Na outra o Tommy quase morreu pro cartel, o filho dele quase morreu na explosão e depois ao ser espancado...agora não há mais partes assim.
Adição do Sam Elliott foi um baita acerto, jamais pensei que ele seria o pai do protagonista, foi tão bom que passo pano para diferença de idade entre os 2 atores ser apenas 11 anos kkkkk
Eu já esperava que fosse apenas uma peça publicitária com doses exageradas de autoexaltação e de ufanismo, mas o documentário conseguiu superar negativamente minhas expectativas.
Eu até gosto da Taylor, vi o show completo das 3 horas e meia da Disney+, mas essa série documental são basicamente 6 episódios onde tenta fazer acreditar que a Taylor é a melhor pessoa que pisou nesse planeta.
É o tempo todo com promoção barata a ela, e usando obviamente doses falsas de humildade. E o uso excessivo de script me dá raiva. A todo momento tentam passar uma imagem de ''estamos filmando o dia a dia do jeito que é'', mas nitidamente havia um roteiro ali, especialmente nas conversas completamente artificiais com o noivo, ao telefone.
Só quem é muito fanática por ela para não perceber isso(ou percebem, e fingem que não). E obviamente, não mencionou a moça que faleceu no show dela aqui no Brasil. Afinal, a turnê foi só 10001 maravilhas.
Há algumas poucas cenas que se salvam, que são as que explicam um pouco de como uma turnê tão grande consegue ser bem sucedida. Também gostei da história individual dos dançarinos(a) que são mostrados. Mas obviamente até nisso conseguiram colocar a Taylor como salvadora da carreira deles, haha.
Cada temporada supera a anterior, sem dúvidas uma das melhores séries da atualidade.
Na 2° temporada as adições de Neal McDonough e Frank Grillo foram espetaculares, e agora botaram o Robert Patrick e Samuel L. Jackson.
Que bom que a série é anual, e não a cada 3 anos iguais as modinhas de uma Netflix da vida. Estou ansioso pela 4° temporada e pelo spin-off com Samuel L. Jackson
Peguei para ver do início ao fim, são poucos episódios (24 no total, dividido em 2 temporadas)
O desenho é bem interessante, faz parte daquele universo animado sarcástico na Warner nos anos 90, produzido pelo Spielberg, como Animaniacs e Pink e Cérebro. Normalmente desenhos que seriam melhores aproveitados por quem não era mais criança.
Eu recomendo, tem uma boa variedade de vilões que são recorrentes na série, humor no estilo ''porra louca'', quebra de quarta parede, referência a filmes clássicos (normalmente da Warner)
A dublagem brasileira está magistral, com o Briggs inspirado e adaptando muitas coisas para o Brasil.
Só achei que deveriam explorar mais o lado do Dexter(que é o Freakazoid em versão humana). Na grande maioria dos episódios mostra apenas ele transformado no Freak o tempo todo.
Lembra também um pouco o desenho do Máscara...mas infelizmente acabou logo, e hoje é praticamente um desenho quase que totalmente esquecido, sendo muito difícil um revival ou remake.
É justo que ela tenha o direito de mostrar o lado da história, mas não vou nesse efeito manada de pintar a família do Senna como vilão, enquanto a Galisteu é uma mocinha inocente.
Sinceramente, o fato de ela ficar com risadinhas e fofoquinhas (para dizer o mínimo) com um ex-namorado na véspera da morte do Ayrton com uma conversa falando sobre o desempenho sexual do mesmo mostra bem o índole dela, né?
No Brasil sempre escolhem um lado para ser santo e um para ser vilão, e a Galisteu deu sorte de escolherem a 1° opção para ela.
Fica difícil levar a sério uma série que se diz baseada em fatos reais, mas que já começa cagando completamente na linha temporal.
Suzane foi para a prisão de Tremembé em 2007. Na série, ela chega lá num momento em que Sandrão está namorando a Elize. A Elize, por sua vez, só chega nessa prisão em 2012.
History acerta muito em não contar as histórias batidas que todo mundo sabe (Ok Corral, bando do Jesse James, guerra no condado de Lincoln com Billy the Kid etc)
Aqui é como se fosse o ''lado b'' dos discos antigos.
Eu achava que seria bem mediano, pois o Maguila tinha poucas relações com a Globo (se comparada com a Band), mas há entrevistas com várias pessoas de outras emissoras, até com Datena.
É altamente recomendado assistir, a lenda que foi o Maguila merecia algo desse calibre. Um cara que nasceu no nordeste, começou a treinar boxe com quase 20 anos e ainda assim teve uma carreira fantástica, a ponto de subir no ringue contra Holyfield e Foreman.
É cada história de bastidores sensacional e engraçada, especialmente quando o Tom Cavalcante o imita, haha.
Uma pena que a luta contra Tyson não ter dado certo, apesar de que infelizmente Maguila sairia derrotado nocauteado tal qual foi contra os Holyfield/Foreman. Ali não havia muito o que fazer, ele tinha chegado no topo, e os americanos eram muito acima da curva.
Até que deu certo misturar os 2 principais universos do mundo futebolístico: Jornalismo e jogadores.
Tem algumas cenas forçadas aqui e ali, que para quem acompanha futebol sabe que jamais aconteceria, mas no geral deu pro gasto e eu queria ver uma possível 2° temporada.
O problema é que foi lançada na Disney+, que é flopada. Percebo que é bem difícil alguma série viralizar no Brasil se não for lançada na Netflix ou Prime.
Tenho a sensação de que Capoeiras, Jogo Cruzado, a série do Anderson Silva na Paramount e várias outras por aí, fariam sucesso mas acabaram escondidas nesses streamings.
Eis que enfim terminei toda a série, assisti a todos os 259 episódios antigos + 10 episódios da nova temporada de 2025.
Agora posso afirmar que é meu desenho favorito, e que Hank talvez seja o melhor personagem escrito em uma animação, estou de acordo com o chapa Geovanny, ele é ídolo e fonte de inspiração, do tipo que eu iria adorar ter como vizinho.
Não houve queda de qualidade na temporada, e certamente ainda renderia ótimos episódios caso a FOX não cancelasse.
enfim a Luanne dá à luz ao bebê, e percebi que a Ladybird sumiu completamente. Como a série tem continuidade, provavelmente ela faleceu, mas ninguém mencionou, assim como não foi mencionado no revival de 2025. Espero que futuramente tenha um episódio dedicado com as lembranças da cadela que foi a melhor amiga do Hank.
Apesar de ter 24 episódios, é o episódio 20 que foi escrito para ser o último, e é realmente emocionante, o melhor término possível, com Hank e Bobby lado a lado assando carnes e a vizinhança toda indo se reunir, além da revelação do Boomhauer ser um Texas Ranger.
Alguns dos meus episódios, além desse, é claro, foram:
- Strickland Propane criar uma página no Myspace
- A convenção de gás propano
- A cirurgia no nariz do Hank
- Nancy ganhando um emprego em outra cidade, deixando Dale sozinho
- Dale internado num hospício
- Churrasqueira especial, onde Hank e Kahn se aproximam como nunca houve antes.
Enquanto a régua de comparação for The Office, nenhuma série no mundo será boa. É injusto tentar comparar qualquer jogador com Pelé, hahaha.
Eu sinceramente achei que seria bem pior, mas é até aceitável, o acerto maior foi em não tentar emular os personagens antigos (como se tivesse um ''novo Dwight'', ''novo Jim'', ''novo Kevin'' etc)
Adorei que teve uns 2 momentos em que o Oscar cita implicitamente o Michael Scott, haha. O ponto baixo foram os personagens Esmeralda e o inglês lá. Eles são apenas chatos e irritantes, talvez seja difícil escrever personagens assim que sejam interessantes, mas isso mostra porque The Office nunca pode ser comparado, já que a Ângela e o Toby eram bem chatos, mas eram essenciais na dinâmica da série e arrancavam boas risadas.
A Esmeralda chegar a ser pura maldade em alguns momentos. Se tiver uma 2° temporada vou assistir, já que tem potencial.
A forma como respeitam a cultura havaiana e a decisão de usar muito o dialeto original soam bem respeitosos, tal qual o filme Apocalypto.
As paisagens são belíssimas, e as cenas de batalha do último episódio foram perfeitas, passou a sensação exata de como deviam ser essas guerras tribais.
Estava com expectativas altas, mas o Mike Judge é tão gênio que foi melhor do que eu pensava. A série sempre se passava no presente, então fazia sentido esse salto temporal.
Todos personagens mantém a mesma essência, o primeiro episódio, do
retorno aos EUA, é ótimo e emocionante, o episódio da apropriação cultural do Bobby e ida ao museu foi espetacular, com o Dale roubando a cena com as teorias de conspirações que ele adora.
Hank gostar de futebol(o de verdade, não o Americano) não era algo que eu esperava ver, hahaha. E ainda a ponto de saber ser árbitro.
Os 2 últimos episódios trazem alguns retornos e ainda servem para zoação de coaches e numa alfinetada sobre o mercado financeiro. Ambos hilariantes e também estão entre os melhores dessa temporada.
Eu só senti falta de uma explicação melhor do Hank ter ido para a Arábia Saudita. Obviamente o fator financeiro pesou, mas ele amava Arlen,então deve ter criado muita resistência, espero que expliquem isso na próxima temporada.
Assim como também poderiam mencionar Luane e Lucky. Ambos não retornaram por decisão criativa, já que os atores deles faleceram.
Agora a que eu mais senti falta foi de Ladybird, obviamente a cadela faleceu há tempos, pois já era idosa na série antiga, mas o Hank adorava ela, então poderia falar algo. É mais outra coisa que deve ser dita futuramente.
obs: A Disney+ é uma porcaria, não colocou nenhuma temporada anterior, apenas essa. Quem não acompanhou o desenho antes, não vai gostar se assistir só essa...ou talvez até goste, mas vai aproveitar muito menos.
Quando a série parecia estar decaindo entre as temporadas 8 a 10, eis que a 11 dá um salto de qualidade.
Porém, essa 12º temporada melhora ainda mais, estando no nível das primeiras, e melhor, com um número bem alto de capítulos, sendo 22 episódios, cuja última vez que tinha acontecido isso foi na 8ª temporada.
que Bobby e Hank estiveram bastante próximos. Como a série, ao contrário da maioria das animações, lida com o tempo passando, nada mais natural que isso, assim como a morte do Cotton.
Meus favoritos foram:
- Bobby fã de futebol americano, onde Hank entrou em enrascadas por causa disso
- Hank se juntando ao mercadinho cooperativo, com produtos naturais
- Ladybird se tornando violenta nas tempestades
- Dale ''descobrindo'' que tem uma nova filha
- Hank descobrindo que era enrolado pelo vendedor de carros por 20 anos
- Aniversário da Peggy
- Hank roubando uma carteira por acidente
- Bobby sendo o ''faz-tudo'' da casa, com Hank tendo medo de morcego
Entregou o que prometeu: uma série bem chapa branca,e no melhor(ou pior) estilo novela mexicana.
Os atores de Quico e Dona Florinda só faltaram ficarem sozinhos olhando para câmera e darem risadas maléficas, de tão caricato que foram, os filhos do Chespirito conseguiram se superar nessa passação de pano pro pai.
Eu nem vou falar sobre as diversas partes que não estão nada fiéis à realidade, tá ok que foi fantasia, mas ainda assim poderia ser um pouquinho mais fidedigna.
O auge do absurdo foi na abordagem da saída do Ramon (Seu Madruga). O ator saiu por divergências salariais, e a série além de não dar o menor indício disso, faz ele mesmo falar algo do tipo ''estou saindo porque sou um idiota, só idiotas querem ficar longe de você, chespirito''. Sério mesmo que tão tentando empurrar esse tipo lixo para gente acreditar?
O mais engraçado é que o próprio chespirito certamente não iria gostar da série, afinal, fizeram a mulher pela qual ele escolheu passar várias décadas de sua vida (até falecer) ser a pior pessoa do mundo.
E nem tudo foi perdido, algumas cenas chegam a ser emocionantes, alguns atores estão bem caracterizados (o do Quico é o melhor), mas de resto, eu não recomendo.
Esse deve ser o clássico definitivo sobre Jesus, onde nunca antes nem depois um rosto de Jesus ficou tão associado a uma pessoa só como o Robert Powell.
Primeira vez que pego para assistir a série completa do início ao fim. Me assustei ao perceber que mesmo na versão estendida não tem milagres como a transfiguração, transformação de água em vinho e andar sobre as águas.
Mas o que mais fez falta foi não ter a tentação no deserto, seria essencial, não sei porque um obra-prima dessas deixou passar. Dito isto, nada a reclamar.
Também percebi que tem muita gente conhecida, como o Rod Steiger, James Earl Jones, Anthony Quinn , Claudia Cardinale, um Ian McShane ainda bem jovem, etc
A Netflix erra bastante em documentários, mas quando acerta, é em cheio!
Isso aqui não é sobre a história do Vince McMahon, antes de tudo essa produção é sobre a indústria do entretenimento norte-americano. Fala tudo o possível sobre o Vince, mas também sobre todas transformações que a WWE sofreu ao longo dos anos (e aí não tem jeito, o Vince nesse aspecto sempre foi gênio criativo mesmo).
E o principal: imparcial, mostrou absolutamente todos os podres, desde uso de esteroides até assédios. O que chega a ser surpreendente, já que a WWE passa no próprio streaming.(ou então foi exatamente esse propósito, mostrar que a nova direção rompeu com todo modo de agir do McMahon)
Só achei um pouco de sacanagem ter mantido discursos de alguns dizendo que o Vince era como um pai para eles, sendo que os depoimentos foram gravados em 2021, antes da bomba estourar. Acho que o John Cena jamais falaria isso atualmente, hahaha.
É um documentário bem problemático, já que ele induz, especialmente pelo apelo emocional com depoimentos de familiares, a uma conclusão específica que na verdade não é bem a correta.
Vejam, mesmo que se fale em cadeias de erros(queijo suíço), tecnicamente falando, e isso não é opinião(é fato), os pilotos tiveram um erro muito maior do que a Denise, porém a produção manipula tanto (ainda com artifícios baratos, quase tentando torná-la como vilã de desenho infantil), que a Denise parecer ser a maior culpada. (até apelam para o espectro político que ela enveredou muitos anos depois da tragédia, buscando surfar na guerra ideológica entre esquerda x direita)
Ela não era flor que se cheire, e popularmente falando parece ser bem ''nojentinha'', seria o último tipo de pessoa que eu iria querer ter amizade, mas uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.
Claro que há coisas que se salvam, mostra a conjuntura da época, depoimentos diversos que são úteis e ensinam algo etc, mas um documentário precisa sempre ser imparcial, ou ao menos buscar genuinamente a imparcialidade. Vejam os documentários de um caso mais recente, como a da Chapecoense. O ''Chapecoense: O Lado Obscuro da Tragédia'' e ''DOSSIÊ CHAPECÓ – O JOGO POR TRÁS DA TRAGÉDIA'' são beeem melhores que este aqui.
saída repentina do Kevin Costner (não-retorno, na verdade) deve ter ferrado muita coisa anteriormente planejada.
Foi muito bonito e sublime o destaque que o Taylor Sheridan dá a este estilo de vida. Essa valorização sempre aconteceu na série, mas dessa vez tem partes mais lentas para apreciação, destacando cavalos, gado, leilões e tudo mais.
O destino do rancho intercalando a narração da Elsa Dutton (1883) emociona qualquer um
Entretanto, tem partes da história que são bem forçadas, que fazem parecer que toda Montana é burra, com exceção dos protagonistas.
Como ninguém suspeitou ou investigou um possível homicídio sendo que o quarteirão da casa do governador perde as câmeras às 3h50, e às 3h53 o legista declara o horário da morte?
Kayce ensinando à médica legista também foi forçado. Certamente um governador não seria tratado como uma pessoa qualquer na autópsia, e um governador que tinha 500 inimigos teria ainda menos.
Como a Beth mata o Jamie (procurador geral) e simplesmente passa impune? Não há câmeras de segurança em nenhum local da cidade? Simplesmente entram na casa dele, matam, embalam o corpo e saem pela cidade? (e já seria até questionável o fato do Jamie não andar de segurança após a morte da Sarah)
Porém, tudo isso é coisa pequena, certamente Yellowstone foi uma das melhores séries que vi na vida e a recomendo fortemente para qualquer um.
Segundo anime que vejo da Hbo Max e me decepciono de novo.
Não gostei do ''Ninja Kamui''(no início até sim, mas começou com aquela parada de robô e mechas e desandou tudo)
Lazarus consegue ser até pior, bem sonolento, arrastado e passa impressão de ser bem presunçoso, como se os criadores quisessem fazer uma obra-prima profunda e reflexiva.
E assim como Ninja Kamui, só assisti até o fim por ter uma esperança de melhora e principalmente por ser 1 episódio de 20 minutos por semana, o que deixa tudo mais fácil de acompanhar.
Eu só lembro de ver alguns episódios esporádicos na época, e agora me arrependo de não ter acompanhado mais.
A MTV era bem genial, ''Beavis and Butt-Head'' era uma obra-prima, e a Daria tinha ótimas participações como coadjuvante por lá, mas eu jamais pensaria que ela teria força para carregar uma própria série.
O cinismo e o sarcasmo da Daria combinou perfeitamente com a pegada MTV noventista, um tipo de rebeldia diferente, mas que muito adolescente da época certamente se identificava.
Só vi essa 1° temporada, mas no futuro quero ver as outras.
- Peggy sendo amiga de drag queen (sem saber que é homem) - Dusty Hill (da banda ZZ Top) ser primo do Hank - Um jogo baseado na vida do Hank (melhor da temporada) - Bill marombeiro
O episódio em que Bill se relaciona com a pastora é um furo de roteiro. Foram 11 temporadas mostrando o quão Bill é carente por qualquer atenção, então ele jamais iria terminar com ela, mas o oposto seria completamente aceitável
Landman (2ª Temporada)
3.9 21Eu gostei tanto quanto da primeira.
Alguns gringos reclamaram do excesso de partes engraçadas, beirando a ser sitcom, mas esse tipo de cena já acontecia na primeira temporada.
O que eu achei um pouco pior foi a ausência de perigo.
Na outra o Tommy quase morreu pro cartel, o filho dele quase morreu na explosão e depois ao ser espancado...agora não há mais partes assim.
Adição do Sam Elliott foi um baita acerto, jamais pensei que ele seria o pai do protagonista, foi tão bom que passo pano para diferença de idade entre os 2 atores ser apenas 11 anos kkkkk
Taylor Swift: The Final Show and The End Of An …
4.1 5Eu já esperava que fosse apenas uma peça publicitária com doses exageradas de autoexaltação e de ufanismo, mas o documentário conseguiu superar negativamente minhas expectativas.
Eu até gosto da Taylor, vi o show completo das 3 horas e meia da Disney+, mas essa série documental são basicamente 6 episódios onde tenta fazer acreditar que a Taylor é a melhor pessoa que pisou nesse planeta.
É o tempo todo com promoção barata a ela, e usando obviamente doses falsas de humildade. E o uso excessivo de script me dá raiva. A todo momento tentam passar uma imagem de ''estamos filmando o dia a dia do jeito que é'', mas nitidamente havia um roteiro ali, especialmente nas conversas completamente artificiais com o noivo, ao telefone.
Só quem é muito fanática por ela para não perceber isso(ou percebem, e fingem que não). E obviamente, não mencionou a moça que faleceu no show dela aqui no Brasil. Afinal, a turnê foi só 10001 maravilhas.
Há algumas poucas cenas que se salvam, que são as que explicam um pouco de como uma turnê tão grande consegue ser bem sucedida. Também gostei da história individual dos dançarinos(a) que são mostrados. Mas obviamente até nisso conseguiram colocar a Taylor como salvadora da carreira deles, haha.
Mike Judge's Beavis and Butt-Head (3ª Temporada)
4.5 12025 foi o ano de Mike Judge.
Ótimas temporadas de O Rei do Pedaço e a de Beavis and Butt-Head.
Tulsa King (3ª Temporada)
3.7 20 Assista AgoraCada temporada supera a anterior, sem dúvidas uma das melhores séries da atualidade.
Na 2° temporada as adições de Neal McDonough e Frank Grillo foram espetaculares, e agora botaram o Robert Patrick e Samuel L. Jackson.
Que bom que a série é anual, e não a cada 3 anos iguais as modinhas de uma Netflix da vida. Estou ansioso pela 4° temporada e pelo spin-off com Samuel L. Jackson
Freakazoid - Alto Forte e Maluco
4.0 48 Assista AgoraPeguei para ver do início ao fim, são poucos episódios (24 no total, dividido em 2 temporadas)
O desenho é bem interessante, faz parte daquele universo animado sarcástico na Warner nos anos 90, produzido pelo Spielberg, como Animaniacs e Pink e Cérebro. Normalmente desenhos que seriam melhores aproveitados por quem não era mais criança.
Eu recomendo, tem uma boa variedade de vilões que são recorrentes na série, humor no estilo ''porra louca'', quebra de quarta parede, referência a filmes clássicos (normalmente da Warner)
A dublagem brasileira está magistral, com o Briggs inspirado e adaptando muitas coisas para o Brasil.
Só achei que deveriam explorar mais o lado do Dexter(que é o Freakazoid em versão humana). Na grande maioria dos episódios mostra apenas ele transformado no Freak o tempo todo.
Lembra também um pouco o desenho do Máscara...mas infelizmente acabou logo, e hoje é praticamente um desenho quase que totalmente esquecido, sendo muito difícil um revival ou remake.
Meu Ayrton por Adriane Galisteu
3.7 35 Assista AgoraÉ justo que ela tenha o direito de mostrar o lado da história, mas não vou nesse efeito manada de pintar a família do Senna como vilão, enquanto a Galisteu é uma mocinha inocente.
Sinceramente, o fato de ela ficar com risadinhas e fofoquinhas (para dizer o mínimo) com um ex-namorado na véspera da morte do Ayrton com uma conversa falando sobre o desempenho sexual do mesmo mostra bem o índole dela, né?
No Brasil sempre escolhem um lado para ser santo e um para ser vilão, e a Galisteu deu sorte de escolherem a 1° opção para ela.
Tremembé (1ª Temporada)
3.3 230 Assista AgoraFica difícil levar a sério uma série que se diz baseada em fatos reais, mas que já começa cagando completamente na linha temporal.
Suzane foi para a prisão de Tremembé em 2007. Na série, ela chega lá num momento em que Sandrão está namorando a Elize. A Elize, por sua vez, só chega nessa prisão em 2012.
Kevin Costner's - The West
4.0 1Boa série documental.
History acerta muito em não contar as histórias batidas que todo mundo sabe (Ok Corral, bando do Jesse James, guerra no condado de Lincoln com Billy the Kid etc)
Aqui é como se fosse o ''lado b'' dos discos antigos.
Maguila: Prefiro Ficar Louco a Morrer de Fome
4.2 5Globoplay anda fazendo documentários muito bons.
Eu achava que seria bem mediano, pois o Maguila tinha poucas relações com a Globo (se comparada com a Band), mas há entrevistas com várias pessoas de outras emissoras, até com Datena.
É altamente recomendado assistir, a lenda que foi o Maguila merecia algo desse calibre. Um cara que nasceu no nordeste, começou a treinar boxe com quase 20 anos e ainda assim teve uma carreira fantástica, a ponto de subir no ringue contra Holyfield e Foreman.
É cada história de bastidores sensacional e engraçada, especialmente quando o Tom Cavalcante o imita, haha.
Uma pena que a luta contra Tyson não ter dado certo, apesar de que infelizmente Maguila sairia derrotado nocauteado tal qual foi contra os Holyfield/Foreman. Ali não havia muito o que fazer, ele tinha chegado no topo, e os americanos eram muito acima da curva.
Jogo Cruzado (1ª Temporada)
3.4 5 Assista AgoraAté que deu certo misturar os 2 principais universos do mundo futebolístico: Jornalismo e jogadores.
Tem algumas cenas forçadas aqui e ali, que para quem acompanha futebol sabe que jamais aconteceria, mas no geral deu pro gasto e eu queria ver uma possível 2° temporada.
O problema é que foi lançada na Disney+, que é flopada. Percebo que é bem difícil alguma série viralizar no Brasil se não for lançada na Netflix ou Prime.
Tenho a sensação de que Capoeiras, Jogo Cruzado, a série do Anderson Silva na Paramount e várias outras por aí, fariam sucesso mas acabaram escondidas nesses streamings.
O Rei do Pedaço (13ª Temporada)
4.1 2Eis que enfim terminei toda a série, assisti a todos os 259 episódios antigos + 10 episódios da nova temporada de 2025.
Agora posso afirmar que é meu desenho favorito, e que Hank talvez seja o melhor personagem escrito em uma animação, estou de acordo com o chapa Geovanny, ele é ídolo e fonte de inspiração, do tipo que eu iria adorar ter como vizinho.
Não houve queda de qualidade na temporada, e certamente ainda renderia ótimos episódios caso a FOX não cancelasse.
Nesta temporada,
enfim a Luanne dá à luz ao bebê, e percebi que a Ladybird sumiu completamente. Como a série tem continuidade, provavelmente ela faleceu, mas ninguém mencionou, assim como não foi mencionado no revival de 2025. Espero que futuramente tenha um episódio dedicado com as lembranças da cadela que foi a melhor amiga do Hank.
Apesar de ter 24 episódios, é o episódio 20 que foi escrito para ser o último, e é realmente emocionante, o melhor término possível, com Hank e Bobby lado a lado assando carnes e a vizinhança toda indo se reunir, além da revelação do Boomhauer ser um Texas Ranger.
Alguns dos meus episódios, além desse, é claro, foram:
- Strickland Propane criar uma página no Myspace
- A convenção de gás propano
- A cirurgia no nariz do Hank
- Nancy ganhando um emprego em outra cidade, deixando Dale sozinho
- Dale internado num hospício
- Churrasqueira especial, onde Hank e Kahn se aproximam como nunca houve antes.
The Paper (1ª Temporada)
3.4 35 Assista AgoraEnquanto a régua de comparação for The Office, nenhuma série no mundo será boa. É injusto tentar comparar qualquer jogador com Pelé, hahaha.
Eu sinceramente achei que seria bem pior, mas é até aceitável, o acerto maior foi em não tentar emular os personagens antigos (como se tivesse um ''novo Dwight'', ''novo Jim'', ''novo Kevin'' etc)
Adorei que teve uns 2 momentos em que o Oscar cita implicitamente o Michael Scott, haha. O ponto baixo foram os personagens Esmeralda e o inglês lá. Eles são apenas chatos e irritantes, talvez seja difícil escrever personagens assim que sejam interessantes, mas isso mostra porque The Office nunca pode ser comparado, já que a Ângela e o Toby eram bem chatos, mas eram essenciais na dinâmica da série e arrancavam boas risadas.
A Esmeralda chegar a ser pura maldade em alguns momentos. Se tiver uma 2° temporada vou assistir, já que tem potencial.
Chefe de Guerra
3.9 31 Assista AgoraA forma como respeitam a cultura havaiana e a decisão de usar muito o dialeto original soam bem respeitosos, tal qual o filme Apocalypto.
As paisagens são belíssimas, e as cenas de batalha do último episódio foram perfeitas, passou a sensação exata de como deviam ser essas guerras tribais.
Já no aguardo da 2° temporada.
O Rei do Pedaço (14ª Temporada)
4.4 3Que retorno épico e triunfal!!
Estava com expectativas altas, mas o Mike Judge é tão gênio que foi melhor do que eu pensava. A série sempre se passava no presente, então fazia sentido esse salto temporal.
Todos personagens mantém a mesma essência, o primeiro episódio, do
retorno aos EUA, é ótimo e emocionante, o episódio da apropriação cultural do Bobby e ida ao museu foi espetacular, com o Dale roubando a cena com as teorias de conspirações que ele adora.
Hank gostar de futebol(o de verdade, não o Americano) não era algo que eu esperava ver, hahaha. E ainda a ponto de saber ser árbitro.
Os 2 últimos episódios trazem alguns retornos e ainda servem para zoação de coaches e numa alfinetada sobre o mercado financeiro. Ambos hilariantes e também estão entre os melhores dessa temporada.
Eu só senti falta de uma explicação melhor do Hank ter ido para a Arábia Saudita. Obviamente o fator financeiro pesou, mas ele amava Arlen,então deve ter criado muita resistência, espero que expliquem isso na próxima temporada.
Assim como também poderiam mencionar Luane e Lucky. Ambos não retornaram por decisão criativa, já que os atores deles faleceram.
Agora a que eu mais senti falta foi de Ladybird, obviamente a cadela faleceu há tempos, pois já era idosa na série antiga, mas o Hank adorava ela, então poderia falar algo. É mais outra coisa que deve ser dita futuramente.
obs: A Disney+ é uma porcaria, não colocou nenhuma temporada anterior, apenas essa. Quem não acompanhou o desenho antes, não vai gostar se assistir só essa...ou talvez até goste, mas vai aproveitar muito menos.
O Rei do Pedaço (12ª Temporada)
4.1 2 Assista AgoraQuando a série parecia estar decaindo entre as temporadas 8 a 10, eis que a 11 dá um salto de qualidade.
Porém, essa 12º temporada melhora ainda mais, estando no nível das primeiras, e melhor, com um número bem alto de capítulos, sendo 22 episódios, cuja última vez que tinha acontecido isso foi na 8ª temporada.
Também é interessante perceber
que Bobby e Hank estiveram bastante próximos. Como a série, ao contrário da maioria das animações, lida com o tempo passando, nada mais natural que isso, assim como a morte do Cotton.
Meus favoritos foram:
- Bobby fã de futebol americano, onde Hank entrou em enrascadas por causa disso
- Hank se juntando ao mercadinho cooperativo, com produtos naturais
- Ladybird se tornando violenta nas tempestades
- Dale ''descobrindo'' que tem uma nova filha
- Hank descobrindo que era enrolado pelo vendedor de carros por 20 anos
- Aniversário da Peggy
- Hank roubando uma carteira por acidente
- Bobby sendo o ''faz-tudo'' da casa, com Hank tendo medo de morcego
Uma Família da Pesada (23° temporada)
3.3 4Teve mais episódios que a temporada anterior, mas continua sendo apenas uma sombra do que já foi um dia.
Politicamente correto, falta de inspiração para novas ideias, os dois juntos? não sei, só sei que está longe do ideal.
Nunca pensei que fosse dizer isso, mas talvez um cancelamento fosse ideal (para retornar daqui a alguns anos). Entretanto, já foi renovada.
Chespirito: Sem Querer Querendo
3.5 109 Assista AgoraEntregou o que prometeu: uma série bem chapa branca,e no melhor(ou pior) estilo novela mexicana.
Os atores de Quico e Dona Florinda só faltaram ficarem sozinhos olhando para câmera e darem risadas maléficas, de tão caricato que foram, os filhos do Chespirito conseguiram se superar nessa passação de pano pro pai.
Eu nem vou falar sobre as diversas partes que não estão nada fiéis à realidade, tá ok que foi fantasia, mas ainda assim poderia ser um pouquinho mais fidedigna.
O auge do absurdo foi na abordagem da saída do Ramon (Seu Madruga). O ator saiu por divergências salariais, e a série além de não dar o menor indício disso, faz ele mesmo falar algo do tipo ''estou saindo porque sou um idiota, só idiotas querem ficar longe de você, chespirito''. Sério mesmo que tão tentando empurrar esse tipo lixo para gente acreditar?
O mais engraçado é que o próprio chespirito certamente não iria gostar da série, afinal, fizeram a mulher pela qual ele escolheu passar várias décadas de sua vida (até falecer) ser a pior pessoa do mundo.
E nem tudo foi perdido, algumas cenas chegam a ser emocionantes, alguns atores estão bem caracterizados (o do Quico é o melhor), mas de resto, eu não recomendo.
Jesus de Nazaré
3.7 160Esse deve ser o clássico definitivo sobre Jesus, onde nunca antes nem depois um rosto de Jesus ficou tão associado a uma pessoa só como o Robert Powell.
Primeira vez que pego para assistir a série completa do início ao fim. Me assustei ao perceber que mesmo na versão estendida não tem milagres como a transfiguração, transformação de água em vinho e andar sobre as águas.
Mas o que mais fez falta foi não ter a tentação no deserto, seria essencial, não sei porque um obra-prima dessas deixou passar. Dito isto, nada a reclamar.
Também percebi que tem muita gente conhecida, como o Rod Steiger, James Earl Jones, Anthony Quinn , Claudia Cardinale, um Ian McShane ainda bem jovem, etc
Mr. McMahon
4.0 18 Assista AgoraA Netflix erra bastante em documentários, mas quando acerta, é em cheio!
Isso aqui não é sobre a história do Vince McMahon, antes de tudo essa produção é sobre a indústria do entretenimento norte-americano. Fala tudo o possível sobre o Vince, mas também sobre todas transformações que a WWE sofreu ao longo dos anos (e aí não tem jeito, o Vince nesse aspecto sempre foi gênio criativo mesmo).
E o principal: imparcial, mostrou absolutamente todos os podres, desde uso de esteroides até assédios. O que chega a ser surpreendente, já que a WWE passa no próprio streaming.(ou então foi exatamente esse propósito, mostrar que a nova direção rompeu com todo modo de agir do McMahon)
Só achei um pouco de sacanagem ter mantido discursos de alguns dizendo que o Vince era como um pai para eles, sendo que os depoimentos foram gravados em 2021, antes da bomba estourar. Acho que o John Cena jamais falaria isso atualmente, hahaha.
Congonhas: Tragédia Anunciada
3.9 59É um documentário bem problemático, já que ele induz, especialmente pelo apelo emocional com depoimentos de familiares, a uma conclusão específica que na verdade não é bem a correta.
Vejam, mesmo que se fale em cadeias de erros(queijo suíço), tecnicamente falando, e isso não é opinião(é fato), os pilotos tiveram um erro muito maior do que a Denise, porém a produção manipula tanto (ainda com artifícios baratos, quase tentando torná-la como vilã de desenho infantil), que a Denise parecer ser a maior culpada. (até apelam para o espectro político que ela enveredou muitos anos depois da tragédia, buscando surfar na guerra ideológica entre esquerda x direita)
Ela não era flor que se cheire, e popularmente falando parece ser bem ''nojentinha'', seria o último tipo de pessoa que eu iria querer ter amizade, mas uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.
Claro que há coisas que se salvam, mostra a conjuntura da época, depoimentos diversos que são úteis e ensinam algo etc, mas um documentário precisa sempre ser imparcial, ou ao menos buscar genuinamente a imparcialidade. Vejam os documentários de um caso mais recente, como a da Chapecoense. O ''Chapecoense: O Lado Obscuro da Tragédia'' e ''DOSSIÊ CHAPECÓ – O JOGO POR TRÁS DA TRAGÉDIA'' são beeem melhores que este aqui.
Yellowstone (5ª Temporada - Parte 2)
3.7 41 Assista AgoraEssa segunda parte foi bem mais complicada de se avaliar, visto que a
saída repentina do Kevin Costner (não-retorno, na verdade) deve ter ferrado muita coisa anteriormente planejada.
Foi muito bonito e sublime o destaque que o Taylor Sheridan dá a este estilo de vida. Essa valorização sempre aconteceu na série, mas dessa vez tem partes mais lentas para apreciação, destacando cavalos, gado, leilões e tudo mais.
O destino do rancho intercalando a narração da Elsa Dutton (1883) emociona qualquer um
Entretanto, tem partes da história que são bem forçadas, que fazem parecer que toda Montana é burra, com exceção dos protagonistas.
Como ninguém suspeitou ou investigou um possível homicídio sendo que o quarteirão da casa do governador perde as câmeras às 3h50, e às 3h53 o legista declara o horário da morte?
Kayce ensinando à médica legista também foi forçado. Certamente um governador não seria tratado como uma pessoa qualquer na autópsia, e um governador que tinha 500 inimigos teria ainda menos.
Como a Beth mata o Jamie (procurador geral) e simplesmente passa impune? Não há câmeras de segurança em nenhum local da cidade? Simplesmente entram na casa dele, matam, embalam o corpo e saem pela cidade? (e já seria até questionável o fato do Jamie não andar de segurança após a morte da Sarah)
Porém, tudo isso é coisa pequena, certamente Yellowstone foi uma das melhores séries que vi na vida e a recomendo fortemente para qualquer um.
Lazarus
3.4 17 Assista AgoraSegundo anime que vejo da Hbo Max e me decepciono de novo.
Não gostei do ''Ninja Kamui''(no início até sim, mas começou com aquela parada de robô e mechas e desandou tudo)
Lazarus consegue ser até pior, bem sonolento, arrastado e passa impressão de ser bem presunçoso, como se os criadores quisessem fazer uma obra-prima profunda e reflexiva.
E assim como Ninja Kamui, só assisti até o fim por ter uma esperança de melhora e principalmente por ser 1 episódio de 20 minutos por semana, o que deixa tudo mais fácil de acompanhar.
Daria (1ª Temporada)
4.6 106Eu só lembro de ver alguns episódios esporádicos na época, e agora me arrependo de não ter acompanhado mais.
A MTV era bem genial, ''Beavis and Butt-Head'' era uma obra-prima, e a Daria tinha ótimas participações como coadjuvante por lá, mas eu jamais pensaria que ela teria força para carregar uma própria série.
O cinismo e o sarcasmo da Daria combinou perfeitamente com a pegada MTV noventista, um tipo de rebeldia diferente, mas que muito adolescente da época certamente se identificava.
Só vi essa 1° temporada, mas no futuro quero ver as outras.
O Rei do Pedaço (11ª Temporada)
3.9 1 Assista AgoraTemporada mais curta de todo o desenho, com apenas 12 episódios.
Notei que os traços da animação deram um bom salto, mas não sei a razão.
Meus episódios preferidos foram:
- Peggy sendo amiga de drag queen (sem saber que é homem)
- Dusty Hill (da banda ZZ Top) ser primo do Hank
- Um jogo baseado na vida do Hank (melhor da temporada)
- Bill marombeiro
O episódio em que Bill se relaciona com a pastora é um furo de roteiro. Foram 11 temporadas mostrando o quão Bill é carente por qualquer atenção, então ele jamais iria terminar com ela, mas o oposto seria completamente aceitável