Neste arco Togashi nos apresenta um sistema de poder e habilidade mais criativo e interessante já feito em animes que vi até então. Com o complexo "Nen" introduzido, nos deu uma palhinha de como as lutas em Hunter x Hunter serão objetivas e nem um pouco "overpower" igual outros shonen, saindo na mesmice e abrindo um leque de originalidade e esquisitices. Fica aqui minha admiração da força do Killua que mesmo no básico do Nen, colocou no bolso os veteranos de andar.
Aparentemente conseguiram achar a forma do bolo para episódios consistente, quando não estão expandindo os personagens ou os eventos canônicos, estão usando referencias do mundo e cultura pop. E a liberdade que dão para as adaptações na dublagens acabam deixando o publico aqui no Brasil mais inteirado das piadas "americanas" que o show costuma fazer bem. E fico satisfeito que não deixaram se tornar refém da fã base doentia que a série no inicio conquistou.
Rick and Morty voltou a sua essência, mas claro com cada personagem sofrendo seus avanços na trama. Não teve nenhum episódio desperdiçado tentando dar sermão na fan base ou experimental que não condiz com a formula já acertada nas primeiras temporadas. O episódio da páscoa equilibrou bem as balanças quanto ao episódio do pé grande. Na verdade as criticas sociais em nesta série é ao mesmo tempo tão rasa que transborda no surrealismo dado a psicologia dos personagens.
Achei começo um tanto desinteressante pois não sabia do valor cultural japonês. Fiquei de cara, pois dentro do folclore xintoísta a gente consegue ver mais uma costura que a bíblia faz para seu livro, uma criança abandonada no rio e trazendo pragas para terra do senhor local. Depois da metade o ritmo da historia fica um tanto que interessante. A animação e os ritmo da lutar foi muito bem produzidos.
Típico anime final da década de 2000, personagens zoiúdos com cabelinhos excêntricos e expressões exageradas. Ai tem uma escola, e algo sobrenatural acontecendo. Só consegui terminar porque ficava aparecendo na minha aba de "terminar de ver", e eu to com um espírito de terminar tudo que comecei. A historia é tão curtinha e essa premissa de matar e voltar acaba perdendo empatia durante as cenas de ação, ou seja, os personagens por já terem designer clichês acabam sendo esquecíveis também. Sem tirar as incoerências e pontas soltas.
Japoneses e suas taras em fazer um harem pros protagonistas. Pelo menos o protagonista aqui é até então moralmente bom, com características de um homem psicologicamente saudável, mesmo eu achando que biologicamente o ovos deles estariam igual um radar procurando uma moça para se fecundar, afinal tudo indica ele ser um virgem de seus 40 e poucos anos. Se tratando da historia essa ideia de ele ter feito diversos alunos pro mundo legal, mas só isso não conta historia, precisa-se ter algo mais denso, que tudo indica caminhar pra essa ideia de "magia x sacramento".
Após dar valor a existência de Rudeus lhe dando uma família e um ponto a se voltar, acredito que vai ser importante pra narrativa futuro pro autor, essa parte volta a explorar as mecânicas e expansão desse mundo aparentemente rico para se acompanhar. Tem pontos altos para o drama, mostrando que quando tiver que morrer alguém por escolhas erradas, vai acontecer. Ainda continua pecando no excesso de Ecchi, e pelo visto não vai parar, porque a intenção do autor é fazer um harem pro Rudeus.
A ideia do autor claramente quando teve de construir um personagem desde a infância até sei la onde, passou pela cabeça dele fazer um romance estilo Hogwarts. Acontece que depois da saga no continente Demônio, dar uma freada assim na expansão de universo e passar a desenvolver esse lado sentimental, perde um tanto a mão. Tudo se resumi se congela ao redor, pra dar um romancezinho adolescente pro protagonista. Na minha opinião, aqui devia passar antes do continente Demônio.
Aqui as coisas começam a ter um ponto de curiosidade e a performática da obra fica mais original dando um ar de mmoRPG, pros fãs disso. Os personagens tendem a ser trabalhados melhor psicologicamente. O problema do ecchi para com mulheres muito jovens continua. Contudo, passa a ter uma expansão de um mundo bem complexo e politicamente bem definido no background.
Daria pra substituir essa pegada de encarnação de um fracassado performando num "corpo" mais bonito e forte. Meio que filosoficamente nos dar uma sensação de somos fracassados porque fomos criado pra ser. Contudo, as coisas ficam pior quando o autor tenta dar humor a pederastia do então encarnado sobre corpos mal desenvolvidos de mulheres. Fica numa linha tênue do abandonável. Mas tirando toda essa problematização resta uma história fantástica, com conteúdos deveras clichês, salvando em originalidade alguma coisa ou outra.
Cameras com parkison, brilhos parecendo desfile de carnaval e uma necessidade de criar termos complexos mas se for analisar são tão rasos quanto piscina de criança. Pronto assim se resumi completamente essa temporada. O bom se deixarmos todo o senso critico de lado, a historia se catapulta pra frente deixando as coisa frenéticas demais, assim o anime acaba como um reel de instagram ou short de youtube ou até mesmo um video do teco teco, do jeito que a juventude de hoje gosta, onde o maior foco é luta épicas.
Manteve um ritmo interessante igual a primeira temporada, mas pra como "story telling" deu umas derrapadas entregando muita informação em alguns pontos e segurando informações. Por exemplo, o que o sr. MacLean passou em tela parece que passou um bom tempo de pesquisa e juntando um arsenal de cobaias pra no fim encontrar com a filha, que seus acontecimentos não coincidem com tempo passado em sincronia do seu pai. As coisas no Refugio estão ficando um tanto desinteressante caso não deem mais atenção para um mistério além do Bud. Contudo pra uma adaptação de jogo, está bem caricato e com uma lore fidedigna ao que a mídia original oferece.
Primeira temporada atraiu um monte de telespectador doente que só querem ver violência e estupro, e quando nesta temporada reduziu a quase zero a violência, e preferiu dar uma profundidade maior aos personagens, inclusive um ar de crescimento e desenvolvimento da clériga que psicologicamente está menos amedrontada e menos chorona e bem mais ativa no grupo, salvando diversas vezes o grupo de "raids" de goblin. Outro tom interessante que o autor vez questão de mostrar é que não é pra ser a historia do maior herói e lendário que resolve conspirações ou que salva o mundo. O grupo do Goblin Slayer está disposto a resolver "quests" medianas nada convencionais que tenha goblins para matar. E o monólogo no final da temporada do protagonista levanta uma questão importante da história: Tem algo de novo pra mostrar ou vai ser sempre isso?
Essa temporada melhorou se comparada com a primeira, os personagens coadjuvantes ganharam destaques legais, o universo foi expandido e ganhou um pouco mais de originalidade, mesmo alguns cascudos no assunto de anime identificando diversos "inspirações" de outros títulos. Com um grande destaque do Gaara e Orochimaru. Foi dado uma freada no humor e trabalhou mais a parte de ação, porem estou ficando entediado em assistir essas lutas sem limitações de poder ou mana, e pra parecer algo interessante nas lutas tem de inventar de ultima hora, a bankai das varinhas ou varinhas possuídas por deuses. Acho que ta precisando colocar um limitador de força para o nosso protagonista, ou então eu não conseguirei sentir aquela emoçãozinha clichê de "quebre seus limites e supere esse obstáculo".
É inegável a inspiração com Harry Potter e One Punch Man... (Black Cover eu ainda não vi). Mas Diferente de Harry Potter, que tem aquele charme de ambiente "escolar", em Mashle as coisas acontecem muito rápido que quase não tem nada tão caprichado referente a escola. A política também é muito desleixada tratada sem seriedade é deixando as coisas só pelo humor. O humor é uma parte bem trabalhada e não da pra criticar tanto, isso porque o esse desenho se banhou das aguas que deram muito certo em "One Punch Man", trazendo um personagem alheio aos clichês que os animes tanto construíram durante os anos, e a quebra de expectativa funciona muito pra gerar a comédia em Mashle. Por fim, não sei se é porque foi dado pouco tempo pra produção, mas os coadjuvantes acabam virando lixos recicláveis e mesmo com "historinhas de flashbacks", o resultado fica meio esquizofrênico. Por exemplo:
O Lance não teve nenhum feedback até encerrar a primeira temporada, nem mesmo um pós-crédito pra dar um gancho pra segunda. Um descaso que acontece com a maioria do desenho.
A saga pra terminar de introduzir o personagem Enjouji foi muito boa e é claro encaixando-o no cenário de "Et & Espiritos" com o Olho Maligno. Mas eu senti que o Sakata foi muito genérico e jogado na história diferente dos demais, que tiveram um aprofundamento e complexidade mesmo pra uma historia focado no nonsense, esse papo de bullying, apesar de justo levantar o debate, e pra construir um personagem neste universo, muito fraco de se apegar. Contudo, teve momento tão icônicos quanto no primeiro, como o "show do exorcismo" ou o "Espiritos da música clássicas".
Quando vi em algum lugar sobre esse desenho, imaginei que ele ia "criticar" ou "satirizar" o estilo que esta tão recorrente por ai; o famigerado isekai. Mas quando peguei pra assistir acabei compreendendo que só era mais um titulo com o mesmo gênero e pior - não conseguindo ser bom. E ainda por cima tentou dar um liçãozinha de ética, moral mas que só deixou as coisas ainda mais cafonas. A animação não é ruim mas nada que faça o telespectador pule de agitação. Sem contar, os personagens que são tão cativantes quanto de Solo Leveling, ou seja nenhum pouco. Vai entrar na pasta dos títulos esquecíveis.
Dr. Stone é um shonen que saiu da caixa construiu uma caixa pra ele e fez um foguete e se foi. O Anime tem um estrutura de enredo única, inclusive abordando toda mídia ou formato, pelo menos para mim. O capricho pra fazer algo realista é a cereja do bolo.
A dublagem deixa as vezes a trama muito mais "bobona" em que ela se propõe na hora de fazer comédia. Somado aos traços que particularmente eu achei desagradáveis (fico um pouco sem graça em criticar, depois de ver os bastidores da produção) pra trazer uma postura caricata, extrapola o que poderia ser engraçado, e perdendo diversas vezes o "tempo" da piada.
Uns episódios buscaram algo mais adulto outros acharam melhor deixar no lúdico, o interessante é que a franquia Star Wars tem essa versatilidade. Por exemplo, o episódio "The Pit" tinha tudo pra entregar um trama pessimista mas escolheu algo bem religioso, diferente do "Screecher's Reach" que mesmo com uma arte francesa fofinha mostrou um thriller interessante. Essa temporada foi surpreendente com direito a arte em stop motion ala "Wallace & Gromit", que apesar de bem infantil, foi bem gostosinho de ver. Mas também não faltou os episódios adolescentes cheio de ação e luta como em "Sith" e "Journey to the Dark Head" sendo o primeiro com um arte bem excêntrica e o segundo ala anime Shonen. E a cereja do bolo foi o ultimo episódio que daria fácil pra criar um jogo estilo descomromper com aquela arte similar ao do "Yoshi Crafted World".
As pegadinhas que aparentemente não eram pra ser combinadas com o publico foi totalmente frustrante pra produção. Mas teve episódios que teve seus momentos, como dos "os incríveis" e o ultimo com o "Coco", onde a menininha que dar a informação vai pra colocar o fone e ira quando coroa fala pra não escutar.
Animação bem porca, coloração digna de paint windows 95. A dublagem brasileira deixa tudo pior, a voz do protagonista é tão de banana que piora cem vezes as decisões dele durante a temporada. Outro problema é os poderes não serem tão bem estabelecido e as batalhas ficam terrivelmente esquisitas, tipo no final com Wangnan usando aquela faca que bani o alvo, ou então até onde vai um poder físico contra um mágico. E por ultimo, pra que inserir um penca de personagem se não sabe trabalhar o tempo de tela deles, pra deixarem minimamente interessante?
O nicho que "The Twilight Zone" conquistou na sua série original não irá curtir muito o estilo apresentado nesta. Tudo "grandioso" demais posto em pratos rasos. Essa temporada terá o destino igual ao do personagem jornalista Justin Sanderson do segundo episódio, cheio de boas intenções. Meu episódio favorito fora o "Six Degrees of Freedom", diálogos voltados a desenvolvimentos sociais, bons enquadramentos e não subestimou a inteligência do telespectador, apesar de "explicativo", deu vaga a interpretação, imaginação e reflexão. O que sempre fora a intenção da série.
O caboclo é um para-raios dos problemas mais absurdos, vai ver é o karma de ganhar a vida da forma que ganhava. Apesar da caprichada nas cenas de ações e a amarrada legal na transição psicológica dos Ray, senti que faltou uma finalização melhores pra alguns personagens, não que a série se propôs entregar algo além do protagonista mas é como que o ficasse um vazio. A cena final era pra ser todo num clima thriller mas por ver todas a trabalhadas de Ray em suas temporadas, acabou virando comédia. RUN!
A temporada está recheada de temas delicados, e em comparação a primeira esta teve uma profundidade trabalhada somente com o protagonista e os coadjuvantes ficaram de prateleira. Tecnicamente mesmo tendo mais minutos eu senti o mesmo nível de desenvolvimento, só que aparentemente essa temporada deixou a série mais lúdica por o roteiro ignorar muitas consequências ou dando segundos de tela. Provavelmente essa enxugada é feita na edição pra deixa bem dinâmico.
Hunter x Hunter II (Arco 3: Torre Celestial)
4.3 26Neste arco Togashi nos apresenta um sistema de poder e habilidade mais criativo e interessante já feito em animes que vi até então. Com o complexo "Nen" introduzido, nos deu uma palhinha de como as lutas em Hunter x Hunter serão objetivas e nem um pouco "overpower" igual outros shonen, saindo na mesmice e abrindo um leque de originalidade e esquisitices. Fica aqui minha admiração da força do Killua que mesmo no básico do Nen, colocou no bolso os veteranos de andar.
Rick and Morty (9ª Temporada)
4.0 32Aparentemente conseguiram achar a forma do bolo para episódios consistente, quando não estão expandindo os personagens ou os eventos canônicos, estão usando referencias do mundo e cultura pop. E a liberdade que dão para as adaptações na dublagens acabam deixando o publico aqui no Brasil mais inteirado das piadas "americanas" que o show costuma fazer bem. E fico satisfeito que não deixaram se tornar refém da fã base doentia que a série no inicio conquistou.
Rick and Morty (8ª Temporada)
3.8 54Rick and Morty voltou a sua essência, mas claro com cada personagem sofrendo seus avanços na trama. Não teve nenhum episódio desperdiçado tentando dar sermão na fan base ou experimental que não condiz com a formula já acertada nas primeiras temporadas. O episódio da páscoa equilibrou bem as balanças quanto ao episódio do pé grande. Na verdade as criticas sociais em nesta série é ao mesmo tempo tão rasa que transborda no surrealismo dado a psicologia dos personagens.
Dororo
4.3 87 Assista AgoraAchei começo um tanto desinteressante pois não sabia do valor cultural japonês. Fiquei de cara, pois dentro do folclore xintoísta a gente consegue ver mais uma costura que a bíblia faz para seu livro, uma criança abandonada no rio e trazendo pragas para terra do senhor local. Depois da metade o ritmo da historia fica um tanto que interessante. A animação e os ritmo da lutar foi muito bem produzidos.
Angel Beats!
3.9 101Típico anime final da década de 2000, personagens zoiúdos com cabelinhos excêntricos e expressões exageradas. Ai tem uma escola, e algo sobrenatural acontecendo. Só consegui terminar porque ficava aparecendo na minha aba de "terminar de ver", e eu to com um espírito de terminar tudo que comecei. A historia é tão curtinha e essa premissa de matar e voltar acaba perdendo empatia durante as cenas de ação, ou seja, os personagens por já terem designer clichês acabam sendo esquecíveis também. Sem tirar as incoerências e pontas soltas.
Katainaka no Ossan, Kensei ni Naru (1ª Temporada)
3.3 7 Assista AgoraJaponeses e suas taras em fazer um harem pros protagonistas. Pelo menos o protagonista aqui é até então moralmente bom, com características de um homem psicologicamente saudável, mesmo eu achando que biologicamente o ovos deles estariam igual um radar procurando uma moça para se fecundar, afinal tudo indica ele ser um virgem de seus 40 e poucos anos. Se tratando da historia essa ideia de ele ter feito diversos alunos pro mundo legal, mas só isso não conta historia, precisa-se ter algo mais denso, que tudo indica caminhar pra essa ideia de "magia x sacramento".
Mushoku Tensei (2ª Temporada: Parte 2)
3.9 8 Assista AgoraApós dar valor a existência de Rudeus lhe dando uma família e um ponto a se voltar, acredito que vai ser importante pra narrativa futuro pro autor, essa parte volta a explorar as mecânicas e expansão desse mundo aparentemente rico para se acompanhar. Tem pontos altos para o drama, mostrando que quando tiver que morrer alguém por escolhas erradas, vai acontecer. Ainda continua pecando no excesso de Ecchi, e pelo visto não vai parar, porque a intenção do autor é fazer um harem pro Rudeus.
Mushoku Tensei (2ª Temporada: Parte 1)
3.8 8 Assista AgoraA ideia do autor claramente quando teve de construir um personagem desde a infância até sei la onde, passou pela cabeça dele fazer um romance estilo Hogwarts. Acontece que depois da saga no continente Demônio, dar uma freada assim na expansão de universo e passar a desenvolver esse lado sentimental, perde um tanto a mão. Tudo se resumi se congela ao redor, pra dar um romancezinho adolescente pro protagonista. Na minha opinião, aqui devia passar antes do continente Demônio.
Mushoku Tensei (1ª Temporada: Parte 2)
4.1 13 Assista AgoraAqui as coisas começam a ter um ponto de curiosidade e a performática da obra fica mais original dando um ar de mmoRPG, pros fãs disso. Os personagens tendem a ser trabalhados melhor psicologicamente. O problema do ecchi para com mulheres muito jovens continua. Contudo, passa a ter uma expansão de um mundo bem complexo e politicamente bem definido no background.
Mushoku Tensei (1ª Temporada: Parte 1)
4.0 22 Assista AgoraDaria pra substituir essa pegada de encarnação de um fracassado performando num "corpo" mais bonito e forte. Meio que filosoficamente nos dar uma sensação de somos fracassados porque fomos criado pra ser. Contudo, as coisas ficam pior quando o autor tenta dar humor a pederastia do então encarnado sobre corpos mal desenvolvidos de mulheres. Fica numa linha tênue do abandonável. Mas tirando toda essa problematização resta uma história fantástica, com conteúdos deveras clichês, salvando em originalidade alguma coisa ou outra.
Jujutsu Kaisen (3ª Temporada)
4.0 32 Assista AgoraCameras com parkison, brilhos parecendo desfile de carnaval e uma necessidade de criar termos complexos mas se for analisar são tão rasos quanto piscina de criança. Pronto assim se resumi completamente essa temporada. O bom se deixarmos todo o senso critico de lado, a historia se catapulta pra frente deixando as coisa frenéticas demais, assim o anime acaba como um reel de instagram ou short de youtube ou até mesmo um video do teco teco, do jeito que a juventude de hoje gosta, onde o maior foco é luta épicas.
Fallout (2ª Temporada)
3.6 111 Assista AgoraManteve um ritmo interessante igual a primeira temporada, mas pra como "story telling" deu umas derrapadas entregando muita informação em alguns pontos e segurando informações. Por exemplo, o que o sr. MacLean passou em tela parece que passou um bom tempo de pesquisa e juntando um arsenal de cobaias pra no fim encontrar com a filha, que seus acontecimentos não coincidem com tempo passado em sincronia do seu pai.
As coisas no Refugio estão ficando um tanto desinteressante caso não deem mais atenção para um mistério além do Bud. Contudo pra uma adaptação de jogo, está bem caricato e com uma lore fidedigna ao que a mídia original oferece.
Goblin Slayer (2ª Temporada)
3.3 10 Assista AgoraPrimeira temporada atraiu um monte de telespectador doente que só querem ver violência e estupro, e quando nesta temporada reduziu a quase zero a violência, e preferiu dar uma profundidade maior aos personagens, inclusive um ar de crescimento e desenvolvimento da clériga que psicologicamente está menos amedrontada e menos chorona e bem mais ativa no grupo, salvando diversas vezes o grupo de "raids" de goblin.
Outro tom interessante que o autor vez questão de mostrar é que não é pra ser a historia do maior herói e lendário que resolve conspirações ou que salva o mundo. O grupo do Goblin Slayer está disposto a resolver "quests" medianas nada convencionais que tenha goblins para matar. E o monólogo no final da temporada do protagonista levanta uma questão importante da história: Tem algo de novo pra mostrar ou vai ser sempre isso?
Mashle (2ª Temporada)
3.7 14Essa temporada melhorou se comparada com a primeira, os personagens coadjuvantes ganharam destaques legais, o universo foi expandido e ganhou um pouco mais de originalidade, mesmo alguns cascudos no assunto de anime identificando diversos "inspirações" de outros títulos. Com um grande destaque do Gaara e Orochimaru.
Foi dado uma freada no humor e trabalhou mais a parte de ação, porem estou ficando entediado em assistir essas lutas sem limitações de poder ou mana, e pra parecer algo interessante nas lutas tem de inventar de ultima hora, a bankai das varinhas ou varinhas possuídas por deuses.
Acho que ta precisando colocar um limitador de força para o nosso protagonista, ou então eu não conseguirei sentir aquela emoçãozinha clichê de "quebre seus limites e supere esse obstáculo".
Mashle (1ª Temporada)
3.7 32 Assista AgoraÉ inegável a inspiração com Harry Potter e One Punch Man... (Black Cover eu ainda não vi). Mas Diferente de Harry Potter, que tem aquele charme de ambiente "escolar", em Mashle as coisas acontecem muito rápido que quase não tem nada tão caprichado referente a escola. A política também é muito desleixada tratada sem seriedade é deixando as coisas só pelo humor.
O humor é uma parte bem trabalhada e não da pra criticar tanto, isso porque o esse desenho se banhou das aguas que deram muito certo em "One Punch Man", trazendo um personagem alheio aos clichês que os animes tanto construíram durante os anos, e a quebra de expectativa funciona muito pra gerar a comédia em Mashle.
Por fim, não sei se é porque foi dado pouco tempo pra produção, mas os coadjuvantes acabam virando lixos recicláveis e mesmo com "historinhas de flashbacks", o resultado fica meio esquizofrênico. Por exemplo:
O Lance não teve nenhum feedback até encerrar a primeira temporada, nem mesmo um pós-crédito pra dar um gancho pra segunda. Um descaso que acontece com a maioria do desenho.
Dandadan (2ª Temporada)
4.0 32 Assista AgoraA saga pra terminar de introduzir o personagem Enjouji foi muito boa e é claro encaixando-o no cenário de "Et & Espiritos" com o Olho Maligno. Mas eu senti que o Sakata foi muito genérico e jogado na história diferente dos demais, que tiveram um aprofundamento e complexidade mesmo pra uma historia focado no nonsense, esse papo de bullying, apesar de justo levantar o debate, e pra construir um personagem neste universo, muito fraco de se apegar.
Contudo, teve momento tão icônicos quanto no primeiro, como o "show do exorcismo" ou o "Espiritos da música clássicas".
Busamen Gachi Fighter
2.9 2Quando vi em algum lugar sobre esse desenho, imaginei que ele ia "criticar" ou "satirizar" o estilo que esta tão recorrente por ai; o famigerado isekai. Mas quando peguei pra assistir acabei compreendendo que só era mais um titulo com o mesmo gênero e pior - não conseguindo ser bom. E ainda por cima tentou dar um liçãozinha de ética, moral mas que só deixou as coisas ainda mais cafonas. A animação não é ruim mas nada que faça o telespectador pule de agitação. Sem contar, os personagens que são tão cativantes quanto de Solo Leveling, ou seja nenhum pouco. Vai entrar na pasta dos títulos esquecíveis.
Dr. Stone (1ª Temporada)
4.2 46 Assista AgoraDr. Stone é um shonen que saiu da caixa construiu uma caixa pra ele e fez um foguete e se foi. O Anime tem um estrutura de enredo única, inclusive abordando toda mídia ou formato, pelo menos para mim. O capricho pra fazer algo realista é a cereja do bolo.
A dublagem deixa as vezes a trama muito mais "bobona" em que ela se propõe na hora de fazer comédia. Somado aos traços que particularmente eu achei desagradáveis (fico um pouco sem graça em criticar, depois de ver os bastidores da produção) pra trazer uma postura caricata, extrapola o que poderia ser engraçado, e perdendo diversas vezes o "tempo" da piada.
Star Wars: Visions (2ª Temporada)
3.9 24Uns episódios buscaram algo mais adulto outros acharam melhor deixar no lúdico, o interessante é que a franquia Star Wars tem essa versatilidade. Por exemplo, o episódio "The Pit" tinha tudo pra entregar um trama pessimista mas escolheu algo bem religioso, diferente do "Screecher's Reach" que mesmo com uma arte francesa fofinha mostrou um thriller interessante. Essa temporada foi surpreendente com direito a arte em stop motion ala "Wallace & Gromit", que apesar de bem infantil, foi bem gostosinho de ver. Mas também não faltou os episódios adolescentes cheio de ação e luta como em "Sith" e "Journey to the Dark Head" sendo o primeiro com um arte bem excêntrica e o segundo ala anime Shonen. E a cereja do bolo foi o ultimo episódio que daria fácil pra criar um jogo estilo descomromper com aquela arte similar ao do "Yoshi Crafted World".
Pixar na Vida Real (1ª Temporada)
3.3 6As pegadinhas que aparentemente não eram pra ser combinadas com o publico foi totalmente frustrante pra produção. Mas teve episódios que teve seus momentos, como dos "os incríveis" e o ultimo com o "Coco", onde a menininha que dar a informação vai pra colocar o fone e ira quando coroa fala pra não escutar.
Tower of God (2ª Temporada)
2.8 13 Assista AgoraAnimação bem porca, coloração digna de paint windows 95. A dublagem brasileira deixa tudo pior, a voz do protagonista é tão de banana que piora cem vezes as decisões dele durante a temporada. Outro problema é os poderes não serem tão bem estabelecido e as batalhas ficam terrivelmente esquisitas, tipo no final com Wangnan usando aquela faca que bani o alvo, ou então até onde vai um poder físico contra um mágico. E por ultimo, pra que inserir um penca de personagem se não sabe trabalhar o tempo de tela deles, pra deixarem minimamente interessante?
The Twilight Zone (1ª Temporada)
3.5 179O nicho que "The Twilight Zone" conquistou na sua série original não irá curtir muito o estilo apresentado nesta. Tudo "grandioso" demais posto em pratos rasos. Essa temporada terá o destino igual ao do personagem jornalista Justin Sanderson do segundo episódio, cheio de boas intenções.
Meu episódio favorito fora o "Six Degrees of Freedom", diálogos voltados a desenvolvimentos sociais, bons enquadramentos e não subestimou a inteligência do telespectador, apesar de "explicativo", deu vaga a interpretação, imaginação e reflexão. O que sempre fora a intenção da série.
Mr. Inbetween (3ª Temporada)
4.1 12O caboclo é um para-raios dos problemas mais absurdos, vai ver é o karma de ganhar a vida da forma que ganhava. Apesar da caprichada nas cenas de ações e a amarrada legal na transição psicológica dos Ray, senti que faltou uma finalização melhores pra alguns personagens, não que a série se propôs entregar algo além do protagonista mas é como que o ficasse um vazio. A cena final era pra ser todo num clima thriller mas por ver todas a trabalhadas de Ray em suas temporadas, acabou virando comédia. RUN!
Mr. Inbetween (2ª Temporada)
4.1 9 Assista AgoraA temporada está recheada de temas delicados, e em comparação a primeira esta teve uma profundidade trabalhada somente com o protagonista e os coadjuvantes ficaram de prateleira.
Tecnicamente mesmo tendo mais minutos eu senti o mesmo nível de desenvolvimento, só que aparentemente essa temporada deixou a série mais lúdica por o roteiro ignorar muitas consequências ou dando segundos de tela. Provavelmente essa enxugada é feita na edição pra deixa bem dinâmico.