Neste arco Togashi nos apresenta um sistema de poder e habilidade mais criativo e interessante já feito em animes que vi até então. Com o complexo "Nen" introduzido, nos deu uma palhinha de como as lutas em Hunter x Hunter serão objetivas e nem um pouco "overpower" igual outros shonen, saindo na mesmice e abrindo um leque de originalidade e esquisitices. Fica aqui minha admiração da força do Killua que mesmo no básico do Nen, colocou no bolso os veteranos de andar.
Aparentemente conseguiram achar a forma do bolo para episódios consistente, quando não estão expandindo os personagens ou os eventos canônicos, estão usando referencias do mundo e cultura pop. E a liberdade que dão para as adaptações na dublagens acabam deixando o publico aqui no Brasil mais inteirado das piadas "americanas" que o show costuma fazer bem. E fico satisfeito que não deixaram se tornar refém da fã base doentia que a série no inicio conquistou.
Rick and Morty voltou a sua essência, mas claro com cada personagem sofrendo seus avanços na trama. Não teve nenhum episódio desperdiçado tentando dar sermão na fan base ou experimental que não condiz com a formula já acertada nas primeiras temporadas. O episódio da páscoa equilibrou bem as balanças quanto ao episódio do pé grande. Na verdade as criticas sociais em nesta série é ao mesmo tempo tão rasa que transborda no surrealismo dado a psicologia dos personagens.
Achei começo um tanto desinteressante pois não sabia do valor cultural japonês. Fiquei de cara, pois dentro do folclore xintoísta a gente consegue ver mais uma costura que a bíblia faz para seu livro, uma criança abandonada no rio e trazendo pragas para terra do senhor local. Depois da metade o ritmo da historia fica um tanto que interessante. A animação e os ritmo da lutar foi muito bem produzidos.
Típico anime final da década de 2000, personagens zoiúdos com cabelinhos excêntricos e expressões exageradas. Ai tem uma escola, e algo sobrenatural acontecendo. Só consegui terminar porque ficava aparecendo na minha aba de "terminar de ver", e eu to com um espírito de terminar tudo que comecei. A historia é tão curtinha e essa premissa de matar e voltar acaba perdendo empatia durante as cenas de ação, ou seja, os personagens por já terem designer clichês acabam sendo esquecíveis também. Sem tirar as incoerências e pontas soltas.
Japoneses e suas taras em fazer um harem pros protagonistas. Pelo menos o protagonista aqui é até então moralmente bom, com características de um homem psicologicamente saudável, mesmo eu achando que biologicamente o ovos deles estariam igual um radar procurando uma moça para se fecundar, afinal tudo indica ele ser um virgem de seus 40 e poucos anos. Se tratando da historia essa ideia de ele ter feito diversos alunos pro mundo legal, mas só isso não conta historia, precisa-se ter algo mais denso, que tudo indica caminhar pra essa ideia de "magia x sacramento".
Após dar valor a existência de Rudeus lhe dando uma família e um ponto a se voltar, acredito que vai ser importante pra narrativa futuro pro autor, essa parte volta a explorar as mecânicas e expansão desse mundo aparentemente rico para se acompanhar. Tem pontos altos para o drama, mostrando que quando tiver que morrer alguém por escolhas erradas, vai acontecer. Ainda continua pecando no excesso de Ecchi, e pelo visto não vai parar, porque a intenção do autor é fazer um harem pro Rudeus.
A ideia do autor claramente quando teve de construir um personagem desde a infância até sei la onde, passou pela cabeça dele fazer um romance estilo Hogwarts. Acontece que depois da saga no continente Demônio, dar uma freada assim na expansão de universo e passar a desenvolver esse lado sentimental, perde um tanto a mão. Tudo se resumi se congela ao redor, pra dar um romancezinho adolescente pro protagonista. Na minha opinião, aqui devia passar antes do continente Demônio.
Aqui as coisas começam a ter um ponto de curiosidade e a performática da obra fica mais original dando um ar de mmoRPG, pros fãs disso. Os personagens tendem a ser trabalhados melhor psicologicamente. O problema do ecchi para com mulheres muito jovens continua. Contudo, passa a ter uma expansão de um mundo bem complexo e politicamente bem definido no background.
Daria pra substituir essa pegada de encarnação de um fracassado performando num "corpo" mais bonito e forte. Meio que filosoficamente nos dar uma sensação de somos fracassados porque fomos criado pra ser. Contudo, as coisas ficam pior quando o autor tenta dar humor a pederastia do então encarnado sobre corpos mal desenvolvidos de mulheres. Fica numa linha tênue do abandonável. Mas tirando toda essa problematização resta uma história fantástica, com conteúdos deveras clichês, salvando em originalidade alguma coisa ou outra.
O que eu mais gostei de fazer com este filme foi começar assistir sem pesquisar nada sobre. Porque a narrativa desde filme é tão tão gostosinha que a medida que avança mais curioso a gente vai ficando. As vezes tramas que contam passado com o presente fica muito desinteressante pelo menos um da linha temporal, o que não acontece aqui.
Minha filha completou seus quatro aninhos e brincando com ela fazendo sons de dinossauro, ela meio que não tava conectado comigo. Então passou pela minha cabeça: Humm, acho que já está na hora de apresentar este clássico pra ela. Afinal as pouquíssimas cenas de CGI somado as cenas com robotronics iria fazer ela imergir facilmente, assim como eu fiz na época. Problema é que ela ficou triste quando o T-Rex "comeu" o carro. Incrivelmente único momentos que ela demonstrou empatia.
Um filme dinâmico, cheio de mensagens assim como soube trabalhar com areas cinzas de personalidades de personagens trazendo perfeitamente a humanidade que cada um carrega. Defeitos e qualidades. A animação não tem nada fora do comum mas a trilha somado ao drama da pra se emocionar com as partes dramáticas. Muito bom assistir em família.
Retraticamente impecável, o uso de filtro aqui acompanha os sobreviventes e cada vez ficando monocromático. A trama vai mergulhando num imenso pessimismo que de certa forma vamos ficando neuróticos a cada take, querendo ajudar e opinar nas escolhas do personagem Pai. E o pior é que a única coisa boa que acontece com os protagonista, deixa o final tão ambíguo que eu acredito que não foi um final estilo fabula da disney não.
Quando você da muito fermento pra um episódio de "Além da Imaginação", depois que a massa cresceu não souberam como assar a ideia e terminamos o filme sem saber se a critica foi a paternidade ou ao estado. O longa teve um ritmo bom no começo e no decorrer da historia a atuação Vikander segura nossa atenção com todo o mistério e loucura, mas o roteirista não teve coragem de entregar um filme com a personagem da Olsen
segurando o bebe artificial e rejeitando por não ter cheiro.
Teve que cagar querendo explicar mais sobre o estado e a profissão da Virginia. E sabe o que é pior? Que mesmo com todas explicações, as pontas ficaram soltas de outra forma saindo de um final indigesto e reflexivo para um final "foda-se".
Aquele típico filme pra dizer que os culpados dos tráficos humanos são os próprios conterrâneos em seus países de terceiro mundo. E que a justiça "norte-americana" virá como um cavaleiro num cavalo branco salvar os escravos deles mesmo. Uma cena que o estado estadunidense é conivente com trafico humano, que em uma rápida conta de cabeça de uma empresa que lava dinheiro é possível encontrar os vestígios desse crime nojento. Sabe o que é pior? Que esse filme consegue esconder com subtema sobre autismo, depois entregar pra gente que tudo tem um final feliz.
Filme feito por um fetichista para um publico fetichista, vulgo adoradores de serial killers. Não tem nada psicológico ou psiquiatra que podemos tirar do longa, se não um amontoado de culpabilidade matriarcal, colegial e social. Um traço psicopata que é a fissura por animal e por fim o abatimento deles, podem gerar confusão com hiperfoco de outras crianças, que erroneamente podem conduzir a um diagnóstico domiciliar dos próprios pais.
Eu consigo ver esse mundo antes do século XXIII, em nossa realidade. Achei bem pé no chão, situações e problemas sociais que dar pra enxergar a humanidade passando. Claro que a trama a gente passeia mais nas ideias do robôs, mas ficou sutil que o estado não tinha nenhum controle cultural. A detetive meio que vagueia pelos assassinatos como se não investigasse teria um fim corporativo, com robôs sendo reciclados e humanos cremados. Se a arte fosse um pouco mais chamativa e a historia menos alheia a proposta final, seria um filme gostoso de ver de novo pra prestar atenção nos detalhes.
O filme claramente tenta pagar de cult, entregando um final alternativo em consequências ainda não vista, pra tentar trabalhar com um linha temporal "complexa", que na verdade já ta mais que manjada. Adoro o talento do Norton, mas neste filme ele parece o Neo de matrix com dor de barriga sempre com sobrancelhas franzinas e mão no estômago. Lembro na época de meu irmão superestimar o plot twist deste filme, e deste então eu tinha este na minha lista como um tesouro pra assistir, mas puta que pariu, só o inspetor do filme que demorou pra pegar toda a "ilusão". Agora eu vou ficar sem entender como ele fez a técnica de colar a espada no chão da casa do príncipe sem ter o inspetor como aliado nisso tudo pra implantar um ímã ou sei lá.
Esses filmes de princesas e tals, que aparentemente são para meninas (calma), passaram batidos por mim, na infância e juventude. Mas a cegonha me entregou uma princesinha para cuidar e estou começando a visitar tais longas que fui desinteressado por acreditar que era pro outro gênero. E ainda bem que isso aconteceu, pois a disney consegue entregar bem um historia para todas as idades e gênero. E a personagem Lilo conseguiu apertar meu coração e da minha filhota que acompanhava comigo quem apertou foi o Stitch, que também arrancou boas risadas da gente.
Esse filme é mágico, ele consegue nós jogar dentro de um crise existencial de um ratinho na França, e entregar alguns problemas adultos, nesse charme de uma peculiaridade historia fantástica. Os detalhes são tão bem pensados por Brad Bird, que consegue nos entregar vilões e na mesma velocidade tomar de volta, dar o valor da jornada do protagonista que é o Remy e entregar personagens como de Linguini e atribuir características que não roube espaço do protagonismo. E tudo isso em um cenário nada romântico que é o mundo gastronômico de restaurantes lutando por estrelas.
Cameras com parkison, brilhos parecendo desfile de carnaval e uma necessidade de criar termos complexos mas se for analisar são tão rasos quanto piscina de criança. Pronto assim se resumi completamente essa temporada. O bom se deixarmos todo o senso critico de lado, a historia se catapulta pra frente deixando as coisa frenéticas demais, assim o anime acaba como um reel de instagram ou short de youtube ou até mesmo um video do teco teco, do jeito que a juventude de hoje gosta, onde o maior foco é luta épicas.
Visualmente eu achei esse longa impecável, levei minha filha de três anos e ela conseguiu se manter concentrada o tempo todo, mas ela também já viu duas vezes o primeiro filme e sempre que da eu apresento um personagem ou outro da Nintendo (por exemplo, ela conhece os pikimins, e quando o longa mostra mesmo que em pouco frame eles, só ela gritou "OLHA OS PIKIMINS", e olha que tinha um guri atrás gritando o nome de geral, mas não conheceu eles).
Não dar pra cobrar muito tecnicamente de um filme infantil, mas o antagonismo ficou meio quebrado com Bowser sem posicionamento juntamente com seu filho. Contudo, filme procurou dar todos os salves pra galera retro e ainda deu muito conteúdo pra galera de agora.
Manteve um ritmo interessante igual a primeira temporada, mas pra como "story telling" deu umas derrapadas entregando muita informação em alguns pontos e segurando informações. Por exemplo, o que o sr. MacLean passou em tela parece que passou um bom tempo de pesquisa e juntando um arsenal de cobaias pra no fim encontrar com a filha, que seus acontecimentos não coincidem com tempo passado em sincronia do seu pai. As coisas no Refugio estão ficando um tanto desinteressante caso não deem mais atenção para um mistério além do Bud. Contudo pra uma adaptação de jogo, está bem caricato e com uma lore fidedigna ao que a mídia original oferece.
Hunter x Hunter II (Arco 3: Torre Celestial)
4.3 26Neste arco Togashi nos apresenta um sistema de poder e habilidade mais criativo e interessante já feito em animes que vi até então. Com o complexo "Nen" introduzido, nos deu uma palhinha de como as lutas em Hunter x Hunter serão objetivas e nem um pouco "overpower" igual outros shonen, saindo na mesmice e abrindo um leque de originalidade e esquisitices. Fica aqui minha admiração da força do Killua que mesmo no básico do Nen, colocou no bolso os veteranos de andar.
Rick and Morty (9ª Temporada)
4.0 32Aparentemente conseguiram achar a forma do bolo para episódios consistente, quando não estão expandindo os personagens ou os eventos canônicos, estão usando referencias do mundo e cultura pop. E a liberdade que dão para as adaptações na dublagens acabam deixando o publico aqui no Brasil mais inteirado das piadas "americanas" que o show costuma fazer bem. E fico satisfeito que não deixaram se tornar refém da fã base doentia que a série no inicio conquistou.
Rick and Morty (8ª Temporada)
3.8 54Rick and Morty voltou a sua essência, mas claro com cada personagem sofrendo seus avanços na trama. Não teve nenhum episódio desperdiçado tentando dar sermão na fan base ou experimental que não condiz com a formula já acertada nas primeiras temporadas. O episódio da páscoa equilibrou bem as balanças quanto ao episódio do pé grande. Na verdade as criticas sociais em nesta série é ao mesmo tempo tão rasa que transborda no surrealismo dado a psicologia dos personagens.
Dororo
4.3 87 Assista AgoraAchei começo um tanto desinteressante pois não sabia do valor cultural japonês. Fiquei de cara, pois dentro do folclore xintoísta a gente consegue ver mais uma costura que a bíblia faz para seu livro, uma criança abandonada no rio e trazendo pragas para terra do senhor local. Depois da metade o ritmo da historia fica um tanto que interessante. A animação e os ritmo da lutar foi muito bem produzidos.
Angel Beats!
3.9 101Típico anime final da década de 2000, personagens zoiúdos com cabelinhos excêntricos e expressões exageradas. Ai tem uma escola, e algo sobrenatural acontecendo. Só consegui terminar porque ficava aparecendo na minha aba de "terminar de ver", e eu to com um espírito de terminar tudo que comecei. A historia é tão curtinha e essa premissa de matar e voltar acaba perdendo empatia durante as cenas de ação, ou seja, os personagens por já terem designer clichês acabam sendo esquecíveis também. Sem tirar as incoerências e pontas soltas.
Katainaka no Ossan, Kensei ni Naru (1ª Temporada)
3.3 7 Assista AgoraJaponeses e suas taras em fazer um harem pros protagonistas. Pelo menos o protagonista aqui é até então moralmente bom, com características de um homem psicologicamente saudável, mesmo eu achando que biologicamente o ovos deles estariam igual um radar procurando uma moça para se fecundar, afinal tudo indica ele ser um virgem de seus 40 e poucos anos. Se tratando da historia essa ideia de ele ter feito diversos alunos pro mundo legal, mas só isso não conta historia, precisa-se ter algo mais denso, que tudo indica caminhar pra essa ideia de "magia x sacramento".
Mushoku Tensei (2ª Temporada: Parte 2)
3.9 8 Assista AgoraApós dar valor a existência de Rudeus lhe dando uma família e um ponto a se voltar, acredito que vai ser importante pra narrativa futuro pro autor, essa parte volta a explorar as mecânicas e expansão desse mundo aparentemente rico para se acompanhar. Tem pontos altos para o drama, mostrando que quando tiver que morrer alguém por escolhas erradas, vai acontecer. Ainda continua pecando no excesso de Ecchi, e pelo visto não vai parar, porque a intenção do autor é fazer um harem pro Rudeus.
Mushoku Tensei (2ª Temporada: Parte 1)
3.8 8 Assista AgoraA ideia do autor claramente quando teve de construir um personagem desde a infância até sei la onde, passou pela cabeça dele fazer um romance estilo Hogwarts. Acontece que depois da saga no continente Demônio, dar uma freada assim na expansão de universo e passar a desenvolver esse lado sentimental, perde um tanto a mão. Tudo se resumi se congela ao redor, pra dar um romancezinho adolescente pro protagonista. Na minha opinião, aqui devia passar antes do continente Demônio.
Mushoku Tensei (1ª Temporada: Parte 2)
4.1 13 Assista AgoraAqui as coisas começam a ter um ponto de curiosidade e a performática da obra fica mais original dando um ar de mmoRPG, pros fãs disso. Os personagens tendem a ser trabalhados melhor psicologicamente. O problema do ecchi para com mulheres muito jovens continua. Contudo, passa a ter uma expansão de um mundo bem complexo e politicamente bem definido no background.
Mushoku Tensei (1ª Temporada: Parte 1)
4.0 22 Assista AgoraDaria pra substituir essa pegada de encarnação de um fracassado performando num "corpo" mais bonito e forte. Meio que filosoficamente nos dar uma sensação de somos fracassados porque fomos criado pra ser. Contudo, as coisas ficam pior quando o autor tenta dar humor a pederastia do então encarnado sobre corpos mal desenvolvidos de mulheres. Fica numa linha tênue do abandonável. Mas tirando toda essa problematização resta uma história fantástica, com conteúdos deveras clichês, salvando em originalidade alguma coisa ou outra.
Devoradores de Estrelas
4.0 798 Assista AgoraO que eu mais gostei de fazer com este filme foi começar assistir sem pesquisar nada sobre. Porque a narrativa desde filme é tão tão gostosinha que a medida que avança mais curioso a gente vai ficando. As vezes tramas que contam passado com o presente fica muito desinteressante pelo menos um da linha temporal, o que não acontece aqui.
Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros
3.9 1,7K Assista AgoraMinha filha completou seus quatro aninhos e brincando com ela fazendo sons de dinossauro, ela meio que não tava conectado comigo. Então passou pela minha cabeça: Humm, acho que já está na hora de apresentar este clássico pra ela. Afinal as pouquíssimas cenas de CGI somado as cenas com robotronics iria fazer ela imergir facilmente, assim como eu fiz na época. Problema é que ela ficou triste quando o T-Rex "comeu" o carro. Incrivelmente único momentos que ela demonstrou empatia.
Abominável
3.8 227 Assista AgoraUm filme dinâmico, cheio de mensagens assim como soube trabalhar com areas cinzas de personalidades de personagens trazendo perfeitamente a humanidade que cada um carrega. Defeitos e qualidades. A animação não tem nada fora do comum mas a trilha somado ao drama da pra se emocionar com as partes dramáticas. Muito bom assistir em família.
A Estrada
3.6 1,3K Assista AgoraRetraticamente impecável, o uso de filtro aqui acompanha os sobreviventes e cada vez ficando monocromático. A trama vai mergulhando num imenso pessimismo que de certa forma vamos ficando neuróticos a cada take, querendo ajudar e opinar nas escolhas do personagem Pai.
E o pior é que a única coisa boa que acontece com os protagonista, deixa o final tão ambíguo que eu acredito que não foi um final estilo fabula da disney não.
A Avaliação
3.5 160 Assista AgoraQuando você da muito fermento pra um episódio de "Além da Imaginação", depois que a massa cresceu não souberam como assar a ideia e terminamos o filme sem saber se a critica foi a paternidade ou ao estado. O longa teve um ritmo bom no começo e no decorrer da historia a atuação Vikander segura nossa atenção com todo o mistério e loucura, mas o roteirista não teve coragem de entregar um filme com a personagem da Olsen
segurando o bebe artificial e rejeitando por não ter cheiro.
Teve que cagar querendo explicar mais sobre o estado e a profissão da Virginia. E sabe o que é pior? Que mesmo com todas explicações, as pontas ficaram soltas de outra forma saindo de um final indigesto e reflexivo para um final "foda-se".
O Contador 2
3.3 186 Assista AgoraAquele típico filme pra dizer que os culpados dos tráficos humanos são os próprios conterrâneos em seus países de terceiro mundo. E que a justiça "norte-americana" virá como um cavaleiro num cavalo branco salvar os escravos deles mesmo. Uma cena que o estado estadunidense é conivente com trafico humano, que em uma rápida conta de cabeça de uma empresa que lava dinheiro é possível encontrar os vestígios desse crime nojento. Sabe o que é pior? Que esse filme consegue esconder com subtema sobre autismo, depois entregar pra gente que tudo tem um final feliz.
O Despertar de um Assassino
3.0 216Filme feito por um fetichista para um publico fetichista, vulgo adoradores de serial killers. Não tem nada psicológico ou psiquiatra que podemos tirar do longa, se não um amontoado de culpabilidade matriarcal, colegial e social. Um traço psicopata que é a fissura por animal e por fim o abatimento deles, podem gerar confusão com hiperfoco de outras crianças, que erroneamente podem conduzir a um diagnóstico domiciliar dos próprios pais.
Mars Express
3.9 25 Assista AgoraEu consigo ver esse mundo antes do século XXIII, em nossa realidade. Achei bem pé no chão, situações e problemas sociais que dar pra enxergar a humanidade passando. Claro que a trama a gente passeia mais nas ideias do robôs, mas ficou sutil que o estado não tinha nenhum controle cultural. A detetive meio que vagueia pelos assassinatos como se não investigasse teria um fim corporativo, com robôs sendo reciclados e humanos cremados. Se a arte fosse um pouco mais chamativa e a historia menos alheia a proposta final, seria um filme gostoso de ver de novo pra prestar atenção nos detalhes.
O Ilusionista
3.8 1,4K Assista AgoraO filme claramente tenta pagar de cult, entregando um final alternativo em consequências ainda não vista, pra tentar trabalhar com um linha temporal "complexa", que na verdade já ta mais que manjada. Adoro o talento do Norton, mas neste filme ele parece o Neo de matrix com dor de barriga sempre com sobrancelhas franzinas e mão no estômago.
Lembro na época de meu irmão superestimar o plot twist deste filme, e deste então eu tinha este na minha lista como um tesouro pra assistir, mas puta que pariu, só o inspetor do filme que demorou pra pegar toda a "ilusão". Agora eu vou ficar sem entender como ele fez a técnica de colar a espada no chão da casa do príncipe sem ter o inspetor como aliado nisso tudo pra implantar um ímã ou sei lá.
Lilo & Stitch
3.9 618 Assista AgoraEsses filmes de princesas e tals, que aparentemente são para meninas (calma), passaram batidos por mim, na infância e juventude. Mas a cegonha me entregou uma princesinha para cuidar e estou começando a visitar tais longas que fui desinteressado por acreditar que era pro outro gênero. E ainda bem que isso aconteceu, pois a disney consegue entregar bem um historia para todas as idades e gênero. E a personagem Lilo conseguiu apertar meu coração e da minha filhota que acompanhava comigo quem apertou foi o Stitch, que também arrancou boas risadas da gente.
Ratatouille
3.9 1,3K Assista AgoraEsse filme é mágico, ele consegue nós jogar dentro de um crise existencial de um ratinho na França, e entregar alguns problemas adultos, nesse charme de uma peculiaridade historia fantástica. Os detalhes são tão bem pensados por Brad Bird, que consegue nos entregar vilões e na mesma velocidade tomar de volta, dar o valor da jornada do protagonista que é o Remy e entregar personagens como de Linguini e atribuir características que não roube espaço do protagonismo. E tudo isso em um cenário nada romântico que é o mundo gastronômico de restaurantes lutando por estrelas.
Jujutsu Kaisen (3ª Temporada)
4.0 32 Assista AgoraCameras com parkison, brilhos parecendo desfile de carnaval e uma necessidade de criar termos complexos mas se for analisar são tão rasos quanto piscina de criança. Pronto assim se resumi completamente essa temporada. O bom se deixarmos todo o senso critico de lado, a historia se catapulta pra frente deixando as coisa frenéticas demais, assim o anime acaba como um reel de instagram ou short de youtube ou até mesmo um video do teco teco, do jeito que a juventude de hoje gosta, onde o maior foco é luta épicas.
Super Mario Galaxy: O Filme
3.4 151 Assista AgoraVisualmente eu achei esse longa impecável, levei minha filha de três anos e ela conseguiu se manter concentrada o tempo todo, mas ela também já viu duas vezes o primeiro filme e sempre que da eu apresento um personagem ou outro da Nintendo (por exemplo, ela conhece os pikimins, e quando o longa mostra mesmo que em pouco frame eles, só ela gritou "OLHA OS PIKIMINS", e olha que tinha um guri atrás gritando o nome de geral, mas não conheceu eles).
Não dar pra cobrar muito tecnicamente de um filme infantil, mas o antagonismo ficou meio quebrado com Bowser sem posicionamento juntamente com seu filho. Contudo, filme procurou dar todos os salves pra galera retro e ainda deu muito conteúdo pra galera de agora.
Fallout (2ª Temporada)
3.6 111 Assista AgoraManteve um ritmo interessante igual a primeira temporada, mas pra como "story telling" deu umas derrapadas entregando muita informação em alguns pontos e segurando informações. Por exemplo, o que o sr. MacLean passou em tela parece que passou um bom tempo de pesquisa e juntando um arsenal de cobaias pra no fim encontrar com a filha, que seus acontecimentos não coincidem com tempo passado em sincronia do seu pai.
As coisas no Refugio estão ficando um tanto desinteressante caso não deem mais atenção para um mistério além do Bud. Contudo pra uma adaptação de jogo, está bem caricato e com uma lore fidedigna ao que a mídia original oferece.