O filme claramente tenta pagar de cult, entregando um final alternativo em consequências ainda não vista, pra tentar trabalhar com um linha temporal "complexa", que na verdade já ta mais que manjada. Adoro o talento do Norton, mas neste filme ele parece o Neo de matrix com dor de barriga sempre com sobrancelhas franzinas e mão no estômago. Lembro na época de meu irmão superestimar o plot twist deste filme, e deste então eu tinha este na minha lista como um tesouro pra assistir, mas puta que pariu, só o inspetor do filme que demorou pra pegar toda a "ilusão". Agora eu vou ficar sem entender como ele fez a técnica de colar a espada no chão da casa do príncipe sem ter o inspetor como aliado nisso tudo pra implantar um ímã ou sei lá.
Esses filmes de princesas e tals, que aparentemente são para meninas (calma), passaram batidos por mim, na infância e juventude. Mas a cegonha me entregou uma princesinha para cuidar e estou começando a visitar tais longas que fui desinteressado por acreditar que era pro outro gênero. E ainda bem que isso aconteceu, pois a disney consegue entregar bem um historia para todas as idades e gênero. E a personagem Lilo conseguiu apertar meu coração e da minha filhota que acompanhava comigo quem apertou foi o Stitch, que também arrancou boas risadas da gente.
Esse filme é mágico, ele consegue nós jogar dentro de um crise existencial de um ratinho na França, e entregar alguns problemas adultos, nesse charme de uma peculiaridade historia fantástica. Os detalhes são tão bem pensados por Brad Bird, que consegue nos entregar vilões e na mesma velocidade tomar de volta, dar o valor da jornada do protagonista que é o Remy e entregar personagens como de Linguini e atribuir características que não roube espaço do protagonismo. E tudo isso em um cenário nada romântico que é o mundo gastronômico de restaurantes lutando por estrelas.
Cameras com parkison, brilhos parecendo desfile de carnaval e uma necessidade de criar termos complexos mas se for analisar são tão rasos quanto piscina de criança. Pronto assim se resumi completamente essa temporada. O bom se deixarmos todo o senso critico de lado, a historia se catapulta pra frente deixando as coisa frenéticas demais, assim o anime acaba como um reel de instagram ou short de youtube ou até mesmo um video do teco teco, do jeito que a juventude de hoje gosta, onde o maior foco é luta épicas.
Visualmente eu achei esse longa impecável, levei minha filha de três anos e ela conseguiu se manter concentrada o tempo todo, mas ela também já viu duas vezes o primeiro filme e sempre que da eu apresento um personagem ou outro da Nintendo (por exemplo, ela conhece os pikimins, e quando o longa mostra mesmo que em pouco frame eles, só ela gritou "OLHA OS PIKIMINS", e olha que tinha um guri atrás gritando o nome de geral, mas não conheceu eles).
Não dar pra cobrar muito tecnicamente de um filme infantil, mas o antagonismo ficou meio quebrado com Bowser sem posicionamento juntamente com seu filho. Contudo, filme procurou dar todos os salves pra galera retro e ainda deu muito conteúdo pra galera de agora.
Manteve um ritmo interessante igual a primeira temporada, mas pra como "story telling" deu umas derrapadas entregando muita informação em alguns pontos e segurando informações. Por exemplo, o que o sr. MacLean passou em tela parece que passou um bom tempo de pesquisa e juntando um arsenal de cobaias pra no fim encontrar com a filha, que seus acontecimentos não coincidem com tempo passado em sincronia do seu pai. As coisas no Refugio estão ficando um tanto desinteressante caso não deem mais atenção para um mistério além do Bud. Contudo pra uma adaptação de jogo, está bem caricato e com uma lore fidedigna ao que a mídia original oferece.
Basicamente o filme é uma mídia para o publico masculino sem qualquer pretensão pra pensar num domingo a noite. E no final quer pagar de cult criticando o publico que consome muita televisão e que se continuar assim a sociedade vai querer consumir conteúdos violentos, mas estamos em dois mil e vinte e cinco e não temos nem mais propaganda de cigarro pra assistir. O que mais foi interessante neste longa, foi os figurinos meios que punks em uma sociedade distópica. Claro também vermos a péssima atuação do nosso governador brutucu. Vale assistir num dominguinho de tédio.
Filme no começo tem uma edição psicodélica, e pra dar mais tontura colocam um enquadramento fechado. Acho que tentaram fazer dessa forma, porque o único ator que tinha algum talento era o Bob Hoskins, tanto que ele fica quase que numa porra de monologo, e o nosso protagonista Jet Li estava aprendendo o idioma por isso encaixou-se perfeitamente ao personagem. Depois da metade filmado o projeto ganhou um orçamento maior e conseguiram consertar as coisas e colocaram uma moça promissora e um veterano nada mais nada menos que Morgan Freeman. Não podia sair daqui sem elogiar essas coreografias absurdas de lutas no inicio dos anos 2000, que pra mim, era super charmosas e marcaram o cinema.
Este filme sem duvidas foi dificílimo de produzir, digo isso em representar uma Nova Iorque nos inícios do século vinte, colocar em fotografia aceitável da Sicília, um pouco do paraíso da Florida e então em crise Cuba. A trama mescla e contrasta na escalada ao poder de dois Dons na mesma família, e como ambos conseguem ter criações diferentes e se tornarem lideres respeitados de formas totalmente diferente. Esta segunda parte consegue ser uma obra melhor que a primeira por trabalhar nuances psicológicas melhor, ambientalizar a estrutura política e não ficar só nos problemas e guerras em famílias. Ápice pra transformação manipuladora de Michael pra mim foi ele dando o nome dentro de uma lista de quem ele acha que tentou matar ele, jogando um contra o outro.
Não da pra ficar enchendo tanto a bola deste filme, porque com toda certeza você já ouviu todos os elogios que esta trama pode ter recebido. E o ponto forte que pode fazer a maioria da nova geração desistir são os diálogos icônicos, claro, somados a atuações dos monstros. Lembrando que essa obra é dos anos 70, retratando os anos 40. Então você vai perceber o capricho que tiveram também no figurino, fotografias e até mesmo os carros, que pra geração atual vai parecer que foi trabalho nenhum afinal tudo é antigo, mas que na verdade somou pra ter sido um filme aclamado desde da sua época. E por fim o que preciso falar a trilha original do drama? Que se tornou a faixa oficial pra retratar a máfia italiana desde então.
Cara... Não sei se são os diálogos que escolheram ou clima meio nevastico nas fotografias do filme ou quem sabe a trilha sonora meia que mórbida, mas mesmo depois de todos os assassinatos em uma escalada insana a trama não escalada na tensão, parece que as coisas seguem alheia a situação de triplo homicídio. Talvez o filme fora classificado depois do tempo como "cult" por alcançar essa linha sublime em contar um caso de policia tão forte e se manter sublime e claro com muito boas atuações. E não podia deixar de registrar como a personagem da Marge me ganhou, e quando ela chega ao lago fiquei particularmente aflito que algo poderia acontecer a ela.
O personagem Mickey Haller não poderia ser ninguém além do Matt McConaughey, ele conseguem passar a malandragem e ao mesmo tempo cara de mauricinho que acaba deixando crível os acontecimentos da trama. O filme tem uma playlist de musicas muito foda que já estou viciado ouvindo em toda oportunidade, e foi muito bem escolhido porque cada faixa consegue ambientalizar bem todo cenário. Quanto a historia, por ser uma adaptação, tudo nele foi bem construído e cada cena avança bem e escalando os problemas de Mickey, tanto do passado quanto no presente, talvez pra quem não curti filmes de "juris", seja um tanto quanto cansativo.
Eu particularmente preferi este ao invés do primeiro, os personagens deste tem características psicológicas mais humanas, já o primeiro era mais caricaturas de personalidades já predisposto, tipo o peixe que era o líder do aquário no dentista ter uma postura de sargento, ou então uma tartaruga por ser surfista, logo ela vai ser chapada. Enquanto no segundo filme lidamos com uns personagens mais complexos como; o polvo. (Meu personagem favorito.) Parando de comparar com seu antecessor, o segundo filme só funciona depois de assistir o primeiro. São muitas referencias, conexões e explicações, coisa que a PIXAR sabe fazer muito bem. Contudo, a trama tem sua originalidade, com direito a Doryzinha nenê.
Cheguei a desistir antes da introdução dos personagens Toros, Garnick e Igor. Mano, sem necessidade todo esse tempo dedicado pra mostrar o universo de um filhinho de bilionário, isso deixou boa parte do filme sem direção e pra eu que já estou ficando um véio reclamão, fica duas vezes pior. Tudo bem, quando era adolescente torcia pra ter um filmezinho assim na telecine ou corujão da vida. Depois de dias ou meses, não sei, dei continuidade pra tirar do histórico de filmes e séries pra terminar de ver na plataforma. E por incrível de pareça os personagens citados no inicio deste comentário melhorou muito a narrativa, e eu acho que quem foi genial neste filme foi o diretor, porque todos do filme mostrou uma excelente atuação, sem nenhuma storytelling é possível captar a personalidade de todos. Inclusive do pai que não tem quase fala nenhuma e entregou tudo na risada no final.
Decidiram fazer um besteirol com um tema que a nerdaiada leva a sério, o que resulta? Num hate desproporcional comparada ao que o filme se propôs. Sabe, a lenda que se formou diante a este tema na internet abre margem pra ser zoada também. Até porque com um camarada desocupado pronto pra criar quebra cabeças pra tirar onda com dezenas de otários em fóruns na onion é muito fácil. Na minha humilde opinião, a qualidade de produção somada ao times de piadas soltadas no filme foi aceitável, claro que é um filme esquecível e bem mediocre mas não tem porque esse chororô.
A vida real é essa nem sempre quem faz o certo recebe a recompensa certa ou quem faz o errado colhe as coisas erradas. Não que isso seja um convite para fazer o errado, muito pelo contrário. É possível ver o quanto nosso protagonista esta a margem dos problemas, e que Lou Bloom está pronto para aceitar o resultado, mesmo que seja sua morte. E esse submundo está disposto a recompensar essa disposição dele. Este filme é só um convite para pararmos de consumir este tipo de conteúdo, onde estão preocupados com palavras de baixo calão, mas não tem um pingo de moralidade de pesar em mostrar vitimas para o publico todo ver, sem pensar nos familiares.
Pós filme a gente começa a paranoia de quantos projetos desse tentou existir, existiram, esta existindo ou vai existir. E numa empatia da Goodwin, fora descoberto algo além do que o projeto poderia ser. Claro existem diversos paradoxos que o filme levanta, problemas estruturais e respostas não dadas, que inclusive pra que a gente não termine o filme na bad (o que deveria acontecer na minha opinião) eles dão um final que chuta o balde completamente pra física. Não posso terminar essa resenha do filme sem elogiar a beleza da nossa Monaghan, que fez a sinapse do Capitão criar um universo paralelo só pra terminar a vida com a mocinha.
Essa retratação da Disney para com seus vilões está sendo, sei lá, talvez interessante? Sabe, esse universo da moda deve ser bem tosco e cruel, porque não tem uma historia que entrega um estilista moralmente aceitável. E pior que isso afeta todos, inclusive as vendedoras de lojas que se acha tão ricas quanto o publico que compra Prada. Contudo, voltando para filme, todo o trauma somado ao descaso da sociedade, se forjou uma personalidade perfeita pra fazer moda. E com essa mistura de "O Diabo veste Prada" com o "O Grande Truque", nós temos um roteiro divertido. Claro também podemos ver que existi a possibilidade de encaixar "A jornada do Herói" mesmo para vilões desde que eles não pisem muito longe da ética e que exista algo ou alguém pior. Esse é o perigo quando acontece a relativização, os parceiros delas dão ladrões e a gente acaba torcendo para que eles fujam da lei.
Tem um tempo que não assisto um filme com aquele climinha de tela quente. É um filme bem didático sobre a diferença social, mas tão caricato que trata as vezes a audiência como idiotas. Até o plot pra fazer uma reviravolta no romance foi bem ruinzinho, e o que dizer dos diálogos dos vilões e da mocinha? Digno de se assistir com uma mão na testa com vergonha de ta assistindo algo assim. Eu achei muito autoestima dos produtores e financiadores de entregar um filme sem terminar por achar que fez todo o dever de casa e a galera pedir um biz. Detalhe para o ator Christoph Waltz que na minha cabeça ele tem uma mesuras maliciosas que não encaixa bem pra fazer um personagem mocinho, fiquei o filme inteiro esperando um ele se revelar o vilão final.
Ridley Scott é um cara apaixonado em ficção cientifica, mas também é bom em contar historia, dito isso, mesmo sem vilão, soube trazer a vilania do cosmos pra dentro do roteiro que as vezes você acaba se perguntando: É possível ser tão azarado assim? Mas não importa, porque é isso que dar o combustível de acompanhar um filme pra lá de duas horas, dando até uma palinha do quão problemático e político é a agencia. Ressalva também para Matt Damon que conseguir trazer uma credibilidade para com as cenas, inclusive emagrecer bastante só pra trazer um takezinho do personagem passando por um agressivo deficit calórico. Concluindo, eu não sei se ficou longo demais deixando algumas vezes com carinho de documentário, ou informativo demais por mostrar um pouquinho dos bastidores de uma missão espacial.
Aquele roteiro abarrotado de esteroide, e as informações são dadas na ambientação, por que os diálogos são sempre pra colocar em para-lama de caminhão. Essa saída dos anos oitenta enxergando um futuro sombrio e caótico com problemas na segurança e problemas climáticos de certa forma se perpetua até nos tempos de hoje, quase quarenta anos depois. Diferente do primeiro, esse escolheu expandir conceitos e moralidade do nosso alienígena, o problema foi desenvolver esse roteiro, e parecer que o Predador consegue se teleportar por toda Los Angeles, uma hora no cemitério deixando o tenente Mike boladão, outra hora fazendo a chacina no metrô, (observação é claro pra linda mensagem; que só morreu no metrô que estava armado).
Primeira temporada atraiu um monte de telespectador doente que só querem ver violência e estupro, e quando nesta temporada reduziu a quase zero a violência, e preferiu dar uma profundidade maior aos personagens, inclusive um ar de crescimento e desenvolvimento da clériga que psicologicamente está menos amedrontada e menos chorona e bem mais ativa no grupo, salvando diversas vezes o grupo de "raids" de goblin. Outro tom interessante que o autor vez questão de mostrar é que não é pra ser a historia do maior herói e lendário que resolve conspirações ou que salva o mundo. O grupo do Goblin Slayer está disposto a resolver "quests" medianas nada convencionais que tenha goblins para matar. E o monólogo no final da temporada do protagonista levanta uma questão importante da história: Tem algo de novo pra mostrar ou vai ser sempre isso?
Essa temporada melhorou se comparada com a primeira, os personagens coadjuvantes ganharam destaques legais, o universo foi expandido e ganhou um pouco mais de originalidade, mesmo alguns cascudos no assunto de anime identificando diversos "inspirações" de outros títulos. Com um grande destaque do Gaara e Orochimaru. Foi dado uma freada no humor e trabalhou mais a parte de ação, porem estou ficando entediado em assistir essas lutas sem limitações de poder ou mana, e pra parecer algo interessante nas lutas tem de inventar de ultima hora, a bankai das varinhas ou varinhas possuídas por deuses. Acho que ta precisando colocar um limitador de força para o nosso protagonista, ou então eu não conseguirei sentir aquela emoçãozinha clichê de "quebre seus limites e supere esse obstáculo".
É inegável a inspiração com Harry Potter e One Punch Man... (Black Cover eu ainda não vi). Mas Diferente de Harry Potter, que tem aquele charme de ambiente "escolar", em Mashle as coisas acontecem muito rápido que quase não tem nada tão caprichado referente a escola. A política também é muito desleixada tratada sem seriedade é deixando as coisas só pelo humor. O humor é uma parte bem trabalhada e não da pra criticar tanto, isso porque o esse desenho se banhou das aguas que deram muito certo em "One Punch Man", trazendo um personagem alheio aos clichês que os animes tanto construíram durante os anos, e a quebra de expectativa funciona muito pra gerar a comédia em Mashle. Por fim, não sei se é porque foi dado pouco tempo pra produção, mas os coadjuvantes acabam virando lixos recicláveis e mesmo com "historinhas de flashbacks", o resultado fica meio esquizofrênico. Por exemplo:
O Lance não teve nenhum feedback até encerrar a primeira temporada, nem mesmo um pós-crédito pra dar um gancho pra segunda. Um descaso que acontece com a maioria do desenho.
O Ilusionista
3.8 1,4K Assista AgoraO filme claramente tenta pagar de cult, entregando um final alternativo em consequências ainda não vista, pra tentar trabalhar com um linha temporal "complexa", que na verdade já ta mais que manjada. Adoro o talento do Norton, mas neste filme ele parece o Neo de matrix com dor de barriga sempre com sobrancelhas franzinas e mão no estômago.
Lembro na época de meu irmão superestimar o plot twist deste filme, e deste então eu tinha este na minha lista como um tesouro pra assistir, mas puta que pariu, só o inspetor do filme que demorou pra pegar toda a "ilusão". Agora eu vou ficar sem entender como ele fez a técnica de colar a espada no chão da casa do príncipe sem ter o inspetor como aliado nisso tudo pra implantar um ímã ou sei lá.
Lilo & Stitch
3.9 619 Assista AgoraEsses filmes de princesas e tals, que aparentemente são para meninas (calma), passaram batidos por mim, na infância e juventude. Mas a cegonha me entregou uma princesinha para cuidar e estou começando a visitar tais longas que fui desinteressado por acreditar que era pro outro gênero. E ainda bem que isso aconteceu, pois a disney consegue entregar bem um historia para todas as idades e gênero. E a personagem Lilo conseguiu apertar meu coração e da minha filhota que acompanhava comigo quem apertou foi o Stitch, que também arrancou boas risadas da gente.
Ratatouille
3.9 1,3K Assista AgoraEsse filme é mágico, ele consegue nós jogar dentro de um crise existencial de um ratinho na França, e entregar alguns problemas adultos, nesse charme de uma peculiaridade historia fantástica. Os detalhes são tão bem pensados por Brad Bird, que consegue nos entregar vilões e na mesma velocidade tomar de volta, dar o valor da jornada do protagonista que é o Remy e entregar personagens como de Linguini e atribuir características que não roube espaço do protagonismo. E tudo isso em um cenário nada romântico que é o mundo gastronômico de restaurantes lutando por estrelas.
Jujutsu Kaisen (3ª Temporada)
4.0 17 Assista AgoraCameras com parkison, brilhos parecendo desfile de carnaval e uma necessidade de criar termos complexos mas se for analisar são tão rasos quanto piscina de criança. Pronto assim se resumi completamente essa temporada. O bom se deixarmos todo o senso critico de lado, a historia se catapulta pra frente deixando as coisa frenéticas demais, assim o anime acaba como um reel de instagram ou short de youtube ou até mesmo um video do teco teco, do jeito que a juventude de hoje gosta, onde o maior foco é luta épicas.
Super Mario Galaxy: O Filme
3.4 81Visualmente eu achei esse longa impecável, levei minha filha de três anos e ela conseguiu se manter concentrada o tempo todo, mas ela também já viu duas vezes o primeiro filme e sempre que da eu apresento um personagem ou outro da Nintendo (por exemplo, ela conhece os pikimins, e quando o longa mostra mesmo que em pouco frame eles, só ela gritou "OLHA OS PIKIMINS", e olha que tinha um guri atrás gritando o nome de geral, mas não conheceu eles).
Não dar pra cobrar muito tecnicamente de um filme infantil, mas o antagonismo ficou meio quebrado com Bowser sem posicionamento juntamente com seu filho. Contudo, filme procurou dar todos os salves pra galera retro e ainda deu muito conteúdo pra galera de agora.
Fallout (2ª Temporada)
3.6 99 Assista AgoraManteve um ritmo interessante igual a primeira temporada, mas pra como "story telling" deu umas derrapadas entregando muita informação em alguns pontos e segurando informações. Por exemplo, o que o sr. MacLean passou em tela parece que passou um bom tempo de pesquisa e juntando um arsenal de cobaias pra no fim encontrar com a filha, que seus acontecimentos não coincidem com tempo passado em sincronia do seu pai.
As coisas no Refugio estão ficando um tanto desinteressante caso não deem mais atenção para um mistério além do Bud. Contudo pra uma adaptação de jogo, está bem caricato e com uma lore fidedigna ao que a mídia original oferece.
O Sobrevivente
3.2 267 Assista AgoraBasicamente o filme é uma mídia para o publico masculino sem qualquer pretensão pra pensar num domingo a noite. E no final quer pagar de cult criticando o publico que consome muita televisão e que se continuar assim a sociedade vai querer consumir conteúdos violentos, mas estamos em dois mil e vinte e cinco e não temos nem mais propaganda de cigarro pra assistir. O que mais foi interessante neste longa, foi os figurinos meios que punks em uma sociedade distópica. Claro também vermos a péssima atuação do nosso governador brutucu. Vale assistir num dominguinho de tédio.
Cão de Briga
3.6 452 Assista AgoraFilme no começo tem uma edição psicodélica, e pra dar mais tontura colocam um enquadramento fechado. Acho que tentaram fazer dessa forma, porque o único ator que tinha algum talento era o Bob Hoskins, tanto que ele fica quase que numa porra de monologo, e o nosso protagonista Jet Li estava aprendendo o idioma por isso encaixou-se perfeitamente ao personagem. Depois da metade filmado o projeto ganhou um orçamento maior e conseguiram consertar as coisas e colocaram uma moça promissora e um veterano nada mais nada menos que Morgan Freeman.
Não podia sair daqui sem elogiar essas coreografias absurdas de lutas no inicio dos anos 2000, que pra mim, era super charmosas e marcaram o cinema.
O Poderoso Chefão: Parte II
4.6 1,2K Assista AgoraEste filme sem duvidas foi dificílimo de produzir, digo isso em representar uma Nova Iorque nos inícios do século vinte, colocar em fotografia aceitável da Sicília, um pouco do paraíso da Florida e então em crise Cuba. A trama mescla e contrasta na escalada ao poder de dois Dons na mesma família, e como ambos conseguem ter criações diferentes e se tornarem lideres respeitados de formas totalmente diferente. Esta segunda parte consegue ser uma obra melhor que a primeira por trabalhar nuances psicológicas melhor, ambientalizar a estrutura política e não ficar só nos problemas e guerras em famílias. Ápice pra transformação manipuladora de Michael pra mim foi ele dando o nome dentro de uma lista de quem ele acha que tentou matar ele, jogando um contra o outro.
O Poderoso Chefão
4.7 3,0K Assista AgoraNão da pra ficar enchendo tanto a bola deste filme, porque com toda certeza você já ouviu todos os elogios que esta trama pode ter recebido. E o ponto forte que pode fazer a maioria da nova geração desistir são os diálogos icônicos, claro, somados a atuações dos monstros.
Lembrando que essa obra é dos anos 70, retratando os anos 40. Então você vai perceber o capricho que tiveram também no figurino, fotografias e até mesmo os carros, que pra geração atual vai parecer que foi trabalho nenhum afinal tudo é antigo, mas que na verdade somou pra ter sido um filme aclamado desde da sua época.
E por fim o que preciso falar a trilha original do drama? Que se tornou a faixa oficial pra retratar a máfia italiana desde então.
Fargo: Uma Comédia de Erros
3.9 979 Assista AgoraCara... Não sei se são os diálogos que escolheram ou clima meio nevastico nas fotografias do filme ou quem sabe a trilha sonora meia que mórbida, mas mesmo depois de todos os assassinatos em uma escalada insana a trama não escalada na tensão, parece que as coisas seguem alheia a situação de triplo homicídio.
Talvez o filme fora classificado depois do tempo como "cult" por alcançar essa linha sublime em contar um caso de policia tão forte e se manter sublime e claro com muito boas atuações. E não podia deixar de registrar como a personagem da Marge me ganhou, e quando ela chega ao lago fiquei particularmente aflito que algo poderia acontecer a ela.
O Poder e a Lei
3.8 623 Assista grátisO personagem Mickey Haller não poderia ser ninguém além do Matt McConaughey, ele conseguem passar a malandragem e ao mesmo tempo cara de mauricinho que acaba deixando crível os acontecimentos da trama.
O filme tem uma playlist de musicas muito foda que já estou viciado ouvindo em toda oportunidade, e foi muito bem escolhido porque cada faixa consegue ambientalizar bem todo cenário.
Quanto a historia, por ser uma adaptação, tudo nele foi bem construído e cada cena avança bem e escalando os problemas de Mickey, tanto do passado quanto no presente, talvez pra quem não curti filmes de "juris", seja um tanto quanto cansativo.
Procurando Dory
4.0 1,8K Assista AgoraEu particularmente preferi este ao invés do primeiro, os personagens deste tem características psicológicas mais humanas, já o primeiro era mais caricaturas de personalidades já predisposto, tipo o peixe que era o líder do aquário no dentista ter uma postura de sargento, ou então uma tartaruga por ser surfista, logo ela vai ser chapada. Enquanto no segundo filme lidamos com uns personagens mais complexos como; o polvo. (Meu personagem favorito.)
Parando de comparar com seu antecessor, o segundo filme só funciona depois de assistir o primeiro. São muitas referencias, conexões e explicações, coisa que a PIXAR sabe fazer muito bem. Contudo, a trama tem sua originalidade, com direito a Doryzinha nenê.
Anora
3.4 1,2K Assista AgoraCheguei a desistir antes da introdução dos personagens Toros, Garnick e Igor. Mano, sem necessidade todo esse tempo dedicado pra mostrar o universo de um filhinho de bilionário, isso deixou boa parte do filme sem direção e pra eu que já estou ficando um véio reclamão, fica duas vezes pior. Tudo bem, quando era adolescente torcia pra ter um filmezinho assim na telecine ou corujão da vida.
Depois de dias ou meses, não sei, dei continuidade pra tirar do histórico de filmes e séries pra terminar de ver na plataforma. E por incrível de pareça os personagens citados no inicio deste comentário melhorou muito a narrativa, e eu acho que quem foi genial neste filme foi o diretor, porque todos do filme mostrou uma excelente atuação, sem nenhuma storytelling é possível captar a personalidade de todos. Inclusive do pai que não tem quase fala nenhuma e entregou tudo na risada no final.
Cicada 3301
1.9 12 Assista AgoraDecidiram fazer um besteirol com um tema que a nerdaiada leva a sério, o que resulta? Num hate desproporcional comparada ao que o filme se propôs. Sabe, a lenda que se formou diante a este tema na internet abre margem pra ser zoada também. Até porque com um camarada desocupado pronto pra criar quebra cabeças pra tirar onda com dezenas de otários em fóruns na onion é muito fácil.
Na minha humilde opinião, a qualidade de produção somada ao times de piadas soltadas no filme foi aceitável, claro que é um filme esquecível e bem mediocre mas não tem porque esse chororô.
O Abutre
4.0 2,6K Assista AgoraA vida real é essa nem sempre quem faz o certo recebe a recompensa certa ou quem faz o errado colhe as coisas erradas. Não que isso seja um convite para fazer o errado, muito pelo contrário. É possível ver o quanto nosso protagonista esta a margem dos problemas, e que Lou Bloom está pronto para aceitar o resultado, mesmo que seja sua morte. E esse submundo está disposto a recompensar essa disposição dele.
Este filme é só um convite para pararmos de consumir este tipo de conteúdo, onde estão preocupados com palavras de baixo calão, mas não tem um pingo de moralidade de pesar em mostrar vitimas para o publico todo ver, sem pensar nos familiares.
Contra o Tempo
3.8 2,0K Assista AgoraPós filme a gente começa a paranoia de quantos projetos desse tentou existir, existiram, esta existindo ou vai existir. E numa empatia da Goodwin, fora descoberto algo além do que o projeto poderia ser.
Claro existem diversos paradoxos que o filme levanta, problemas estruturais e respostas não dadas, que inclusive pra que a gente não termine o filme na bad (o que deveria acontecer na minha opinião) eles dão um final que chuta o balde completamente pra física.
Não posso terminar essa resenha do filme sem elogiar a beleza da nossa Monaghan, que fez a sinapse do Capitão criar um universo paralelo só pra terminar a vida com a mocinha.
Cruella
4.0 1,4K Assista AgoraEssa retratação da Disney para com seus vilões está sendo, sei lá, talvez interessante? Sabe, esse universo da moda deve ser bem tosco e cruel, porque não tem uma historia que entrega um estilista moralmente aceitável. E pior que isso afeta todos, inclusive as vendedoras de lojas que se acha tão ricas quanto o publico que compra Prada.
Contudo, voltando para filme, todo o trauma somado ao descaso da sociedade, se forjou uma personalidade perfeita pra fazer moda. E com essa mistura de "O Diabo veste Prada" com o "O Grande Truque", nós temos um roteiro divertido. Claro também podemos ver que existi a possibilidade de encaixar "A jornada do Herói" mesmo para vilões desde que eles não pisem muito longe da ética e que exista algo ou alguém pior. Esse é o perigo quando acontece a relativização, os parceiros delas dão ladrões e a gente acaba torcendo para que eles fujam da lei.
Alita: Anjo de Combate
3.6 838 Assista AgoraTem um tempo que não assisto um filme com aquele climinha de tela quente. É um filme bem didático sobre a diferença social, mas tão caricato que trata as vezes a audiência como idiotas. Até o plot pra fazer uma reviravolta no romance foi bem ruinzinho, e o que dizer dos diálogos dos vilões e da mocinha? Digno de se assistir com uma mão na testa com vergonha de ta assistindo algo assim. Eu achei muito autoestima dos produtores e financiadores de entregar um filme sem terminar por achar que fez todo o dever de casa e a galera pedir um biz.
Detalhe para o ator Christoph Waltz que na minha cabeça ele tem uma mesuras maliciosas que não encaixa bem pra fazer um personagem mocinho, fiquei o filme inteiro esperando um ele se revelar o vilão final.
Perdido em Marte
4.0 2,4K Assista AgoraRidley Scott é um cara apaixonado em ficção cientifica, mas também é bom em contar historia, dito isso, mesmo sem vilão, soube trazer a vilania do cosmos pra dentro do roteiro que as vezes você acaba se perguntando: É possível ser tão azarado assim? Mas não importa, porque é isso que dar o combustível de acompanhar um filme pra lá de duas horas, dando até uma palinha do quão problemático e político é a agencia.
Ressalva também para Matt Damon que conseguir trazer uma credibilidade para com as cenas, inclusive emagrecer bastante só pra trazer um takezinho do personagem passando por um agressivo deficit calórico.
Concluindo, eu não sei se ficou longo demais deixando algumas vezes com carinho de documentário, ou informativo demais por mostrar um pouquinho dos bastidores de uma missão espacial.
Predador 2: A Caçada Continua
3.2 324 Assista AgoraAquele roteiro abarrotado de esteroide, e as informações são dadas na ambientação, por que os diálogos são sempre pra colocar em para-lama de caminhão. Essa saída dos anos oitenta enxergando um futuro sombrio e caótico com problemas na segurança e problemas climáticos de certa forma se perpetua até nos tempos de hoje, quase quarenta anos depois.
Diferente do primeiro, esse escolheu expandir conceitos e moralidade do nosso alienígena, o problema foi desenvolver esse roteiro, e parecer que o Predador consegue se teleportar por toda Los Angeles, uma hora no cemitério deixando o tenente Mike boladão, outra hora fazendo a chacina no metrô, (observação é claro pra linda mensagem; que só morreu no metrô que estava armado).
Goblin Slayer (2ª Temporada)
3.3 10 Assista AgoraPrimeira temporada atraiu um monte de telespectador doente que só querem ver violência e estupro, e quando nesta temporada reduziu a quase zero a violência, e preferiu dar uma profundidade maior aos personagens, inclusive um ar de crescimento e desenvolvimento da clériga que psicologicamente está menos amedrontada e menos chorona e bem mais ativa no grupo, salvando diversas vezes o grupo de "raids" de goblin.
Outro tom interessante que o autor vez questão de mostrar é que não é pra ser a historia do maior herói e lendário que resolve conspirações ou que salva o mundo. O grupo do Goblin Slayer está disposto a resolver "quests" medianas nada convencionais que tenha goblins para matar. E o monólogo no final da temporada do protagonista levanta uma questão importante da história: Tem algo de novo pra mostrar ou vai ser sempre isso?
Mashle (2ª Temporada)
3.7 14Essa temporada melhorou se comparada com a primeira, os personagens coadjuvantes ganharam destaques legais, o universo foi expandido e ganhou um pouco mais de originalidade, mesmo alguns cascudos no assunto de anime identificando diversos "inspirações" de outros títulos. Com um grande destaque do Gaara e Orochimaru.
Foi dado uma freada no humor e trabalhou mais a parte de ação, porem estou ficando entediado em assistir essas lutas sem limitações de poder ou mana, e pra parecer algo interessante nas lutas tem de inventar de ultima hora, a bankai das varinhas ou varinhas possuídas por deuses.
Acho que ta precisando colocar um limitador de força para o nosso protagonista, ou então eu não conseguirei sentir aquela emoçãozinha clichê de "quebre seus limites e supere esse obstáculo".
Mashle (1ª Temporada)
3.8 32 Assista AgoraÉ inegável a inspiração com Harry Potter e One Punch Man... (Black Cover eu ainda não vi). Mas Diferente de Harry Potter, que tem aquele charme de ambiente "escolar", em Mashle as coisas acontecem muito rápido que quase não tem nada tão caprichado referente a escola. A política também é muito desleixada tratada sem seriedade é deixando as coisas só pelo humor.
O humor é uma parte bem trabalhada e não da pra criticar tanto, isso porque o esse desenho se banhou das aguas que deram muito certo em "One Punch Man", trazendo um personagem alheio aos clichês que os animes tanto construíram durante os anos, e a quebra de expectativa funciona muito pra gerar a comédia em Mashle.
Por fim, não sei se é porque foi dado pouco tempo pra produção, mas os coadjuvantes acabam virando lixos recicláveis e mesmo com "historinhas de flashbacks", o resultado fica meio esquizofrênico. Por exemplo:
O Lance não teve nenhum feedback até encerrar a primeira temporada, nem mesmo um pós-crédito pra dar um gancho pra segunda. Um descaso que acontece com a maioria do desenho.