A Odisseia talvez seja o melhor filme do ano. Virou facilmente um dos meus favoritos, porque é simplesmente muito bom. A trilha sonora, os efeitos visuais, a fotografia e toda a parte técnica funcionam muito bem, criando uma experiência cinematográfica absurda. E, apesar das 3 horas de duração, em nenhum momento senti que o filme se arrasta. O ritmo funciona muito bem e faz o tempo passar sem perceber. Favoritei porque é daqueles filmes que eu sei que vou rever muitas vezes ao longo dos anos e que provavelmente vou continuar encontrando coisas novas a cada revisão.
Fiz questão de assistir Resident Evil na estreia de quinta-feira, principalmente por ter gostado muito dos trabalhos anteriores do diretor, como A Hora do Mal e Noites Brutais. E uma das coisas que mais gostei aqui foram as referências aos jogos. Pra quem jogou, principalmente os remakes, vai pegar todas. Por outro lado, a parte do humor me afastou. Em alguns momentos, senti que ele tirava a atmosfera que o filme estava construindo. Ainda assim, é um filme que pretendo rever, porque tenho a impressão de que, numa segunda assistida, posso acabar gostando mais.
É um bom filme. Tem uma história que funciona, uma boa dinâmica entre os personagens e, no geral, consegue entregar uma experiência bem divertida. A vilã também funciona muito bem dentro da proposta do filme, e achei interessante como a história pode servir como uma boa porta de entrada para os X-Men. Desde o ano passado, sinto que a Marvel vem acertando mais nos filmes, com exceção de Capitão América 4. E, no geral, talvez este seja o melhor filme do Homem-Aranha do Tom Holland.
Filme agradável, com temas bem atuais e uma boa música da Taylor. Pra mim, fica bem claro que, se Toy Story 4 era muito mais sobre a relação entre Woody e Betty, esse é definitivamente sobre Jessie e Bonnie. Ainda assim, pra mim, o fim definitivo de Toy Story aconteceu em Toy Story 3, quando Andy vai para a faculdade e entrega os brinquedos para Bonnie. Foi um encerramento perfeito. As sequências seguintes eu consigo gostar, mas, particularmente, acho que funcionariam melhor se fossem tratadas como outros títulos, em vez de continuar carregando o peso de serem “Toy Story”. Algo que aconteceu com Procurando Nemo: a sequência virou Procurando Dory. Aqui, poderiam ter feito algo semelhante: Jessie — Uma História de Toy Story
Iria assistir pelo Wagner e pela Greta, mas vou me poupar. E só pra deixar claro: não assistir não me impede de ter opinião, mas me impede de avaliar. Se eu não vi o filme, não vou dar nota só pra entrar na onda.
Merece respeito antes mesmo de qualquer avaliação, principalmente pela coragem de Jafar Panahi em abordar um tema tão delicado em um país como o Irã. É um filme sobre trauma, vingança e a dificuldade de encontrar justiça depois de sofrer uma violência que deixa marcas para a vida toda. O final deixa uma sensação incômoda que permanece depois que o filme acaba. Vale muito a pena!
Um filme sobre reconciliação, mas, acima de tudo, sobre as marcas que o passado deixa em nós. Às vezes, carregamos mágoas por tantos anos que elas acabam fazendo parte de quem somos, mesmo quando chegamos à vida adulta. E o filme mostra como certas feridas da infância continuam abertas, influenciando nossos relacionamentos e a maneira como enxergamos quem nos machucou. A reconciliação nem sempre significa esquecer o que aconteceu, mas encontrar uma forma de seguir em frente apesar daquilo.
Definitivamente não é um filme ruim. Consigo reconhecer as qualidades, a proposta ousada e todo o trabalho por trás. Porém, infelizmente, não é pra mim. O filme não conseguiu me fisgar. Talvez seja um daqueles filmes que funcionam muito melhor para algumas pessoas do que para outras. No meu caso, simplesmente não bateu.
Um terror fora do convencional, que vai muito além dos sustos e consegue abordar temas profundos como o luto de uma maneira bastante perturbadora e interessante. E, de quebra, ainda tem Sally Hawkins entregando uma atuação que eleva ainda mais o filme. Demorei para assistir, mas foi uma daquelas demoras que faz a gente se perguntar por que não assistiu antes. Não me arrependi nem um pouco. Um filmaço!
Uma grata surpresa para quem gosta de filmes do gênero. O filme entrega diversas cenas de ação muito boas, com coreografias bem executadas e bastante tensão do início ao fim. Tem grandes chances de ficar entre os melhores filmes de ação de 2026. E lembra bastante The Raid. Vale a pena assistir.
Um filmaço absoluto! Valeu totalmente o hype, o sucesso de bilheteria e toda a crítica positiva. O filme começa morno, entregando pouco e sem deixar claro pra onde a história vai, mas, à medida que as coisas vão acontecendo, ele fica cada vez mais tenso. As atuações são muito boas, principalmente a da Inde, que aqui se consolida como uma estrela absoluta, algo semelhante ao que aconteceu com Anya Taylor-Joy em A Bruxa, de 2015. O filme ainda aborda temas importantes, como dependência emocional, a tentativa de manipular as atitudes do outro e a necessidade de querer que alguém permaneça conosco a qualquer custo. Dificilmente outro filme vai superar esse.
Fui assistir pensando: "não deve ser tão ruim assim". E, de fato, o filme é péssimo. O roteiro é recheado de situações forçadas e decisões sem lógica. Os assassinos são fracos, sem carisma e não conseguem passar qualquer sensação de ameaça. As cenas de perseguição são previsíveis e, em vários momentos, não fazem o menor sentido. Além disso, o filme entrega reviravoltas que não surpreendem. Enfim, é um filme que nem deveria ter assistido. Consegue ser pior que Pânico 3 e, na minha opinião, é o pior da franquia até agora.
Não é um filme memorável, mas é competente o bastante para entreter. Prende a atenção do início ao fim, conta com boas atuações e um elenco de altíssimo nível. Chris, Halle, Mark e Barry, por si só, já fazem o filme valer a pena.
Passa a sensação de "já vi isso antes", mas seria injusto dizer que o filme não funciona. Ele prende a atenção do início ao fim, mantém um bom ritmo e entrega bons momentos de tensão. Talvez não reinvente o gênero nem fique marcado na memória por muito tempo, mas cumpre muito bem o papel de entreter. Vale a pena assistir, desde que você não espere um novo clássico KK
É um daqueles filmes que parece ter sido feito no piloto automático. O roteiro é fraco, o ritmo é arrastado e nem as cenas de ação empolgam. Tudo é genérico, como se o filme estivesse apenas cumprindo tabela. O Jason Statham já protagonizou filmes de ação muito melhores e mais divertidos. Pra mim, não serve nem como passatempo despretensioso.
Gostei bastante do filme! A trilha sonora funciona muito bem, os personagens são interessantes e a história consegue manter o suspense e a curiosidade até o final. Também gostei de como tudo é concluído, sem deixar a sensação de que faltou alguma coisa. É daqueles filmes que conseguem empolgar em vários momentos e, depois que acabam, continuam na cabeça por um bom tempo.
Fui assistir muito mais por causa do Tom Hardy e, quando o filme acabou, fiquei até surpreso ao descobrir era do Gareth Evans. Esperava bem mais. É um filme assistível, com algumas cenas de ação realmente boas, mas o roteiro é genérico, sem personagens marcantes ou qualquer desenvolvimento que faça você se importar com o que acontece. No fim, vale apenas como um passatempo.
O filme é, de fato, muito bom. Tem alguns problemas, como a duração e o excesso de piadas, que às vezes acabam pesando, mas ainda assim é bastante divertido, perfeito para assistir em um domingo à tarde, depois do almoço. Se eu tivesse acompanhado He-Man na infância, provavelmente a experiência teria sido ainda mais nostálgica. Como nasci em 98 e cresci assistindo mais aos desenhos dos anos 2000, acabei ficando um pouco alheio aos personagens. A trilha sonora é boa, o mundo de Eternia é bonito e interessante, e as cenas de ação também convencem. Vale a pena.
Não é inassistível, mas é um filme muito fraco. Chega a ser inacreditável que o James Gunn tenha aprovado isso. A trilha sonora é completamente sem personalidade, as cenas de ação passam longe de empolgar, o vilão é um dos mais genéricos que a DC já colocou no cinema e até o Lobo, que era uma das coisas que mais me deixavam curioso, tem um visual bem ruim. Pra piorar, a edição é confusa, cheia de cortes estranhos que quebram o ritmo o tempo todo. No fim, fica a sensação de um filme sem identidade e muito abaixo do que poderia ter sido.
Não sou um grande entusiasta dos filmes do Jason Statham, mas também não os odeio. Pra assistir em um dia sem muito compromisso, até vale a pena. Porém, esse não me fisgou. Não comprei muito a proposta do filme, e as cenas de ação também não compensaram. Ao menos, é um filme curto.
Demora um pouco pra entrar no ritmo. Até a metade, é lento e arrastado. No entanto, quando engrena, o filme cresce bastante e entrega momentos intensos e envolventes. Outro grande acerto é a construção dos personagens, que são bem desenvolvidos. Pra completar, o filme ainda aborda temas importantes de forma interessante. De quebra, ainda lembra Um Drink no Inferno com Lovecraft Country, como muitos já comentaram. Vale a pena ter paciência com o início, porque a segunda metade recompensa bastante.
Os efeitos visuais e a direção conseguem transmitir muito bem a sensação de estar dentro de um ônibus durante todo o filme, aumentando a imersão. No entanto, achei vários momentos dramáticos forçados e sem o impacto que deveriam. Ainda assim, vale a pena pra quem procura um suspense competente.
Tem momentos arrastados, alguns personagens são pouco desenvolvidos e demora pra engrenar. Ainda assim, pra assistir sem grandes expectativas, acaba sendo um passatempo razoável. O final entrega a parte mais interessante do filme e consegue trazer um pouco mais de emoção.
O filme é interessante justamente pelos temas que aborda, explorando paranoia, polarização política, redes sociais e o clima de tensão presente na época da covid. Mas, mesmo assim, achei muito longo e um pouco arrastado em alguns momentos e, já na reta final, perde bastante o ritmo. Depois de Beau, em que Ari Aster claramente perdeu a mão KKK, achei esse mais coeso. Não é um filme perfeito, mas vale a pena assistir.
A Odisseia
4.2 582A Odisseia talvez seja o melhor filme do ano. Virou facilmente um dos meus favoritos, porque é simplesmente muito bom. A trilha sonora, os efeitos visuais, a fotografia e toda a parte técnica funcionam muito bem, criando uma experiência cinematográfica absurda.
E, apesar das 3 horas de duração, em nenhum momento senti que o filme se arrasta. O ritmo funciona muito bem e faz o tempo passar sem perceber. Favoritei porque é daqueles filmes que eu sei que vou rever muitas vezes ao longo dos anos e que provavelmente vou continuar encontrando coisas novas a cada revisão.
Resident Evil
3.7 59Fiz questão de assistir Resident Evil na estreia de quinta-feira, principalmente por ter gostado muito dos trabalhos anteriores do diretor, como A Hora do Mal e Noites Brutais. E uma das coisas que mais gostei aqui foram as referências aos jogos. Pra quem jogou, principalmente os remakes, vai pegar todas.
Por outro lado, a parte do humor me afastou. Em alguns momentos, senti que ele tirava a atmosfera que o filme estava construindo. Ainda assim, é um filme que pretendo rever, porque tenho a impressão de que, numa segunda assistida, posso acabar gostando mais.
Homem-Aranha: Um Novo Dia
4.0 389É um bom filme. Tem uma história que funciona, uma boa dinâmica entre os personagens e, no geral, consegue entregar uma experiência bem divertida. A vilã também funciona muito bem dentro da proposta do filme, e achei interessante como a história pode servir como uma boa porta de entrada para os X-Men.
Desde o ano passado, sinto que a Marvel vem acertando mais nos filmes, com exceção de Capitão América 4. E, no geral, talvez este seja o melhor filme do Homem-Aranha do Tom Holland.
Toy Story 5
3.9 185Filme agradável, com temas bem atuais e uma boa música da Taylor. Pra mim, fica bem claro que, se Toy Story 4 era muito mais sobre a relação entre Woody e Betty, esse é definitivamente sobre Jessie e Bonnie.
Ainda assim, pra mim, o fim definitivo de Toy Story aconteceu em Toy Story 3, quando Andy vai para a faculdade e entrega os brinquedos para Bonnie. Foi um encerramento perfeito. As sequências seguintes eu consigo gostar, mas, particularmente, acho que funcionariam melhor se fossem tratadas como outros títulos, em vez de continuar carregando o peso de serem “Toy Story”. Algo que aconteceu com Procurando Nemo: a sequência virou Procurando Dory. Aqui, poderiam ter feito algo semelhante: Jessie — Uma História de Toy Story
A Última Casa
2.6 382 Assista AgoraIria assistir pelo Wagner e pela Greta, mas vou me poupar. E só pra deixar claro: não assistir não me impede de ter opinião, mas me impede de avaliar. Se eu não vi o filme, não vou dar nota só pra entrar na onda.
Foi Apenas um Acidente
3.8 204 Assista AgoraMerece respeito antes mesmo de qualquer avaliação, principalmente pela coragem de Jafar Panahi em abordar um tema tão delicado em um país como o Irã. É um filme sobre trauma, vingança e a dificuldade de encontrar justiça depois de sofrer uma violência que deixa marcas para a vida toda. O final deixa uma sensação incômoda que permanece depois que o filme acaba. Vale muito a pena!
Valor Sentimental
3.9 403 Assista AgoraUm filme sobre reconciliação, mas, acima de tudo, sobre as marcas que o passado deixa em nós. Às vezes, carregamos mágoas por tantos anos que elas acabam fazendo parte de quem somos, mesmo quando chegamos à vida adulta. E o filme mostra como certas feridas da infância continuam abertas, influenciando nossos relacionamentos e a maneira como enxergamos quem nos machucou. A reconciliação nem sempre significa esquecer o que aconteceu, mas encontrar uma forma de seguir em frente apesar daquilo.
Sirāt
3.4 199 Assista AgoraDefinitivamente não é um filme ruim. Consigo reconhecer as qualidades, a proposta ousada e todo o trabalho por trás. Porém, infelizmente, não é pra mim. O filme não conseguiu me fisgar. Talvez seja um daqueles filmes que funcionam muito melhor para algumas pessoas do que para outras. No meu caso, simplesmente não bateu.
Faça Ela Voltar
3.8 791 Assista AgoraUm terror fora do convencional, que vai muito além dos sustos e consegue abordar temas profundos como o luto de uma maneira bastante perturbadora e interessante. E, de quebra, ainda tem Sally Hawkins entregando uma atuação que eleva ainda mais o filme.
Demorei para assistir, mas foi uma daquelas demoras que faz a gente se perguntar por que não assistiu antes. Não me arrependi nem um pouco. Um filmaço!
The Furious
3.6 50Uma grata surpresa para quem gosta de filmes do gênero. O filme entrega diversas cenas de ação muito boas, com coreografias bem executadas e bastante tensão do início ao fim. Tem grandes chances de ficar entre os melhores filmes de ação de 2026. E lembra bastante The Raid. Vale a pena assistir.
Obsessão
3.9 927 Assista AgoraUm filmaço absoluto! Valeu totalmente o hype, o sucesso de bilheteria e toda a crítica positiva. O filme começa morno, entregando pouco e sem deixar claro pra onde a história vai, mas, à medida que as coisas vão acontecendo, ele fica cada vez mais tenso.
As atuações são muito boas, principalmente a da Inde, que aqui se consolida como uma estrela absoluta, algo semelhante ao que aconteceu com Anya Taylor-Joy em A Bruxa, de 2015.
O filme ainda aborda temas importantes, como dependência emocional, a tentativa de manipular as atitudes do outro e a necessidade de querer que alguém permaneça conosco a qualquer custo.
Dificilmente outro filme vai superar esse.
Pânico 7
2.6 430 Assista AgoraFui assistir pensando: "não deve ser tão ruim assim". E, de fato, o filme é péssimo. O roteiro é recheado de situações forçadas e decisões sem lógica. Os assassinos são fracos, sem carisma e não conseguem passar qualquer sensação de ameaça. As cenas de perseguição são previsíveis e, em vários momentos, não fazem o menor sentido. Além disso, o filme entrega reviravoltas que não surpreendem. Enfim, é um filme que nem deveria ter assistido. Consegue ser pior que Pânico 3 e, na minha opinião, é o pior da franquia até agora.
Caminhos do Crime
3.3 113 Assista AgoraNão é um filme memorável, mas é competente o bastante para entreter. Prende a atenção do início ao fim, conta com boas atuações e um elenco de altíssimo nível. Chris, Halle, Mark e Barry, por si só, já fazem o filme valer a pena.
Ladrões
3.4 220 Assista AgoraPassa a sensação de "já vi isso antes", mas seria injusto dizer que o filme não funciona. Ele prende a atenção do início ao fim, mantém um bom ritmo e entrega bons momentos de tensão. Talvez não reinvente o gênero nem fique marcado na memória por muito tempo, mas cumpre muito bem o papel de entreter. Vale a pena assistir, desde que você não espere um novo clássico KK
Resgate Implacável
3.0 127É um daqueles filmes que parece ter sido feito no piloto automático. O roteiro é fraco, o ritmo é arrastado e nem as cenas de ação empolgam. Tudo é genérico, como se o filme estivesse apenas cumprindo tabela. O Jason Statham já protagonizou filmes de ação muito melhores e mais divertidos. Pra mim, não serve nem como passatempo despretensioso.
Dia D
3.0 543 Assista AgoraGostei bastante do filme! A trilha sonora funciona muito bem, os personagens são interessantes e a história consegue manter o suspense e a curiosidade até o final. Também gostei de como tudo é concluído, sem deixar a sensação de que faltou alguma coisa. É daqueles filmes que conseguem empolgar em vários momentos e, depois que acabam, continuam na cabeça por um bom tempo.
Caos e Destruição
2.9 143 Assista AgoraFui assistir muito mais por causa do Tom Hardy e, quando o filme acabou, fiquei até surpreso ao descobrir era do Gareth Evans. Esperava bem mais. É um filme assistível, com algumas cenas de ação realmente boas, mas o roteiro é genérico, sem personagens marcantes ou qualquer desenvolvimento que faça você se importar com o que acontece. No fim, vale apenas como um passatempo.
Mestres do Universo
3.2 457 Assista AgoraO filme é, de fato, muito bom. Tem alguns problemas, como a duração e o excesso de piadas, que às vezes acabam pesando, mas ainda assim é bastante divertido, perfeito para assistir em um domingo à tarde, depois do almoço.
Se eu tivesse acompanhado He-Man na infância, provavelmente a experiência teria sido ainda mais nostálgica. Como nasci em 98 e cresci assistindo mais aos desenhos dos anos 2000, acabei ficando um pouco alheio aos personagens.
A trilha sonora é boa, o mundo de Eternia é bonito e interessante, e as cenas de ação também convencem. Vale a pena.
Supergirl
2.8 257 Assista AgoraNão é inassistível, mas é um filme muito fraco. Chega a ser inacreditável que o James Gunn tenha aprovado isso. A trilha sonora é completamente sem personalidade, as cenas de ação passam longe de empolgar, o vilão é um dos mais genéricos que a DC já colocou no cinema e até o Lobo, que era uma das coisas que mais me deixavam curioso, tem um visual bem ruim. Pra piorar, a edição é confusa, cheia de cortes estranhos que quebram o ritmo o tempo todo. No fim, fica a sensação de um filme sem identidade e muito abaixo do que poderia ter sido.
Missão Refúgio
2.9 68 Assista AgoraNão sou um grande entusiasta dos filmes do Jason Statham, mas também não os odeio. Pra assistir em um dia sem muito compromisso, até vale a pena. Porém, esse não me fisgou. Não comprei muito a proposta do filme, e as cenas de ação também não compensaram. Ao menos, é um filme curto.
Pecadores
4.0 1,3K Assista AgoraDemora um pouco pra entrar no ritmo. Até a metade, é lento e arrastado. No entanto, quando engrena, o filme cresce bastante e entrega momentos intensos e envolventes. Outro grande acerto é a construção dos personagens, que são bem desenvolvidos. Pra completar, o filme ainda aborda temas importantes de forma interessante. De quebra, ainda lembra Um Drink no Inferno com Lovecraft Country, como muitos já comentaram. Vale a pena ter paciência com o início, porque a segunda metade recompensa bastante.
O Ônibus Perdido
3.3 115 Assista AgoraOs efeitos visuais e a direção conseguem transmitir muito bem a sensação de estar dentro de um ônibus durante todo o filme, aumentando a imersão. No entanto, achei vários momentos dramáticos forçados e sem o impacto que deveriam. Ainda assim, vale a pena pra quem procura um suspense competente.
Na Zona Cinzenta
2.9 77 Assista AgoraTem momentos arrastados, alguns personagens são pouco desenvolvidos e demora pra engrenar. Ainda assim, pra assistir sem grandes expectativas, acaba sendo um passatempo razoável. O final entrega a parte mais interessante do filme e consegue trazer um pouco mais de emoção.
Eddington
3.2 119O filme é interessante justamente pelos temas que aborda, explorando paranoia, polarização política, redes sociais e o clima de tensão presente na época da covid. Mas, mesmo assim, achei muito longo e um pouco arrastado em alguns momentos e, já na reta final, perde bastante o ritmo.
Depois de Beau, em que Ari Aster claramente perdeu a mão KKK, achei esse mais coeso. Não é um filme perfeito, mas vale a pena assistir.