódios na Turma do Balão Mágico. O desfile de super heróis é demais, acredito que seja a coleção mais rica em se tratando de opções de heróis. No entanto, os episódios perdem um pouco em duração, já que os das outras temporadas cada episódio durava cerca de 20 minutos, aqui não é mais que 10 minutos. Que bom que alguém redescobriu essa pérola da nossa infância.
Uma das melhores Minisséries brasileiras na minha humilde opinião. A trilha sonora repleta de marchinhas de carnaval, o figurino belíssimo e a reconstituição de época, deram charme a essa minissérie supimpa! Gabriela Duarte se sai muitíssimo bem como Chiquinha Gonzaga na juventude, encarnando toda força daquela mulher. Regina Duarte na segunda parte da série como a Chiquinha já na idade madura, nem precisa falar da sua interpretação que foi fenomenal. As duas atrizes, mãe e filha brilharam maravilhosamente bem, coadjuvadas pelo um elenco eficiente e perspicaz. O final é da gente se emocionar com a história de Chiquinha Gonzaga. Amei essa Minissérie.
Tá aí um série bacana. O galã Thiago Lacerda, Edson Celulari e Maria Fernanda Cândido formavam um bom triângulo amoroso. Daniela Escobar está excelente na sua interpretação. O elenco de coadjuvante é competente e deixa seu recado. Direção competente e reconstituição de época e figurinos maravilhoso. Maravilhosa a ambientação dessa minissérie, assim como as músicas típicas da época.
Neste especial Som Brasil o homenageado foi o cantor, compositor/letrista, poeta e músico o talentoso Moraes Moreira. O DVD é show de bola e mostra desde a filosofia de vida dos Novos Baianos em breve apresentação a trajetória musical do artista no grupo e na sua carreira solo. Para cantar canções maravilhosas como Preta, Pretinha, Besta e Tu, Pão e Poesia, Bloco do Prazer e tantas outras Moraes recebe a visita de cantoras talentosas como Jussara Silveira, Márcia castro e Aline Muniz e ainda para acompanhá-lo o seu filho Davi Moraes no baixo que nos proporciona um belo encontro entre filho e pai. Tenho este título na minha DVDTECA. Ótimo programa.
Excelente temporada De Miami Vice. Grandes participações especiais. Incluindo a da Melanie Griffith, casado com o protagonista Don Jonhson nessa época. Eles formavam um bonito casal. Boa série e muito boa temporada.
Pássaros Feridos
4.1 85Já estava namorando há algumas semanas ter um tempo disponível para rever, PÁSSAROS FERIDOS, série clássica oitentista exibido muito pelo SBT. Devido a sua longa extensão filmica esperei as férias chegar para eu pudesse adentrar nesta sessão saudosíssima, e queria rever, muito por que minha amada mãe (In Memori) era fã deste filme/série. A série foi dividida em quatro capítulos na TV aberta aqui no Brasil. Minha mãe amava o padre, personagem do saudoso Richard Chamberlain e o seu amor proibido com a única mulher da família que vinha da Nova Zelândia tentar a vida na Austrália. Via sempre 'flashs' deste série na TV quando criança e por ser tão criança não entendia muito. Visto hoje, me surpreendi com algumas questões, muito comuns a essa época e criminal hoje em dia: o fato do padre um homem adulto já ter interesse amoroso com uma criança (hoje visto como pedofilia). Essa verdadeira saga e épico histórico de uma família que parecia ter intimidade com a tragédia (aqui mostrada uma após outras) é interpretada por um excelente elenco com grandes atuações (de todos aqui!); (Todos memoráveis em seus papéis!). A trilha cancional a cargo de Henri Mancini traz uma melancolia ímpar em sua notas musicais (perfeita!). Sem falar na condução directiva soberba! Grande trabalho de direção técnica e de atores. Para mim está série foi um marco na televisão brasileira a qual corríamos para ver o horário que ia ser exibida quando passava a sua chamada pelo SBT. Minissérie vencedora dos prêmios "Globo de Ouro" e "Emmy", é uma épica história sobre décadas de ambição, medo, persistência, paixão e vingança e de muito sucesso aqui no Brasil. Amei ❤️ poder rever PÁSSAROS FERIDOS! Desejo realizado!
Mulher-Maravilha (3ª Temporada)
3.7 5Concluído a 3° temporada desta série saudosa que marcou a TV americana dos anos 70 e, e início dos anos 80 aqui no Brasil, período em que a série foi exibida aqui. Como de praxe, Lynda Carter e Lyle Waggoner estão lindos e carismáticos e foi inadmissível eles não formarem um par romântico. Os episódios são legais (um pouco abaixo das outras temporadas) mas, ainda bons e divertidos. Poderiam ainda produzirem uma quarta temporada com algumas novidades e talvez o desfecho da série, porém, nunca foi produzido não se sabe porque. O seriado MULHER MARAVILHA, deixou saudades e vendo as duas últimas temporadas, entrei no sabor de nostalgia total cujo a TV aberta de antigamente exibiam séries bacanas em suas sessões vespertinas.
Mulher-Maravilha (2ª Temporada)
3.8 6Vista há muito tempo a 1° temporada, num BOX/DVD que presenteei minha irmã, chegando agora tardiamente a 2° temporada da série estadunidense MULHER MARAVILHA. Esta segunda temporada não fica nada a dever a primeira, de modo que, alguns elementos são ainda melhores que na primeira; os episódios estão mais dinâmicos, nesta segunda temporada as participações especiais são maiores de outros atores e atrizes, o guarda roupa da mulher maravilha ganha novidades como o capacete, a capa, a roupa de motoqueira e de mergulho, portanto, ganha outros elementos. Os episódios são bons. E, claro, Lynda Carter e Lyle Waggoner, estão lindos e charmoso, como Diana Prince e Steve Trevor. E seria as últimas participações de Beatrice Straight como The Queen rainha das Amazonas de Themyscira , mãe da Mulher-Maravilha. Ótima temporada! Estou concluindo a terceira temporada!
A Superfantástica História do Balão
4.0 45 Assista AgoraDesde quando este nostálgico documentário estreou ano passado fiquei ansioso para conferir, mas, no meio de turbilhão de atividades e a dificuldade de encontrá-lo, acabei demorando muito para assistir. Hoje, finalmente , pude vê-lo na íntegra, de uma vez só, uma vez que, este documentário é dividido em três capítulos. O ar de nostalgia e saudades foi imenso, numa época em que tudo era difícil economicamente (as dificuldades eram imensas no meu caso) cujo ter acesso a tecnologia de época como TVs à cores (ou mesmo preto-e-branco), aparelho de som e até mesmo adquirir o disco da banda (naquela época pobre era pobre de verdade). Então, o espírito de confraternização era imenso, pois, o colega que ti há TV assistimos em sua casa e quem tinha LP emprestava aos que não tinha. Enfim...Muito embora o tempo fosse difícil, a magia daquela época, a alegria imperavam e encontrávamos brechas para sermos felizes. O documentário passou muito bem as angústias do quarteto (Mike, Tobe, Simony e Jairzinho), mas também a alegria de estarem ali naquele momento histórico da música infantil brasileira e da indústria fonográfica (vendo ali uma
forma infalível de de ganhar muito dinheiro) cujo as gravadoras e empresários tinham receitas lucrativas no que tangiam o mercado fonográfico voltado as crianças. O pioneirismo da época foi sensacional (as crianças explodiria naquela década divertida, esfuziante, contagiante e multi-colorida). E o poeta, letrista espanhol Edgar Poças foi pioneiro e gênio neste segmento que, após, A Turma do Balão Mágico, continuou a escrever letras de artistas de sucesso como Angélica (também da mesma gravadora CBS). O capitalismo altamente imbuído por empresários e gravadoras fizeram fortuna em cima daquela garotada. As alegrias, as emoções e as dores tiveram centradas neste competente documentário dirigido, surpreendente pela Tatiana Issa (muitíssimo bem produzido e conduzido). Quando Fábio Jr., Pepeu Gomes e Baby do Brasil dão o seu depoimento foi como uma ode ao saudosismo de uma época áurea para a alegria (para mim os melhores depoimentos artísticos). A mulher palhaça Miriam Lemos também me fez sair lágrimas dos olhos, assim como, Edgar Poças, O fofão do Orival Pessini, Castrinho e alguns produtores que se emocionam. Já a participação de gente como Lázaro Ramos, Gretchen não veio a calhar. Mara Maravilha provou que era uma chata, mala e malquista no meio artístico. Marcos Maynard apenas um oportunista. No mais, um documentário que encheu meus olhos. Futuramente, pretendo revê-lo.
Retratos de um Pesadelo
4.1 25Filme com três contos da série de terror GALERIA DO TERROR, que foi exibida na TV aberta nos primórdios dos anos 80 aqui no Brasil.
As antologias as melhores são a primeira e a segunda, a terceira é a mais fraca.
* Rapaz que mora com o Tio anseia sua morte para ficar com a herança, uma vez que, na morte de sua mãe o contemplado a ficar com a herança é ele. Mas haverá uma surpresa inesperada. Roddy MacDowall está ótimo como sobrinho ambicioso e sarcástico.
* Mulher cega faz de tudo para enxergar nem que seja por algumas horas. Um homem com dividas aceita o dinheiro para que retire a córnea de seus olhos para que a mulher enxergue, porém, surpresas ocorrerá com a amarga mulher, muitíssimo bem interpretada pela diva do cinema Joan Crawford e Dirigida pelo então novato Steven Spielberg, numa direção já cheira de estilo.
* A terceira e última antologia conta o caso de um ex- combatente de guerra que agora num país da América do Sul, vive enclausurado até visitar um museu e se deparar com a pintura de um marinheiro que fisicamente se parece com ele.
A série galeria só terror era muito boa. É uma pena que antologias como estás não passem mais nas madrugadas da TV aberta. Saudades deste tempo!
Assassino por Natureza
3.3 7Encontrei casualmente no Canal TV DE TUBO FILMES, numa boa versão dublada da TV. Inicialmente, surpreendi-me bastante com a extensão fílmica baseada claramente numa história real. John Wayne Gacy é um homem empreendedor de sucesso em sua região, mas que esconde uma vida esdrúxula de seco e violência com menores. A polícia começa a suspeitar das andanças do empresário e começa a investigação acerca dele.
Embora passasse 2h 42min o filme não é cansativo e nos prende a atenção pela história e pelos bons personagens. O roteiro não esconde o mistério e o revela desde o epílogo e a projeção segue o filme todo nos arcabouços jurídicos e policiais para prender o serial killer.
Bryan Dennehy está bem na figura de um psicótico e maníaco sexual de meninos (adolescentes). Quem diria que ele fosse interpretar um personagem assim; passeando em sua filmografia ele tem mais papéis de mocinho que de bandido; dentre eles fez muito policial justiceiro.
O personagem do policial que é responsável pela investigação atua bem também passando a angústia de encontrar (inicialmente) e condenar o culpado pelos crimes ediondos. Muitas cenas dele reflexivo perpassava o fato dele ter um filho adolescente. E imaginei no decorrer do filme que o filho dele talvez pudesse ser perseguido pelo serial killer, porém, como o filme foi baseado em fatos reais, a fidedignidade tinha que ser tal qual, sem muitas ondas criativas de roteiro.
E Margot Kidder embora seja a segunda atriz na chamada do elenco não tem grande presença, aliás, pouca presença como uma cartomante que revela parte dos assassinatos. Ela aparece bem em seu papel, no entanto, parece ser mais uma peça roteirísticas que propriamente uma personagem realística (veredicta) da trama.
Caçada Implacável é um telefilme competente com boas atuações digna de ser visto e reconhecido.
Território Brutal
3.0 1Território Brutal foi um série americana que só durou uma temporada e contava a estória de uma mulher ( Branda Vaccaro) que reside na parte leste americana e acostumada a vida mais liberal. Ela resolve ir morar no meio-oste americano dando aula numa única de uma cidadezinha do interior onde a população são extremante conservadora. Consegui assistir a uma cópia não muito boa disponível no You Tube onde o filme vem com um episódio da série lançado em VHS. Brenda Vaccaro é a única razão de assistir este filme e seu papel é carismático.
A Casa do Terror (1ª Temporada)
3.8 37A CASA DO TERROR marcou história na TV brasileira e foi exibida na TV aberta nos anos 80. Era uma série britânica produzida pela conhecidíssima produtora Hammer. Está disponível no streaming DARKFLIX a 1° temporada completa o que eu, gradativamente, estou saboreando os episódios.
1° Episódio: Bruxa retorna a uma fazenda depois de séculos para atormentar a vida de um homem.
2°Episódio: Jornalista investiga as mortes de pessoas gordas numa tétrica casa funeral no qual estão envolvidos o dono de uma clínica.
3° Episódio: Homem casado que tem caso com a secretaria quer se separar da esposa. Só que estranhos sonhos ocorrem antes que a separação aconteça.
4° Episódio: Casal perde sei único filho com um falecimento estranho. Eles então, resolvem adotar um menino. Mas coisas estranhas começam a acontecer quando o novo filho vai morar com eles.
5° Episódio: Família se muda para uma casa que ocorrera caso assombroso e terão incômodas visões.
6° Episódio: Uma Jovem herda uma escultura africana e logo descobre que é um objeto de vodu.
7° Episódio: Suposto dono de um Pet Shop na verdade é um remanescente nazista e cria uma armadilha para ser testado num ex-detento.
8° Episódio: casal perde o controle do carro e se perde na floresta. Ao caminhar pela estrada encontra uma casa onde uma mulher e oito crianças não são nada normais.
9° Episódio: Investigador da polícia investiga assassinatos de homens. E nem imagina que o assassino está tão próximo dele.
10° Episódio: Colecionador se envolve com seita satanista depois de adquirir um espelho amaldiçoado e de dar carona para um bonita jovem que está envolvida com cultos satanicos.
11° Episódio: Mulher mata um estranho homem que ia cobrar dívidas de seu esposo e, iria estuprá-la. Ela agora busca ajuda de uma vidente, junto a seu marido para livrar-se do espírito do homem.
12° Episódio: Família dá carona a um desconhecido e sofrem um acidente. A partir daí, as coisas não são mais o que era antes.
Muito boa série de mistério e terror. Sinto falta na TV aberta passar séries assim. Hoje relegada a programas de auditório e Reality Shows da vida. Uma chatice!
Que bom era os anos 80 com seus filmes e séries de terror quando víamos na madrugada.
Histórias Fantásticas
3.8 2Ótima série de estórias fantasmagóricas dos anos 70. Fez grande sucesso na TV americana e aqui no Brasil. A série tem uma excelente escalação de elenco e grandes diretores da época. Muito bom!
Assisti alguns episódios pelo You Tube com ótima qualidade de áudio e imagem. Mas, infelizmente sem legendas.
Alto Mar (1ª Temporada)
3.5 62 Assista AgoraAssisti toda primeira temporada em um único dia. Confesso que é bem novelão mexicano, porém me distraiu bastante e fiquei envolvido com a trama e subtramas da série. Querendo ver a segunda temporada.
Carro Comando (1ª Temporada)
3.5 12Série muito maneira com o saudoso Wiliam Shatner dos saudosos anos 80. Engraçado são os carros da policia norte-americanas antigamente. E a Heatler Locklear era uma fofinha mesmo!
Muito boa série.
Sacrifício Final
3.4 8O Sacrifício Final foi transformado em uma mini série de 4 capítulos no inicio dos anos 90 exibida pela Rede Globo. Interessante a Globo fazer deste filme longo (2h59min) em mini série. Funcionou direitinho!
O filme/série conta a história verídica de uma mulher Diana Downs (Farrah Fawcett) que chega com seus filhos num hospital e, em seguida, é acusada de maltratar seus filhos.
David Greene mergulha o quanto pode na vida tresloucada desta personagem e tem como grande interprete Farrah Fawcett que brilha e se entrega totalmente ao personagem. O seu olhar frio e, por vezes, indiferente com o sofrimento dos filhos é de dar medo. Em contrapartida, possui um amor por um homem casado (Ryan O'neill) que não a quer e ainda tem outros casos com homens. A atriz soube bem compor seu personagem que é uma sociopata em potencial. Percebemos os distúrbios emocionais cujo a personagem percorre durante a projeção. Um bom drama televisivo!
Moto Laser
3.2 10Boa série americana exibida pela Rede Globo em 1985. A série obteve muito sucesso aqui no Brasil. O visual da mota é um barato, assim como, os raios lasers que a moto atirava. O fera e charmoso Rex Smith desfilava simpatia e carisma naquela moto hiper moderna. As séries dos anos 80 eram demais! E Moto Laser é um delas que deixou saudades.
A Mulher Biônica (1ª Temporada)
3.8 12 Assista AgoraUma série saudosa o qual nasceu derivada da série O Homem de Seis Milhões de Dólares. Não podia dar outra. Lindsay Wagner linda como a Mulher Biônica. Seu companheiro Lee Major (protagonista do Homem de Seis Milhões de Dólares) também não fica atrás. Os episódios são muito bons e dá uma saudade danada dessas séries legais da TV. Muito bom!
Cassino do Chacrinha
4.2 6Um dos apresentadores mais imitados de todos os tempos, em segundo lugar, ganha o Sílvio Santos. (outra lenda da nossa televisão). Um programa descontraído, desleixado, nada era estudado e ensaiado, tudo era feito de forma improvisada, natural, tinha uma energia muito espontânea, assim como qualquer programa brasileiro de auditório oitentista. Chacretes com roupas escrotas, ótimos artistas da época. Hoje dá náuseas de assistir programas de humor e de auditórios de tão superficiais e forçados em serem engraçados. Para mim um dos melhores programas televisivos. Muitas saudades!
Mulher-Maravilha (1ª Temporada)
3.6 32Minha irmã tem esse Box da Mulher Maravilha original lançada aqui no Brasil pela Warner, numa belíssima embalagem.
Como Linda Carter era linda e ótima mulher maravilha. Os episódios eram bem inocentes, trilha musical de abertura bem setentista e efeitos visuais também. O bom da série é que Diane Prince/ mulher maravilha resolve tudo sozinha, enquanto que, o seu chefe e paquera é ineficiente, ou seja, a figura do homem aqui, não passa de um banana. Lynda Carter marcou esse personagem e o tempo mostra o quão ficamos marcados pela figura carismática da atriz. Nem o tempo apagou ela da nossa memória. Gal Gadot interpretou ela recentemente nos cinemas, no filme Batman Vs Superman, porém, nada comparado a interpretação de Linda.
O Show da Vida é Fantástico
3.3 2Ai, ai sabor de Nostalgia no ar quando assisti esse programa, tanto pelos artistas e videoclipes lançados pelo Fantástico quanto pela sua mais bela musa a adorável Valéria Monteiro para mim uma das melhores ancoras jornalistas que o Brasil já teve.
E como era bom os clipes do Fantástico, eu não perdia um... todos os domingos esta lá grudado a telinha, esperando o clipe do domingo.
Maravilhosa fase do programa... hoje é totalmente insuportável assisti-lo.
Super Amigos - 7ª Temporada (Episódios Perdidos)
3.6 1Obtive esta coleção há um tempo pelas lojas americanas. Trata-se de episódios perdidos e descoberto pelo estúdio Warner. Lembro quando passava estes episódios na Turma do Balão Mágico.
O desfile de super heróis é demais, acredito que seja a coleção mais rica em se tratando de opções de heróis. No entanto, os episódios perdem um pouco em duração, já que os das outras temporadas cada episódio durava cerca de 20 minutos, aqui não é mais que 10 minutos.
Que bom que alguém redescobriu essa pérola da nossa infância.
Chiquinha Gonzaga
3.8 36Uma das melhores Minisséries brasileiras na minha humilde opinião. A trilha sonora repleta de marchinhas de carnaval, o figurino belíssimo e a reconstituição de época, deram charme a essa minissérie supimpa!
Gabriela Duarte se sai muitíssimo bem como Chiquinha Gonzaga na juventude, encarnando toda força daquela mulher. Regina Duarte na segunda parte da série como a Chiquinha já na idade madura, nem precisa falar da sua interpretação que foi fenomenal. As duas atrizes, mãe e filha brilharam maravilhosamente bem, coadjuvadas pelo um elenco eficiente e perspicaz.
O final é da gente se emocionar com a história de Chiquinha Gonzaga.
Amei essa Minissérie.
Verdades Secretas
4.3 284Melhor que muitas novelas do horário das 21 horas. No elenco o destaque vai pra Grazi Massafera (surpreeendente)
Miami Vice (1ª Temporada)
3.9 31Ótima série dos saudosos anos 80.
Aquarela do Brasil
3.1 6Tá aí um série bacana. O galã Thiago Lacerda, Edson Celulari e Maria Fernanda Cândido formavam um bom triângulo amoroso. Daniela Escobar está excelente na sua interpretação. O elenco de coadjuvante é competente e deixa seu recado. Direção competente e reconstituição de época e figurinos maravilhoso. Maravilhosa a ambientação dessa minissérie, assim como as músicas típicas da época.
Som Brasil - Moraes Moreira
3.6 1Neste especial Som Brasil o homenageado foi o cantor, compositor/letrista, poeta e músico o talentoso Moraes Moreira.
O DVD é show de bola e mostra desde a filosofia de vida dos Novos Baianos em breve apresentação a trajetória musical do artista no grupo e na sua carreira solo.
Para cantar canções maravilhosas como Preta, Pretinha, Besta e Tu, Pão e Poesia, Bloco do Prazer e tantas outras Moraes recebe a visita de cantoras talentosas como Jussara Silveira, Márcia castro e Aline Muniz e ainda para acompanhá-lo o seu filho Davi Moraes no baixo que nos proporciona um belo encontro entre filho e pai.
Tenho este título na minha DVDTECA.
Ótimo programa.
Miami Vice (3ª Temporada)
3.6 5Excelente temporada De Miami Vice. Grandes participações especiais.
Incluindo a da Melanie Griffith, casado com o protagonista Don Jonhson nessa época.
Eles formavam um bonito casal.
Boa série e muito boa temporada.