Manteve um ritmo interessante igual a primeira temporada, mas pra como "story telling" deu umas derrapadas entregando muita informação em alguns pontos e segurando informações. Por exemplo, o que o sr. MacLean passou em tela parece que passou um bom tempo de pesquisa e juntando um arsenal de cobaias pra no fim encontrar com a filha, que seus acontecimentos não coincidem com tempo passado em sincronia do seu pai. As coisas no Refugio estão ficando um tanto desinteressante caso não deem mais atenção para um mistério além do Bud. Contudo pra uma adaptação de jogo, está bem caricato e com uma lore fidedigna ao que a mídia original oferece.
Primeira temporada atraiu um monte de telespectador doente que só querem ver violência e estupro, e quando nesta temporada reduziu a quase zero a violência, e preferiu dar uma profundidade maior aos personagens, inclusive um ar de crescimento e desenvolvimento da clériga que psicologicamente está menos amedrontada e menos chorona e bem mais ativa no grupo, salvando diversas vezes o grupo de "raids" de goblin. Outro tom interessante que o autor vez questão de mostrar é que não é pra ser a historia do maior herói e lendário que resolve conspirações ou que salva o mundo. O grupo do Goblin Slayer está disposto a resolver "quests" medianas nada convencionais que tenha goblins para matar. E o monólogo no final da temporada do protagonista levanta uma questão importante da história: Tem algo de novo pra mostrar ou vai ser sempre isso?
Essa temporada melhorou se comparada com a primeira, os personagens coadjuvantes ganharam destaques legais, o universo foi expandido e ganhou um pouco mais de originalidade, mesmo alguns cascudos no assunto de anime identificando diversos "inspirações" de outros títulos. Com um grande destaque do Gaara e Orochimaru. Foi dado uma freada no humor e trabalhou mais a parte de ação, porem estou ficando entediado em assistir essas lutas sem limitações de poder ou mana, e pra parecer algo interessante nas lutas tem de inventar de ultima hora, a bankai das varinhas ou varinhas possuídas por deuses. Acho que ta precisando colocar um limitador de força para o nosso protagonista, ou então eu não conseguirei sentir aquela emoçãozinha clichê de "quebre seus limites e supere esse obstáculo".
É inegável a inspiração com Harry Potter e One Punch Man... (Black Cover eu ainda não vi). Mas Diferente de Harry Potter, que tem aquele charme de ambiente "escolar", em Mashle as coisas acontecem muito rápido que quase não tem nada tão caprichado referente a escola. A política também é muito desleixada tratada sem seriedade é deixando as coisas só pelo humor. O humor é uma parte bem trabalhada e não da pra criticar tanto, isso porque o esse desenho se banhou das aguas que deram muito certo em "One Punch Man", trazendo um personagem alheio aos clichês que os animes tanto construíram durante os anos, e a quebra de expectativa funciona muito pra gerar a comédia em Mashle. Por fim, não sei se é porque foi dado pouco tempo pra produção, mas os coadjuvantes acabam virando lixos recicláveis e mesmo com "historinhas de flashbacks", o resultado fica meio esquizofrênico. Por exemplo:
O Lance não teve nenhum feedback até encerrar a primeira temporada, nem mesmo um pós-crédito pra dar um gancho pra segunda. Um descaso que acontece com a maioria do desenho.
A saga pra terminar de introduzir o personagem Enjouji foi muito boa e é claro encaixando-o no cenário de "Et & Espiritos" com o Olho Maligno. Mas eu senti que o Sakata foi muito genérico e jogado na história diferente dos demais, que tiveram um aprofundamento e complexidade mesmo pra uma historia focado no nonsense, esse papo de bullying, apesar de justo levantar o debate, e pra construir um personagem neste universo, muito fraco de se apegar. Contudo, teve momento tão icônicos quanto no primeiro, como o "show do exorcismo" ou o "Espiritos da música clássicas".
Quando vi em algum lugar sobre esse desenho, imaginei que ele ia "criticar" ou "satirizar" o estilo que esta tão recorrente por ai; o famigerado isekai. Mas quando peguei pra assistir acabei compreendendo que só era mais um titulo com o mesmo gênero e pior - não conseguindo ser bom. E ainda por cima tentou dar um liçãozinha de ética, moral mas que só deixou as coisas ainda mais cafonas. A animação não é ruim mas nada que faça o telespectador pule de agitação. Sem contar, os personagens que são tão cativantes quanto de Solo Leveling, ou seja nenhum pouco. Vai entrar na pasta dos títulos esquecíveis.
Dr. Stone é um shonen que saiu da caixa construiu uma caixa pra ele e fez um foguete e se foi. O Anime tem um estrutura de enredo única, inclusive abordando toda mídia ou formato, pelo menos para mim. O capricho pra fazer algo realista é a cereja do bolo.
A dublagem deixa as vezes a trama muito mais "bobona" em que ela se propõe na hora de fazer comédia. Somado aos traços que particularmente eu achei desagradáveis (fico um pouco sem graça em criticar, depois de ver os bastidores da produção) pra trazer uma postura caricata, extrapola o que poderia ser engraçado, e perdendo diversas vezes o "tempo" da piada.
Uns episódios buscaram algo mais adulto outros acharam melhor deixar no lúdico, o interessante é que a franquia Star Wars tem essa versatilidade. Por exemplo, o episódio "The Pit" tinha tudo pra entregar um trama pessimista mas escolheu algo bem religioso, diferente do "Screecher's Reach" que mesmo com uma arte francesa fofinha mostrou um thriller interessante. Essa temporada foi surpreendente com direito a arte em stop motion ala "Wallace & Gromit", que apesar de bem infantil, foi bem gostosinho de ver. Mas também não faltou os episódios adolescentes cheio de ação e luta como em "Sith" e "Journey to the Dark Head" sendo o primeiro com um arte bem excêntrica e o segundo ala anime Shonen. E a cereja do bolo foi o ultimo episódio que daria fácil pra criar um jogo estilo descomromper com aquela arte similar ao do "Yoshi Crafted World".
As pegadinhas que aparentemente não eram pra ser combinadas com o publico foi totalmente frustrante pra produção. Mas teve episódios que teve seus momentos, como dos "os incríveis" e o ultimo com o "Coco", onde a menininha que dar a informação vai pra colocar o fone e ira quando coroa fala pra não escutar.
Animação bem porca, coloração digna de paint windows 95. A dublagem brasileira deixa tudo pior, a voz do protagonista é tão de banana que piora cem vezes as decisões dele durante a temporada. Outro problema é os poderes não serem tão bem estabelecido e as batalhas ficam terrivelmente esquisitas, tipo no final com Wangnan usando aquela faca que bani o alvo, ou então até onde vai um poder físico contra um mágico. E por ultimo, pra que inserir um penca de personagem se não sabe trabalhar o tempo de tela deles, pra deixarem minimamente interessante?
O nicho que "The Twilight Zone" conquistou na sua série original não irá curtir muito o estilo apresentado nesta. Tudo "grandioso" demais posto em pratos rasos. Essa temporada terá o destino igual ao do personagem jornalista Justin Sanderson do segundo episódio, cheio de boas intenções. Meu episódio favorito fora o "Six Degrees of Freedom", diálogos voltados a desenvolvimentos sociais, bons enquadramentos e não subestimou a inteligência do telespectador, apesar de "explicativo", deu vaga a interpretação, imaginação e reflexão. O que sempre fora a intenção da série.
O caboclo é um para-raios dos problemas mais absurdos, vai ver é o karma de ganhar a vida da forma que ganhava. Apesar da caprichada nas cenas de ações e a amarrada legal na transição psicológica dos Ray, senti que faltou uma finalização melhores pra alguns personagens, não que a série se propôs entregar algo além do protagonista mas é como que o ficasse um vazio. A cena final era pra ser todo num clima thriller mas por ver todas a trabalhadas de Ray em suas temporadas, acabou virando comédia. RUN!
A temporada está recheada de temas delicados, e em comparação a primeira esta teve uma profundidade trabalhada somente com o protagonista e os coadjuvantes ficaram de prateleira. Tecnicamente mesmo tendo mais minutos eu senti o mesmo nível de desenvolvimento, só que aparentemente essa temporada deixou a série mais lúdica por o roteiro ignorar muitas consequências ou dando segundos de tela. Provavelmente essa enxugada é feita na edição pra deixa bem dinâmico.
Aquela série ejaculação precoce, curtinha demais pra parecer tão proveitosa ao máximo. Eu tenho uma teoria de que eles gastaram o mínimo possível e inseriram "problematização" pra essa geração, pra ver se iam cancelar, mas parece que essa galerinha ta entendendo que personagens com "defeitos" deixa a história mais crível. Agora se tratando tecnicamente a série carrega aqueles roteiros rasos e o que vai deixando interessante são os personagens em suas situações bizarras.
Infelizmente é uma temporada muitíssimo rasa que só serviu pra gerar mais perguntas do que respostas. Mas talvez fosse necessário trazer a tona esse mundo do Killua para a história pra então o telespectador ter uma régua do tão distante Gon é de uma força real deste mundo que é de HunterXHunter. Nessa temporada a gente consegue ter uma notável empatia seletiva que o protagonista tem e o quão isso pode vir a ser perigoso lá na frente.
Eu acho muito foda esse thrillerzinho que Togashi consegue inserir nesse começo de história. Tipo, essa temporada foi tão rasa e simples, que as aventuras de Gon & Companhia só se prende pelo cenário mórbido e pessimista da humanidade. E essa temporada vai servir de muita "inspiração" para Kishimoto fazer seu mangazinho de ninja. Claro, mestre que Togashi é, já largou um gancho frenético e trazendo uma profundidade psicológica e geográfica.
Uma série que esticou um lençol pra arrumar uma possível boa cama. Gostei que inseriram o minério de cortose. Os personagens são trabalhados com paciência e profundidade emocional. E também é maravilhoso expandir essa ideia do que é a força, variando o conceito pra outra cultura e entregando que conceito de Jedi nada passa que um religião ortodoxa atrelada a política. (Qualquer semelhança com a igreja católica no feudalismo é só coincidência)
Como eu conheço só a linha principal que são os nove episódios, as melhores coreografias de lutas e mais criativas que já vi foram nessa série desde então. A trilogia clássica parece que a aquelas brigas de cabo de vassoura que a gente tem com um amigo ou irmão. A trilogia da ascensão do Anakin foi exagerada demais com umas piruetas e giradas sem noção que tecnicamente você só se expõem a um golpe.
Todo esse tempo de tela pra trabalhar o psicológico do Mark, e toda essa parada de multiverso e pessoas ultra dilaceradas voltando a vida, vai minando o telespectador (no caso aqui em casa foi assim) e a empatia vai acabando porque vai saber lá se Cecil tem um tecnologia pra trazer o personagem de volta.
Foi tipo com a morte do Rex, percebi que tavam construindo e melhorando o personagem para justamente causar impacto. Mas fica aquele gostinho de... a se pá vão pegar um Rex de outra dimensão e tals.
Se continuar nesse loop só dar pra aguentar mais uma temporada sem que de um "Norte" pra série.
Se pegar a série como todo e colocar no liquidificador, podemos relevar tantas redundâncias narrativas que essa temporada tem e colocar mais como uma amplificação e desenvolvimento maior de personagem secundários, e só isso. Existe tantas cenas que dentro de uma lógica deveria de ter consequências piores, tipo sair distribuindo drivers de uploads que foram "inseridos" em um local que morreu um policial. Tudo bem não querer entregar tanto drama pra trazer leveza na comédia e no romance, mas fica tão chato insistir num casal em aventuras melecadas na fazenda só pra entregar pautas veganas no subconsciente do telespectador. E sabe o que é pior? É que essa ideia de upload e download, daria um puta drama metafórico e existencial. Desperdício de ideia.
Essa temporada ficou dando voltas como se um cachorro corre atrás do próprio rabo, e a produção tentou arriscar graficamente e ficou bem bizarro diversas vezes, mesmo quando não era pra trazer tom cômico. E propositalmente quebrou o possível climax de ação, que eu não sei se ficou legal ou desanimou. Eu ainda estou refletindo sobre;
• Invadir empresas, como a de clone, ter sido fácil demais, e mesmo depois de ter um take do recepcionista ligando pra policia e ela a caminho, eles conseguem sair sem problema algum.
• O policial meme que parecia astuto se entregar a corrupção tão fácil só com um take de ele estar dormindo na delegacia.
E tudo isso pra dar um tempo de tela pra os principais ficar se esfregando e tendo cenas de filmes de romances clichês da sessão da tarde.
Uma surpresa agradável, depois de ver um short no youtube de um trecho da série que chamou minha atenção, cacei no google pra ver. E Mesmo os conceitos existenciais e sociais estejam bem tímidos e rasos, ainda é interessante e válido a coragem de trazer diferenças financeiras que existe não só no EUA como no resto do mundo. O desenvolvimento dos principais personagens e e relações e atribuições na série é o ponto forte, além da ideia principal de ficção cientifica.
Incrível como Hajime Isayama trabalhou bem com sua linha temporal e entregou uma historia tragável e trabalhou muito bem com os personagens caracteristicamente emotivos e psicologicamente pontuais. Mas é importante frisar mesmo que apontando suas motivações e intenções, o nosso protagonista é vilão. E o autor faz isso quase que parecer tolerável aos olhos dos telespectadores que muitos acabam caindo no conto do vigário. O mesmo exemplo vem ao personagem Kira em Death Note.
Estou me aventurando por alguns Isekais da vida, é incrível como as historias são as mais ocas e sem graça possíveis. É como se o roteirista tivesse uma ideia "genial" em escrever um historia de um jogador "super" autentico. Pelo menos um ponto positivo deste aqui, o roteirista não se perde em "habilidades" deus ex machine, e é possível ver um grau de responsabilidade de manter isso pé no chão e dar sentido a um estilo de historia gameficado.
Graficamente um pouco "original" se comparado com os demais animes no mercado, cores vivas quase lembrando uma HQ. Contudo, apelando pra ambientação 3d, meio que contrastando com os personagens. Quanto a historia, meio que jogada pra os telespectador tenha que aceitar submissamente, tornando as coisas confusas, para que então jogar no mais clichê de todos os animes shounes, testes, treinamentos e bla bla bla. Quase quitei por conta do protagonista extremamente meloso e desgraçado de carente. Vou dar uma oportunidade pra ver como esse universo vai expandir.
Fallout (2ª Temporada)
3.6 95 Assista AgoraManteve um ritmo interessante igual a primeira temporada, mas pra como "story telling" deu umas derrapadas entregando muita informação em alguns pontos e segurando informações. Por exemplo, o que o sr. MacLean passou em tela parece que passou um bom tempo de pesquisa e juntando um arsenal de cobaias pra no fim encontrar com a filha, que seus acontecimentos não coincidem com tempo passado em sincronia do seu pai.
As coisas no Refugio estão ficando um tanto desinteressante caso não deem mais atenção para um mistério além do Bud. Contudo pra uma adaptação de jogo, está bem caricato e com uma lore fidedigna ao que a mídia original oferece.
Goblin Slayer (2ª Temporada)
3.3 10 Assista AgoraPrimeira temporada atraiu um monte de telespectador doente que só querem ver violência e estupro, e quando nesta temporada reduziu a quase zero a violência, e preferiu dar uma profundidade maior aos personagens, inclusive um ar de crescimento e desenvolvimento da clériga que psicologicamente está menos amedrontada e menos chorona e bem mais ativa no grupo, salvando diversas vezes o grupo de "raids" de goblin.
Outro tom interessante que o autor vez questão de mostrar é que não é pra ser a historia do maior herói e lendário que resolve conspirações ou que salva o mundo. O grupo do Goblin Slayer está disposto a resolver "quests" medianas nada convencionais que tenha goblins para matar. E o monólogo no final da temporada do protagonista levanta uma questão importante da história: Tem algo de novo pra mostrar ou vai ser sempre isso?
Mashle (2ª Temporada)
3.7 14Essa temporada melhorou se comparada com a primeira, os personagens coadjuvantes ganharam destaques legais, o universo foi expandido e ganhou um pouco mais de originalidade, mesmo alguns cascudos no assunto de anime identificando diversos "inspirações" de outros títulos. Com um grande destaque do Gaara e Orochimaru.
Foi dado uma freada no humor e trabalhou mais a parte de ação, porem estou ficando entediado em assistir essas lutas sem limitações de poder ou mana, e pra parecer algo interessante nas lutas tem de inventar de ultima hora, a bankai das varinhas ou varinhas possuídas por deuses.
Acho que ta precisando colocar um limitador de força para o nosso protagonista, ou então eu não conseguirei sentir aquela emoçãozinha clichê de "quebre seus limites e supere esse obstáculo".
Mashle (1ª Temporada)
3.8 32 Assista AgoraÉ inegável a inspiração com Harry Potter e One Punch Man... (Black Cover eu ainda não vi). Mas Diferente de Harry Potter, que tem aquele charme de ambiente "escolar", em Mashle as coisas acontecem muito rápido que quase não tem nada tão caprichado referente a escola. A política também é muito desleixada tratada sem seriedade é deixando as coisas só pelo humor.
O humor é uma parte bem trabalhada e não da pra criticar tanto, isso porque o esse desenho se banhou das aguas que deram muito certo em "One Punch Man", trazendo um personagem alheio aos clichês que os animes tanto construíram durante os anos, e a quebra de expectativa funciona muito pra gerar a comédia em Mashle.
Por fim, não sei se é porque foi dado pouco tempo pra produção, mas os coadjuvantes acabam virando lixos recicláveis e mesmo com "historinhas de flashbacks", o resultado fica meio esquizofrênico. Por exemplo:
O Lance não teve nenhum feedback até encerrar a primeira temporada, nem mesmo um pós-crédito pra dar um gancho pra segunda. Um descaso que acontece com a maioria do desenho.
Dandadan (2ª Temporada)
4.0 32 Assista AgoraA saga pra terminar de introduzir o personagem Enjouji foi muito boa e é claro encaixando-o no cenário de "Et & Espiritos" com o Olho Maligno. Mas eu senti que o Sakata foi muito genérico e jogado na história diferente dos demais, que tiveram um aprofundamento e complexidade mesmo pra uma historia focado no nonsense, esse papo de bullying, apesar de justo levantar o debate, e pra construir um personagem neste universo, muito fraco de se apegar.
Contudo, teve momento tão icônicos quanto no primeiro, como o "show do exorcismo" ou o "Espiritos da música clássicas".
Busamen Gachi Fighter
2.9 2Quando vi em algum lugar sobre esse desenho, imaginei que ele ia "criticar" ou "satirizar" o estilo que esta tão recorrente por ai; o famigerado isekai. Mas quando peguei pra assistir acabei compreendendo que só era mais um titulo com o mesmo gênero e pior - não conseguindo ser bom. E ainda por cima tentou dar um liçãozinha de ética, moral mas que só deixou as coisas ainda mais cafonas. A animação não é ruim mas nada que faça o telespectador pule de agitação. Sem contar, os personagens que são tão cativantes quanto de Solo Leveling, ou seja nenhum pouco. Vai entrar na pasta dos títulos esquecíveis.
Dr. Stone (1ª Temporada)
4.2 46 Assista AgoraDr. Stone é um shonen que saiu da caixa construiu uma caixa pra ele e fez um foguete e se foi. O Anime tem um estrutura de enredo única, inclusive abordando toda mídia ou formato, pelo menos para mim. O capricho pra fazer algo realista é a cereja do bolo.
A dublagem deixa as vezes a trama muito mais "bobona" em que ela se propõe na hora de fazer comédia. Somado aos traços que particularmente eu achei desagradáveis (fico um pouco sem graça em criticar, depois de ver os bastidores da produção) pra trazer uma postura caricata, extrapola o que poderia ser engraçado, e perdendo diversas vezes o "tempo" da piada.
Star Wars: Visions (2ª Temporada)
4.0 23Uns episódios buscaram algo mais adulto outros acharam melhor deixar no lúdico, o interessante é que a franquia Star Wars tem essa versatilidade. Por exemplo, o episódio "The Pit" tinha tudo pra entregar um trama pessimista mas escolheu algo bem religioso, diferente do "Screecher's Reach" que mesmo com uma arte francesa fofinha mostrou um thriller interessante. Essa temporada foi surpreendente com direito a arte em stop motion ala "Wallace & Gromit", que apesar de bem infantil, foi bem gostosinho de ver. Mas também não faltou os episódios adolescentes cheio de ação e luta como em "Sith" e "Journey to the Dark Head" sendo o primeiro com um arte bem excêntrica e o segundo ala anime Shonen. E a cereja do bolo foi o ultimo episódio que daria fácil pra criar um jogo estilo descomromper com aquela arte similar ao do "Yoshi Crafted World".
Pixar na Vida Real (1ª Temporada)
3.3 6As pegadinhas que aparentemente não eram pra ser combinadas com o publico foi totalmente frustrante pra produção. Mas teve episódios que teve seus momentos, como dos "os incríveis" e o ultimo com o "Coco", onde a menininha que dar a informação vai pra colocar o fone e ira quando coroa fala pra não escutar.
Tower of God (2ª Temporada)
2.8 13 Assista AgoraAnimação bem porca, coloração digna de paint windows 95. A dublagem brasileira deixa tudo pior, a voz do protagonista é tão de banana que piora cem vezes as decisões dele durante a temporada. Outro problema é os poderes não serem tão bem estabelecido e as batalhas ficam terrivelmente esquisitas, tipo no final com Wangnan usando aquela faca que bani o alvo, ou então até onde vai um poder físico contra um mágico. E por ultimo, pra que inserir um penca de personagem se não sabe trabalhar o tempo de tela deles, pra deixarem minimamente interessante?
The Twilight Zone (1ª Temporada)
3.4 178O nicho que "The Twilight Zone" conquistou na sua série original não irá curtir muito o estilo apresentado nesta. Tudo "grandioso" demais posto em pratos rasos. Essa temporada terá o destino igual ao do personagem jornalista Justin Sanderson do segundo episódio, cheio de boas intenções.
Meu episódio favorito fora o "Six Degrees of Freedom", diálogos voltados a desenvolvimentos sociais, bons enquadramentos e não subestimou a inteligência do telespectador, apesar de "explicativo", deu vaga a interpretação, imaginação e reflexão. O que sempre fora a intenção da série.
Mr. Inbetween (3ª Temporada)
4.1 11O caboclo é um para-raios dos problemas mais absurdos, vai ver é o karma de ganhar a vida da forma que ganhava. Apesar da caprichada nas cenas de ações e a amarrada legal na transição psicológica dos Ray, senti que faltou uma finalização melhores pra alguns personagens, não que a série se propôs entregar algo além do protagonista mas é como que o ficasse um vazio. A cena final era pra ser todo num clima thriller mas por ver todas a trabalhadas de Ray em suas temporadas, acabou virando comédia. RUN!
Mr. Inbetween (2ª Temporada)
4.1 9 Assista AgoraA temporada está recheada de temas delicados, e em comparação a primeira esta teve uma profundidade trabalhada somente com o protagonista e os coadjuvantes ficaram de prateleira.
Tecnicamente mesmo tendo mais minutos eu senti o mesmo nível de desenvolvimento, só que aparentemente essa temporada deixou a série mais lúdica por o roteiro ignorar muitas consequências ou dando segundos de tela. Provavelmente essa enxugada é feita na edição pra deixa bem dinâmico.
Mr Inbetween (1ª Temporada)
3.9 16 Assista AgoraAquela série ejaculação precoce, curtinha demais pra parecer tão proveitosa ao máximo. Eu tenho uma teoria de que eles gastaram o mínimo possível e inseriram "problematização" pra essa geração, pra ver se iam cancelar, mas parece que essa galerinha ta entendendo que personagens com "defeitos" deixa a história mais crível.
Agora se tratando tecnicamente a série carrega aqueles roteiros rasos e o que vai deixando interessante são os personagens em suas situações bizarras.
Hunter x Hunter II (Arco 2: Família Zoldyck)
4.3 21Infelizmente é uma temporada muitíssimo rasa que só serviu pra gerar mais perguntas do que respostas. Mas talvez fosse necessário trazer a tona esse mundo do Killua para a história pra então o telespectador ter uma régua do tão distante Gon é de uma força real deste mundo que é de HunterXHunter. Nessa temporada a gente consegue ter uma notável empatia seletiva que o protagonista tem e o quão isso pode vir a ser perigoso lá na frente.
Hunter x Hunter II (Arco 1: Exame Hunter)
4.5 62Eu acho muito foda esse thrillerzinho que Togashi consegue inserir nesse começo de história. Tipo, essa temporada foi tão rasa e simples, que as aventuras de Gon & Companhia só se prende pelo cenário mórbido e pessimista da humanidade. E essa temporada vai servir de muita "inspiração" para Kishimoto fazer seu mangazinho de ninja. Claro, mestre que Togashi é, já largou um gancho frenético e trazendo uma profundidade psicológica e geográfica.
Star Wars: The Acolyte (1ª Temporada)
2.4 172 Assista AgoraUma série que esticou um lençol pra arrumar uma possível boa cama. Gostei que inseriram o minério de cortose. Os personagens são trabalhados com paciência e profundidade emocional. E também é maravilhoso expandir essa ideia do que é a força, variando o conceito pra outra cultura e entregando que conceito de Jedi nada passa que um religião ortodoxa atrelada a política. (Qualquer semelhança com a igreja católica no feudalismo é só coincidência)
Como eu conheço só a linha principal que são os nove episódios, as melhores coreografias de lutas e mais criativas que já vi foram nessa série desde então. A trilogia clássica parece que a aquelas brigas de cabo de vassoura que a gente tem com um amigo ou irmão. A trilogia da ascensão do Anakin foi exagerada demais com umas piruetas e giradas sem noção que tecnicamente você só se expõem a um golpe.
Invencível (3ª Temporada)
4.1 123 Assista AgoraTodo esse tempo de tela pra trabalhar o psicológico do Mark, e toda essa parada de multiverso e pessoas ultra dilaceradas voltando a vida, vai minando o telespectador (no caso aqui em casa foi assim) e a empatia vai acabando porque vai saber lá se Cecil tem um tecnologia pra trazer o personagem de volta.
Foi tipo com a morte do Rex, percebi que tavam construindo e melhorando o personagem para justamente causar impacto. Mas fica aquele gostinho de... a se pá vão pegar um Rex de outra dimensão e tals.
Se continuar nesse loop só dar pra aguentar mais uma temporada sem que de um "Norte" pra série.
Upload (3ª Temporada)
3.1 22Se pegar a série como todo e colocar no liquidificador, podemos relevar tantas redundâncias narrativas que essa temporada tem e colocar mais como uma amplificação e desenvolvimento maior de personagem secundários, e só isso. Existe tantas cenas que dentro de uma lógica deveria de ter consequências piores, tipo sair distribuindo drivers de uploads que foram "inseridos" em um local que morreu um policial. Tudo bem não querer entregar tanto drama pra trazer leveza na comédia e no romance, mas fica tão chato insistir num casal em aventuras melecadas na fazenda só pra entregar pautas veganas no subconsciente do telespectador. E sabe o que é pior? É que essa ideia de upload e download, daria um puta drama metafórico e existencial. Desperdício de ideia.
Upload (2ª Temporada)
3.4 59 Assista AgoraEssa temporada ficou dando voltas como se um cachorro corre atrás do próprio rabo, e a produção tentou arriscar graficamente e ficou bem bizarro diversas vezes, mesmo quando não era pra trazer tom cômico. E propositalmente quebrou o possível climax de ação, que eu não sei se ficou legal ou desanimou. Eu ainda estou refletindo sobre;
• Invadir empresas, como a de clone, ter sido fácil demais, e mesmo depois de ter um take do recepcionista ligando pra policia e ela a caminho, eles conseguem sair sem problema algum.
• O policial meme que parecia astuto se entregar a corrupção tão fácil só com um take de ele estar dormindo na delegacia.
E tudo isso pra dar um tempo de tela pra os principais ficar se esfregando e tendo cenas de filmes de romances clichês da sessão da tarde.
Upload (1ª Temporada)
3.8 202Uma surpresa agradável, depois de ver um short no youtube de um trecho da série que chamou minha atenção, cacei no google pra ver. E Mesmo os conceitos existenciais e sociais estejam bem tímidos e rasos, ainda é interessante e válido a coragem de trazer diferenças financeiras que existe não só no EUA como no resto do mundo. O desenvolvimento dos principais personagens e e relações e atribuições na série é o ponto forte, além da ideia principal de ficção cientifica.
Ataque dos Titãs (4ª Temporada)
4.3 273Incrível como Hajime Isayama trabalhou bem com sua linha temporal e entregou uma historia tragável e trabalhou muito bem com os personagens caracteristicamente emotivos e psicologicamente pontuais. Mas é importante frisar mesmo que apontando suas motivações e intenções, o nosso protagonista é vilão. E o autor faz isso quase que parecer tolerável aos olhos dos telespectadores que muitos acabam caindo no conto do vigário. O mesmo exemplo vem ao personagem Kira em Death Note.
Toaru Ossan no VRMMO Katsudouki
2.7 1 Assista AgoraEstou me aventurando por alguns Isekais da vida, é incrível como as historias são as mais ocas e sem graça possíveis. É como se o roteirista tivesse uma ideia "genial" em escrever um historia de um jogador "super" autentico. Pelo menos um ponto positivo deste aqui, o roteirista não se perde em "habilidades" deus ex machine, e é possível ver um grau de responsabilidade de manter isso pé no chão e dar sentido a um estilo de historia gameficado.
Tower of God (1ª Temporada)
3.8 46 Assista AgoraGraficamente um pouco "original" se comparado com os demais animes no mercado, cores vivas quase lembrando uma HQ. Contudo, apelando pra ambientação 3d, meio que contrastando com os personagens. Quanto a historia, meio que jogada pra os telespectador tenha que aceitar submissamente, tornando as coisas confusas, para que então jogar no mais clichê de todos os animes shounes, testes, treinamentos e bla bla bla. Quase quitei por conta do protagonista extremamente meloso e desgraçado de carente. Vou dar uma oportunidade pra ver como esse universo vai expandir.