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que triste uma série tão necessária não ter sido renovada.
anne with an "e" traz assuntos com uma profundidade única e delicada. a sensibilidade em cada palavra falada ou escrita, o cuidado com o outro, a importância de enxergar o todo e como, grandes revoluções, acontecem pelo amor.
é uma série que vai sempre estar nos cantos mais luminosos do meu coração. sou eternamente grato.
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"Pillion" não foi o que eu esperava. E talvez é aí que mora a surpresa, no que a gente não espera.
A relação BDSM colocada no filme é um detalhe pra trazer à tona uma reflexão sobre desejo e também sobre o contrato que todas relações têm.
O Colin, em diversos momentos do filme, entende que ele tem "aptidão para servir" enquanto o Ray, para pilotar (simbólico uma vez que ele ama a sua moto). O discurso sobre os desejos aqui ultrapassa uma moral, é à margem.
Mas, em determinado momento do filme, existe uma tensão que aponta para novas formas e aí, a pergunta que fica é: tem espaço?
Dito isso, o Alexander Skarsgård tem total vocação pra ser um dominador, ele pilota o Colin e o leva a tatear o seu próprio desejo, enquanto o mesmo, se deixa ser levado.
"Pillion" foi uma surpresa porque, assim como a configuração da relação não seguia as "normas", o filme também não seguiu. Ele apostou em seguir diferente e, a meu ver, acertou.