A introdução de Jill Valentine é um dos pontos positivos, mas sinto que Alice acaba ficando um pouco de lado. O filme tenta expandir a mitologia da franquia, porém parece limitado pela própria narrativa. Nesta revisão, achei tudo mais caricato e exagerado do que lembrava. É divertido, tem bastante ação e carrega um forte apelo nostálgico, mas é inferior ao primeiro e marca o início de uma perda de rumo nos filmes clássicos. Como obra cinematográfica, deixa bastante a desejar.
Mesmo com efeitos visuais datados e atuações caricatas, especialmente de Milla Jovovich e Michelle Rodriguez, Resident Evil continua sendo um filme bastante divertido, que prende a atenção e preserva elementos importantes dos jogos. Apesar das limitações técnicas, não considero que tenha envelhecido tão mal. Dentro da franquia clássica de filmes, continua sendo o meu favorito, sabendo equilibrar ação, terror e entretenimento.
Aqui Avatar já começa a demonstrar claros sinais de desgaste. James Cameron continua impecável na cinematografia, na fotografia e nos efeitos visuais, mas o filme parece uma extensão interminável de O Caminho da Água, sem acrescentar algo realmente significativo à história. Visualmente é belíssimo, mas a duração excessiva torna a experiência desnecessariamente cansativa. Um roteiro mais enxuto certamente faria muito bem ao filme. Neytiri também está particularmente insuportável nesta sequência, e não gostei do desfecho dado à personagem de Kate Winslet. Não achei ruim e até gostei de alguns momentos, mas considero o mais fraco dos três até agora. Acho que está na hora de Avatar renovar sua fórmula, apostar em uma narrativa mais objetiva e entender que nem toda história precisa ser tão grandiosa e interminável para funcionar.
A Hipótese do Amor é exatamente o tipo de comédia romântica que eu gosto de assistir. É leve, divertida, gostosa e tem aquela sensação das clássicas comédias românticas dos anos 90 e 2000, só que atualizada para os dias de hoje. A química entre Lili Reinhart e Tom Bateman é um dos grandes pontos positivos do filme. Lili tem muita presença em cena e eu gosto muito do trabalho dela como atriz. Aqui, ela está ótima e consegue deixar a protagonista extremamente carismática. Tom Bateman também funciona muito bem ao lado dela, e os dois realmente convencem como casal. Mas uma das coisas que eu mais gostei foi a relação entre Olive e Anh. A amizade das duas vai muito além de simplesmente servir como apoio para o romance principal, e achei essa dinâmica muito bonita e divertida. Para mim, é um dos pontos mais fortes do filme. No fim das contas, A Hipótese do Amor entrega exatamente o que promete: uma comédia romântica leve, divertida, carismática e muito gostosa de assistir. Eu realmente amei.
Herança de Narcisa é uma ótima surpresa e, sem dúvida, um dos melhores filmes nacionais que vi este ano. Eu amo quando o cinema brasileiro investe no terror, e aqui ele consegue fazer isso de uma maneira muito mais psicológica e dramática do que propriamente escancarada. Existem elementos sobrenaturais e momentos de terror muito bem executados, mas o grande foco está na relação da Ana com o legado da mãe, no abandono, na negligência e nessa herança emocional que passa de uma geração para outra. Gosto muito de como o roteiro transforma esse confronto com o passado em um processo de amadurecimento da protagonista, mostrando que revisitar as próprias dores também pode ser uma forma de construir um futuro diferente. E o grande destaque, para mim, é Paolla Oliveira, que está sensacional e praticamente segura o filme inteiro sozinha. O final é dramático, mas também muito bonito e coerente com tudo que a história constrói. Gostei muito. Um dos melhores do ano até agora.
Rastro de Maldade é um filme que eu gostei, principalmente pelo elenco, pela fotografia e por essa mistura de faroeste com terror, que eu particularmente gosto bastante. A direção funciona muito bem quando decide abraçar a violência, com alguns momentos realmente brutais e angustiantes, mas em outros parece esquecer do próprio gênero e deixa as coisas simplesmente acontecendo, o que acaba tornando o ritmo bastante arrastado e maçante. O diretor tem potencial e o roteiro também, mas a longa duração prejudica bastante o resultado. No fim, é um filme bom e bem razoável dentro do que se propõe. Não é inesquecível nem imperdível, mas também passa longe de ser ruim.
Para mim, a quinta temporada de Criminal Minds é o ápice da série até aqui. É a temporada mais pesada psicologicamente, tanto pelos casos quanto pela forma como eles acabam atingindo diretamente a vida pessoal dos agentes. Principalmente o Hotch, que se torna um personagem ainda mais interessante justamente por tudo que enfrenta ao longo da temporada. O episódio 100 é simplesmente foda. É triste, perturbador, revoltante e, ao mesmo tempo, necessário. Ele reforça uma das principais sensações que essa temporada transmite: ninguém está a salvo. Isso também aparece nos momentos de perigo envolvendo a Emily, que mostram que até os próprios agentes podem se tornar vítimas das situações que enfrentam diariamente. Foi uma temporada que realmente me surpreendeu. Alguns episódios e, principalmente, alguns desdobramentos e desfechos conseguiram me deixar chocado. A série consegue explorar os casos de uma maneira muito mais pesada e emocional, sem deixar de desenvolver seus personagens. Minha única ressalva fica para a season finale. Apesar de Tim Curry entregar uma presença extremamente marcante como vilão, com um personagem odioso e nojento na medida certa, achei estranho a temporada terminar sem um desfecho propriamente dito, deixando a conclusão para a próxima temporada. Além disso, a atriz que interpreta Ellie fica muito abaixo de Tim Curry e acaba comprometendo um pouco o impacto de algumas cenas. Tirando isso, para mim, a quinta temporada é praticamente perfeita. É até agora o ponto mais alto de Criminal Minds, uma temporada que conseguiu me prender, me surpreender e mostrar que, dentro dessa série, ninguém está realmente a salvo.
Fui assistir a Resident Evil no cinema sem esperar muita coisa, principalmente porque, até hoje, nenhuma adaptação da franquia tinha conseguido me despertar uma vontade real de assistir a um filme no cinema. Desta vez, porém, a presença de Zack Cregger na direção me chamou a atenção, e a experiência acabou sendo muito positiva. Cinematograficamente, o filme é muito bem conduzido. A fotografia é impecável, a produção de som funciona muito bem e a direção utiliza a estética de videogame de uma maneira bastante criativa. Os planos em primeira e terceira pessoa fazem com que algumas cenas realmente pareçam uma experiência de jogo, como se estivéssemos acompanhando o protagonista pela primeira vez diante de uma tela, abrindo portas, entrando em lugares desconhecidos e sem saber o que pode surgir a qualquer momento. Para uma adaptação de Resident Evil, achei essa escolha muito interessante e talvez seja justamente o que mais me fez entrar na experiência. Nem tudo funciona tão bem. As piadas são exageradas em alguns momentos e acredito que o humor poderia ter sido mais enxuto. Algumas funcionam muito bem, enquanto outras acabam deixando determinadas situações caricatas demais. O protagonista também não compromete, mas não conseguiu me fazer torcer por ele a ponto de pensar: “Eu preciso que esse cara sobreviva”. O terceiro ato também me pareceu um pouco apressado. Algumas situações são resolvidas rapidamente, dando a impressão de que o filme queria chegar logo ao fim. O encerramento, apesar de não ter me desagradado, é um pouco inferior ao restante do longa. Ainda assim, gostei bastante da experiência. O filme me prendeu, me entreteve e, principalmente, conseguiu me fazer sentir dentro de um jogo de Resident Evil. Não é perfeito, mas finalmente tive a sensação de assistir a uma adaptação da franquia que entende que o videogame não está apenas na história, mas também na forma de construir a experiência.
A Noite dos Demônios é um remake que sabe exatamente o que quer ser. É divertido, bem desenvolvido e não tenta se vender como algo maior do que realmente é. As atuações femininas estão longe de ser o ponto forte, mas funcionam dentro da proposta. As atrizes conseguem cumprir bem a transformação das personagens, passando do lado mais sensual para o grotesco e monstruoso conforme os demônios tomam seus corpos. O gore também funciona muito bem, e algumas referências ao filme original, como a clássica cena do batom, são ótimas para quem conhece o clássico. No fim, é um filme de terror divertido, com bastante gore e personalidade, que entrega exatamente o que promete. Não é uma grande obra do gênero, mas dentro da sua proposta, funciona muito bem.
Grotesquerie começa muito bem e mostra todo o potencial de Ryan Murphy para criar algo estranho, perturbador e intrigante. Os primeiros episódios me prenderam bastante, principalmente pela bizarrice da narrativa e pela excelente Niecy Nash, que está incrível no papel principal. O problema é que, a partir do episódio 7, tudo desanda. A série vira uma bagunça, joga fora boa parte do que havia construído e não consegue entregar um desfecho que justifique toda aquela construção. Do episódio 7 até o final, é praticamente uma completa perda de tempo. Ryan Murphy parece querer fazer tantas coisas ao mesmo tempo que acaba não desenvolvendo nenhuma delas direito. No fim, Grotesquerie é uma série medíocre, sem conclusão satisfatória e, para mim, completamente descartável.
O Sorveteiro tinha tudo para ser uma obra ao menos divertida, mas acaba se perdendo completamente na própria proposta. É um filme medíocre em todos os sentidos possíveis: desnecessário, gratuito, irrelevante e totalmente dispensável, tanto dentro do gênero quanto como obra cinematográfica. A narrativa não apresenta nada que possa ser elogiado, e a execução é tão fraca que torna a experiência cansativa e sem propósito. Não há tensão, impacto ou qualquer elemento capaz de justificar a existência do filme. É, para mim, disparado o pior filme do ano, independentemente do gênero. Além disso, o uso de inteligência artificial na produção é totalmente inaceitável. Trata-se de uma escolha que apenas reforça a falta de identidade e de relevância da obra. No fim, O Sorveteiro é realmente péssimo e não oferece absolutamente nada que faça valer a pena assisti-lo.
Babygirl tinha tudo para ser uma obra marcante sobre sexualidade e prazer feminino, mas acaba se perdendo na própria narrativa. A direção é monótona e torna o filme cansativo, além de não desenvolver a protagonista da maneira que poderia. Nicole Kidman está excelente, como sempre, e é disparado o maior destaque. Seu parceiro de cena não é ruim, mas a diferença de atuação entre os dois é bastante evidente. A proposta é interessante, mas a execução não acompanha. Não é um filme ruim, porém está longe de ser tudo aquilo que poderia. No fim, Nicole Kidman é quem realmente sustenta a experiência.
Acampamento Miasma: Adolescência, Sexo e Morte é um filme que me conquistou muito mais pela atmosfera do que pela execução. A fotografia é belíssima e existe uma identidade visual muito forte, que resgata aquela estética dos slashers dos anos 80, especialmente a atmosfera de Sexta-feira 13. É um terror menos convencional, mais interessado em criar sensação, estranheza e desconforto do que propriamente em entregar sustos ou uma estrutura tradicional de slasher. Hannah Einbinder e Gillian Anderson funcionam muito bem juntas. As duas têm uma química interessante e sustentam boa parte do filme justamente pela relação entre suas personagens. Gillian, principalmente, consegue transmitir aquele mistério necessário para que Billy pareça uma figura quase mítica dentro daquele universo. O problema é que, para mim, Acampamento Miasma funciona muito melhor na ideia do que na execução. Existe uma proposta bastante ambiciosa por trás do filme, utilizando o terror como metáfora para o despertar sexual feminino, o desejo, o orgasmo, o feminismo e a relação das mulheres com seus próprios corpos. A intenção é clara e, em alguns momentos, a metáfora funciona muito bem. Porém, sinto que Jane Schoenbrun não consegue orquestrar todas essas ideias de maneira completamente satisfatória dentro da narrativa de terror. É como se o filme estivesse constantemente prometendo um grande acontecimento, uma espécie de explosão metafórica que finalmente faria todas aquelas ideias se encaixarem. Mas, quando chega a hora de entregar esse clímax, senti que faltou alguma coisa. A experiência permanece interessante, visualmente muito rica e conceitualmente provocadora, mas a execução não alcança completamente a força daquilo que o filme parece querer dizer. Ainda assim, não achei um filme ruim. Muito pelo contrário. Acampamento Miasma me prendeu até o final, tem personalidade, boas atuações, uma fotografia maravilhosa e uma proposta bastante diferente dentro do terror contemporâneo. Só não conseguiu me convencer por completo. No fim, talvez o próprio filme tenha criado a melhor metáfora para o meu sentimento: Acampamento Miasma passa o tempo inteiro falando sobre orgasmo, mas, para mim, ele mesmo não consegue chegar ao seu próprio. É uma experiência interessante, provocadora e visualmente marcante, mas que termina antes de atingir o clímax que promete.
Achei péssimo e não funcionou para mim em praticamente nenhum aspecto. Não gostei do terror, não gostei do romance e achei o casal completamente sem química. O protagonista também não tem presença suficiente para sustentar a história. Para mim, nada funciona aqui. É um filme ruim, esquecível e que não deixou absolutamente nada depois que terminou. Um dos filmes que eu simplesmente não teria motivo nenhum para assistir novamente.
Achei o filme extremamente esquisito, mas não no sentido bom da palavra. É um esquisito estranho, bizarro e que parece vir do nada para chegar a lugar nenhum. Não gostei das atuações e, para mim, o filme inteiro é muito mal executado. É facilmente um dos piores terrores japoneses que já assisti. O começo até me prendeu bastante, principalmente pelo mistério. Gosto desse tipo de terror mais sugestivo, em que objetos mudam de lugar e o filme cria uma sensação de que existe alguma coisa errada sem precisar mostrar tudo de forma explícita. Essa foi uma das poucas coisas que realmente funcionaram para mim. O problema é que, da metade para o final, o filme desanda completamente. O final é péssimo, não achei bem construído nem bem executado, e toda aquela estranheza que poderia ser interessante acaba parecendo apenas aleatória. A direção também não me convenceu e as atuações contribuem para essa sensação de desconforto, mas de uma forma que não funciona. No fim, para mim, foi um completo desperdício de tempo. O mistério inicial tinha potencial, mas o filme não soube desenvolver nada disso de uma maneira que me envolvesse. Não funcionou para mim de forma alguma.
Sou muito fã do clássico Da Magia à Sedução e gostei bastante da sequência. Nicole Kidman e Sandra Bullock continuam funcionando muito bem juntas. As duas são extremamente talentosas, continuam lindas e têm uma química ótima em cena. Foi muito gostoso rever as irmãs Owens e também reencontrar as tias e outros personagens do filme original. Gostei bastante da trama e achei que o filme consegue respeitar o legado da história, mesmo com algumas mudanças importantes que precisaram acontecer para construir essa continuação. Também gostei de como a história amadureceu a relação da cidade com as bruxas e de como elas são vistas nos dias de hoje. Minha principal ressalva foi a troca das atrizes que interpretam as filhas de Sally. Acho que Maisie Williams e Joey King não combinaram muito como filhas da Sandra Bullock e não gostei da substituição. Evan Rachel Wood ainda está jovem o suficiente para ter reprisado o papel, e isso me incomodou bastante. Além disso, achei que o roteiro dá muito mais destaque para a Kylie, enquanto Antonia acaba completamente ofuscada pela história. Fora isso, gostei muito do filme. A trilha sonora é fantástica, incluindo a música da Olivia Rodrigo, que combinou perfeitamente com o filme. Assisti no cinema e foi uma experiência muito gostosa. É aquele tipo de filme que consegue trazer de volta um pouco daquela sensação do cinema dos anos 90, e isso para mim é muito especial.
Gostei muito do filme. O casal funciona muito bem, os dois têm ótima química e são lindos juntos. Ester Expósito está maravilhosa no papel, e continuo gostando muito dela desde Elite. Hugo Diego García também está muito bem e tem uma ótima presença em cena. Gostei bastante da mistura entre romance, suspense e ação. Os momentos de ação funcionam, os momentos românticos também, e acho que o filme consegue equilibrar muito bem os diferentes gêneros. A história me envolveu bastante e terminei querendo muito saber o que vai acontecer. Minha única ressalva é o final aberto. Eu sei que teremos continuação, mas o filme termina de uma forma que me deixou extremamente curioso para descobrir o desfecho.
Um filme bem fraco, principalmente pelos efeitos, que são bastante duvidosos. Gosto mais dos momentos em que o clima de tensão está no ar, especialmente enquanto o avião está prestes a cair, do que depois da queda, quando o filme fica mais maçante. O elenco é ok, e gostei de alguns momentos em que personagens que a gente não espera acabam morrendo, além de algumas cenas de tensão que realmente funcionam. Mas, no geral, é um filme fraco e que eu não assistiria novamente.
Vi agora em mídia física (Blu-ray) e a qualidade de fotografia e mixagem de som do filme são realmente muito bons. Amo o retorno da Jennifer Love Hewitt e sua Julie James. Já Freddie Prinze Jr. poderia ficar de fora dessa facilmente. Novo elenco bom e toda a nostalgia referente ao primeiro filme é incrível. Tem problemas de roteiro e alguns de produção, mas como fã do filme original em amei ver essa história no cinema. Adorei rever Sarah Michelle Gellar e Brandy também.
Eu estava muito animado com essa temporada e continuo bastante confiante no que ela pode entregar, principalmente por finalmente trazer de volta tantos nomes que marcaram American Horror Story. É maravilhoso rever Jessica Lange, Sarah Paulson, Evan Peters, Angela Bassett e Emma Roberts juntos novamente, além de toda a história envolvendo as bruxas, que continua sendo uma das minhas favoritas da série. Também gostei bastante do novo protagonista, Joey Pollari. Já tinha gostado dele em Monster: The Ed Gein Story e acho que é um ator bastante promissor. O problema é que, depois desses três primeiros episódios, fiquei com a sensação de que não aconteceu praticamente nada. São capítulos que parecem começar do nada e caminhar para lugar nenhum, com muitos diálogos estranhos, desconexos e situações que ainda não parecem ter uma função muito clara dentro da história. Para mim, os três episódios poderiam facilmente ter sido condensados em apenas um. Ainda assim, continuo interessado na temporada. O elenco, os personagens conhecidos e a temática das bruxas são elementos que me deixam bastante curioso para ver onde tudo isso vai chegar. Espero que esses primeiros episódios sejam apenas uma preparação para algo muito maior, porque, até aqui, o retorno de American Horror Story está sendo muito mais empolgante pelo elenco e pela nostalgia do que pela história que está sendo contada.
Um verdadeiro filme com cara de infância dos anos 90. A fotografia e a ambientação são lindas, o elenco é muito carismático e a Lassie é simplesmente adorável. A história é simples, mas muito bem amarradinha e consegue prender tanto pelas tramas humanas quanto pela jornada da própria Lassie. Demorei anos para assistir e fiquei encantado. Se tivesse visto na infância, com certeza seria um daqueles clássicos que eu guardaria na memória para sempre. Uma delícia de filme e com gostinho de infância e nostalgia.
Baleia Assassina é um filme tão mal feito que chega a parecer que dá para enxergar a tela verde por trás das cenas. Tudo é extremamente caricato e artificial, desde a fotografia e os cenários até os efeitos visuais. As atuações também não ajudam e, em nenhum momento, o filme consegue convencer que aquelas personagens realmente estão naquele ambiente. Até o que poderia ser um dos grandes atrativos, as paisagens, perde completamente o impacto por causa da artificialidade da produção. É impossível se sentir imerso na história. Sinceramente, não sei nem como consegui chegar até o final. Muito ruim.
Dezesseis Facadas é um filme bem fraquinho e que, para mim, não consegue funcionar plenamente em nenhuma das propostas. Como história de viagem no tempo, é fraco; como terror, mais ainda; e como slasher, fica apenas no mais ou menos. É divertidinho e até funciona como passatempo para uma noite qualquer, mas é muito “inho”, sem realmente entregar nada que se destaque. Também não achei Kiernan Shipka muito convincente no protagonismo, ficando bastante apagada em alguns momentos. No fim, é um filme bobo, esquecível e que não me causou impacto nenhum. Definitivamente, não considero um bom slasher.
Resident Evil 2: Apocalipse
3.3 844 Assista AgoraA introdução de Jill Valentine é um dos pontos positivos, mas sinto que Alice acaba ficando um pouco de lado. O filme tenta expandir a mitologia da franquia, porém parece limitado pela própria narrativa. Nesta revisão, achei tudo mais caricato e exagerado do que lembrava. É divertido, tem bastante ação e carrega um forte apelo nostálgico, mas é inferior ao primeiro e marca o início de uma perda de rumo nos filmes clássicos. Como obra cinematográfica, deixa bastante a desejar.
Resident Evil: O Hóspede Maldito
3.4 1,1K Assista AgoraMesmo com efeitos visuais datados e atuações caricatas, especialmente de Milla Jovovich e Michelle Rodriguez, Resident Evil continua sendo um filme bastante divertido, que prende a atenção e preserva elementos importantes dos jogos. Apesar das limitações técnicas, não considero que tenha envelhecido tão mal. Dentro da franquia clássica de filmes, continua sendo o meu favorito, sabendo equilibrar ação, terror e entretenimento.
Avatar: Fogo e Cinzas
3.5 359 Assista AgoraAqui Avatar já começa a demonstrar claros sinais de desgaste. James Cameron continua impecável na cinematografia, na fotografia e nos efeitos visuais, mas o filme parece uma extensão interminável de O Caminho da Água, sem acrescentar algo realmente significativo à história.
Visualmente é belíssimo, mas a duração excessiva torna a experiência desnecessariamente cansativa. Um roteiro mais enxuto certamente faria muito bem ao filme. Neytiri também está particularmente insuportável nesta sequência, e não gostei do desfecho dado à personagem de Kate Winslet.
Não achei ruim e até gostei de alguns momentos, mas considero o mais fraco dos três até agora. Acho que está na hora de Avatar renovar sua fórmula, apostar em uma narrativa mais objetiva e entender que nem toda história precisa ser tão grandiosa e interminável para funcionar.
O Primeiro Encontro de Riley?
4.1 50Fofo e divertido!
A Hipótese do Amor
3.4 116 Assista AgoraA Hipótese do Amor é exatamente o tipo de comédia romântica que eu gosto de assistir. É leve, divertida, gostosa e tem aquela sensação das clássicas comédias românticas dos anos 90 e 2000, só que atualizada para os dias de hoje.
A química entre Lili Reinhart e Tom Bateman é um dos grandes pontos positivos do filme. Lili tem muita presença em cena e eu gosto muito do trabalho dela como atriz. Aqui, ela está ótima e consegue deixar a protagonista extremamente carismática. Tom Bateman também funciona muito bem ao lado dela, e os dois realmente convencem como casal.
Mas uma das coisas que eu mais gostei foi a relação entre Olive e Anh. A amizade das duas vai muito além de simplesmente servir como apoio para o romance principal, e achei essa dinâmica muito bonita e divertida. Para mim, é um dos pontos mais fortes do filme.
No fim das contas, A Hipótese do Amor entrega exatamente o que promete: uma comédia romântica leve, divertida, carismática e muito gostosa de assistir. Eu realmente amei.
Herança de Narcisa
3.0 14Herança de Narcisa é uma ótima surpresa e, sem dúvida, um dos melhores filmes nacionais que vi este ano. Eu amo quando o cinema brasileiro investe no terror, e aqui ele consegue fazer isso de uma maneira muito mais psicológica e dramática do que propriamente escancarada. Existem elementos sobrenaturais e momentos de terror muito bem executados, mas o grande foco está na relação da Ana com o legado da mãe, no abandono, na negligência e nessa herança emocional que passa de uma geração para outra.
Gosto muito de como o roteiro transforma esse confronto com o passado em um processo de amadurecimento da protagonista, mostrando que revisitar as próprias dores também pode ser uma forma de construir um futuro diferente. E o grande destaque, para mim, é Paolla Oliveira, que está sensacional e praticamente segura o filme inteiro sozinha. O final é dramático, mas também muito bonito e coerente com tudo que a história constrói. Gostei muito. Um dos melhores do ano até agora.
Rastro de Maldade
3.7 428 Assista AgoraRastro de Maldade é um filme que eu gostei, principalmente pelo elenco, pela fotografia e por essa mistura de faroeste com terror, que eu particularmente gosto bastante. A direção funciona muito bem quando decide abraçar a violência, com alguns momentos realmente brutais e angustiantes, mas em outros parece esquecer do próprio gênero e deixa as coisas simplesmente acontecendo, o que acaba tornando o ritmo bastante arrastado e maçante. O diretor tem potencial e o roteiro também, mas a longa duração prejudica bastante o resultado. No fim, é um filme bom e bem razoável dentro do que se propõe. Não é inesquecível nem imperdível, mas também passa longe de ser ruim.
Mentes Criminosas (5ª Temporada)
4.5 46Para mim, a quinta temporada de Criminal Minds é o ápice da série até aqui. É a temporada mais pesada psicologicamente, tanto pelos casos quanto pela forma como eles acabam atingindo diretamente a vida pessoal dos agentes. Principalmente o Hotch, que se torna um personagem ainda mais interessante justamente por tudo que enfrenta ao longo da temporada.
O episódio 100 é simplesmente foda. É triste, perturbador, revoltante e, ao mesmo tempo, necessário. Ele reforça uma das principais sensações que essa temporada transmite: ninguém está a salvo. Isso também aparece nos momentos de perigo envolvendo a Emily, que mostram que até os próprios agentes podem se tornar vítimas das situações que enfrentam diariamente.
Foi uma temporada que realmente me surpreendeu. Alguns episódios e, principalmente, alguns desdobramentos e desfechos conseguiram me deixar chocado. A série consegue explorar os casos de uma maneira muito mais pesada e emocional, sem deixar de desenvolver seus personagens.
Minha única ressalva fica para a season finale. Apesar de Tim Curry entregar uma presença extremamente marcante como vilão, com um personagem odioso e nojento na medida certa, achei estranho a temporada terminar sem um desfecho propriamente dito, deixando a conclusão para a próxima temporada. Além disso, a atriz que interpreta Ellie fica muito abaixo de Tim Curry e acaba comprometendo um pouco o impacto de algumas cenas.
Tirando isso, para mim, a quinta temporada é praticamente perfeita. É até agora o ponto mais alto de Criminal Minds, uma temporada que conseguiu me prender, me surpreender e mostrar que, dentro dessa série, ninguém está realmente a salvo.
Resident Evil
3.6 272Fui assistir a Resident Evil no cinema sem esperar muita coisa, principalmente porque, até hoje, nenhuma adaptação da franquia tinha conseguido me despertar uma vontade real de assistir a um filme no cinema. Desta vez, porém, a presença de Zack Cregger na direção me chamou a atenção, e a experiência acabou sendo muito positiva.
Cinematograficamente, o filme é muito bem conduzido. A fotografia é impecável, a produção de som funciona muito bem e a direção utiliza a estética de videogame de uma maneira bastante criativa. Os planos em primeira e terceira pessoa fazem com que algumas cenas realmente pareçam uma experiência de jogo, como se estivéssemos acompanhando o protagonista pela primeira vez diante de uma tela, abrindo portas, entrando em lugares desconhecidos e sem saber o que pode surgir a qualquer momento. Para uma adaptação de Resident Evil, achei essa escolha muito interessante e talvez seja justamente o que mais me fez entrar na experiência.
Nem tudo funciona tão bem. As piadas são exageradas em alguns momentos e acredito que o humor poderia ter sido mais enxuto. Algumas funcionam muito bem, enquanto outras acabam deixando determinadas situações caricatas demais. O protagonista também não compromete, mas não conseguiu me fazer torcer por ele a ponto de pensar: “Eu preciso que esse cara sobreviva”.
O terceiro ato também me pareceu um pouco apressado. Algumas situações são resolvidas rapidamente, dando a impressão de que o filme queria chegar logo ao fim. O encerramento, apesar de não ter me desagradado, é um pouco inferior ao restante do longa.
Ainda assim, gostei bastante da experiência. O filme me prendeu, me entreteve e, principalmente, conseguiu me fazer sentir dentro de um jogo de Resident Evil. Não é perfeito, mas finalmente tive a sensação de assistir a uma adaptação da franquia que entende que o videogame não está apenas na história, mas também na forma de construir a experiência.
Noite dos Demônios
2.8 83 Assista AgoraA Noite dos Demônios é um remake que sabe exatamente o que quer ser. É divertido, bem desenvolvido e não tenta se vender como algo maior do que realmente é.
As atuações femininas estão longe de ser o ponto forte, mas funcionam dentro da proposta. As atrizes conseguem cumprir bem a transformação das personagens, passando do lado mais sensual para o grotesco e monstruoso conforme os demônios tomam seus corpos.
O gore também funciona muito bem, e algumas referências ao filme original, como a clássica cena do batom, são ótimas para quem conhece o clássico.
No fim, é um filme de terror divertido, com bastante gore e personalidade, que entrega exatamente o que promete. Não é uma grande obra do gênero, mas dentro da sua proposta, funciona muito bem.
Grotesquerie (1ª Temporada)
2.9 65 Assista AgoraGrotesquerie começa muito bem e mostra todo o potencial de Ryan Murphy para criar algo estranho, perturbador e intrigante. Os primeiros episódios me prenderam bastante, principalmente pela bizarrice da narrativa e pela excelente Niecy Nash, que está incrível no papel principal.
O problema é que, a partir do episódio 7, tudo desanda. A série vira uma bagunça, joga fora boa parte do que havia construído e não consegue entregar um desfecho que justifique toda aquela construção.
Do episódio 7 até o final, é praticamente uma completa perda de tempo. Ryan Murphy parece querer fazer tantas coisas ao mesmo tempo que acaba não desenvolvendo nenhuma delas direito.
No fim, Grotesquerie é uma série medíocre, sem conclusão satisfatória e, para mim, completamente descartável.
O Sorveteiro
2.1 55O Sorveteiro tinha tudo para ser uma obra ao menos divertida, mas acaba se perdendo completamente na própria proposta. É um filme medíocre em todos os sentidos possíveis: desnecessário, gratuito, irrelevante e totalmente dispensável, tanto dentro do gênero quanto como obra cinematográfica.
A narrativa não apresenta nada que possa ser elogiado, e a execução é tão fraca que torna a experiência cansativa e sem propósito. Não há tensão, impacto ou qualquer elemento capaz de justificar a existência do filme. É, para mim, disparado o pior filme do ano, independentemente do gênero.
Além disso, o uso de inteligência artificial na produção é totalmente inaceitável. Trata-se de uma escolha que apenas reforça a falta de identidade e de relevância da obra. No fim, O Sorveteiro é realmente péssimo e não oferece absolutamente nada que faça valer a pena assisti-lo.
Babygirl
2.7 497 Assista AgoraBabygirl tinha tudo para ser uma obra marcante sobre sexualidade e prazer feminino, mas acaba se perdendo na própria narrativa. A direção é monótona e torna o filme cansativo, além de não desenvolver a protagonista da maneira que poderia.
Nicole Kidman está excelente, como sempre, e é disparado o maior destaque. Seu parceiro de cena não é ruim, mas a diferença de atuação entre os dois é bastante evidente.
A proposta é interessante, mas a execução não acompanha. Não é um filme ruim, porém está longe de ser tudo aquilo que poderia. No fim, Nicole Kidman é quem realmente sustenta a experiência.
Acampamento Miasma: Adolescência, Sexo e Morte
3.1 122 Assista AgoraAcampamento Miasma: Adolescência, Sexo e Morte é um filme que me conquistou muito mais pela atmosfera do que pela execução. A fotografia é belíssima e existe uma identidade visual muito forte, que resgata aquela estética dos slashers dos anos 80, especialmente a atmosfera de Sexta-feira 13. É um terror menos convencional, mais interessado em criar sensação, estranheza e desconforto do que propriamente em entregar sustos ou uma estrutura tradicional de slasher.
Hannah Einbinder e Gillian Anderson funcionam muito bem juntas. As duas têm uma química interessante e sustentam boa parte do filme justamente pela relação entre suas personagens. Gillian, principalmente, consegue transmitir aquele mistério necessário para que Billy pareça uma figura quase mítica dentro daquele universo.
O problema é que, para mim, Acampamento Miasma funciona muito melhor na ideia do que na execução. Existe uma proposta bastante ambiciosa por trás do filme, utilizando o terror como metáfora para o despertar sexual feminino, o desejo, o orgasmo, o feminismo e a relação das mulheres com seus próprios corpos. A intenção é clara e, em alguns momentos, a metáfora funciona muito bem. Porém, sinto que Jane Schoenbrun não consegue orquestrar todas essas ideias de maneira completamente satisfatória dentro da narrativa de terror.
É como se o filme estivesse constantemente prometendo um grande acontecimento, uma espécie de explosão metafórica que finalmente faria todas aquelas ideias se encaixarem. Mas, quando chega a hora de entregar esse clímax, senti que faltou alguma coisa. A experiência permanece interessante, visualmente muito rica e conceitualmente provocadora, mas a execução não alcança completamente a força daquilo que o filme parece querer dizer.
Ainda assim, não achei um filme ruim. Muito pelo contrário. Acampamento Miasma me prendeu até o final, tem personalidade, boas atuações, uma fotografia maravilhosa e uma proposta bastante diferente dentro do terror contemporâneo. Só não conseguiu me convencer por completo.
No fim, talvez o próprio filme tenha criado a melhor metáfora para o meu sentimento: Acampamento Miasma passa o tempo inteiro falando sobre orgasmo, mas, para mim, ele mesmo não consegue chegar ao seu próprio. É uma experiência interessante, provocadora e visualmente marcante, mas que termina antes de atingir o clímax que promete.
Drácula: Uma História de Amor Eterno
3.0 123 Assista AgoraAchei péssimo e não funcionou para mim em praticamente nenhum aspecto. Não gostei do terror, não gostei do romance e achei o casal completamente sem química. O protagonista também não tem presença suficiente para sustentar a história.
Para mim, nada funciona aqui. É um filme ruim, esquecível e que não deixou absolutamente nada depois que terminou. Um dos filmes que eu simplesmente não teria motivo nenhum para assistir novamente.
Dollhouse: A Boneca da Casa
3.1 21Achei o filme extremamente esquisito, mas não no sentido bom da palavra. É um esquisito estranho, bizarro e que parece vir do nada para chegar a lugar nenhum. Não gostei das atuações e, para mim, o filme inteiro é muito mal executado. É facilmente um dos piores terrores japoneses que já assisti.
O começo até me prendeu bastante, principalmente pelo mistério. Gosto desse tipo de terror mais sugestivo, em que objetos mudam de lugar e o filme cria uma sensação de que existe alguma coisa errada sem precisar mostrar tudo de forma explícita. Essa foi uma das poucas coisas que realmente funcionaram para mim.
O problema é que, da metade para o final, o filme desanda completamente. O final é péssimo, não achei bem construído nem bem executado, e toda aquela estranheza que poderia ser interessante acaba parecendo apenas aleatória. A direção também não me convenceu e as atuações contribuem para essa sensação de desconforto, mas de uma forma que não funciona.
No fim, para mim, foi um completo desperdício de tempo. O mistério inicial tinha potencial, mas o filme não soube desenvolver nada disso de uma maneira que me envolvesse. Não funcionou para mim de forma alguma.
Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor
3.3 69Sou muito fã do clássico Da Magia à Sedução e gostei bastante da sequência. Nicole Kidman e Sandra Bullock continuam funcionando muito bem juntas. As duas são extremamente talentosas, continuam lindas e têm uma química ótima em cena. Foi muito gostoso rever as irmãs Owens e também reencontrar as tias e outros personagens do filme original.
Gostei bastante da trama e achei que o filme consegue respeitar o legado da história, mesmo com algumas mudanças importantes que precisaram acontecer para construir essa continuação. Também gostei de como a história amadureceu a relação da cidade com as bruxas e de como elas são vistas nos dias de hoje.
Minha principal ressalva foi a troca das atrizes que interpretam as filhas de Sally. Acho que Maisie Williams e Joey King não combinaram muito como filhas da Sandra Bullock e não gostei da substituição. Evan Rachel Wood ainda está jovem o suficiente para ter reprisado o papel, e isso me incomodou bastante. Além disso, achei que o roteiro dá muito mais destaque para a Kylie, enquanto Antonia acaba completamente ofuscada pela história.
Fora isso, gostei muito do filme. A trilha sonora é fantástica, incluindo a música da Olivia Rodrigo, que combinou perfeitamente com o filme. Assisti no cinema e foi uma experiência muito gostosa. É aquele tipo de filme que consegue trazer de volta um pouco daquela sensação do cinema dos anos 90, e isso para mim é muito especial.
Atraídos pelo Destino
2.8 25Gostei muito do filme. O casal funciona muito bem, os dois têm ótima química e são lindos juntos. Ester Expósito está maravilhosa no papel, e continuo gostando muito dela desde Elite. Hugo Diego García também está muito bem e tem uma ótima presença em cena.
Gostei bastante da mistura entre romance, suspense e ação. Os momentos de ação funcionam, os momentos românticos também, e acho que o filme consegue equilibrar muito bem os diferentes gêneros. A história me envolveu bastante e terminei querendo muito saber o que vai acontecer.
Minha única ressalva é o final aberto. Eu sei que teremos continuação, mas o filme termina de uma forma que me deixou extremamente curioso para descobrir o desfecho.
Águas Mortais
2.5 58 Assista AgoraUm filme bem fraco, principalmente pelos efeitos, que são bastante duvidosos. Gosto mais dos momentos em que o clima de tensão está no ar, especialmente enquanto o avião está prestes a cair, do que depois da queda, quando o filme fica mais maçante. O elenco é ok, e gostei de alguns momentos em que personagens que a gente não espera acabam morrendo, além de algumas cenas de tensão que realmente funcionam. Mas, no geral, é um filme fraco e que eu não assistiria novamente.
Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado
2.4 340 Assista AgoraVi agora em mídia física (Blu-ray) e a qualidade de fotografia e mixagem de som do filme são realmente muito bons. Amo o retorno da Jennifer Love Hewitt e sua Julie James. Já Freddie Prinze Jr. poderia ficar de fora dessa facilmente. Novo elenco bom e toda a nostalgia referente ao primeiro filme é incrível. Tem problemas de roteiro e alguns de produção, mas como fã do filme original em amei ver essa história no cinema. Adorei rever Sarah Michelle Gellar e Brandy também.
American Horror Story: 13 (13ª Temporada)
2.6 10 Assista AgoraEu estava muito animado com essa temporada e continuo bastante confiante no que ela pode entregar, principalmente por finalmente trazer de volta tantos nomes que marcaram American Horror Story. É maravilhoso rever Jessica Lange, Sarah Paulson, Evan Peters, Angela Bassett e Emma Roberts juntos novamente, além de toda a história envolvendo as bruxas, que continua sendo uma das minhas favoritas da série.
Também gostei bastante do novo protagonista, Joey Pollari. Já tinha gostado dele em Monster: The Ed Gein Story e acho que é um ator bastante promissor.
O problema é que, depois desses três primeiros episódios, fiquei com a sensação de que não aconteceu praticamente nada. São capítulos que parecem começar do nada e caminhar para lugar nenhum, com muitos diálogos estranhos, desconexos e situações que ainda não parecem ter uma função muito clara dentro da história. Para mim, os três episódios poderiam facilmente ter sido condensados em apenas um.
Ainda assim, continuo interessado na temporada. O elenco, os personagens conhecidos e a temática das bruxas são elementos que me deixam bastante curioso para ver onde tudo isso vai chegar. Espero que esses primeiros episódios sejam apenas uma preparação para algo muito maior, porque, até aqui, o retorno de American Horror Story está sendo muito mais empolgante pelo elenco e pela nostalgia do que pela história que está sendo contada.
Lassie
3.0 186 Assista AgoraUm verdadeiro filme com cara de infância dos anos 90. A fotografia e a ambientação são lindas, o elenco é muito carismático e a Lassie é simplesmente adorável. A história é simples, mas muito bem amarradinha e consegue prender tanto pelas tramas humanas quanto pela jornada da própria Lassie. Demorei anos para assistir e fiquei encantado. Se tivesse visto na infância, com certeza seria um daqueles clássicos que eu guardaria na memória para sempre. Uma delícia de filme e com gostinho de infância e nostalgia.
Baleia Assassina
1.3 20Baleia Assassina é um filme tão mal feito que chega a parecer que dá para enxergar a tela verde por trás das cenas. Tudo é extremamente caricato e artificial, desde a fotografia e os cenários até os efeitos visuais. As atuações também não ajudam e, em nenhum momento, o filme consegue convencer que aquelas personagens realmente estão naquele ambiente. Até o que poderia ser um dos grandes atrativos, as paisagens, perde completamente o impacto por causa da artificialidade da produção. É impossível se sentir imerso na história. Sinceramente, não sei nem como consegui chegar até o final. Muito ruim.
Dezesseis Facadas
3.2 463Dezesseis Facadas é um filme bem fraquinho e que, para mim, não consegue funcionar plenamente em nenhuma das propostas. Como história de viagem no tempo, é fraco; como terror, mais ainda; e como slasher, fica apenas no mais ou menos. É divertidinho e até funciona como passatempo para uma noite qualquer, mas é muito “inho”, sem realmente entregar nada que se destaque. Também não achei Kiernan Shipka muito convincente no protagonismo, ficando bastante apagada em alguns momentos. No fim, é um filme bobo, esquecível e que não me causou impacto nenhum. Definitivamente, não considero um bom slasher.