Gosto dos filmes de ficção científica que trabalham com a contradição/teorias relacionadas a conteúdos de física… e aqui não foi diferente. A história não tem um ponto de partida lento, muito pelo contrário, o filme é altamente ágil em mostrar o que está proposto. As atuações são legais, os efeitos nem tanto, mas se consideramos o ano em que foi feito, fico satisfeito. É um bom passatempo.
Eu gosto muito do estilo found footage porque é um gênero que costuma trazer - dentre os vários filmes ruins - histórias diferentes e com uma mitologia própria, como é o caso de bodycam.
Acredito que a intenção aqui não é deixar o telespectador assustado, mas sim tenso e agoniado com a situação que os personagens principais estão envolvidos. É um enredo que não enrola em mostrar os fatos e termina de uma maneira convincente.
Uma história sobre como a felicidade está presente nas pequenas coisas e nos momentos que não percebemos. Lionel sempre pensou que o seu lugar não era nas terras de sua família. Da mesma forma que entendia que sua sexualidade não era o esperado para a época ou pela sociedade. Sempre quis mais.
É um enredo que nos mostra que a felicidade não pode ser adiada, você tem que viver o agora. O filme é sensível, conta a história de uma maneira singular, O amor mostrado aqui também é impecável… os primeiros amores… romances…. daqueles que marcam.
A cena inicial foi bem diferente dos anteriores, de uma forma interessante… mas não sei. O clima dessa história é estranho, como se tudo fosse rápido ou sem contexto. Em diversas cenas é notória a tentativa da direção de “fechar” buracos sobre os dois anteriores. Não que eu considere essas mudanças ruins, pelo contrário, acho que depois que seis filmes, uma fórmula nova é necessário para atrair novos fãs.
Os personagens novos me incomodaram. De todos os grupos da franquia, aqui temos jovens suspeitos pouco trabalhados e nada interessantes. É realmente uma pena que tenha tido uma quebra no elenco, e por razões tão pesadas. Triste mesmo. De toda forma, como fã da franquia, acredito que esse é o que eu menos gostei. Talvez seja pela mudança brusca na condução da direção e os fatos envolvendo a Melissa. O roteiro é confuso, as motivações são piegas e o enredo não faz sentido. A trama tenta se apegar a nostalgia e modernidade, mas é raso.
Uma história simples, com uma condução que não enrola para mostrar ao telespectador o que está por vir. A atuação da atriz que faz a personagem principal praticamente sustenta o longa. Tive alguns incômodos com determinadas cenas que foram absurdas, mas é comum com esse tipo de filme. Vale o ingresso.
Eu acredito que o filme merece essa nota por abordar uma temática importante e que por diversas vezes é deixada de lado nas produções nacionais. Porém, do ponto de vista técnico, acredito que a condução da narrativa aqui se fez de um modo cômico por demais, e isso me incomodou. A atuação da Carolina é boa, diria que praticamente ela carrega a história nas costas, mas não sei se foi suficiente para eu me apegar com o que foi apresentado.
Por ser um tema sensível para mim, me emocionei em algumas cenas e falas da trama. O ponto positivo, na minha visão, é que o filme deixa claro que as coisas não se concertam de maneira rápida ou acelerada. Leva tempo. E nesse processo, perdemos pessoas, laços, amores, família. É uma caminhada longa e por diversas vezes, solitária. Mas dá certo.
Quem passa por isso/já conviveu com alguém que enfrenta esse problema, certamente irá se emocionar aqui. Valeu o ingresso.
“E se eu não quiser morrer? Então não deveria ter nascido.”
Para os fãs de “fale comigo”, será quase que impossível não fazer comparações aqui - apesar de injustas, do ponto de vista orçamento. A história segue um grupo de adolescentes no último ano do ensino médio que se deparam com um artefato de uma civilização antiga. A partir disso, começam a serem perseguidos por uma força maligna.
Não é uma trama inovadora. A condução do roteiro também não é firme, de forma que você não tem um tempo hábil para se preocupar ou se apegar com algum dos personagens principais. A protagonista é boa, mas não convence. Entretanto, a explicação e o “mistério” do que vai rolar é bem interessante e te mantém entretido.
Não procure assistir a esse filme pensando que será assustador ou com bons efeitos. Mas se quiser curtir um filme legal para passar o tempo, está aí uma boa indicação.
“Primate” faz uma referência interessante a “Cujo” do Stephen King e isso foi o que me atraiu de primeira para assistir ao filme. Desde que o trailer saiu, em meados de dezembro, fiquei animado.
O filme tem uma narrativa interessante, de maneira que as coisas não demoram a acontecer. Aqui, como em grande parte dos slashers e filmes de gore, não existe uma preocupação grande em apresentar os personagens ou suas relações, bem como em desenvolve-los… o que não é ruim, porque é um filme relativamente curto. É uma experiência que vai agradar os fãs desse tipo de filme, certamente. Eu esperava mais, porém foi legal de assistir no cinema.
Primeira coisa: as referências a Survivor foram GENIAIS. Eu não estava esperando! Que grata surpresa. Se vocês não conhecem o reality, vale super a pena (as temporadas mais antigas, depois fica bem fraco).
Cara, é até complicado falar sobre o que eu achei dessa história. É caótica, imprevisível e com uma narrativa super intrigante. A atuação da Rachel é fenomenal aqui, caramba… ela realmente domina essa história. Mais um filme que quanto menos você souber sobre, melhor. Apenas assistam. E tem Dylan sem roupa, vale a pena.
Depois de uma semana assistindo os filmes indicados ao Oscar, é interessante parar para apreciar uma obra que não tem esse objetivo. Fiquei curioso pela trama quando vi o trailer e sendo sincero, o filme não tenta abordar nada fora do comum dos filmes de ação.
Imagine uma sociedade em que a IA começou a ser responsável por julgar criminosos. Cada réu tem um hora e meia para encontrar provas e se defender. Neste cenário, temos um detetive que foi um dos defensores do programa sendo acusado de matar a própria esposa. A partir daí, segue-se uma narrativa em busca de provas e outros suspeitos do crime. O desenvolvimento é legal, apesar de ter pouca variação de cenário e aprofundamento nos personagens secundários. O desfecho é simples, rápido e faz sentido com o que foi mostrado na trama.
Valeu o ingresso, é um bom divertimento. Nada além.
É um filme bastante longo, dividido em partes que contam as diferentes visões sobre a história que é retratada. Achei intenso e deveras poético a maneira que a dor e a solidão são evidenciadas por meio do Frankenstein. A luta de um experimento que recebeu a vida - que não pediu - e tenta entender o seu lugar em um mundo cruel e que não está preparado para aquilo que é diferente.
“A morte, um dom que você também me negou.”
Quão difícil deve ser encaixar-se em uma sociedade que não está preparada para você? Ou entender o fato de que você está sozinho, mesmo que não por sua culpa, em um mundo cruel? E que você não entende? Quão ruim deve ser a experiência de ser culpado por crimes que você não cometeu? E, com todas essas dores acontecendo, você ainda é destinado a se curar de todas as feridas, tornando-se um ser imortal, ou seja, seu sofrimento é eterno.
"Nos últimos anos ele esperou que alguma grande revelação sobre a vida dele surgisse. Mas até então, nada tinha acontecido. E ele estava começando a duvidar que algum dia aconteceria."
Uma poesia visual, principalmente se tratando da fotografia. Eu fico feliz com a indicação do filme, mesmo que não seja um prêmio exatamente para o Brasil, mas é certo dizer que Adolpho fez um trabalho impecável por aqui.
A narrativa segue de maneira lenta, conforme somos apresentados aos fatos que acontecem na vida do personagem principal, que é um lenhador. De início, temos um pai de família que está em busca de meios para sustentar a família. Porém, a partir de um evento triste, embarcamos, junto ao personagem, a um enredo sobre depressão, solidão, mistério e luto.
Visualmente impecável e doloroso. Uma história sobre um indivíduo que espera a vida inteira por algo que não chega. Por mais que conquiste algo, falta algumas coisas também. É sobre apenas existir, não viver…
É interessante que "Sinners" tenha sido indicado a essa grande quantidade de categorias no Oscar, ultrapassando filmes marcantes como Titanic e Senhor dos Anéis. A construção da narrativa conforme os personagens são apresentados, o estilo da fotografia... as atuações (destacando o Michael, que foi perfeito, certamente mereceu a indicação que teve). É tudo encaixado de maneira bem feita.
A trilha sonora também é incrível, de maneira que corrobora com as críticas aqui presentes. O enredo é trabalhado de maneira que o telespectador compreenda os assuntos importantes da trama, como o racismo, a segregação, o contexto de faroeste, blues, misticismo, religião... é simplesmente impecável o que a direção fez aqui.
"Nós só temos que aguentar até o sol nascer." Essa frase é imensamente significativa no contexto em que esse enredo se desenvolve. Enfim, vale a pena. Fico triste que perdi a chance de assistir a essa obra nos cinemas.
Confesso que quando assisti o trailer e li a sinopse sobre a história do filme, logo pensei que não iria assistir. E que baita erro seria se eu não tivesse assistido. “Marty Supremme” realmente é tudo isso que falam nas críticas. Caótico. Frenético. Alucinante. É um longa que te deixa intrigado na primeira cena e a partir daí a aventura só começa.
Não imaginava que a dose de comédia aqui seria essencial para a condução da narrativa. É uma história sobre ambição e sonhos, sobre fazer tudo o que está ao seu alcance para chegar até os seus objetivos. A atuação do tim é maravilhosa, não tem um ponto negativo aqui. Ele deu uma aula de atuação.
O filme é bom. Longo? Sim, mas é muito bom. E cara… que trilha sonora sensacional!
Esse é um daqueles filmes que você tem que começar a assistir sem conhecer nada da história. Não procure trailer, sinopse ou reviews. Apenas vá ao cinema e assista.
Nessa temporada de premiações, é difícil não fazer um paralelo com “foi apenas um acidente”. Ambos os filmes são geniais, inclusive. Um enredo que se inicia com uma apresentação básica dos personagens, de maneira que o telespectador entenda com quem estará lidando nas próximas horas, bem como também nos é mostrado uma série de situações cômicas e absurdas que fazem total sentido com o desenvolver da trama.
É caótico, despretensioso, confuso, engraçado e também é um filme solitário. Aborda o indivíduo em seu estágio de desespero e confusão, quando nada mais parece ter sentido. Em alguns momentos, cheguei a pensar que era o ápice da história e o enredo das cenas seguintes apenas me mostravam como eu estava errado.
O filme é intrigante e te envolve. Vale a pena. Surreal o caos que essa história é.
O filme é muito bonito, em todos os seus aspectos. Jessie Buckley tem uma atuação sublime como Agnes, de maneira que o telespectador consegue sentir suas dores desde a primeira cena em que ela aparece. O ator que faz o jovem Hamnet deu um show também, a sequência de cenas em que ele começa a aparecer são maravilhosas.
O longa é lento, de maneira a corroborar com uma história que aborda o amor, as paixões e o luto, em suas diversas fases. Acredito que esse ponto será o maior incômodo para algumas pessoas. É um tempo necessário para que quem esteja assistindo entenda os personagens que são apresentados, o contexto em que estão inseridos e a trama. A sequência da morte é visceral, de todas as maneiras possíveis. O maior acerto aqui é entender como o luto pode funcionar de maneiras distintas para os indivíduos. Agnes, que esteve ao lado de seus filhos o tempo inteiro, vive a dor a cada segundo. Will, por outro lado, sente a culpa de não ter estado perto da família. E busca uma maneira de mostrar que também sofre. A cena final é muito bonita.
Paul Mescal é incrível. Jessie está maravilhosa. O elenco inteiro está de parabéns. Acho que é um dos favoritos para as premiações e certamente vale a pena.
é uma experiência visual que merece ser apreciada, de maneira individual, por cada um. quanto menos você souber da história, melhor. um filme sobre relacionamentos familiares, luto e abandono. vai tocar em alguma ferida, sem dúvidas. as atuações são primorosas, o roteiro é sensacional e o final é encantador. é uma história sobre perdoar a si mesmo e entender que em algumas situações, as pessoas aprendem a viver sem a nossa presença, por mais difícil que isso seja.
sou um grande fã das histórias que envolvem avatar, e para ser sincero, eu gostei muito do que vi aqui. porém, tenho algumas ressalvas.
a cada novo arco, temos um aspecto sendo introduzido neste universo e encantando ainda mais os fãs. em fire and ash não foi diferente, mas sinto que pode desagradar uma parte do público. o terceiro longa da franquia funciona > na minha visão < como um arco de transição entre panoramas da história. sinto que alguns personagens foram desenvolvidos aqui, sendo que serão importantes no futuro e também percebi que diversos arcos não foram concluídos. acredito que fora intencional.
o filme tem o mesmo problema de seu antecessor: reduzir a trama a um conflito específico entre personagens já conhecidos. isso me decepcionou um pouco, tendo em vista que Varang é uma vilã fenomenal e ficou de plano de fundo. tirando essa parte, o filme é impecável no seu aspecto visual e de atuação. pode ser cansativo em alguns momentos, tendendo a ser repetitivo, mas entretém.
eu sou fascinado nas versões em diferentes países desse filme e fiquei feliz para caramba quando anunciaram a versão brasileira.
sobre a história, fizeram algumas mudanças sutis em relação aos outros longas, mas senti que não foram tão bem incorporadas com o roteiro. o elenco escolhido é bem interessante, mas as atuações ficaram deveras exageradas em alguns momentos, deixando a desejar. dalton está ótimo, acredito que a essência do personagem foi capitada de maneira bem legal.
esses filmes são legais porque abordam os segredos e traições de maneira sútil, sendo uma crítica incrível para os dias de hoje. minha maior crítica aqui é que o sentido da história ficou… perdido? apesar do ritmo ser melhor na reta final. dito isso, eu gosto muito do cinema nacional e das diferentes possibilidades que temos aqui.
assistam as diferentes versões. cada uma tem um aspecto diferente e genial.
harry potter e o cálice de fogo é um marco na história da saga porque, no meu entendimento, ele serve como uma divisão entre duas eras de hogwarts: uma leve e outra sombria. aqui, os personagens enfrentam ameaças constantes e que chegam nos lugares que lhe eram seguros, e isso mostra o caminho que a trama seguirá a parti daqui.
assistir a esse longa no cinema fora uma experiência singular, tendo em vista o ano que foi lançado, o fato de eu ser fã e gostar muito da história. gosto da maneira como os personagens são encaixados aqui e sua importância para cada acontecimento… entretanto, sinto que a escolha de algumas situações poderia ter sido desenvolvida de uma maneira melhor.
entretanto, é um filme sombrio, tenso e agoniante. o final, com a fala da hermione, resume a história. será que ainda teremos um ano calmo em hogwarts?
aquele tipo de filme em que você tem que assistir sem procurar ler ou assistir trailer. um grupo aparentemente aleatório em prol de um objetivo em comum? genial.
a história começa de maneira lenta, mas curiosa. o roteiro não entrega muitas coisas de início… e quem está assistindo começa a ficar entretido com o que se passa com os personagens da trama. boas doses de comédia estão presentes na atuação do elenco e isso é incrível, porque mesmo em cenas tensas, temos o alívio cômico com as situações absurdas.
como análise, temos uma profunda crítica sobre extremismo, religião, guerras civis, torturas e segregação. a cena final é um marco. sem dúvidas um filme marcante. os créditos silenciosos também dizem muito sobre a crítica do diretor. pesado.
O Drama
3.9 59chega mais pertinho do amor da sua vida!
Devoradores de Estrelas
4.1 238É possível algum humano classificar esse filme com menos de 5 estrelas? Pergunta
O Enigma do Horizonte
3.2 350 Assista AgoraGosto dos filmes de ficção científica que trabalham com a contradição/teorias relacionadas a conteúdos de física… e aqui não foi diferente. A história não tem um ponto de partida lento, muito pelo contrário, o filme é altamente ágil em mostrar o que está proposto. As atuações são legais, os efeitos nem tanto, mas se consideramos o ano em que foi feito, fico satisfeito. É um bom passatempo.
POV: Presença Oculta
2.2 27Eu gosto muito do estilo found footage porque é um gênero que costuma trazer - dentre os vários filmes ruins - histórias diferentes e com uma mitologia própria, como é o caso de bodycam.
Acredito que a intenção aqui não é deixar o telespectador assustado, mas sim tenso e agoniado com a situação que os personagens principais estão envolvidos. É um enredo que não enrola em mostrar os fatos e termina de uma maneira convincente.
Não é o melhor do gênero, mas é legal.
A História do Som
3.5 29 Assista AgoraUma história sobre como a felicidade está presente nas pequenas coisas e nos momentos que não percebemos. Lionel sempre pensou que o seu lugar não era nas terras de sua família. Da mesma forma que entendia que sua sexualidade não era o esperado para a época ou pela sociedade. Sempre quis mais.
É um enredo que nos mostra que a felicidade não pode ser adiada, você tem que viver o agora. O filme é sensível, conta a história de uma maneira singular, O amor mostrado aqui também é impecável… os primeiros amores… romances…. daqueles que marcam.
O ato final: dor.
Pânico 7
2.7 354 Assista Agora“Mas o mundo não é seguro, Sidney.”
A cena inicial foi bem diferente dos anteriores, de uma forma interessante… mas não sei. O clima dessa história é estranho, como se tudo fosse rápido ou sem contexto. Em diversas cenas é notória a tentativa da direção de “fechar” buracos sobre os dois anteriores. Não que eu considere essas mudanças ruins, pelo contrário, acho que depois que seis filmes, uma fórmula nova é necessário para atrair novos fãs.
Os personagens novos me incomodaram. De todos os grupos da franquia, aqui temos jovens suspeitos pouco trabalhados e nada interessantes. É realmente uma pena que tenha tido uma quebra no elenco, e por razões tão pesadas. Triste mesmo. De toda forma, como fã da franquia, acredito que esse é o que eu menos gostei. Talvez seja pela mudança brusca na condução da direção e os fatos envolvendo a Melissa. O roteiro é confuso, as motivações são piegas e o enredo não faz sentido. A trama tenta se apegar a nostalgia e modernidade, mas é raso.
O Frio da Morte
2.8 42Uma história simples, com uma condução que não enrola para mostrar ao telespectador o que está por vir. A atuação da atriz que faz a personagem principal praticamente sustenta o longa. Tive alguns incômodos com determinadas cenas que foram absurdas, mas é comum com esse tipo de filme. Vale o ingresso.
(Des)controle
3.1 11Eu acredito que o filme merece essa nota por abordar uma temática importante e que por diversas vezes é deixada de lado nas produções nacionais. Porém, do ponto de vista técnico, acredito que a condução da narrativa aqui se fez de um modo cômico por demais, e isso me incomodou. A atuação da Carolina é boa, diria que praticamente ela carrega a história nas costas, mas não sei se foi suficiente para eu me apegar com o que foi apresentado.
Por ser um tema sensível para mim, me emocionei em algumas cenas e falas da trama. O ponto positivo, na minha visão, é que o filme deixa claro que as coisas não se concertam de maneira rápida ou acelerada. Leva tempo. E nesse processo, perdemos pessoas, laços, amores, família. É uma caminhada longa e por diversas vezes, solitária. Mas dá certo.
Quem passa por isso/já conviveu com alguém que enfrenta esse problema, certamente irá se emocionar aqui. Valeu o ingresso.
O Som da Morte
2.3 42“E se eu não quiser morrer?
Então não deveria ter nascido.”
Para os fãs de “fale comigo”, será quase que impossível não fazer comparações aqui - apesar de injustas, do ponto de vista orçamento. A história segue um grupo de adolescentes no último ano do ensino médio que se deparam com um artefato de uma civilização antiga. A partir disso, começam a serem perseguidos por uma força maligna.
Não é uma trama inovadora. A condução do roteiro também não é firme, de forma que você não tem um tempo hábil para se preocupar ou se apegar com algum dos personagens principais. A protagonista é boa, mas não convence. Entretanto, a explicação e o “mistério” do que vai rolar é bem interessante e te mantém entretido.
Não procure assistir a esse filme pensando que será assustador ou com bons efeitos. Mas se quiser curtir um filme legal para passar o tempo, está aí uma boa indicação.
O Primata
2.7 151 Assista Agora“Primate” faz uma referência interessante a “Cujo” do Stephen King e isso foi o que me atraiu de primeira para assistir ao filme. Desde que o trailer saiu, em meados de dezembro, fiquei animado.
O filme tem uma narrativa interessante, de maneira que as coisas não demoram a acontecer. Aqui, como em grande parte dos slashers e filmes de gore, não existe uma preocupação grande em apresentar os personagens ou suas relações, bem como em desenvolve-los… o que não é ruim, porque é um filme relativamente curto. É uma experiência que vai agradar os fãs desse tipo de filme, certamente. Eu esperava mais, porém foi legal de assistir no cinema.
Socorro!
3.3 201Primeira coisa: as referências a Survivor foram GENIAIS. Eu não estava esperando! Que grata surpresa. Se vocês não conhecem o reality, vale super a pena (as temporadas mais antigas, depois fica bem fraco).
Cara, é até complicado falar sobre o que eu achei dessa história. É caótica, imprevisível e com uma narrativa super intrigante. A atuação da Rachel é fenomenal aqui, caramba… ela realmente domina essa história. Mais um filme que quanto menos você souber sobre, melhor. Apenas assistam. E tem Dylan sem roupa, vale a pena.
Justiça Artificial
3.1 104 Assista AgoraDepois de uma semana assistindo os filmes indicados ao Oscar, é interessante parar para apreciar uma obra que não tem esse objetivo. Fiquei curioso pela trama quando vi o trailer e sendo sincero, o filme não tenta abordar nada fora do comum dos filmes de ação.
Imagine uma sociedade em que a IA começou a ser responsável por julgar criminosos. Cada réu tem um hora e meia para encontrar provas e se defender. Neste cenário, temos um detetive que foi um dos defensores do programa sendo acusado de matar a própria esposa. A partir daí, segue-se uma narrativa em busca de provas e outros suspeitos do crime. O desenvolvimento é legal, apesar de ter pouca variação de cenário e aprofundamento nos personagens secundários. O desfecho é simples, rápido e faz sentido com o que foi mostrado na trama.
Valeu o ingresso, é um bom divertimento. Nada além.
Frankenstein
3.7 596 Assista Agora“Buscando a vida, eu criei a morte”
É um filme bastante longo, dividido em partes que contam as diferentes visões sobre a história que é retratada. Achei intenso e deveras poético a maneira que a dor e a solidão são evidenciadas por meio do Frankenstein. A luta de um experimento que recebeu a vida - que não pediu - e tenta entender o seu lugar em um mundo cruel e que não está preparado para aquilo que é diferente.
“A morte, um dom que você também me negou.”
Quão difícil deve ser encaixar-se em uma sociedade que não está preparada para você? Ou entender o fato de que você está sozinho, mesmo que não por sua culpa, em um mundo cruel? E que você não entende? Quão ruim deve ser a experiência de ser culpado por crimes que você não cometeu? E, com todas essas dores acontecendo, você ainda é destinado a se curar de todas as feridas, tornando-se um ser imortal, ou seja, seu sofrimento é eterno.
Bonito, singelo e cruel.
Sonhos de Trem
3.7 340 Assista Agora"Nos últimos anos ele esperou que alguma grande revelação sobre a vida dele surgisse. Mas até então, nada tinha acontecido. E ele estava começando a duvidar que algum dia aconteceria."
Uma poesia visual, principalmente se tratando da fotografia. Eu fico feliz com a indicação do filme, mesmo que não seja um prêmio exatamente para o Brasil, mas é certo dizer que Adolpho fez um trabalho impecável por aqui.
A narrativa segue de maneira lenta, conforme somos apresentados aos fatos que acontecem na vida do personagem principal, que é um lenhador. De início, temos um pai de família que está em busca de meios para sustentar a família. Porém, a partir de um evento triste, embarcamos, junto ao personagem, a um enredo sobre depressão, solidão, mistério e luto.
Visualmente impecável e doloroso. Uma história sobre um indivíduo que espera a vida inteira por algo que não chega. Por mais que conquiste algo, falta algumas coisas também. É sobre apenas existir, não viver…
Pecadores
4.0 1,2K Assista AgoraNão são assombrações, são vampiros.
É interessante que "Sinners" tenha sido indicado a essa grande quantidade de categorias no Oscar, ultrapassando filmes marcantes como Titanic e Senhor dos Anéis. A construção da narrativa conforme os personagens são apresentados, o estilo da fotografia... as atuações (destacando o Michael, que foi perfeito, certamente mereceu a indicação que teve). É tudo encaixado de maneira bem feita.
A trilha sonora também é incrível, de maneira que corrobora com as críticas aqui presentes. O enredo é trabalhado de maneira que o telespectador compreenda os assuntos importantes da trama, como o racismo, a segregação, o contexto de faroeste, blues, misticismo, religião... é simplesmente impecável o que a direção fez aqui.
"Nós só temos que aguentar até o sol nascer." Essa frase é imensamente significativa no contexto em que esse enredo se desenvolve. Enfim, vale a pena. Fico triste que perdi a chance de assistir a essa obra nos cinemas.
Marty Supreme
3.7 315 Assista AgoraConfesso que quando assisti o trailer e li a sinopse sobre a história do filme, logo pensei que não iria assistir. E que baita erro seria se eu não tivesse assistido. “Marty Supremme” realmente é tudo isso que falam nas críticas. Caótico. Frenético. Alucinante. É um longa que te deixa intrigado na primeira cena e a partir daí a aventura só começa.
Não imaginava que a dose de comédia aqui seria essencial para a condução da narrativa. É uma história sobre ambição e sonhos, sobre fazer tudo o que está ao seu alcance para chegar até os seus objetivos. A atuação do tim é maravilhosa, não tem um ponto negativo aqui. Ele deu uma aula de atuação.
O filme é bom. Longo? Sim, mas é muito bom. E cara… que trilha sonora sensacional!
A Única Saída
3.7 138 Assista AgoraAs pessoas vivem 100 anos. Você tem tempo.”
Esse é um daqueles filmes que você tem que começar a assistir sem conhecer nada da história. Não procure trailer, sinopse ou reviews. Apenas vá ao cinema e assista.
Nessa temporada de premiações, é difícil não fazer um paralelo com “foi apenas um acidente”. Ambos os filmes são geniais, inclusive. Um enredo que se inicia com uma apresentação básica dos personagens, de maneira que o telespectador entenda com quem estará lidando nas próximas horas, bem como também nos é mostrado uma série de situações cômicas e absurdas que fazem total sentido com o desenvolver da trama.
É caótico, despretensioso, confuso, engraçado e também é um filme solitário. Aborda o indivíduo em seu estágio de desespero e confusão, quando nada mais parece ter sentido. Em alguns momentos, cheguei a pensar que era o ápice da história e o enredo das cenas seguintes apenas me mostravam como eu estava errado.
O filme é intrigante e te envolve. Vale a pena. Surreal o caos que essa história é.
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
4.2 409 Assista AgoraO filme é muito bonito, em todos os seus aspectos. Jessie Buckley tem uma atuação sublime como Agnes, de maneira que o telespectador consegue sentir suas dores desde a primeira cena em que ela aparece. O ator que faz o jovem Hamnet deu um show também, a sequência de cenas em que ele começa a aparecer são maravilhosas.
O longa é lento, de maneira a corroborar com uma história que aborda o amor, as paixões e o luto, em suas diversas fases. Acredito que esse ponto será o maior incômodo para algumas pessoas. É um tempo necessário para que quem esteja assistindo entenda os personagens que são apresentados, o contexto em que estão inseridos e a trama. A sequência da morte é visceral, de todas as maneiras possíveis. O maior acerto aqui é entender como o luto pode funcionar de maneiras distintas para os indivíduos. Agnes, que esteve ao lado de seus filhos o tempo inteiro, vive a dor a cada segundo. Will, por outro lado, sente a culpa de não ter estado perto da família. E busca uma maneira de mostrar que também sofre. A cena final é muito bonita.
Paul Mescal é incrível. Jessie está maravilhosa. O elenco inteiro está de parabéns. Acho que é um dos favoritos para as premiações e certamente vale a pena.
Extermínio: O Templo dos Ossos
3.4 195 Assista Agorapadre kelson
Valor Sentimental
3.9 366 Assista Agoraé uma experiência visual que merece ser apreciada, de maneira individual, por cada um. quanto menos você souber da história, melhor. um filme sobre relacionamentos familiares, luto e abandono. vai tocar em alguma ferida, sem dúvidas. as atuações são primorosas, o roteiro é sensacional e o final é encantador. é uma história sobre perdoar a si mesmo e entender que em algumas situações, as pessoas aprendem a viver sem a nossa presença, por mais difícil que isso seja.
Avatar: Fogo e Cinzas
3.5 274 Assista Agorasou um grande fã das histórias que envolvem avatar, e para ser sincero, eu gostei muito do que vi aqui. porém, tenho algumas ressalvas.
a cada novo arco, temos um aspecto sendo introduzido neste universo e encantando ainda mais os fãs. em fire and ash não foi diferente, mas sinto que pode desagradar uma parte do público. o terceiro longa da franquia funciona > na minha visão < como um arco de transição entre panoramas da história. sinto que alguns personagens foram desenvolvidos aqui, sendo que serão importantes no futuro e também percebi que diversos arcos não foram concluídos. acredito que fora intencional.
o filme tem o mesmo problema de seu antecessor: reduzir a trama a um conflito específico entre personagens já conhecidos. isso me decepcionou um pouco, tendo em vista que Varang é uma vilã fenomenal e ficou de plano de fundo. tirando essa parte, o filme é impecável no seu aspecto visual e de atuação. pode ser cansativo em alguns momentos, tendendo a ser repetitivo, mas entretém.
Perfeitos Desconhecidos
2.6 9 Assista Agoraeu sou fascinado nas versões em diferentes países desse filme e fiquei feliz para caramba quando anunciaram a versão brasileira.
sobre a história, fizeram algumas mudanças sutis em relação aos outros longas, mas senti que não foram tão bem incorporadas com o roteiro. o elenco escolhido é bem interessante, mas as atuações ficaram deveras exageradas em alguns momentos, deixando a desejar. dalton está ótimo, acredito que a essência do personagem foi capitada de maneira bem legal.
esses filmes são legais porque abordam os segredos e traições de maneira sútil, sendo uma crítica incrível para os dias de hoje. minha maior crítica aqui é que o sentido da história ficou… perdido? apesar do ritmo ser melhor na reta final. dito isso, eu gosto muito do cinema nacional e das diferentes possibilidades que temos aqui.
assistam as diferentes versões. cada uma tem um aspecto diferente e genial.
Harry Potter e o Cálice de Fogo
4.1 1,2K Assista Agoraharry potter e o cálice de fogo é um marco na história da saga porque, no meu entendimento, ele serve como uma divisão entre duas eras de hogwarts: uma leve e outra sombria. aqui, os personagens enfrentam ameaças constantes e que chegam nos lugares que lhe eram seguros, e isso mostra o caminho que a trama seguirá a parti daqui.
assistir a esse longa no cinema fora uma experiência singular, tendo em vista o ano que foi lançado, o fato de eu ser fã e gostar muito da história. gosto da maneira como os personagens são encaixados aqui e sua importância para cada acontecimento… entretanto, sinto que a escolha de algumas situações poderia ter sido desenvolvida de uma maneira melhor.
entretanto, é um filme sombrio, tenso e agoniante. o final, com a fala da hermione, resume a história. será que ainda teremos um ano calmo em hogwarts?
Foi Apenas um Acidente
3.8 189 Assista Agoraaquele tipo de filme em que você tem que assistir sem procurar ler ou assistir trailer. um grupo aparentemente aleatório em prol de um objetivo em comum? genial.
a história começa de maneira lenta, mas curiosa. o roteiro não entrega muitas coisas de início… e quem está assistindo começa a ficar entretido com o que se passa com os personagens da trama. boas doses de comédia estão presentes na atuação do elenco e isso é incrível, porque mesmo em cenas tensas, temos o alívio cômico com as situações absurdas.
como análise, temos uma profunda crítica sobre extremismo, religião, guerras civis, torturas e segregação. a cena final é um marco. sem dúvidas um filme marcante. os créditos silenciosos também dizem muito sobre a crítica do diretor. pesado.