Fiquei interessado em assistir, pois algumas pessoas diziam que a série era ruim, mas ela havia recebido boas críticas. Pensando nela como uma série de super heróis, é ruim. Já como uma série convencional, não é ruim, mas existe uma infinidade de outras séries mais interessantes e que realmente valem o tempo. A série apresenta diversos vilões do Lanterna Verde, mas eles parecem estar ali apenas pelos nomes, já que não assumem suas formas reais e são completamente subutilizados. No geral, não gostei e não voltaria para uma segunda temporada. E lá vamos nós para mais uma produção do James Gunn de que não gosto, sendo a primeira Supergirl.
Começa muito bem, construindo uma história interessante e dando uma nova perspectiva ao universo, porém, na metade, a série perde um pouco o ritmo. Ainda assim, tem muito potencial para se manter boa. Gostei especialmente de ver uma Pamela Voorhees mais humanizada, com camadas e motivações que vão além da imagem da assassina. Agora, espero que a segunda temporada abrace seu lado mais sombrio e sádico, mostrando a transformação de Pamela em uma figura ainda mais cruel e perturbadora.
Um filme doloroso sobre como os pais têm o poder de destruir a vida dos próprios filhos ao projetarem neles suas frustrações, expectativas e sonhos. Mas, acima de tudo, é uma história de superação, amor e resistência diante de tragédias que parecem não ter fim. Pra mim, foi fácil me conectar com o filme também por ter crescido assistindo ao wrestling e continuar acompanhando o esporte até hoje, o que tornou toda essa história ainda mais especial e impactante.
Tem algumas semelhanças com Obsession, principalmente na forma como explora os limites entre amor, obsessão e dependência emocional, mas nem de longe consegue ser tão marcante. Ainda assim, conta com uma boa história sobre relacionamentos tóxicos e a dificuldade de romper laços. O problema é que apesar de construir uma atmosfera interessante, o filme não consegue sustentar a tensão até o final.
Godzilla Minus One é, sem dúvidas, o melhor filme do Godzilla. Aqui, o monstro é retratado da maneira que deveria ser: uma força da natureza aterrorizante, destrutiva e imparável, sem aquela coisa heroica que muitas vezes tira o peso de sua existência. Em um Japão destruído pelas consequências da Segunda Guerra Mundial, o filme mostra um país que ainda tenta se reconstruir após a destruição de 1945, apenas para ver suas esperanças serem reduzidas a menos que zero com a chegada de Godzilla. É um filme que resgata a essência do personagem, unindo espetáculo, horror e uma história humana emocionante.
Possui um bom gore, uma excelente atmosfera, bons momentos de tensão e um desconforto que funciona muito bem dentro da proposta do filme. No entanto, peca bastante no desenvolvimento dos personagens e o roteiro fraco, que compromete o envolvimento com a história. No fim, entrega bons momentos de horror, mas deixa a desejar no que diz respeito ao roteiro e personagens.
Não me fisgou tanto no início, mas, a medida que foi avançando, foi me deixando cada vez mais imerso. Vale a pena pela originalidade, por ser um filme fora da curva, pela excelente parte técnica e pelas boas atuações. É o tipo de filme que exige um pouco de paciência no início, mas que recompensa depois.
Um bom suspense, rápido e direto ao ponto, que não perde tempo com encheção de linguiça. O problema é que, apesar de funcionar bem, falta personalidade e impacto para tornar memorável. No fim, é aquele tipo de filme que entretém, mas que provavelmente será esquecido pouco tempo depois.
Um bom filme, que consegue apresentar uma versão de Gotham sombria e uma ameaça a altura do Batman. O grande destaque é o Bane, retratado como uma ameaça brutal, que transmite a sensação de ser um dos poucos capazes de realmente destruir o Batman física e psicologicamente. Talvez seja a melhor adaptação do personagem até hoje. Vale a pena!
Um filme bem diferente do que eu esperava. Tem uma vibe de Jumanji com Jurassic Park e ainda acrescenta viagem no tempo. É uma combinação que funciona melhor justamente por ser tão inusitada. O filme peca um pouco pela falta de química entre os integrantes da família e pelo tom, já que em alguns momentos se leva a sério demais, enquanto em outros entrega pura galhofa. Ainda assim, no geral, vale a pena assistir, principalmente por ser um filme rápido, divertido e direto ao ponto.
A Odisseia talvez seja o melhor filme do ano. Virou facilmente um dos meus favoritos, porque é simplesmente muito bom. A trilha sonora, os efeitos visuais, a fotografia e toda a parte técnica funcionam muito bem, criando uma experiência cinematográfica absurda. E, apesar das 3 horas de duração, em nenhum momento senti que o filme se arrasta. O ritmo funciona muito bem e faz o tempo passar sem perceber. Favoritei porque é daqueles filmes que eu sei que vou rever muitas vezes ao longo dos anos e que provavelmente vou continuar encontrando coisas novas a cada revisão.
Fiz questão de assistir Resident Evil na estreia de quinta-feira, principalmente por ter gostado muito dos trabalhos anteriores do diretor, como A Hora do Mal e Noites Brutais. E uma das coisas que mais gostei aqui foram as referências aos jogos. Pra quem jogou, principalmente os remakes, vai pegar todas. Por outro lado, a parte do humor me afastou. Em alguns momentos, senti que ele tirava a atmosfera que o filme estava construindo. Ainda assim, é um filme que pretendo rever, porque tenho a impressão de que, numa segunda assistida, posso acabar gostando mais.
É um bom filme. Tem uma história que funciona, uma boa dinâmica entre os personagens e, no geral, consegue entregar uma experiência bem divertida. A vilã também funciona muito bem dentro da proposta do filme, e achei interessante como a história pode servir como uma boa porta de entrada para os X-Men. Desde o ano passado, sinto que a Marvel vem acertando mais nos filmes, com exceção de Capitão América 4. E, no geral, talvez este seja o melhor filme do Homem-Aranha do Tom Holland.
Filme agradável, com temas bem atuais e uma boa música da Taylor. Pra mim, fica bem claro que, se Toy Story 4 era muito mais sobre a relação entre Woody e Betty, esse é definitivamente sobre Jessie e Bonnie. Ainda assim, pra mim, o fim definitivo de Toy Story aconteceu em Toy Story 3, quando Andy vai para a faculdade e entrega os brinquedos para Bonnie. Foi um encerramento perfeito. As sequências seguintes eu consigo gostar, mas, particularmente, acho que funcionariam melhor se fossem tratadas como outros títulos, em vez de continuar carregando o peso de serem “Toy Story”. Algo que aconteceu com Procurando Nemo: a sequência virou Procurando Dory. Aqui, poderiam ter feito algo semelhante: Jessie — Uma História de Toy Story
Iria assistir pelo Wagner e pela Greta, mas vou me poupar. E só pra deixar claro: não assistir não me impede de ter opinião, mas me impede de avaliar. Se eu não vi o filme, não vou dar nota só pra entrar na onda.
Merece respeito antes mesmo de qualquer avaliação, principalmente pela coragem de Jafar Panahi em abordar um tema tão delicado em um país como o Irã. É um filme sobre trauma, vingança e a dificuldade de encontrar justiça depois de sofrer uma violência que deixa marcas para a vida toda. O final deixa uma sensação incômoda que permanece depois que o filme acaba. Vale muito a pena!
Um filme sobre reconciliação, mas, acima de tudo, sobre as marcas que o passado deixa em nós. Às vezes, carregamos mágoas por tantos anos que elas acabam fazendo parte de quem somos, mesmo quando chegamos à vida adulta. E o filme mostra como certas feridas da infância continuam abertas, influenciando nossos relacionamentos e a maneira como enxergamos quem nos machucou. A reconciliação nem sempre significa esquecer o que aconteceu, mas encontrar uma forma de seguir em frente apesar daquilo.
Definitivamente não é um filme ruim. Consigo reconhecer as qualidades, a proposta ousada e todo o trabalho por trás. Porém, infelizmente, não é pra mim. O filme não conseguiu me fisgar. Talvez seja um daqueles filmes que funcionam muito melhor para algumas pessoas do que para outras. No meu caso, simplesmente não bateu.
Um terror fora do convencional, que vai muito além dos sustos e consegue abordar temas profundos como o luto de uma maneira bastante perturbadora e interessante. E, de quebra, ainda tem Sally Hawkins entregando uma atuação que eleva ainda mais o filme. Demorei para assistir, mas foi uma daquelas demoras que faz a gente se perguntar por que não assistiu antes. Não me arrependi nem um pouco. Um filmaço!
Uma grata surpresa para quem gosta de filmes do gênero. O filme entrega diversas cenas de ação muito boas, com coreografias bem executadas e bastante tensão do início ao fim. Tem grandes chances de ficar entre os melhores filmes de ação de 2026. E lembra bastante The Raid. Vale a pena assistir.
Um filmaço absoluto! Valeu totalmente o hype, o sucesso de bilheteria e toda a crítica positiva. O filme começa morno, entregando pouco e sem deixar claro pra onde a história vai, mas, à medida que as coisas vão acontecendo, ele fica cada vez mais tenso. As atuações são muito boas, principalmente a da Inde, que aqui se consolida como uma estrela absoluta, algo semelhante ao que aconteceu com Anya Taylor-Joy em A Bruxa, de 2015. O filme ainda aborda temas importantes, como dependência emocional, a tentativa de manipular as atitudes do outro e a necessidade de querer que alguém permaneça conosco a qualquer custo. Dificilmente outro filme vai superar esse.
Fui assistir pensando: "não deve ser tão ruim assim". E, de fato, o filme é péssimo. O roteiro é recheado de situações forçadas e decisões sem lógica. Os assassinos são fracos, sem carisma e não conseguem passar qualquer sensação de ameaça. As cenas de perseguição são previsíveis e, em vários momentos, não fazem o menor sentido. Além disso, o filme entrega reviravoltas que não surpreendem. Enfim, é um filme que nem deveria ter assistido. Consegue ser pior que Pânico 3 e, na minha opinião, é o pior da franquia até agora.
Não é um filme memorável, mas é competente o bastante para entreter. Prende a atenção do início ao fim, conta com boas atuações e um elenco de altíssimo nível. Chris, Halle, Mark e Barry, por si só, já fazem o filme valer a pena.
Passa a sensação de "já vi isso antes", mas seria injusto dizer que o filme não funciona. Ele prende a atenção do início ao fim, mantém um bom ritmo e entrega bons momentos de tensão. Talvez não reinvente o gênero nem fique marcado na memória por muito tempo, mas cumpre muito bem o papel de entreter. Vale a pena assistir, desde que você não espere um novo clássico KK
Lanternas (1ª Temporada)
3.2 142 Assista AgoraFiquei interessado em assistir, pois algumas pessoas diziam que a série era ruim, mas ela havia recebido boas críticas. Pensando nela como uma série de super heróis, é ruim. Já como uma série convencional, não é ruim, mas existe uma infinidade de outras séries mais interessantes e que realmente valem o tempo.
A série apresenta diversos vilões do Lanterna Verde, mas eles parecem estar ali apenas pelos nomes, já que não assumem suas formas reais e são completamente subutilizados.
No geral, não gostei e não voltaria para uma segunda temporada. E lá vamos nós para mais uma produção do James Gunn de que não gosto, sendo a primeira Supergirl.
Crystal Lake (1ª Temporada)
3.9 79 Assista AgoraComeça muito bem, construindo uma história interessante e dando uma nova perspectiva ao universo, porém, na metade, a série perde um pouco o ritmo. Ainda assim, tem muito potencial para se manter boa. Gostei especialmente de ver uma Pamela Voorhees mais humanizada, com camadas e motivações que vão além da imagem da assassina. Agora, espero que a segunda temporada abrace seu lado mais sombrio e sádico, mostrando a transformação de Pamela em uma figura ainda mais cruel e perturbadora.
Garra de Ferro
3.9 206Um filme doloroso sobre como os pais têm o poder de destruir a vida dos próprios filhos ao projetarem neles suas frustrações, expectativas e sonhos. Mas, acima de tudo, é uma história de superação, amor e resistência diante de tragédias que parecem não ter fim. Pra mim, foi fácil me conectar com o filme também por ter crescido assistindo ao wrestling e continuar acompanhando o esporte até hoje, o que tornou toda essa história ainda mais especial e impactante.
Juntos
3.2 426 Assista AgoraTem algumas semelhanças com Obsession, principalmente na forma como explora os limites entre amor, obsessão e dependência emocional, mas nem de longe consegue ser tão marcante. Ainda assim, conta com uma boa história sobre relacionamentos tóxicos e a dificuldade de romper laços. O problema é que apesar de construir uma atmosfera interessante, o filme não consegue sustentar a tensão até o final.
Godzilla: Minus One
4.0 574Godzilla Minus One é, sem dúvidas, o melhor filme do Godzilla. Aqui, o monstro é retratado da maneira que deveria ser: uma força da natureza aterrorizante, destrutiva e imparável, sem aquela coisa heroica que muitas vezes tira o peso de sua existência. Em um Japão destruído pelas consequências da Segunda Guerra Mundial, o filme mostra um país que ainda tenta se reconstruir após a destruição de 1945, apenas para ver suas esperanças serem reduzidas a menos que zero com a chegada de Godzilla. É um filme que resgata a essência do personagem, unindo espetáculo, horror e uma história humana emocionante.
A Morte do Demônio: Em Chamas
3.1 349 Assista AgoraPossui um bom gore, uma excelente atmosfera, bons momentos de tensão e um desconforto que funciona muito bem dentro da proposta do filme. No entanto, peca bastante no desenvolvimento dos personagens e o roteiro fraco, que compromete o envolvimento com a história. No fim, entrega bons momentos de horror, mas deixa a desejar no que diz respeito ao roteiro e personagens.
O Afinador
3.5 47Não me fisgou tanto no início, mas, a medida que foi avançando, foi me deixando cada vez mais imerso. Vale a pena pela originalidade, por ser um filme fora da curva, pela excelente parte técnica e pelas boas atuações. É o tipo de filme que exige um pouco de paciência no início, mas que recompensa depois.
La Captura
3.6 30 Assista AgoraUm bom suspense, rápido e direto ao ponto, que não perde tempo com encheção de linguiça. O problema é que, apesar de funcionar bem, falta personalidade e impacto para tornar memorável. No fim, é aquele tipo de filme que entretém, mas que provavelmente será esquecido pouco tempo depois.
Batman: A Queda do Morcego (Parte 1)
3.9 30 Assista AgoraUm bom filme, que consegue apresentar uma versão de Gotham sombria e uma ameaça a altura do Batman. O grande destaque é o Bane, retratado como uma ameaça brutal, que transmite a sensação de ser um dos poucos capazes de realmente destruir o Batman física e psicologicamente. Talvez seja a melhor adaptação do personagem até hoje. Vale a pena!
O Fim da Rua
3.0 326 Assista AgoraUm filme bem diferente do que eu esperava. Tem uma vibe de Jumanji com Jurassic Park e ainda acrescenta viagem no tempo. É uma combinação que funciona melhor justamente por ser tão inusitada. O filme peca um pouco pela falta de química entre os integrantes da família e pelo tom, já que em alguns momentos se leva a sério demais, enquanto em outros entrega pura galhofa. Ainda assim, no geral, vale a pena assistir, principalmente por ser um filme rápido, divertido e direto ao ponto.
A Odisseia
4.2 601A Odisseia talvez seja o melhor filme do ano. Virou facilmente um dos meus favoritos, porque é simplesmente muito bom. A trilha sonora, os efeitos visuais, a fotografia e toda a parte técnica funcionam muito bem, criando uma experiência cinematográfica absurda.
E, apesar das 3 horas de duração, em nenhum momento senti que o filme se arrasta. O ritmo funciona muito bem e faz o tempo passar sem perceber. Favoritei porque é daqueles filmes que eu sei que vou rever muitas vezes ao longo dos anos e que provavelmente vou continuar encontrando coisas novas a cada revisão.
Resident Evil
3.6 298Fiz questão de assistir Resident Evil na estreia de quinta-feira, principalmente por ter gostado muito dos trabalhos anteriores do diretor, como A Hora do Mal e Noites Brutais. E uma das coisas que mais gostei aqui foram as referências aos jogos. Pra quem jogou, principalmente os remakes, vai pegar todas.
Por outro lado, a parte do humor me afastou. Em alguns momentos, senti que ele tirava a atmosfera que o filme estava construindo. Ainda assim, é um filme que pretendo rever, porque tenho a impressão de que, numa segunda assistida, posso acabar gostando mais.
Homem-Aranha: Um Novo Dia
4.0 501 Assista AgoraÉ um bom filme. Tem uma história que funciona, uma boa dinâmica entre os personagens e, no geral, consegue entregar uma experiência bem divertida. A vilã também funciona muito bem dentro da proposta do filme, e achei interessante como a história pode servir como uma boa porta de entrada para os X-Men.
Desde o ano passado, sinto que a Marvel vem acertando mais nos filmes, com exceção de Capitão América 4. E, no geral, talvez este seja o melhor filme do Homem-Aranha do Tom Holland.
Toy Story 5
3.9 268 Assista AgoraFilme agradável, com temas bem atuais e uma boa música da Taylor. Pra mim, fica bem claro que, se Toy Story 4 era muito mais sobre a relação entre Woody e Betty, esse é definitivamente sobre Jessie e Bonnie.
Ainda assim, pra mim, o fim definitivo de Toy Story aconteceu em Toy Story 3, quando Andy vai para a faculdade e entrega os brinquedos para Bonnie. Foi um encerramento perfeito. As sequências seguintes eu consigo gostar, mas, particularmente, acho que funcionariam melhor se fossem tratadas como outros títulos, em vez de continuar carregando o peso de serem “Toy Story”. Algo que aconteceu com Procurando Nemo: a sequência virou Procurando Dory. Aqui, poderiam ter feito algo semelhante: Jessie — Uma História de Toy Story
A Última Casa
2.7 418 Assista AgoraIria assistir pelo Wagner e pela Greta, mas vou me poupar. E só pra deixar claro: não assistir não me impede de ter opinião, mas me impede de avaliar. Se eu não vi o filme, não vou dar nota só pra entrar na onda.
Foi Apenas um Acidente
3.8 208 Assista AgoraMerece respeito antes mesmo de qualquer avaliação, principalmente pela coragem de Jafar Panahi em abordar um tema tão delicado em um país como o Irã. É um filme sobre trauma, vingança e a dificuldade de encontrar justiça depois de sofrer uma violência que deixa marcas para a vida toda. O final deixa uma sensação incômoda que permanece depois que o filme acaba. Vale muito a pena!
Valor Sentimental
3.9 405 Assista AgoraUm filme sobre reconciliação, mas, acima de tudo, sobre as marcas que o passado deixa em nós. Às vezes, carregamos mágoas por tantos anos que elas acabam fazendo parte de quem somos, mesmo quando chegamos à vida adulta. E o filme mostra como certas feridas da infância continuam abertas, influenciando nossos relacionamentos e a maneira como enxergamos quem nos machucou. A reconciliação nem sempre significa esquecer o que aconteceu, mas encontrar uma forma de seguir em frente apesar daquilo.
Sirāt
3.4 200 Assista AgoraDefinitivamente não é um filme ruim. Consigo reconhecer as qualidades, a proposta ousada e todo o trabalho por trás. Porém, infelizmente, não é pra mim. O filme não conseguiu me fisgar. Talvez seja um daqueles filmes que funcionam muito melhor para algumas pessoas do que para outras. No meu caso, simplesmente não bateu.
Faça Ela Voltar
3.8 798 Assista AgoraUm terror fora do convencional, que vai muito além dos sustos e consegue abordar temas profundos como o luto de uma maneira bastante perturbadora e interessante. E, de quebra, ainda tem Sally Hawkins entregando uma atuação que eleva ainda mais o filme.
Demorei para assistir, mas foi uma daquelas demoras que faz a gente se perguntar por que não assistiu antes. Não me arrependi nem um pouco. Um filmaço!
The Furious
3.6 54Uma grata surpresa para quem gosta de filmes do gênero. O filme entrega diversas cenas de ação muito boas, com coreografias bem executadas e bastante tensão do início ao fim. Tem grandes chances de ficar entre os melhores filmes de ação de 2026. E lembra bastante The Raid. Vale a pena assistir.
Obsessão
3.9 991 Assista AgoraUm filmaço absoluto! Valeu totalmente o hype, o sucesso de bilheteria e toda a crítica positiva. O filme começa morno, entregando pouco e sem deixar claro pra onde a história vai, mas, à medida que as coisas vão acontecendo, ele fica cada vez mais tenso.
As atuações são muito boas, principalmente a da Inde, que aqui se consolida como uma estrela absoluta, algo semelhante ao que aconteceu com Anya Taylor-Joy em A Bruxa, de 2015.
O filme ainda aborda temas importantes, como dependência emocional, a tentativa de manipular as atitudes do outro e a necessidade de querer que alguém permaneça conosco a qualquer custo.
Dificilmente outro filme vai superar esse.
Pânico 7
2.6 435 Assista AgoraFui assistir pensando: "não deve ser tão ruim assim". E, de fato, o filme é péssimo. O roteiro é recheado de situações forçadas e decisões sem lógica. Os assassinos são fracos, sem carisma e não conseguem passar qualquer sensação de ameaça. As cenas de perseguição são previsíveis e, em vários momentos, não fazem o menor sentido. Além disso, o filme entrega reviravoltas que não surpreendem. Enfim, é um filme que nem deveria ter assistido. Consegue ser pior que Pânico 3 e, na minha opinião, é o pior da franquia até agora.
Caminhos do Crime
3.3 118 Assista AgoraNão é um filme memorável, mas é competente o bastante para entreter. Prende a atenção do início ao fim, conta com boas atuações e um elenco de altíssimo nível. Chris, Halle, Mark e Barry, por si só, já fazem o filme valer a pena.
Ladrões
3.4 222 Assista AgoraPassa a sensação de "já vi isso antes", mas seria injusto dizer que o filme não funciona. Ele prende a atenção do início ao fim, mantém um bom ritmo e entrega bons momentos de tensão. Talvez não reinvente o gênero nem fique marcado na memória por muito tempo, mas cumpre muito bem o papel de entreter. Vale a pena assistir, desde que você não espere um novo clássico KK