Lady Gaga transforma The Devil Wears Prada 2 em algo quase religioso: não é só um filme de moda, é uma catedral barroca de glamour, decadência e obsessão estética. O original envelheceu absurdamente bem porque entendeu antes de todo mundo que imagem é poder, e hoje isso é mais verdadeiro do que nunca. Gaga entra nesse universo como uma entidade divina do caos pop contemporâneo, elevando cada cena com presença, teatralidade e magnetismo absoluto. Como fã fanática, eu não assisti ao filme: eu vivi uma experiência espiritual. 5/5, aceitem.
Tenta se apoiar no apelo popular do gênero, mas entrega um resultado raso e pouco convincente. Embora o elenco seja talentoso, a direção falha em extrair performances mais consistentes, resultando em atuações que soam frágeis e pouco envolventes. O roteiro, previsível e mal estruturado, não aprofunda o contexto sociocultural do arrocha, desperdiçando a chance de discutir suas camadas simbólicas. Falta densidade nas relações e nas tensões sociais que poderiam enriquecer a narrativa. No fim, é um filme que revela mais limitações de condução do que de potencial artístico.
O que Ryan Coogler está dizendo: o mal não é sobrenatural, o verdadeiro horror é histórico, monstros são sistemas e fantasmas são memórias não resolvidas. A religião ocupa um papel central nesse contexto. Para muitas comunidades negras, o cristianismo era fonte de consolo, organização coletiva e esperança. Ao mesmo tempo, era frequentemente instrumentalizado para justificar o sofrimento, transformando dor em virtude e submissão em moralidade. A mensagem implícita era cruel: se você sofre, é porque Deus quer; se você é punido, é porque merece. Sinners se move exatamente nesse conflito, entre fé como sobrevivência e fé como ferramenta de controle. O filme não ataca a religião em si, mas expõe como discursos morais podem ser usados para legitimar sistemas violentos.
Bom, pra quem está falando que não entendeu... talvez o objetivo tenha sido cumprido!
Em One Battle After Another, os grupos políticos não funcionam como forças narrativas tradicionais que a gente costuma assistir no cinema (e, muitas vezes, na vida real), mas como campos de tensão simbólica: o filme não está interessado em representar partidos, programas ou projetos políticos concretos, e sim em mostrar como a política contemporânea se organiza emocionalmente, através do pânico, da reação, da identidade e da exaustão.
A esquerda radical é marcada por um ativismo fragmentado, perdido em si, cego a ponto de priorizar códigos ao invés de vidas, sempre destruindo, nunca construindo um projeto político sólido.
Os imigrantes? Esses nem fala tem! Não são personagens. São apenas objetos disputados pelas ideologias, sem fala própria.
Já a extrema-direita e o neonazismo são construídos de maneira normalizada: não há trilha demonizadora, não há exagero estético, demonstrando que o verdadeiro horror não está na monstruosidade explícita, mas na banalidade do ódio organizado. Ao mesmo tempo, esse grupo se alimenta do conflito contínuo: quanto mais caos, mais eles se legitimam.
O Estado e as instituições não existem aqui.
E sim, o filme é chato! Ele cansa. Ele é repetitivo. Ele não avança. Ele não progride. E isso lhe diz algo?
Embora não seja um documentário revolucionário, achei valioso justamente por ser despretensioso. A Gaga encena, sim,r mas também se entrega em momentos de desconforto, dor e vulnerabilidade real. A cena em que ela, aparentemente chapada, comenta sobre a Madonna é tragicômica e sincera, um raro momento de verdade crua em meio à encenação kkkk. Tecnicamente, o filme adota uma estética crua, com câmera quase sempre na mão, favorecendo a sensação de intimidade e cotidiano, ainda que com uma montagem claramente pensada para criar narrativa. Achei que a trilha e o uso de silêncios funcionam bem para dar peso emocional a momentos simples. Não é cinema de observação puro, mas entrega bem mais do que um making of. Gostei — mas sou suspeita, né? Little Monster confessa!
Anora é uma fábula cruel disfarçada de comédia, onde o amor, a liberdade e o dinheiro orbitam como forças indistinguíveis — todas prometendo salvação, todas condenando à ruína os menos privilegiados. A jornada da protagonista me atravessa como um espelho deformado: quanto mais ela corre para se reinventar, mais o mundo insiste em devolvê-la ao lugar de onde tenta escapar. Quando os créditos sobem, não sei se Anora sobreviveu ou se apenas trocou de prisão. Esse final, abrupto e silencioso, me fez pensar que talvez o maior preço dessa sobrevivência seja ela se tornar irreconhecível para si mesma.
A sensação de assistir A Substância é como olhar para um espelho distorcido — o tipo de reflexo que revela mais do que gostaria de ver. Coralie Fargeat mergulha no terror corporal para dissecar a obsessão pela juventude, e eu saí do filme com o estômago revirado e a cabeça fervendo. Demi Moore está monstruosamente perfeita, entregando uma performance que sangra desespero e fragilidade diante de uma indústria que devora mulheres após certa idade. A ideia de duplicar a própria existência para continuar desejável é brilhante e assustadora — como se a juventude fosse uma moeda de troca, e não uma fase. Enquanto o corpo se renova, a identidade se dilui. O filme não alivia, não embeleza, não promete redenção. Ele esfrega na nossa cara o que é ser mulher em um mundo que só valoriza aquilo que se perde com o tempo. Saí da sessão pensando que o terror real é esse: a promessa de que você só vale enquanto o seu corpo for um lugar habitável para os outros.
Pra mim esse filme só ilustra que precisaremos talvez de mais uns 50 filmes sobre que o Elvis que nunca alcançarão o Elvis... mas esse captou um pouquinho da Priscila, talvez???? Gosto de Sophia, mas acho que (ainda) não!
Simplesmente maravilhoso! Desafia o espectador a repensar o conceito tradicional de enredo. Essa abordagem fragmentada e multidimensional, embora caótica, funciona como um espelho da complexidade da mente humana e da experiência existencial. Cada salto entre universos funciona como uma metáfora para as escolhas, os arrependimentos e os “e se” da vida, tornando a narrativa uma verdadeira experiência sensorial e emocional. Fantástico!!
Mais de 45 anos, continua extremamente atual. A violência policial, a corrupção, a desigualdade e a seletividade do sistema de justiça ainda são questões urgentes no Brasil do séc. 21. O filme não busca respostas fáceis, mas nos força a encarar um sistema que produz criminosos e os extermina sem jamais resolver os problemas sociais que os originaram. Um retrato cru, sem moralismos, de um país onde a linha entre legalidade e ilegalidade é tênue!
Não se destaca como uma obra-prima, mas oferece uma experiência agradável para quem busca entretenimento leve. É uma receita de bolo composta por uma trama previsível, elenco carismático e cenários encantadores.
É uma dualidade poética de beleza e controvérsia. Os pontos fortes residem na majestosidade visual, na coreografia elegante dos atletas e na exuberância que emoldura o espírito olímpico. Riefenstahl captura a essência dos movimentos, que em muitos planos parecem danças atléticas que transcendem as fronteiras físicas.
Contudo, a beleza estonteante do filme é manchada por sua associação histórica com a propaganda nazista. A manipulação ideológica é evidente, transformando uma celebração esportiva em uma ferramenta de glorificação política. Ou seja, uma estética sedutora imersa em um contexto histórico sombrio.
Uma lição de como a beleza pode ser cooptada para servir agendas obscuras, ecoando uma advertência sobre a dualidade intrínseca da arte quando enredada na teia do poder.
Um marco do cinema expressionista alemão e uma interpretação única da história de Drácula. Seus pontos fortes residem na atmosfera sombria e assustadora, criada pela inovadora cinematografia da época. Max Schreck, no papel de Conde Orlok, entrega uma atuação icônica que ainda ecoa como uma das interpretações mais memoráveis do vampiro nos cinemas. Enfim, uma conquista monumental que estabeleceu padrões para o horror cinematográfico, mesmo com suas divergências em relação à fonte inspiradora. Hitchcock e Tim Burton que o diga!!
Uma obra-prima cinematográfica obrigatória. Seus pontos fortes residem na visão inovadora do diretor sobre o futuro e na estética expressionista alemã que influenciou muitos filmes que vieram depois. Os cenários grandiosos da cidade e a representação simbólica das classes sociais destacam-se como elementos poderosos, transmitindo uma crítica social atemporal. No entanto, a densidade narrativa, embora rica em metáforas, às vezes obscurece a mensagem central para alguns espectadores, tornando a compreensão do filme uma experiência exigente. Além disso, a extensão do filme testa um pouco a paciência. Apesar disso, permanece uma peça fundamental do cinema, continuando a inspirar e provocar reflexões sobre a sociedade e o avanço tecnológico.
Só voltei aqui pra atualizar que remake polonês de 50 Tons de Cinza de péssimo gosto foi indicado em várias categorias da Framboesa de Ouro. MERECIDO, ACHEI POUCO.
Michael
3.8 334Um bom entretenimento...
O Diabo Veste Prada 2
3.5 217Lady Gaga transforma The Devil Wears Prada 2 em algo quase religioso: não é só um filme de moda, é uma catedral barroca de glamour, decadência e obsessão estética. O original envelheceu absurdamente bem porque entendeu antes de todo mundo que imagem é poder, e hoje isso é mais verdadeiro do que nunca. Gaga entra nesse universo como uma entidade divina do caos pop contemporâneo, elevando cada cena com presença, teatralidade e magnetismo absoluto. Como fã fanática, eu não assisti ao filme: eu vivi uma experiência espiritual. 5/5, aceitem.
Sonho de Arrocha
2.6 2Tenta se apoiar no apelo popular do gênero, mas entrega um resultado raso e pouco convincente. Embora o elenco seja talentoso, a direção falha em extrair performances mais consistentes, resultando em atuações que soam frágeis e pouco envolventes. O roteiro, previsível e mal estruturado, não aprofunda o contexto sociocultural do arrocha, desperdiçando a chance de discutir suas camadas simbólicas. Falta densidade nas relações e nas tensões sociais que poderiam enriquecer a narrativa. No fim, é um filme que revela mais limitações de condução do que de potencial artístico.
Princesa Diana: Tragédia ou Traição?
3.4 2Essa mulher foi a materialização do amor. Única, inesquecivel!
Pecadores
4.0 1,2K Assista AgoraO que Ryan Coogler está dizendo: o mal não é sobrenatural, o verdadeiro horror é histórico, monstros são sistemas e fantasmas são memórias não resolvidas. A religião ocupa um papel central nesse contexto. Para muitas comunidades negras, o cristianismo era fonte de consolo, organização coletiva e esperança. Ao mesmo tempo, era frequentemente instrumentalizado para justificar o sofrimento, transformando dor em virtude e submissão em moralidade. A mensagem implícita era cruel: se você sofre, é porque Deus quer; se você é punido, é porque merece. Sinners se move exatamente nesse conflito, entre fé como sobrevivência e fé como ferramenta de controle. O filme não ataca a religião em si, mas expõe como discursos morais podem ser usados para legitimar sistemas violentos.
Uma Batalha Após a Outra
3.7 666 Assista AgoraBom, pra quem está falando que não entendeu... talvez o objetivo tenha sido cumprido!
Em One Battle After Another, os grupos políticos não funcionam como forças narrativas tradicionais que a gente costuma assistir no cinema (e, muitas vezes, na vida real), mas como campos de tensão simbólica: o filme não está interessado em representar partidos, programas ou projetos políticos concretos, e sim em mostrar como a política contemporânea se organiza emocionalmente, através do pânico, da reação, da identidade e da exaustão.
A esquerda radical é marcada por um ativismo fragmentado, perdido em si, cego a ponto de priorizar códigos ao invés de vidas, sempre destruindo, nunca construindo um projeto político sólido.
Os imigrantes? Esses nem fala tem! Não são personagens. São apenas objetos disputados pelas ideologias, sem fala própria.
Já a extrema-direita e o neonazismo são construídos de maneira normalizada: não há trilha demonizadora, não há exagero estético, demonstrando que o verdadeiro horror não está na monstruosidade explícita, mas na banalidade do ódio organizado. Ao mesmo tempo, esse grupo se alimenta do conflito contínuo: quanto mais caos, mais eles se legitimam.
O Estado e as instituições não existem aqui.
E sim, o filme é chato! Ele cansa. Ele é repetitivo. Ele não avança. Ele não progride. E isso lhe diz algo?
Branca de Neve e os Sete Anões
3.8 736 Assista AgoraÉ inacreditável como este filme foi feito nos anos 30!
Gaga: Five Foot Two
4.0 420Embora não seja um documentário revolucionário, achei valioso justamente por ser despretensioso. A Gaga encena, sim,r mas também se entrega em momentos de desconforto, dor e vulnerabilidade real. A cena em que ela, aparentemente chapada, comenta sobre a Madonna é tragicômica e sincera, um raro momento de verdade crua em meio à encenação kkkk. Tecnicamente, o filme adota uma estética crua, com câmera quase sempre na mão, favorecendo a sensação de intimidade e cotidiano, ainda que com uma montagem claramente pensada para criar narrativa. Achei que a trilha e o uso de silêncios funcionam bem para dar peso emocional a momentos simples. Não é cinema de observação puro, mas entrega bem mais do que um making of. Gostei — mas sou suspeita, né? Little Monster confessa!
Anora
3.4 1,2K Assista AgoraAnora é uma fábula cruel disfarçada de comédia, onde o amor, a liberdade e o dinheiro orbitam como forças indistinguíveis — todas prometendo salvação, todas condenando à ruína os menos privilegiados. A jornada da protagonista me atravessa como um espelho deformado: quanto mais ela corre para se reinventar, mais o mundo insiste em devolvê-la ao lugar de onde tenta escapar. Quando os créditos sobem, não sei se Anora sobreviveu ou se apenas trocou de prisão. Esse final, abrupto e silencioso, me fez pensar que talvez o maior preço dessa sobrevivência seja ela se tornar irreconhecível para si mesma.
A Substância
3.9 1,9K Assista AgoraA sensação de assistir A Substância é como olhar para um espelho distorcido — o tipo de reflexo que revela mais do que gostaria de ver. Coralie Fargeat mergulha no terror corporal para dissecar a obsessão pela juventude, e eu saí do filme com o estômago revirado e a cabeça fervendo. Demi Moore está monstruosamente perfeita, entregando uma performance que sangra desespero e fragilidade diante de uma indústria que devora mulheres após certa idade. A ideia de duplicar a própria existência para continuar desejável é brilhante e assustadora — como se a juventude fosse uma moeda de troca, e não uma fase. Enquanto o corpo se renova, a identidade se dilui. O filme não alivia, não embeleza, não promete redenção. Ele esfrega na nossa cara o que é ser mulher em um mundo que só valoriza aquilo que se perde com o tempo. Saí da sessão pensando que o terror real é esse: a promessa de que você só vale enquanto o seu corpo for um lugar habitável para os outros.
Priscilla
3.4 248 Assista AgoraPra mim esse filme só ilustra que precisaremos talvez de mais uns 50 filmes sobre que o Elvis que nunca alcançarão o Elvis... mas esse captou um pouquinho da Priscila, talvez???? Gosto de Sophia, mas acho que (ainda) não!
Silvio
1.6 125 Assista AgoraNão é ruim... é péssimo!
Tudo em Todo O Lugar ao Mesmo Tempo
4.0 2,1K Assista AgoraSimplesmente maravilhoso! Desafia o espectador a repensar o conceito tradicional de enredo. Essa abordagem fragmentada e multidimensional, embora caótica, funciona como um espelho da complexidade da mente humana e da experiência existencial. Cada salto entre universos funciona como uma metáfora para as escolhas, os arrependimentos e os “e se” da vida, tornando a narrativa uma verdadeira experiência sensorial e emocional. Fantástico!!
Ainda Estou Aqui
4.5 1,5K Assista AgoraEu poderia escrever uma dissertação sobre, mas só vou dizer uma coisa: FODA!
Marighella
3.9 1,1K Assista AgoraAos bolsomínios aqui presentes: vão estudar, gados!
Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia
3.7 122Mais de 45 anos, continua extremamente atual. A violência policial, a corrupção, a desigualdade e a seletividade do sistema de justiça ainda são questões urgentes no Brasil do séc. 21. O filme não busca respostas fáceis, mas nos força a encarar um sistema que produz criminosos e os extermina sem jamais resolver os problemas sociais que os originaram. Um retrato cru, sem moralismos, de um país onde a linha entre legalidade e ilegalidade é tênue!
Flordelis - Basta uma Palavra para mudar
2.1 54PEI PEI PEI PEI PEII
O Amor Não Tira Férias
3.7 1,5K Assista AgoraNão se destaca como uma obra-prima, mas oferece uma experiência agradável para quem busca entretenimento leve. É uma receita de bolo composta por uma trama previsível, elenco carismático e cenários encantadores.
Olympia - Parte 1: Ídolos do Estádio
4.0 21É uma dualidade poética de beleza e controvérsia. Os pontos fortes residem na majestosidade visual, na coreografia elegante dos atletas e na exuberância que emoldura o espírito olímpico. Riefenstahl captura a essência dos movimentos, que em muitos planos parecem danças atléticas que transcendem as fronteiras físicas.
Contudo, a beleza estonteante do filme é manchada por sua associação histórica com a propaganda nazista. A manipulação ideológica é evidente, transformando uma celebração esportiva em uma ferramenta de glorificação política. Ou seja, uma estética sedutora imersa em um contexto histórico sombrio.
Uma lição de como a beleza pode ser cooptada para servir agendas obscuras, ecoando uma advertência sobre a dualidade intrínseca da arte quando enredada na teia do poder.
Nosferatu
4.1 676 Assista AgoraUm marco do cinema expressionista alemão e uma interpretação única da história de Drácula. Seus pontos fortes residem na atmosfera sombria e assustadora, criada pela inovadora cinematografia da época. Max Schreck, no papel de Conde Orlok, entrega uma atuação icônica que ainda ecoa como uma das interpretações mais memoráveis do vampiro nos cinemas. Enfim, uma conquista monumental que estabeleceu padrões para o horror cinematográfico, mesmo com suas divergências em relação à fonte inspiradora. Hitchcock e Tim Burton que o diga!!
Metrópolis
4.4 657 Assista AgoraUma obra-prima cinematográfica obrigatória. Seus pontos fortes residem na visão inovadora do diretor sobre o futuro e na estética expressionista alemã que influenciou muitos filmes que vieram depois. Os cenários grandiosos da cidade e a representação simbólica das classes sociais destacam-se como elementos poderosos, transmitindo uma crítica social atemporal. No entanto, a densidade narrativa, embora rica em metáforas, às vezes obscurece a mensagem central para alguns espectadores, tornando a compreensão do filme uma experiência exigente. Além disso, a extensão do filme testa um pouco a paciência. Apesar disso, permanece uma peça fundamental do cinema, continuando a inspirar e provocar reflexões sobre a sociedade e o avanço tecnológico.
Ela e Eu
3.6 21Todas as estrelas vão p'ra Andréa Beltrão...
A Primeira Arte
4.5 11O que eu tenho a dizer sobre as produções do BP: 🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮
365 Dias
1.5 880 Assista AgoraSó voltei aqui pra atualizar que remake polonês de 50 Tons de Cinza de péssimo gosto foi indicado em várias categorias da Framboesa de Ouro. MERECIDO, ACHEI POUCO.