Fui arrebatada por este filme. Sem brincadeira, acredito que seja um dos melhores que já vi na vida, e que, de alguma forma, eu ansiava pelo encontro com o personagem do Óscar sem saber!
Um brinde ao degredo social dos esquisitos, atormentados, feios, sem carisma, desajustados, histéricos, insólitos de verve igualmente insólita, intragáveis, que habitam a palavra como se ela fosse o último território possível. Uma tragédia em forma de comédia de erros.
Gosto de como os personagens encarnam uma visão ímpar do uso das palavras e do que vem a ser a poesia: ponte para o escárnio, para a degeneração, para a dissociação, para o identitarismo, para o consolo. A palavra como altar e como vômito.
O poeta que habita seu mundo melancólico se espelha num trágico inatingível que já não encontra eco nos dias de hoje. Ele performa num tempo que exige cinismo. Já não é possível habitar a hipérbole sem ser visto com desconfiança e inadequação. O maravilhamento virou constrangimento público. E então resta o ridículo.
No fim, é só um homem em busca de redenção consigo e com os seus. Um poeta anti-herói lido como medíocre porque ousa acreditar que a palavra ainda pode salvá-lo. A tragédia não é sua falha; é o fato de que ninguém mais leva a sério o delírio necessário à criação.
Há algo de profundamente doloroso na ilusão do refúgio na arte. A arte não protege. Não salva do mundo. Não devolve o amor. No máximo, organiza a ruína.
A palavra atravessa pessoas escritas num mesmo caderno, mas cada uma lê uma coisa diferente. Talvez o filme esteja falando disso: da solidão inevitável de quem escreve. E, apesar de tudo, o poeta insiste. Porque não sabe existir de outra maneira.
caramba. fazia tanto tempo que eu não me surpreendia com um filme. os primeiro 50 minutos são eletrizantes e geniais. a maneira de como o filme se constrói e a narrativa que te prende e te anseia e causa um medo/angústia fodida. eu sou daquelas que gosta de antecipar ou procurar spoiler antes de assistir, mas nesse eu fui de uma vez e não quis pegar pista de nada, foi melhor assim. sem dúvida um dos melhores filmes da década
gostei muito do 'conceito' do filme, apesar de ser bem estilo sem substância. logo dá pra ver a despersonalização e o deslocamento que o personagem sente, porém, é só isso. a partir da parte do hotel as coisas começam a desandar e fica com aquela cara de filminho brasileiro ordinário. no mais, encarei mais como um onirismo, como fotografias aleatórias e fragmentos de memórias.
É incrível como essa temática de whistleblowers só produz filmes didáticos e focados no 'mainstream' desembocando em filmes medianos, parecendo noticiários e com atuações planas. Aconteceu com o horrível 'O Quinto Poder', no qual a figura de Julian Assange foi posta numa contradição medonha pela mão porca do roteiro e apenas salva pela atuação do Cumberbatch - que é o mesmo caso de 'Snowden' e dessa vez pelo Gordon-Levitt. É nada mais do que um folhetim. A direção corrobora muito com essa estética já ultrapassada à la Neo. Os personagens são ideologicamente planos e não há nada de novo ou surpreendente. A trilha sonora é um pouco histriônica e a edição poderia ser um pouco mais caprichada, já que seria uma ótima chance de sobrepor os desleixos do roteiro batido.
É a melhor série que eu já assistir. A primeira temporada foi tão sensacional que tive até medo da segunda despencar. Mas tudo foi completamente impecável, sensacional, do caralho. Nenhum episódio decepcionou.
O primeiro.. clássico: "I am Sherlocked." O segundo, eu pensei que eles iriam para um outro lado, o lado sobrenatural, iria tirar toda a sobriedade, o estado de carne e osso e realidade mas quando Sherlock descobre: "Está na névoa!". É ou não é maravilhoso? E o terceiro episódio.... Nunca vi algo como aquilo, genial, excelente. O melhor final de episódio de um série. Eu que não ia muito com a cara do Martin Freeman e só ria das caretas dele, me choquei na forma como Dr.Watson sente a 'suposta morte'. Confesso que chorei com John. A cena em que ele está na casa, depois do ocorrido, com a cadeira de Sherlock em frente e vazia. Me fez sentir a amizade deles e isso foi lindo.
Sem mais palavras. Agora é só esperar a terceira temporada pra ver a explicação do Sherlock, fdp.
Esteticamente maravilhoso. A sequencia dos 'sapatinhos vermelhos' é extraordinária. Eu já fui assistir o filme com um spoiler na mente e o clímax acontece no final, aí a porra fica séria. O que o Vinicius falou aí embaixo talvez seja a melhor crítica de acordo com este filme. Ainda é uma questão que atormenta as mulheres: o amor ou a carreira. Mas no caso de Vicky, Julian deveria ter apoiado-a muito bem. Mas enfim se para todo problema tivesse solução, não existiram histórias ou contos.
nenhuma outra cena em todo cinema me emocionou como a cena do bebê prematuro, lindo demais. O Bruno é um ótimo "ator", sensacional em Kaspar Hauser, e eu esperava algo mais nesse, mas realmente foi abaixo do esperado. A sequencia do assalto e depois a ida ao mercado foi engraçado. Todos os argumentos do Bruno foram válidos. Eu achei nem bom neymar.
as cenas são confusas, mas é brilhantemente incrementada com o monólogo. eu particularmente só iria assistir esse filme por causa dos les rita mitsouko, e jáesperava um filme não convencional por conta do Godard. me apaixonei pelo pseudo-pensador, a "formiga". o filme todo é um labirinto que é coordenado pela "voz". simples, porém transformador.
Mostra Thierry um cara que se arrasta atrás de artistas de rua, ele faz lá seus trambiques na loja (pqp vender uma camisa velha por 400 doláres AHAHA) e entra no submundo da street art. Então ele conhece o Banksy que em si é uma grande metáfora. Mas Banksy, que é totalmente contrário a essa coisa de sociedade e consumismo, dá uma chance ao cara, talvez por dever uma mesmo né (aquele negócio da Disney, Thierry foi brilhante). E então ele mostra como é fácil e ridículo entrar num mundo que por aparência só deveria conter artistas natos (como ele). Aí mostra, Thierry, com aqueles lambe lambe toscos, pegando uma obra de arte clássica e photoshopando. Thierry ainda teve cara de pau de pedir pro Banksy e pro outro para divulgarem ele. PORRA. Quem conhece as obras do Banksy sabe que ele expõe, mas a opinião é sua, e é isso que ele quer, que vc se toque. Thierry é a personificação de que ser ou não ser alguém está na base comercial, e ele conseguindo almejar o que tanto queria é uma Lavagem Cerebral.
Achei o filme um pouco entre panos. Parecia que os personagens se escondiam em suas próprias ações e emoções (o que não mostra muito no filme). Mas o personagem da Parker, se encaixou direitinho, mesmo sendo desconexa toda aquela história.
Mas no final você sabe que tudo aconteceu por causa desse desconhecido texto do Simon (que sofre aquela absorção de Henry). A vida de todos os personagens mudam a partir disso. Mesmo assim o Simon, parece muito incógnito. É um filme difícil de digerir, mas por conta disso se torna um bom filme.
É incrível ver a transformação de Perhan, a vida o endureceu e ele destrata até o seu amor. Um ótimo filme. A abordagem do Kusturica é tão real e instigante que te transporta até aquele vilarejo encardido. Os ciganos têm um alma pura e Kusturica passou isso muito bem. É impossível assistir este filme só uma vez. É inesquecível. As peculiaridades dos personagens só dá mais ênfase e charme a história. É aquele filme de tão simples que se torna arrebatador. Nota Mil!
Não tem o que reclamar do Joaquin, ele é um ótimo ator e representou o papel muito bem. O enredo é meio confuso. A Gwyneth Patrol tá tão mamão com açúcar (aliás, ela sempre é). Só vale a pena por causa do Joaquin. Dá gosto a interpretação dele.
Até hoje não tiro a cena do "Comic Strip" da cabeça. Um filme sem igual. O alter ego só deu mais ênfase ao filme, era engraçado ver como os dois discutiam e concordavam. Foi incrível como a passagem do tempo mostrou como ele de deteriora, mas sem deixar de ser genial. Admiro mais ainda Gainsbourg depois de assistir a esse filme. O lance dos desenhos foi surreal. A mina que faz a Jane Birkin é quase igual a ela. O filme pode ser um pouco cansativo para os que não conhecem, mas quem conhece Serge fica impaciente para a próxima cena. Ótima fotografia. É um filme para se ver e ouvir.
A história fica um pouco atropelada, mas não perde o charme de ser mais uma sobre as aventuras de Antoine Doinel, a última... As cenas finais são lindas, uma reapresentação, que pra quem já viu todos os filmes, é emocionante. Eu quase chorei na cena do Jean-Pierre naquele negócio giratório. O fim de uma saga romântica, divertida, irônica e adorável. O amor em fuga não perde em nada.
o quê falar sobre este filme? Truffaut e sua genialidade. Léaud e sua pecualidade em atuar. Truffaut intimida e tras o que nos todos temos neste filme. A familia, o relacionamento e os amigos. Tão genial e peculiar que você quase se sente dentro da tela. Não acho que exista o melhor filme de Truffaut. Mas a saga de Antoine é simplesmente a sua obra prima. Em todo cinema mundial. Basicamente.
Um Poeta
4.2 9 Assista AgoraFui arrebatada por este filme. Sem brincadeira, acredito que seja um dos melhores que já vi na vida, e que, de alguma forma, eu ansiava pelo encontro com o personagem do Óscar sem saber!
Um brinde ao degredo social dos esquisitos, atormentados, feios, sem carisma, desajustados, histéricos, insólitos de verve igualmente insólita, intragáveis, que habitam a palavra como se ela fosse o último território possível. Uma tragédia em forma de comédia de erros.
Gosto de como os personagens encarnam uma visão ímpar do uso das palavras e do que vem a ser a poesia: ponte para o escárnio, para a degeneração, para a dissociação, para o identitarismo, para o consolo. A palavra como altar e como vômito.
O poeta que habita seu mundo melancólico se espelha num trágico inatingível que já não encontra eco nos dias de hoje. Ele performa num tempo que exige cinismo. Já não é possível habitar a hipérbole sem ser visto com desconfiança e inadequação. O maravilhamento virou constrangimento público. E então resta o ridículo.
No fim, é só um homem em busca de redenção consigo e com os seus. Um poeta anti-herói lido como medíocre porque ousa acreditar que a palavra ainda pode salvá-lo. A tragédia não é sua falha; é o fato de que ninguém mais leva a sério o delírio necessário à criação.
Há algo de profundamente doloroso na ilusão do refúgio na arte. A arte não protege. Não salva do mundo. Não devolve o amor. No máximo, organiza a ruína.
A palavra atravessa pessoas escritas num mesmo caderno, mas cada uma lê uma coisa diferente. Talvez o filme esteja falando disso: da solidão inevitável de quem escreve. E, apesar de tudo, o poeta insiste. Porque não sabe existir de outra maneira.
Parasita
4.5 3,7K Assista Agoracaramba. fazia tanto tempo que eu não me surpreendia com um filme. os primeiro 50 minutos são eletrizantes e geniais. a maneira de como o filme se constrói e a narrativa que te prende e te anseia e causa um medo/angústia fodida. eu sou daquelas que gosta de antecipar ou procurar spoiler antes de assistir, mas nesse eu fui de uma vez e não quis pegar pista de nada, foi melhor assim. sem dúvida um dos melhores filmes da década
Estação Liberdade
2.7 17gostei muito do 'conceito' do filme, apesar de ser bem estilo sem substância. logo dá pra ver a despersonalização e o deslocamento que o personagem sente, porém, é só isso. a partir da parte do hotel as coisas começam a desandar e fica com aquela cara de filminho brasileiro ordinário. no mais, encarei mais como um onirismo, como fotografias aleatórias e fragmentos de memórias.
Gênios do Mal
4.0 79que pisão da lynn no final. amei.
Snowden: Herói ou Traidor
3.8 411 Assista AgoraÉ incrível como essa temática de whistleblowers só produz filmes didáticos e focados no 'mainstream' desembocando em filmes medianos, parecendo noticiários e com atuações planas. Aconteceu com o horrível 'O Quinto Poder', no qual a figura de Julian Assange foi posta numa contradição medonha pela mão porca do roteiro e apenas salva pela atuação do Cumberbatch - que é o mesmo caso de 'Snowden' e dessa vez pelo Gordon-Levitt.
É nada mais do que um folhetim. A direção corrobora muito com essa estética já ultrapassada à la Neo. Os personagens são ideologicamente planos e não há nada de novo ou surpreendente. A trilha sonora é um pouco histriônica e a edição poderia ser um pouco mais caprichada, já que seria uma ótima chance de sobrepor os desleixos do roteiro batido.
Ichi: O Assassino
3.6 308WTF
The Eric Andre Show (1ª Temporada)
4.5 9 Assista AgoraEvangelos.
A Garota da Fábrica de Fósforos
3.9 170 Assista AgoraSó eu achei de uma delicadeza medonha?
Girls (2ª Temporada)
4.0 300cara, que final lindo foi esse?
The Office UK (1ª Temporada)
4.0 94O episódio que o David pega o violão e começa tocar, e Gareth e Tim cantam juntos hahaha. Demais.
Sherlock (2ª Temporada)
4.7 599 Assista AgoraÉ a melhor série que eu já assistir. A primeira temporada foi tão sensacional que tive até medo da segunda despencar. Mas tudo foi completamente impecável, sensacional, do caralho. Nenhum episódio decepcionou.
O primeiro.. clássico: "I am Sherlocked." O segundo, eu pensei que eles iriam para um outro lado, o lado sobrenatural, iria tirar toda a sobriedade, o estado de carne e osso e realidade mas quando Sherlock descobre: "Está na névoa!". É ou não é maravilhoso? E o terceiro episódio.... Nunca vi algo como aquilo, genial, excelente. O melhor final de episódio de um série. Eu que não ia muito com a cara do Martin Freeman e só ria das caretas dele, me choquei na forma como Dr.Watson sente a 'suposta morte'. Confesso que chorei com John. A cena em que ele está na casa, depois do ocorrido, com a cadeira de Sherlock em frente e vazia. Me fez sentir a amizade deles e isso foi lindo.
Nosferato no Brasil
3.4 20vampiro na praia, roberto carlos... parece até um curta hipster. é engraçado até
Os Sapatinhos Vermelhos
4.3 180 Assista AgoraEsteticamente maravilhoso. A sequencia dos 'sapatinhos vermelhos' é extraordinária. Eu já fui assistir o filme com um spoiler na mente e o clímax acontece no final, aí a porra fica séria. O que o Vinicius falou aí embaixo talvez seja a melhor crítica de acordo com este filme. Ainda é uma questão que atormenta as mulheres: o amor ou a carreira. Mas no caso de Vicky, Julian deveria ter apoiado-a muito bem. Mas enfim se para todo problema tivesse solução, não existiram histórias ou contos.
Stroszek
4.1 76nenhuma outra cena em todo cinema me emocionou como a cena do bebê prematuro, lindo demais. O Bruno é um ótimo "ator", sensacional em Kaspar Hauser, e eu esperava algo mais nesse, mas realmente foi abaixo do esperado. A sequencia do assalto e depois a ida ao mercado foi engraçado. Todos os argumentos do Bruno foram válidos. Eu achei nem bom neymar.
Atenção à direita
3.2 7as cenas são confusas, mas é brilhantemente incrementada com o monólogo. eu particularmente só iria assistir esse filme por causa dos les rita mitsouko, e jáesperava um filme não convencional por conta do Godard. me apaixonei pelo pseudo-pensador, a "formiga". o filme todo é um labirinto que é coordenado pela "voz". simples, porém transformador.
Saída Pela Loja de Presentes
4.3 194O Banksy é um cara bem sarcástico e pra mim o "documentário" todo foi uma grande ironia.
Mostra Thierry um cara que se arrasta atrás de artistas de rua, ele faz lá seus trambiques na loja (pqp vender uma camisa velha por 400 doláres AHAHA) e entra no submundo da street art. Então ele conhece o Banksy que em si é uma grande metáfora. Mas Banksy, que é totalmente contrário a essa coisa de sociedade e consumismo, dá uma chance ao cara, talvez por dever uma mesmo né (aquele negócio da Disney, Thierry foi brilhante). E então ele mostra como é fácil e ridículo entrar num mundo que por aparência só deveria conter artistas natos (como ele). Aí mostra, Thierry, com aqueles lambe lambe toscos, pegando uma obra de arte clássica e photoshopando. Thierry ainda teve cara de pau de pedir pro Banksy e pro outro para divulgarem ele. PORRA. Quem conhece as obras do Banksy sabe que ele expõe, mas a opinião é sua, e é isso que ele quer, que vc se toque. Thierry é a personificação de que ser ou não ser alguém está na base comercial, e ele conseguindo almejar o que tanto queria é uma Lavagem Cerebral.
As Confissões de Henry Fool
3.9 29Achei o filme um pouco entre panos. Parecia que os personagens se escondiam em suas próprias ações e emoções (o que não mostra muito no filme). Mas o personagem da Parker, se encaixou direitinho, mesmo sendo desconexa toda aquela história.
Mas no final você sabe que tudo aconteceu por causa desse desconhecido texto do Simon (que sofre aquela absorção de Henry). A vida de todos os personagens mudam a partir disso. Mesmo assim o Simon, parece muito incógnito. É um filme difícil de digerir, mas por conta disso se torna um bom filme.
Vida Cigana
4.3 36É incrível ver a transformação de Perhan, a vida o endureceu e ele destrata até o seu amor. Um ótimo filme. A abordagem do Kusturica é tão real e instigante que te transporta até aquele vilarejo encardido. Os ciganos têm um alma pura e Kusturica passou isso muito bem. É impossível assistir este filme só uma vez. É inesquecível. As peculiaridades dos personagens só dá mais ênfase e charme a história. É aquele filme de tão simples que se torna arrebatador. Nota Mil!
Amantes
3.5 344Não tem o que reclamar do Joaquin, ele é um ótimo ator e representou o papel muito bem. O enredo é meio confuso. A Gwyneth Patrol tá tão mamão com açúcar (aliás, ela sempre é). Só vale a pena por causa do Joaquin. Dá gosto a interpretação dele.
Um Lugar Qualquer
3.3 807 Assista AgoraPorra de filme chato. Se ela quis mostrar o ócio, foi bem em cheio. Sofia sabe fazer cenas, não filmes.
O Assaltante
3.3 7Eu ficava super aflita para ver o que iria acontecer a cada cena, haha. Ótima direção.
Gainsbourg - O Homem que Amava as Mulheres
4.0 245Até hoje não tiro a cena do "Comic Strip" da cabeça. Um filme sem igual. O alter ego só deu mais ênfase ao filme, era engraçado ver como os dois discutiam e concordavam. Foi incrível como a passagem do tempo mostrou como ele de deteriora, mas sem deixar de ser genial. Admiro mais ainda Gainsbourg depois de assistir a esse filme. O lance dos desenhos foi surreal. A mina que faz a Jane Birkin é quase igual a ela. O filme pode ser um pouco cansativo para os que não conhecem, mas quem conhece Serge fica impaciente para a próxima cena. Ótima fotografia. É um filme para se ver e ouvir.
O Amor em Fuga
4.1 96 Assista AgoraA história fica um pouco atropelada, mas não perde o charme de ser mais uma sobre as aventuras de Antoine Doinel, a última... As cenas finais são lindas, uma reapresentação, que pra quem já viu todos os filmes, é emocionante. Eu quase chorei na cena do Jean-Pierre naquele negócio giratório. O fim de uma saga romântica, divertida, irônica e adorável. O amor em fuga não perde em nada.
Domicílio Conjugal
4.1 117 Assista Agorao quê falar sobre este filme? Truffaut e sua genialidade. Léaud e sua pecualidade em atuar. Truffaut intimida e tras o que nos todos temos neste filme. A familia, o relacionamento e os amigos. Tão genial e peculiar que você quase se sente dentro da tela. Não acho que exista o melhor filme de Truffaut. Mas a saga de Antoine é simplesmente a sua obra prima. Em todo cinema mundial. Basicamente.