A 4ª temporada de "The Boys" começa de forma preguiçosa e até entediante, o que quebra o ritmo e dificulta o engajamento inicial. Porém, da metade em diante, a narrativa melhora bastante, se tornando mais interessante e bem desenvolvida. Os personagens continuam sendo um ponto forte, especialmente Luz-Estrela, Kimiko e o Francês, além de as boas atuações que sustentam a série. Já Capitão Pátria segue como o grande destaque, funcionando como uma representação eficaz do fanatismo político e religioso, reforçando a crítica à extrema direita, que continua sendo o aspecto mais impactante da série. Por outro lado, alguns personagens incomodam bastante, com destaque negativo para Hugh, que não convence e é de longe a personagem mais irritante da série. Eu fico impressionado em ver que existem pessoas tão fanáticas (religiosamente e politicamente falando) na vida real, quanto as que a série representa, chega a ser assustador. No geral, a temporada funciona melhor na reta final, mas é irregular e inferior às anteriores.
Quatro anos depois do fim da segunda temporada, Euphoria retorna com um primeiro episódio que já deixa claro: muita coisa mudou, talvez até demais. A diferença é visível em tudo, da trilha sonora à fotografia, passando pelo tom e pelo design de produção. É uma série que claramente teve tantos problemas de bastidores que precisou se reinventar, mas essa mudança toda causa uma estranheza inevitável pra quem acompanhou as temporadas anteriores. As atuações continuam muito boas, isso é inegável. Mas o problema central está nas personagens. Depois de um intervalo tão grande, era esperado algum tipo de evolução, e isso simplesmente não acontece. Rue, por exemplo, segue praticamente a mesma, sem qualquer crescimento significativo, o que torna a personagem cansativa e até frustrante de acompanhar. A atuação de Zendaya segue forte, mas já não sustenta sozinha uma narrativa que parece estagnada. Cassie entra no mesmo problema: seu arco parece preso no tempo, repetindo conflitos e comportamentos que já deveriam ter sido superados. Em contraste, Nate surge quase como outra pessoa, destoando completamente do que foi construído anteriormente, o que gera uma sensação de desconexão com a própria história da série. No fim, fica a impressão de que talvez essa nova temporada nem fosse necessária. Ainda assim, a curiosidade fala mais alto, e eu vou continuar assistindo pra ver até onde isso vai. Mas, pelo menos por enquanto, Euphoria parece ter perdido boa parte da sua essência.
A quarta temporada de Bridgerton é agradável, mas fica aquém do esperado. Centrada em Benedict, um personagem carismático, a trama até funciona, especialmente na releitura de Cinderela com Sophie, mas o romance demora a engrenar e sofre com a falta de química entre os protagonistas. Ainda assim, há pontos fortes: a vilã é bem construída e odiável, o retorno de Cressida adiciona camadas interessantes, e o arco envolvendo a Lady Whistledown traz um frescor bem-vindo. Visualmente impecável, com ótima trilha e boas atuações, a temporada mantém o charme da série. Mesmo sem um final tão tradicional, encerra de forma satisfatória e reforça o quanto esse universo continua envolvente.
PS: Já passou da hora de Eloise amadurecer na narrativa e ganhar um destaque próprio. Achei o arco da Francesca e do luto pouco aproveitado. E a segunda temporada continua sendo a que eu menos gosto, mesmo sendo centrada no Anthony que eu adoro.
A segunda temporada de Euphoria é irregular e, em muitos momentos, instável. A protagonista vivida por Zendaya continua pouco interessante e até cansativa, enquanto personagens secundários roubam a cena com histórias mais envolventes. O início da temporada é arrastado, mas melhora ao longo dos episódios, especialmente nos capítulos centrados na peça da Lexi, que são bem construídos e envolventes. Há bons desenvolvimentos para Cassie, Maddy e Nate, mas outros personagens, como Rue e Jules, acabam ficando apagados ou mal aproveitados. Apesar disso, a série mantém um altíssimo nível técnico, com estética, fotografia e atuações marcantes, mas não entrega todo o impacto que a crítica costuma atribuir.
Heated Rivalry é, acima de tudo, uma história sobre desejo, identidade e pertencimento. A construção de Ilya e Shane é meticulosa, emocionalmente honesta e profundamente humana. Não se trata apenas de um romance 'rivals to lovers', mas de dois homens atravessando medos distintos para chegar ao mesmo lugar. O grande ápice emocional da série, sem dúvida, é a ligação de Ilya para Shane — especialmente o momento em que ele se declara em russo. A escolha do idioma não é apenas estética; é simbólica. Ali, Ilya não está apenas dizendo que ama Shane; ele expõe sua cultura, sua origem, sua vulnerabilidade mais íntima. É um gesto de entrega total. A cena é delicada, intensa, romântica na medida exata — nada exagerado, nada contido demais. É uma das declarações mais bonitas e bem construídas que vimos recentemente. A tensão sexual da série também brilha. Ela não é decorativa, mas parte orgânica da narrativa. Cada cena íntima revela um passo no amadurecimento deles: o desejo entre Ilya e Shane é mais do que físico, é um diálogo sem palavras. A química entre Connor Storrie e Hudson Williams é magnética, carregada de sutileza, e eles elevam cada cena com uma entrega impressionante. O episódio 3, centrado em Scott e Kip, expande o universo da série com maturidade, mas é a química e o crescimento de Ilya e Shane que carregam o coração da narrativa. E o final, introspectivo e intenso, é o ápice. A série não é apenas sobre rivalidade, mas sobre a coragem de se entregar, de se conhecer e, sobretudo, de amar.
A sétima temporada de Corrida das Blogueiras começou fraca, com pouca diversão, narrativa confusa e participantes difíceis de engajar. Só por volta do episódio 3 ou 4 a temporada começou a se encontrar. Maddy foi, disparado, a mais talentosa e consistente, mesmo com alguns erros pontuais. Já a Kitty conquistou pelo carisma e pela rivalidade saudável com a Maddy — essa dinâmica foi, sem dúvida, o grande motor da temporada e o que a tornou mais interessante de acompanhar. Por outro lado, participantes como Milena, Barcellos, Jordann e Giovanna tornaram a experiência cansativa, embora o Jordann tenha acabado virando entretenimento justamente pelo caos. A produção (Edu e equipe) passou pano para erros evidentes, insistindo em validar apenas sua própria visão, o que prejudica a credibilidade do programa. O episódio final perdeu impacto pelo intervalo excessivo, mas, no saldo geral, a temporada terminou de forma divertida — ainda que a vitória da Kitty tenha deixado a sensação de que a Maddy merecia um pouco mais.
A primeira temporada de IT: Bem-vindos a Derry entrega uma narrativa envolvente e uma ambientação de época impecável. O elenco infantil tem altos e baixos, mas cumpre seu papel, enquanto o elenco adulto se destaca pela competência e presença marcante. A fotografia, os efeitos especiais e práticos são muito bem executados, e o Pennywise está assustador, com cenas de terror, mortes e sangue na medida certa. O primeiro episódio já impressiona com um plot twist que quebra expectativas, e o final mantém coerência e interesse. Apesar de ser um prequel, com desfecho já conhecido, a série cumpre seu objetivo e se arrisca de forma louvável, entregando tensão, clima e qualidade dentro do universo de IT. Rich sempre será o meu favorito. ❤️
A primeira temporada de De Volta aos 15 é leve, divertida e deliciosa de assistir. A série transporta para os anos 2000 com ambientação, figurinos e trilha sonora daquela época impecáveis, enquanto a narrativa simples e cotidiana prende sem esforço. Camila Queiroz e Maisa brilham, e o restante do elenco também cumpre muito bem seu papel. Uma produção perfeita para relaxar, se distrair e aproveitar sem pensar demais.
A quinta temporada de Stranger Things entrega um encerramento que, no geral, considero muito bom — mesmo carregando problemas estruturais que já vinham se acumulando ao longo dos anos. Há uma clara sensação de “injeção de linguiça” em praticamente toda a primeira metade da temporada, com episódios que se alongam além do necessário e diluem a força narrativa. Ainda assim, quando a série decide andar, ela anda. É completamente natural que o hype tenha se dissipado. Estamos falando de uma série que começou em 2016 e só foi concluída no início de 2026 — uma década de intervalo entre o começo e o fim. Esse espaçamento impactou diretamente o entrosamento do elenco, que já não carrega mais aquela química espontânea dos primeiros anos. Isso é perceptível, e infelizmente prejudica o ritmo e a imersão em vários momentos. Como fã da obra, continuei achando a temporada incrível, apesar de erros bem pontuais. Fiquei satisfeito com a batalha final, com o desfecho da história e com a maioria das atuações — com exceção de Millie Bobby Brown, que pareceu engessada, sem entrega emocional e visivelmente desconectada, ao menos na impressão que passou em tela. Os arcos finais dos personagens foram, em geral, muito bem resolvidos e coerentes com a narrativa. A nostalgia foi um dos pontos altos, remetendo diretamente ao começo da série — algo que funcionou emocionalmente e reforçou o fechamento de ciclo. Will foi um dos grandes acertos: a forma como sua sexualidade foi tratada foi sensível, respeitosa e necessária, e seu desenvolvimento ao longo da temporada foi um dos mais consistentes. Por outro lado, há decisões difíceis de defender. O apagamento quase completo de Max foi frustrante. A introdução de novas crianças incomodou e pareceu desnecessária em um momento em que a série precisava focar exclusivamente no elenco central. A falta de interação orgânica entre os protagonistas também pesou, e quando eles finalmente interagem, muitas vezes é apenas para discutir planos em diálogos artificiais, pouco naturais. Apesar de tudo isso, acredito que boa parte desses problemas não é culpa direta da série em si, mas sim do longo e conturbado processo de produção ao longo de dez anos. Dentro da proposta, Stranger Things ainda entrega uma história sólida, emocional e visualmente marcante. O final foi coerente, gostei muito do último episódio e, especialmente, do momento derradeiro — com a porta se fechando e o ciclo finalmente se encerrando. É um encerramento que respeita a jornada. E, sinceramente, é melhor deixar Stranger Things descansar como merece, do que tentar ressuscitar essa história novamente. Eu realmente gostei da temporada. Mas é inegável que esses pontos prejudicaram a experiência total, especialmente no que diz respeito à imersão no universo da série.
A segunda temporada de Namorado de Natal acaba sendo inferior à primeira, ainda que mantenha alguns momentos inspirados e genuinamente divertidos. A série segue confortável em sua proposta leve e sazonal, mas tropeça justamente onde deveria evoluir: na jornada emocional de Johanne.
A personagem parece se perder ao longo da temporada, com decisões pouco coerentes e um arco que não se sustenta com a mesma força do início da série. A escolha final, em especial, incomoda por soar previsível e pouco ousada, ainda mais quando havia alternativas narrativas — tanto românticas quanto pessoais — bem mais interessantes para o desenvolvimento da personagem.
Ainda assim, Namorado de Natal continua sendo uma série gostosa de assistir. A vibe de fim de ano permanece acolhedora, a fotografia natalina segue belíssima e o clima leve faz com que os episódios fluam facilmente. Mesmo com suas fragilidades, a segunda temporada ainda cumpre seu papel como entretenimento despretensioso para o período natalino.
9-1-1: Nashville começa sem conseguir justificar sua própria existência. Neste início, a série pouco chama atenção: os personagens são desinteressantes, as situações ultrapassam ainda mais o limite do absurdo já conhecido da série original e os efeitos especiais deixam bastante a desejar. Falta carisma, tensão e identidade própria. Por enquanto, soa fraca demais, ainda distante do impacto esperado para um derivado desse universo. Resta torcer para que evolua ao longo da temporada e encontre força suficiente para garantir novas temporadas.
O início da 9ª temporada de 9-1-1 soa morno e um pouco perdido. É positivo ver Maddie ganhando mais destaque, com Jennifer Love Hewitt tendo finalmente mais tempo de tela, algo que a série devia há tempos. Em contrapartida, a ausência de Bobby pesa muito na trama, dando a sensação de que a história ainda não sabe exatamente para onde ir.
Também senti falta de Buck e Eddie, cuja dinâmica sempre foi um dos pontos fortes da série. Já a trama envolvendo o espaço ultrapassa os limites do aceitável em termos de inverossimilhança. 9-1-1 sempre flertou com exageros, mas nas últimas temporadas parece estar forçando cada vez mais a barra.
No geral, é um começo fraco para uma série que já entregou aberturas muito mais impactantes. Ainda assim, sigo acompanhando, na esperança de que a temporada encontre seu rumo e volte a se equiparar às anteriores.
A primeira parte da 5ª temporada de Stranger Things começa enfrentando um problema inevitável: o hiato gigantesco entre temporadas, que prejudica bastante o impacto inicial e esfria o hype. Ainda assim, o resumão dos acontecimentos anteriores logo no início é um acerto enorme, funcionando quase como um abraço no fã que precisou “reaprender” a série depois de tanto tempo.
Os dois primeiros episódios têm um ritmo arrastado que incomoda, especialmente porque, a essa altura, a expectativa é por caos, gritaria e tensão constante (mesmo sabendo que a trama não pode sustentar isso o tempo todo). Felizmente, quando a história engrena, a série volta a mostrar por que é tão amada. O quarto episódio é simplesmente fantástico e marca um grande momento para Will, que finalmente mostra o quão poderoso e essencial ele pode ser dentro da narrativa.
Eleven tem ótimas cenas ao lado de Hopper, Joyce segue impecável como sempre, e Nancy continua sendo um dos personagens mais interessantes graças à sua personalidade destemida. Por outro lado, Dustin decepciona pela mudança de atitude, enquanto Lucas e Max parecem apagados demais até aqui. Mike soa perdido, e sem sua ligação clara com Eleven ou Will, sua trajetória parece sem rumo no momento.
Apesar dos tropeços iniciais, a temporada recupera sua força emocional e narrativa. Fica a ansiedade pelos próximos episódios, e a esperança sincera de que Stranger Things tenha um final épico, à altura do legado que construiu.
Namorado de Natal é aquele tipo de série que abraça o espírito natalino sem pedir desculpas por isso. A trama é envolvente, leve e cumpre bem a proposta de aquecer o coração, mesmo sem grandes pretensões de inovação. É fácil se conectar com a história e querer acompanhar cada episódio, principalmente para quem gosta de romances com clima de fim de ano.
A protagonista é, sem dúvida, um dos pontos fortes da série. Carismática, humana e cheia de falhas, ela conquista o público pela sinceridade e pela forma como lida com suas inseguranças. Em alguns momentos, porém, suas decisões são tão ingênuas que beiram o “burro”, o que pode gerar certa irritação — ainda assim, isso acaba tornando a personagem mais real e próxima de quem assiste.
Outro grande destaque é a fotografia. A Noruega aparece de forma absolutamente encantadora, com uma estética natalina impecável. As luzes, a neve, as paisagens e os cenários transformam a série quase em um cartão-postal de Natal, elevando muito a experiência visual e ajudando a criar o clima mágico que a história pede.
No geral, Namorado de Natal é uma série confortável, charmosa e visualmente linda. Não é perfeita, mas entrega emoção, romance e aquele aconchego típico das produções natalinas, que é exatamente o que promete.
Embora o entretenimento funcione muito bem, é uma linha muito tênue contar uma história dissimulada de vilões ou criar empatia por essas pessoas cruéis. É necessário ter a visão certa ao assistir, e entender que as pessoas retratadas aqui são bandidas e não ídolos. Gostei muito da caracterização das personagens e das atuações. A série me prendeu, e gostei de ver os bastidores da prisão mesmo com muitas questões que sabemos serem apenas fictícias. Vale a conferida.
Pessoas mais velhas são tão mal resolvidas quanto as mais jovens, essa é a lição dessa temporada. Ranço eterno por Rivo e Lica, dois insuportáveis mimados e imaturos.
Inferior á 1ª temporada como eu já esperava que seria, afinal tenta mudar a trama ao mesmo tempo em que utiliza os mesmos recursos e até personagens da temporada anterior, mostrando saturação na história mesmo estando apenas na 2ª temporada. Senti falta da relação entre Wandinha e Enid, me incomodou um tanto o drama entre a Wandinha e a Morticia e achei os primeiros episódios bem chatinhos. Mas nos episódios finais, e principalmente aquele em que as personagens trocam de corpos que é ótimo, a trama melhora muito e culmina em um final bem bacana. Gosto muito do tom sombrio, e curti que deixaram o romance de escanteio e focaram mais no horror. Algumas cenas são belas homenagens á clássicos do gênero e me surpreendi com a história do Mãozinha no final. Episódio dirigido por Tim Burton é sempre destaque positivo aqui. E no fim o maior problema tanto com Wandinha quanto com qualquer outra série da Netflix, é esse tempo todo de produção entre uma temporada e outra, que acaba perdendo o hype e deixando nosso interesse nas histórias bem "qualquer coisa".
Dupla de atores principais excelente, transmitiram tudo que as personagens exigiam, e ainda me deixaram em dúvida sobre o que de fato os irmãos viveram dentro daquela família. Acho que hiper sexualizaram os atores (e ok, eles são lindos mesmo), mas um pouco menos de erotismo causaria mais imparcialidade. Achei a série tensa, pesada e instigante conseguindo me prender do começo ao fim, embora alguns momentos soem repetitivos por conta da condução da narrativa meio "mastigada", que dá detalhes iguais mais de uma vez sem a mínima necessidade. E para além de Nicholas Alexander Chavez e Cooper Koch que possuem atuações impecáveis, temos que destacar o belo trabalho da atriz Ari Graynor como Leslie que está fantástica no papel. Sobre o julgamento, as motivações do crime e a sentença eu não tenho uma opinião totalmente formada porque muita coisa pode ser verdade ou mentira dentro dessa história, apenas os envolvidos saberão a real verdade por trás desse crime. Ainda gosto mais da 1ª temporada sobre o Dahmer, mas achei essa 2ª muito boa e eficiente em reproduzir essa trama, com direito á uma ambientação de época impecável.
Achei inferior á 1ª temporada, que eu particularmente achei melhor. Aqui "Dexter" não chega a ter um assassino em série em foco a não ser ele mesmo, o que acaba dando uma desanimada na condução da narrativa, que tinha todo aquele mistério do assassino do caminhão de gelo, sobre quem estava cometendo os assassinatos ao mesmo tempo em que Dexter fazia sua "limpeza" nas ruas. O que eu gostei aqui foi a presença marcante da Lila que é uma personagem intrigante e muito bem interpretada por Jaime Murray, ela que possui os momentos mais tensos e misteriosos da temporada, o que prendeu minha atenção. O final foi bacana, e a evolução da Maria aqui é gritante, assim como Debra e Rita que ficaram menos irritantes.
Mudaria um ponto aqui, outro ali, mas no geral eu gostei bastante da série (pelo menos nessa temporada de estreia). Aliás comecei a ver "Dexter" na minha adolescência, mas na época não curti e não dei continuidade, hoje vendo direitinho conseguiu me prender e deixar até tenso em alguns momentos de suspense. O elenco é competente com destaque total para o trabalho de Michael C. Hall que é impecável, além de Jennifer Carpenter muito boa como Deb também. Já apesar de Julie Benz ser boa, a personagem Rita é insuportável, se ela não estivesse na trama melhoraria muito o roteiro. Gosto da fotografia e do clima litorâneo de calor e verão, e a produção é muito caprichada principalmente pela época (pleno anos 2000 onde as séries de TV não recebiam tanto investimento). Adorei a season finale, indo rumo a 2ª temporada agora
Assisti o primeiro episódio e gostei do tom dramático da história, mas precisa evoluir muito para virar algo sólido a ponto de prender a atenção do espectador. O que mais trouxe minha atenção aqui foi a volta de Tini á atuação, queria muito vê-la em ação novamente e ela não me decepcionou, carregou sua personagem Mirando com maestria. Espero muito que a trama ganhe força e consigam elevar ao nível de tensão e ação que o trailer prometeu, vou ver toda óbvio que pela Tini, mas esperando que seja uma ótima produção no fim das contas.
Assisti aos dois primeiros episódios e confesso que até gostei, mas custou a me prender, principalmente pela mitologia de sintéticos e humanos e todo aquele clichê que qualquer ficção científica tem, que não me remeteu muito á franquia "Alien". Elenco sem carisma e as atuações não ajudam, além de os efeitos por vezes serem muito bons mas por outras bem fracos (ok, é uma série de TV e não um filme de cinema). Todavia temos Alien aqui, e boas cenas de terror com alguns momentos tensos. É só o começo desse universo expandido para a TV então é cedo para dizer se vai vingar ou não, por enquanto vi pontos positivos e alguns bem negativos, mas é início né então não tem como exigir muito por enquanto. Se capricharem mais acho que vai dar bom no fim, até porque o segundo episódio já foi melhor que o piloto sem dúvidas.
Ansioso pelo final, e também receoso que depois de tanto tempo de espera a Netflix ainda faça merda com o fim da série. Vamos aguardar, mas vou tentar manter as expectativas baixas porque esse ano está fraco no setor do entretenimento.
Essa temporada tem altos e baixos e algumas coisas que já poderiam ter sido desenvolvidas e ainda falta coragem da produção em explorar, mas em contrapartida tivemos uma morte muito polêmica aqui, que destaca a ousadia dos roteiristas. Eu amo algumas coisas como os episódios em que a Maddie é sequestrada, que culminam em momentos tensos e consequências que podem ser desenvolvidas posteriormente. A perda no elenco principal é muito sentida e triste, me emocionei no episódio de despedida inclusive, achei que o tom foi bem dramático mas tudo na medida certa sem soar dramalhão demais. Já a season finale foi fraca demais, uma das menos memoráveis da série até agora, último episódio só valeu pelo finalzinho com a chegada do bebê da Maddie e do Chimney. Ainda bem que trouxeram Eddie de volta de forma regular, não aguentava mais aquele plot do Texas, e já passou da hora de fazerem acontecer Buck e Eddie como casal. Hen ainda é uma das minhas favoritas, e o sofrimento da Athena aqui comove graças á excelente atuação de Angela Bassett.
R.I.P Bobby Nash, fará falta demais, porque era sem dúvidas um dos melhores personagens de "9-1-1". O bebê da Maddie se chamar Bobby em homenagem á ele, foi lindo demais.
The Boys (4ª Temporada)
3.6 372 Assista AgoraA 4ª temporada de "The Boys" começa de forma preguiçosa e até entediante, o que quebra o ritmo e dificulta o engajamento inicial. Porém, da metade em diante, a narrativa melhora bastante, se tornando mais interessante e bem desenvolvida. Os personagens continuam sendo um ponto forte, especialmente Luz-Estrela, Kimiko e o Francês, além de as boas atuações que sustentam a série. Já Capitão Pátria segue como o grande destaque, funcionando como uma representação eficaz do fanatismo político e religioso, reforçando a crítica à extrema direita, que continua sendo o aspecto mais impactante da série. Por outro lado, alguns personagens incomodam bastante, com destaque negativo para Hugh, que não convence e é de longe a personagem mais irritante da série. Eu fico impressionado em ver que existem pessoas tão fanáticas (religiosamente e politicamente falando) na vida real, quanto as que a série representa, chega a ser assustador. No geral, a temporada funciona melhor na reta final, mas é irregular e inferior às anteriores.
Euphoria (3ª Temporada)
3.0 52 Assista AgoraQuatro anos depois do fim da segunda temporada, Euphoria retorna com um primeiro episódio que já deixa claro: muita coisa mudou, talvez até demais. A diferença é visível em tudo, da trilha sonora à fotografia, passando pelo tom e pelo design de produção. É uma série que claramente teve tantos problemas de bastidores que precisou se reinventar, mas essa mudança toda causa uma estranheza inevitável pra quem acompanhou as temporadas anteriores.
As atuações continuam muito boas, isso é inegável. Mas o problema central está nas personagens. Depois de um intervalo tão grande, era esperado algum tipo de evolução, e isso simplesmente não acontece. Rue, por exemplo, segue praticamente a mesma, sem qualquer crescimento significativo, o que torna a personagem cansativa e até frustrante de acompanhar. A atuação de Zendaya segue forte, mas já não sustenta sozinha uma narrativa que parece estagnada.
Cassie entra no mesmo problema: seu arco parece preso no tempo, repetindo conflitos e comportamentos que já deveriam ter sido superados. Em contraste, Nate surge quase como outra pessoa, destoando completamente do que foi construído anteriormente, o que gera uma sensação de desconexão com a própria história da série.
No fim, fica a impressão de que talvez essa nova temporada nem fosse necessária. Ainda assim, a curiosidade fala mais alto, e eu vou continuar assistindo pra ver até onde isso vai. Mas, pelo menos por enquanto, Euphoria parece ter perdido boa parte da sua essência.
Bridgerton (4ª Temporada)
3.9 60 Assista AgoraA quarta temporada de Bridgerton é agradável, mas fica aquém do esperado. Centrada em Benedict, um personagem carismático, a trama até funciona, especialmente na releitura de Cinderela com Sophie, mas o romance demora a engrenar e sofre com a falta de química entre os protagonistas. Ainda assim, há pontos fortes: a vilã é bem construída e odiável, o retorno de Cressida adiciona camadas interessantes, e o arco envolvendo a Lady Whistledown traz um frescor bem-vindo. Visualmente impecável, com ótima trilha e boas atuações, a temporada mantém o charme da série. Mesmo sem um final tão tradicional, encerra de forma satisfatória e reforça o quanto esse universo continua envolvente.
PS: Já passou da hora de Eloise amadurecer na narrativa e ganhar um destaque próprio. Achei o arco da Francesca e do luto pouco aproveitado. E a segunda temporada continua sendo a que eu menos gosto, mesmo sendo centrada no Anthony que eu adoro.
Euphoria (2ª Temporada)
4.0 553A segunda temporada de Euphoria é irregular e, em muitos momentos, instável. A protagonista vivida por Zendaya continua pouco interessante e até cansativa, enquanto personagens secundários roubam a cena com histórias mais envolventes. O início da temporada é arrastado, mas melhora ao longo dos episódios, especialmente nos capítulos centrados na peça da Lexi, que são bem construídos e envolventes. Há bons desenvolvimentos para Cassie, Maddy e Nate, mas outros personagens, como Rue e Jules, acabam ficando apagados ou mal aproveitados. Apesar disso, a série mantém um altíssimo nível técnico, com estética, fotografia e atuações marcantes, mas não entrega todo o impacto que a crítica costuma atribuir.
Rivalidade Ardente (1ª Temporada)
4.3 131 Assista AgoraHeated Rivalry é, acima de tudo, uma história sobre desejo, identidade e pertencimento. A construção de Ilya e Shane é meticulosa, emocionalmente honesta e profundamente humana. Não se trata apenas de um romance 'rivals to lovers', mas de dois homens atravessando medos distintos para chegar ao mesmo lugar.
O grande ápice emocional da série, sem dúvida, é a ligação de Ilya para Shane — especialmente o momento em que ele se declara em russo. A escolha do idioma não é apenas estética; é simbólica. Ali, Ilya não está apenas dizendo que ama Shane; ele expõe sua cultura, sua origem, sua vulnerabilidade mais íntima. É um gesto de entrega total. A cena é delicada, intensa, romântica na medida exata — nada exagerado, nada contido demais. É uma das declarações mais bonitas e bem construídas que vimos recentemente.
A tensão sexual da série também brilha. Ela não é decorativa, mas parte orgânica da narrativa. Cada cena íntima revela um passo no amadurecimento deles: o desejo entre Ilya e Shane é mais do que físico, é um diálogo sem palavras. A química entre Connor Storrie e Hudson Williams é magnética, carregada de sutileza, e eles elevam cada cena com uma entrega impressionante.
O episódio 3, centrado em Scott e Kip, expande o universo da série com maturidade, mas é a química e o crescimento de Ilya e Shane que carregam o coração da narrativa. E o final, introspectivo e intenso, é o ápice. A série não é apenas sobre rivalidade, mas sobre a coragem de se entregar, de se conhecer e, sobretudo, de amar.
Corrida das Blogueiras (7ª Temporada)
3.7 7A sétima temporada de Corrida das Blogueiras começou fraca, com pouca diversão, narrativa confusa e participantes difíceis de engajar. Só por volta do episódio 3 ou 4 a temporada começou a se encontrar. Maddy foi, disparado, a mais talentosa e consistente, mesmo com alguns erros pontuais. Já a Kitty conquistou pelo carisma e pela rivalidade saudável com a Maddy — essa dinâmica foi, sem dúvida, o grande motor da temporada e o que a tornou mais interessante de acompanhar.
Por outro lado, participantes como Milena, Barcellos, Jordann e Giovanna tornaram a experiência cansativa, embora o Jordann tenha acabado virando entretenimento justamente pelo caos. A produção (Edu e equipe) passou pano para erros evidentes, insistindo em validar apenas sua própria visão, o que prejudica a credibilidade do programa. O episódio final perdeu impacto pelo intervalo excessivo, mas, no saldo geral, a temporada terminou de forma divertida — ainda que a vitória da Kitty tenha deixado a sensação de que a Maddy merecia um pouco mais.
It: Bem-Vindos a Derry (1ª Temporada)
4.1 367 Assista AgoraA primeira temporada de IT: Bem-vindos a Derry entrega uma narrativa envolvente e uma ambientação de época impecável. O elenco infantil tem altos e baixos, mas cumpre seu papel, enquanto o elenco adulto se destaca pela competência e presença marcante. A fotografia, os efeitos especiais e práticos são muito bem executados, e o Pennywise está assustador, com cenas de terror, mortes e sangue na medida certa. O primeiro episódio já impressiona com um plot twist que quebra expectativas, e o final mantém coerência e interesse. Apesar de ser um prequel, com desfecho já conhecido, a série cumpre seu objetivo e se arrisca de forma louvável, entregando tensão, clima e qualidade dentro do universo de IT.
Rich sempre será o meu favorito. ❤️
De Volta aos 15 (1ª Temporada)
3.5 155 Assista AgoraA primeira temporada de De Volta aos 15 é leve, divertida e deliciosa de assistir. A série transporta para os anos 2000 com ambientação, figurinos e trilha sonora daquela época impecáveis, enquanto a narrativa simples e cotidiana prende sem esforço. Camila Queiroz e Maisa brilham, e o restante do elenco também cumpre muito bem seu papel. Uma produção perfeita para relaxar, se distrair e aproveitar sem pensar demais.
Stranger Things (5ª Temporada)
3.5 514 Assista AgoraA quinta temporada de Stranger Things entrega um encerramento que, no geral, considero muito bom — mesmo carregando problemas estruturais que já vinham se acumulando ao longo dos anos. Há uma clara sensação de “injeção de linguiça” em praticamente toda a primeira metade da temporada, com episódios que se alongam além do necessário e diluem a força narrativa. Ainda assim, quando a série decide andar, ela anda.
É completamente natural que o hype tenha se dissipado. Estamos falando de uma série que começou em 2016 e só foi concluída no início de 2026 — uma década de intervalo entre o começo e o fim. Esse espaçamento impactou diretamente o entrosamento do elenco, que já não carrega mais aquela química espontânea dos primeiros anos. Isso é perceptível, e infelizmente prejudica o ritmo e a imersão em vários momentos.
Como fã da obra, continuei achando a temporada incrível, apesar de erros bem pontuais. Fiquei satisfeito com a batalha final, com o desfecho da história e com a maioria das atuações — com exceção de Millie Bobby Brown, que pareceu engessada, sem entrega emocional e visivelmente desconectada, ao menos na impressão que passou em tela.
Os arcos finais dos personagens foram, em geral, muito bem resolvidos e coerentes com a narrativa. A nostalgia foi um dos pontos altos, remetendo diretamente ao começo da série — algo que funcionou emocionalmente e reforçou o fechamento de ciclo. Will foi um dos grandes acertos: a forma como sua sexualidade foi tratada foi sensível, respeitosa e necessária, e seu desenvolvimento ao longo da temporada foi um dos mais consistentes.
Por outro lado, há decisões difíceis de defender. O apagamento quase completo de Max foi frustrante. A introdução de novas crianças incomodou e pareceu desnecessária em um momento em que a série precisava focar exclusivamente no elenco central. A falta de interação orgânica entre os protagonistas também pesou, e quando eles finalmente interagem, muitas vezes é apenas para discutir planos em diálogos artificiais, pouco naturais.
Apesar de tudo isso, acredito que boa parte desses problemas não é culpa direta da série em si, mas sim do longo e conturbado processo de produção ao longo de dez anos. Dentro da proposta, Stranger Things ainda entrega uma história sólida, emocional e visualmente marcante.
O final foi coerente, gostei muito do último episódio e, especialmente, do momento derradeiro — com a porta se fechando e o ciclo finalmente se encerrando. É um encerramento que respeita a jornada. E, sinceramente, é melhor deixar Stranger Things descansar como merece, do que tentar ressuscitar essa história novamente.
Eu realmente gostei da temporada. Mas é inegável que esses pontos prejudicaram a experiência total, especialmente no que diz respeito à imersão no universo da série.
Namorado de Natal (2ª Temporada)
3.8 62 Assista AgoraA segunda temporada de Namorado de Natal acaba sendo inferior à primeira, ainda que mantenha alguns momentos inspirados e genuinamente divertidos. A série segue confortável em sua proposta leve e sazonal, mas tropeça justamente onde deveria evoluir: na jornada emocional de Johanne.
A personagem parece se perder ao longo da temporada, com decisões pouco coerentes e um arco que não se sustenta com a mesma força do início da série. A escolha final, em especial, incomoda por soar previsível e pouco ousada, ainda mais quando havia alternativas narrativas — tanto românticas quanto pessoais — bem mais interessantes para o desenvolvimento da personagem.
Ainda assim, Namorado de Natal continua sendo uma série gostosa de assistir. A vibe de fim de ano permanece acolhedora, a fotografia natalina segue belíssima e o clima leve faz com que os episódios fluam facilmente. Mesmo com suas fragilidades, a segunda temporada ainda cumpre seu papel como entretenimento despretensioso para o período natalino.
9-1-1: Nashville (1ª Temporada)
3.0 2 Assista Agora9-1-1: Nashville começa sem conseguir justificar sua própria existência. Neste início, a série pouco chama atenção: os personagens são desinteressantes, as situações ultrapassam ainda mais o limite do absurdo já conhecido da série original e os efeitos especiais deixam bastante a desejar. Falta carisma, tensão e identidade própria. Por enquanto, soa fraca demais, ainda distante do impacto esperado para um derivado desse universo. Resta torcer para que evolua ao longo da temporada e encontre força suficiente para garantir novas temporadas.
9-1-1 (9ª Temporada)
3.8 3 Assista AgoraO início da 9ª temporada de 9-1-1 soa morno e um pouco perdido. É positivo ver Maddie ganhando mais destaque, com Jennifer Love Hewitt tendo finalmente mais tempo de tela, algo que a série devia há tempos. Em contrapartida, a ausência de Bobby pesa muito na trama, dando a sensação de que a história ainda não sabe exatamente para onde ir.
Também senti falta de Buck e Eddie, cuja dinâmica sempre foi um dos pontos fortes da série. Já a trama envolvendo o espaço ultrapassa os limites do aceitável em termos de inverossimilhança. 9-1-1 sempre flertou com exageros, mas nas últimas temporadas parece estar forçando cada vez mais a barra.
No geral, é um começo fraco para uma série que já entregou aberturas muito mais impactantes. Ainda assim, sigo acompanhando, na esperança de que a temporada encontre seu rumo e volte a se equiparar às anteriores.
Stranger Things (5ª Temporada)
3.5 514 Assista AgoraA primeira parte da 5ª temporada de Stranger Things começa enfrentando um problema inevitável: o hiato gigantesco entre temporadas, que prejudica bastante o impacto inicial e esfria o hype. Ainda assim, o resumão dos acontecimentos anteriores logo no início é um acerto enorme, funcionando quase como um abraço no fã que precisou “reaprender” a série depois de tanto tempo.
Os dois primeiros episódios têm um ritmo arrastado que incomoda, especialmente porque, a essa altura, a expectativa é por caos, gritaria e tensão constante (mesmo sabendo que a trama não pode sustentar isso o tempo todo). Felizmente, quando a história engrena, a série volta a mostrar por que é tão amada. O quarto episódio é simplesmente fantástico e marca um grande momento para Will, que finalmente mostra o quão poderoso e essencial ele pode ser dentro da narrativa.
Eleven tem ótimas cenas ao lado de Hopper, Joyce segue impecável como sempre, e Nancy continua sendo um dos personagens mais interessantes graças à sua personalidade destemida. Por outro lado, Dustin decepciona pela mudança de atitude, enquanto Lucas e Max parecem apagados demais até aqui. Mike soa perdido, e sem sua ligação clara com Eleven ou Will, sua trajetória parece sem rumo no momento.
Apesar dos tropeços iniciais, a temporada recupera sua força emocional e narrativa. Fica a ansiedade pelos próximos episódios, e a esperança sincera de que Stranger Things tenha um final épico, à altura do legado que construiu.
Namorado de Natal (1ª Temporada)
3.7 95 Assista AgoraNamorado de Natal é aquele tipo de série que abraça o espírito natalino sem pedir desculpas por isso. A trama é envolvente, leve e cumpre bem a proposta de aquecer o coração, mesmo sem grandes pretensões de inovação. É fácil se conectar com a história e querer acompanhar cada episódio, principalmente para quem gosta de romances com clima de fim de ano.
A protagonista é, sem dúvida, um dos pontos fortes da série. Carismática, humana e cheia de falhas, ela conquista o público pela sinceridade e pela forma como lida com suas inseguranças. Em alguns momentos, porém, suas decisões são tão ingênuas que beiram o “burro”, o que pode gerar certa irritação — ainda assim, isso acaba tornando a personagem mais real e próxima de quem assiste.
Outro grande destaque é a fotografia. A Noruega aparece de forma absolutamente encantadora, com uma estética natalina impecável. As luzes, a neve, as paisagens e os cenários transformam a série quase em um cartão-postal de Natal, elevando muito a experiência visual e ajudando a criar o clima mágico que a história pede.
No geral, Namorado de Natal é uma série confortável, charmosa e visualmente linda. Não é perfeita, mas entrega emoção, romance e aquele aconchego típico das produções natalinas, que é exatamente o que promete.
Tremembé (1ª Temporada)
3.3 230 Assista AgoraEmbora o entretenimento funcione muito bem, é uma linha muito tênue contar uma história dissimulada de vilões ou criar empatia por essas pessoas cruéis. É necessário ter a visão certa ao assistir, e entender que as pessoas retratadas aqui são bandidas e não ídolos. Gostei muito da caracterização das personagens e das atuações. A série me prendeu, e gostei de ver os bastidores da prisão mesmo com muitas questões que sabemos serem apenas fictícias. Vale a conferida.
Casamento às Cegas: Brasil (5ª Temporada)
2.9 42Pessoas mais velhas são tão mal resolvidas quanto as mais jovens, essa é a lição dessa temporada. Ranço eterno por Rivo e Lica, dois insuportáveis mimados e imaturos.
Wandinha (2ª Temporada)
3.5 173 Assista AgoraInferior á 1ª temporada como eu já esperava que seria, afinal tenta mudar a trama ao mesmo tempo em que utiliza os mesmos recursos e até personagens da temporada anterior, mostrando saturação na história mesmo estando apenas na 2ª temporada. Senti falta da relação entre Wandinha e Enid, me incomodou um tanto o drama entre a Wandinha e a Morticia e achei os primeiros episódios bem chatinhos. Mas nos episódios finais, e principalmente aquele em que as personagens trocam de corpos que é ótimo, a trama melhora muito e culmina em um final bem bacana. Gosto muito do tom sombrio, e curti que deixaram o romance de escanteio e focaram mais no horror. Algumas cenas são belas homenagens á clássicos do gênero e me surpreendi com a história do Mãozinha no final. Episódio dirigido por Tim Burton é sempre destaque positivo aqui. E no fim o maior problema tanto com Wandinha quanto com qualquer outra série da Netflix, é esse tempo todo de produção entre uma temporada e outra, que acaba perdendo o hype e deixando nosso interesse nas histórias bem "qualquer coisa".
Monstros (2ª Temporada) - Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais
3.7 197 Assista AgoraDupla de atores principais excelente, transmitiram tudo que as personagens exigiam, e ainda me deixaram em dúvida sobre o que de fato os irmãos viveram dentro daquela família. Acho que hiper sexualizaram os atores (e ok, eles são lindos mesmo), mas um pouco menos de erotismo causaria mais imparcialidade. Achei a série tensa, pesada e instigante conseguindo me prender do começo ao fim, embora alguns momentos soem repetitivos por conta da condução da narrativa meio "mastigada", que dá detalhes iguais mais de uma vez sem a mínima necessidade. E para além de Nicholas Alexander Chavez e Cooper Koch que possuem atuações impecáveis, temos que destacar o belo trabalho da atriz Ari Graynor como Leslie que está fantástica no papel. Sobre o julgamento, as motivações do crime e a sentença eu não tenho uma opinião totalmente formada porque muita coisa pode ser verdade ou mentira dentro dessa história, apenas os envolvidos saberão a real verdade por trás desse crime. Ainda gosto mais da 1ª temporada sobre o Dahmer, mas achei essa 2ª muito boa e eficiente em reproduzir essa trama, com direito á uma ambientação de época impecável.
Dexter (2ª Temporada)
4.5 573 Assista AgoraAchei inferior á 1ª temporada, que eu particularmente achei melhor. Aqui "Dexter" não chega a ter um assassino em série em foco a não ser ele mesmo, o que acaba dando uma desanimada na condução da narrativa, que tinha todo aquele mistério do assassino do caminhão de gelo, sobre quem estava cometendo os assassinatos ao mesmo tempo em que Dexter fazia sua "limpeza" nas ruas. O que eu gostei aqui foi a presença marcante da Lila que é uma personagem intrigante e muito bem interpretada por Jaime Murray, ela que possui os momentos mais tensos e misteriosos da temporada, o que prendeu minha atenção. O final foi bacana, e a evolução da Maria aqui é gritante, assim como Debra e Rita que ficaram menos irritantes.
Dexter (1ª Temporada)
4.6 1,0K Assista AgoraMudaria um ponto aqui, outro ali, mas no geral eu gostei bastante da série (pelo menos nessa temporada de estreia). Aliás comecei a ver "Dexter" na minha adolescência, mas na época não curti e não dei continuidade, hoje vendo direitinho conseguiu me prender e deixar até tenso em alguns momentos de suspense. O elenco é competente com destaque total para o trabalho de Michael C. Hall que é impecável, além de Jennifer Carpenter muito boa como Deb também. Já apesar de Julie Benz ser boa, a personagem Rita é insuportável, se ela não estivesse na trama melhoraria muito o roteiro. Gosto da fotografia e do clima litorâneo de calor e verão, e a produção é muito caprichada principalmente pela época (pleno anos 2000 onde as séries de TV não recebiam tanto investimento). Adorei a season finale, indo rumo a 2ª temporada agora
Colapso (1ª Temporada)
2.8 1 Assista AgoraAssisti o primeiro episódio e gostei do tom dramático da história, mas precisa evoluir muito para virar algo sólido a ponto de prender a atenção do espectador. O que mais trouxe minha atenção aqui foi a volta de Tini á atuação, queria muito vê-la em ação novamente e ela não me decepcionou, carregou sua personagem Mirando com maestria. Espero muito que a trama ganhe força e consigam elevar ao nível de tensão e ação que o trailer prometeu, vou ver toda óbvio que pela Tini, mas esperando que seja uma ótima produção no fim das contas.
Alien: Earth (1ª Temporada)
3.2 276 Assista AgoraAssisti aos dois primeiros episódios e confesso que até gostei, mas custou a me prender, principalmente pela mitologia de sintéticos e humanos e todo aquele clichê que qualquer ficção científica tem, que não me remeteu muito á franquia "Alien". Elenco sem carisma e as atuações não ajudam, além de os efeitos por vezes serem muito bons mas por outras bem fracos (ok, é uma série de TV e não um filme de cinema). Todavia temos Alien aqui, e boas cenas de terror com alguns momentos tensos. É só o começo desse universo expandido para a TV então é cedo para dizer se vai vingar ou não, por enquanto vi pontos positivos e alguns bem negativos, mas é início né então não tem como exigir muito por enquanto. Se capricharem mais acho que vai dar bom no fim, até porque o segundo episódio já foi melhor que o piloto sem dúvidas.
Stranger Things (5ª Temporada)
3.5 514 Assista AgoraAnsioso pelo final, e também receoso que depois de tanto tempo de espera a Netflix ainda faça merda com o fim da série. Vamos aguardar, mas vou tentar manter as expectativas baixas porque esse ano está fraco no setor do entretenimento.
9-1-1 (8ª Temporada)
4.1 11 Assista AgoraEssa temporada tem altos e baixos e algumas coisas que já poderiam ter sido desenvolvidas e ainda falta coragem da produção em explorar, mas em contrapartida tivemos uma morte muito polêmica aqui, que destaca a ousadia dos roteiristas. Eu amo algumas coisas como os episódios em que a Maddie é sequestrada, que culminam em momentos tensos e consequências que podem ser desenvolvidas posteriormente. A perda no elenco principal é muito sentida e triste, me emocionei no episódio de despedida inclusive, achei que o tom foi bem dramático mas tudo na medida certa sem soar dramalhão demais. Já a season finale foi fraca demais, uma das menos memoráveis da série até agora, último episódio só valeu pelo finalzinho com a chegada do bebê da Maddie e do Chimney. Ainda bem que trouxeram Eddie de volta de forma regular, não aguentava mais aquele plot do Texas, e já passou da hora de fazerem acontecer Buck e Eddie como casal. Hen ainda é uma das minhas favoritas, e o sofrimento da Athena aqui comove graças á excelente atuação de Angela Bassett.
R.I.P Bobby Nash, fará falta demais, porque era sem dúvidas um dos melhores personagens de "9-1-1". O bebê da Maddie se chamar Bobby em homenagem á ele, foi lindo demais.