O filme foge um pouco do padrão brasileiro, com uma pegada mais policial, embora haja drama familiar e de pessoas LGGBTQI+. O filme flui bem quase o tempo todo, mas o roteiro poderia ser melhor desenvolvido, certos momentos são abruptos e o final, embora faça sentido, do jeito que foi feito fica a impressão de que há um furo de lógica, o que não ocorre se você prestar atenção no personagem e sua motivação. A captação de som dos diálogos é bem ruim, um mal recorrente no cinema nacional. Há atuações muito boas, a começar pela sempre expressiva Claudia Abreu. Já Vera Holtz sofre com uma personagem um tanto caricata. No geral, um bom filme.
A ideia, vinda de um conto do Stephen King, é bemmais interessante que o filme, de produção meia boca, atuações canastronas e diálogos e frases de efeito vergonhosos. Pouco tempo depois, Arnold se tornaria um super astro em definitivo, com filmes como O Vingador do Futuro , Exterminador do Futuro 2 e True Lies.
Terror com ótimo atmosfera, com elementos do conto clássico de Poe, O Gato Preto ( não tenham receio de spoiler aqui, é uma situação que acontece já nos primeiros minutos), e um estilo de filmar que lembra os filmes do Oz Perkins. É um filme esquisito, sim, algumas motivações não ficam claras. O elenco reduzido segura as pontas e o coelho de brinquedo e uma morta (viva?) roubam a cena sempre que aparecem.
Mistura trash de ação Kung Fu com humor que beira o inacreditável. Os efeitos visuais mais engraçados que você verá desde, provavelmente, Os Aventureiros do Bairro Proibido ou Palhaços Assassinos do Espaço Sideral. A bagaceira é proposital, com diálogos e atuações ridículas, violência e sangue sem limites mas que nunca se leva a sério. Tosco mas muito criativo. Vale a conferida pra se divertir.
Bem inferior ao primeiro. Diálogos terríveis, atitudes estúpidas tomadas pelos personagens, a ideia prometida no trailer do confronto de dois trolls bem mal aproveitada. Restam um bom ritmo, as paisagens da Noruega e efeitos especiais que podem ser considerados eficientes.
A estrutura do filme lembra muito Uma Noite de Aventuras, de 1987 (inclusive tem uma cena de blues como no clássico com Elizabeth Shue!). Filme natalino cômico com Kurt Russell bem de Papai Noel e a dupla de jovens que faz os irmãos também agrada. Não é nada demais, mas é agradabilíssimo para ver com a Família no Natal.
Tem uma premissa interessante (o ponto de vista é do serial killer a maior parte do tempo), um elenco que não compromete e alguns efeitos práticos e de maquiagem muito bons e a ausência de trilha sonora também soma à proposta do diretor. Mas o ritmo é excessivamente lento e repetitivo e uma situação do roteiro me irritou demais (
o Ranger tem o assassino desacordado após um tiro, podia "finalizar" o vilão com um tiro na cabeça mas resolve chegar pertinho e aí você já sabe o que acontece, né?
). Por muito pouco não é um filme bom. Ficou no "razoável com ideia curiosa".
Citações infindáveis de Evil Dead e, principalmente, de O Iluminado. Nada de novo, sofre com a falta de lógica, mas é divertido e com alguns atores de certo carisma. Não sei se é exatamente melhor que o primeiro, mas tem um ritmo diferente, com mais ação. A vilã continua com um visual tenebroso, um ponto forte dos dois filmes.
Embora não se espere boas atuações nesse tipo de filme, aqui parece que pegaram um elenco que já devia ser ruim até no teatrinho da escola. Falar que são péssimos não define os "atores". Diálogos bizonhos e nem a parte técnica se salva: maquiagem, efeitos, enquadramentos, montagem, tudo amador e mal feito. O pior filme (?) que vi este ano. E pensar que ainda tem outros dois filmes com o coitado do Popeye! Haja espinafre pra aguentar!
Tem bastante coisa que eu gosto nesse filme: o tom surreal e melancólico ressaltado pela trilha sonora de Max Richter, alguma filosofia, a imensidão desconhecida do espaço, Sandler mostrando mais uma vez que é capaz de papéis mais sérios. Visualmente também é um filme muito bonito. Embora um tanto lento, me prendeu a atenção.
Versão russa do romance de Dostoievski, feita três anos depois do clássico de Visconti. Fotografia em cores belíssima, toques musicais e a mesma verve de romance dramático do similar italiano. Só incomoda um pouco o personagem do Sonhador, um tanto histriônico em sua dramaticidade, embora consiga comover ao final (Mastroianni também tem os mesmos trejeitos, talvez o personagem seja assim, mesmo, não li o romance ainda). Mas vale a pena, é um filme belíssimo em vários aspectos.
Tinha potencial para ser um grande filme, mas fica no razoável pra bom, principalmente pela ótima atuação da expressiva atriz mirim e a ausência de alívios cômicos (gostei do tom sério), que ganham pontos para a película, além do argumento bastante interessante, apesar de desenvolvido de forma não muito satisfatória e prejudicado por uma montagem esquisita e a direção que deve frustrar muitos espectadores por sua falta de clareza quanto ao gênero que quer seguir: ou o diretor vende uma coisa ou outra, apesar de a citação inicial dar uma ideia de qual caminho ele vai escolher. Gostei da ambientação e cenários naturais.
Muito, muito triste e revoltante. A mentira, em todas as suas vertentes, deveria ser classificada como um crime grave, mas nesta época de fake news pouco mudou. Imprensa querendo vender manchetes a qualquer preço e um delegado cego pelos holofotes destruíram a vida de três famílias. Por outro lado, aumentou minha admiração por Heródoto Barbeiro e principalmente por Florestan Fernandes Jr., o primeiro a ver que havia algo muito errado em todo aquele circo armado em torno de pessoas que depois se comprovou serem todas inocentes.
O filme até tem seus bons momentos, como uma ótima sequência de teatro na floresta, mas peça por um roteiro inconsistente e muito mal concluído. Pra chegar onde chegou, bem que poderia ter uns 40 minutos a menos. Joaquin Phoenix, expressivo como de costume, numa produção com boas qualidades técnicas. Porém, parece ser o começo da decadência da ainda curta carreira do diretor Áster. Que ele deixe a pretensão e o nonsense de lado nas próximas produções para voltar à qualidade mostrada em Hereditário.
Das três séries do Flanagan, Usher é melhor que Mansão Bly e um pouco inferior a Residência Hill. Bem criativa na inserção de vários contos de Poe nos episódios, inclusive com trechos lidos pelos personagens. A musa do diretor, Carla Gugino, rouba a cena sempre que aparece. A sordidez da família Usher pode incomodar, mas a série é muito bem dirigida e a atenção (e tensão) cresce com os episódios. Bons efeitos especiais e de maquiagem.
A franquia deveria ter parado no ótimo quarto filme e esta sequência é a prova. Aqui até muitas das mortes não são explícitas, como vinha sendo a marca registrada de Sexta-feira 13. O elenco é pior do que de costume e o desfecho ridículo . Revi e abaixei a nota. O mais fraco de todos ao lado do oitavo.
Thomy Jarvis desacordado, em estado grave, no hospital, tem pesadelo com Jason, então abre uma gaveta e tá lá a máscara, um facão... Algum(a) enfermeiro(a) guardou pra ele de "souvenir"? Ah, tenha santa paciência, né?!
Melhor do que eu esperava, esse filme de lobisomens! Bastante tenso, com bom elenco pouco conhecido (Shauna Macdonald, de Abismo do Medo, talvez a mais famosa) e alguns bons efeitos práticos. Bem produzido, faz uso de alguns clichês - sempre tem um "fruta podre" no meio dos que lutam pela sobrevivência - e faz companhia ao bom histórico de filmes britânicos sobre lobisomens, como Dog Soldiers.
Embarquei sem esperar nada e me diverti bastante. Filme de ação sangrenta e exagerada com muitos toques de humor. Além do já citado Trem Bala, ele me lembrou um pouco Marcado Para Morrer, de 1995, com Christopher Lambert. Neste aqui, realmente o que segura o interesse, além das cenas de luta alucinadas, é o carisma de Josh Hartnett. A história é aquele fiapo de sempre: o protagonista é o "exército de um homem só" (bom, aqui ele tem alguma ajuda) que tem a chance de redenção ao aceitar uma missão suicida.
Tão magnífico quanto Jean de Florette! Uma história não só de vingança, mas de remorso, dor, paixão, solidão, luto, destino. Há uma reviravolta, ainda, de cair o queixo, tudo valorizado por atuações magníficas - o arco de Cesar Soubeyran comove pela atuação impressionante do veterano Yves Montand; Daniel Auteil volta com uma performance ainda mais intensa do patético Ugolin, enquanto Emanuelle Beart é um misto de beleza e força que toma conta da tela em todas as cenas. A trilha sonora continua belíssima e a direção e o roteiro se mostram irretocáveis, não há exagero nem falta. Há tempos que eu não via um filme que merece o status de obra-prima.
Fantasia épica de animação extremamente violenta e sangrenta, com um roteiro bem mais denso do que se poderia esperar, chegando a levantar questões filosóficas e existenciais ("... onde o mito tomou o lugar da verdade ?") ou sobre o uso que se faz do conhecimento. Os traços e animação são simples -lembrando a estética do clássico Heavy Metal - e, mesmo assim, procuram mais um tom realista, sem animais falantes ou monstros que não os humanos.
Ótimo filme de ação coreano, com excelentes cenas de lutas e batalhas, além de ser bem produzido e ter bons atores. Há uma bem-vinda inversão de estereótipos, com o herói esfarrapado e cheio de cicatrizes e o vilão jovem e belo mas terrivelmente mal impiedoso, além de exímio lutador. Alguns diálogos soam estranhos (não sei se é um problema da tradução ou do roteiro) e a trilha sonora tem momentos "emprestados" dos faroestes spaghetti musicados por Ennio Morricone. O O filme cresce na segunda metade e o clímax e o desfecho são vibrantes. Atualmente disponível no Prime Amazon, com o título Vingança Lendária.
Mais um bom filme russo sobre a II Guerra, desta vez um drama de sobrevivência. Perde um pouco o impacto do meio pro fim, mas a produção é bem cuidada. O destaque é a intensa cena do ataque aéreo ao comboio nazista, logo no começo.
A prosa poética de Cora é lindamente ilustrada e recitada nesse pequeno documentário repleto de paisagens e lugares tão encantadores quanto a personagem retratada. A trilha sonora é outro detalhe na medida, assim como o diretor acerta ao intercalar os depoimentos com atrizes recitando os poemas e imagens de arquivo da própria poetisa. Só fica um gosto de "quero mais" ao final, parece que 72 minutos (tempo real do filme) passam só de leve na trajetória dessa mulher tão múltipla de talentos e valores.
Berenice Procura
3.2 46O filme foge um pouco do padrão brasileiro, com uma pegada mais policial, embora haja drama familiar e de pessoas LGGBTQI+. O filme flui bem quase o tempo todo, mas o roteiro poderia ser melhor desenvolvido, certos momentos são abruptos e o final, embora faça sentido, do jeito que foi feito fica a impressão de que há um furo de lógica, o que não ocorre se você prestar atenção no personagem e sua motivação. A captação de som dos diálogos é bem ruim, um mal recorrente no cinema nacional. Há atuações muito boas, a começar pela sempre expressiva Claudia Abreu. Já Vera Holtz sofre com uma personagem um tanto caricata. No geral, um bom filme.
O Sobrevivente
3.2 267 Assista AgoraA ideia, vinda de um conto do Stephen King, é bemmais interessante que o filme, de produção meia boca, atuações canastronas e diálogos e frases de efeito vergonhosos. Pouco tempo depois, Arnold se tornaria um super astro em definitivo, com filmes como O Vingador do Futuro , Exterminador do Futuro 2 e True Lies.
O Alerta
2.9 98 Assista AgoraTerror com ótimo atmosfera, com elementos do conto clássico de Poe, O Gato Preto ( não tenham receio de spoiler aqui, é uma situação que acontece já nos primeiros minutos), e um estilo de filmar que lembra os filmes do Oz Perkins. É um filme esquisito, sim, algumas motivações não ficam claras. O elenco reduzido segura as pontas e o coelho de brinquedo e uma morta (viva?) roubam a cena sempre que aparecem.
A História de Ricky
4.0 147Mistura trash de ação Kung Fu com humor que beira o inacreditável. Os efeitos visuais mais engraçados que você verá desde, provavelmente, Os Aventureiros do Bairro Proibido ou Palhaços Assassinos do Espaço Sideral. A bagaceira é proposital, com diálogos e atuações ridículas, violência e sangue sem limites mas que nunca se leva a sério. Tosco mas muito criativo. Vale a conferida pra se divertir.
O Troll da Montanha 2
2.6 36 Assista AgoraBem inferior ao primeiro. Diálogos terríveis, atitudes estúpidas tomadas pelos personagens, a ideia prometida no trailer do confronto de dois trolls bem mal aproveitada. Restam um bom ritmo, as paisagens da Noruega e efeitos especiais que podem ser considerados eficientes.
Crônicas de Natal
3.7 262 Assista AgoraA estrutura do filme lembra muito Uma Noite de Aventuras, de 1987 (inclusive tem uma cena de blues como no clássico com Elizabeth Shue!). Filme natalino cômico com Kurt Russell bem de Papai Noel e a dupla de jovens que faz os irmãos também agrada. Não é nada demais, mas é agradabilíssimo para ver com a Família no Natal.
Natureza Violenta
2.5 198 Assista AgoraTem uma premissa interessante (o ponto de vista é do serial killer a maior parte do tempo), um elenco que não compromete e alguns efeitos práticos e de maquiagem muito bons e a ausência de trilha sonora também soma à proposta do diretor. Mas o ritmo é excessivamente lento e repetitivo e uma situação do roteiro me irritou demais (
o Ranger tem o assassino desacordado após um tiro, podia "finalizar" o vilão com um tiro na cabeça mas resolve chegar pertinho e aí você já sabe o que acontece, né?
Quando a Morte Sussurra 2
2.8 23Citações infindáveis de Evil Dead e, principalmente, de O Iluminado. Nada de novo, sofre com a falta de lógica, mas é divertido e com alguns atores de certo carisma. Não sei se é exatamente melhor que o primeiro, mas tem um ritmo diferente, com mais ação. A vilã continua com um visual tenebroso, um ponto forte dos dois filmes.
A Vingança do Popeye
1.2 32 Assista AgoraEmbora não se espere boas atuações nesse tipo de filme, aqui parece que pegaram um elenco que já devia ser ruim até no teatrinho da escola. Falar que são péssimos não define os "atores". Diálogos bizonhos e nem a parte técnica se salva: maquiagem, efeitos, enquadramentos, montagem, tudo amador e mal feito. O pior filme (?) que vi este ano. E pensar que ainda tem outros dois filmes com o coitado do Popeye! Haja espinafre pra aguentar!
O Astronauta
2.9 144 Assista AgoraTem bastante coisa que eu gosto nesse filme: o tom surreal e melancólico ressaltado pela trilha sonora de Max Richter, alguma filosofia, a imensidão desconhecida do espaço, Sandler mostrando mais uma vez que é capaz de papéis mais sérios. Visualmente também é um filme muito bonito. Embora um tanto lento, me prendeu a atenção.
Noites Brancas
3.9 4Versão russa do romance de Dostoievski, feita três anos depois do clássico de Visconti. Fotografia em cores belíssima, toques musicais e a mesma verve de romance dramático do similar italiano. Só incomoda um pouco o personagem do Sonhador, um tanto histriônico em sua dramaticidade, embora consiga comover ao final (Mastroianni também tem os mesmos trejeitos, talvez o personagem seja assim, mesmo, não li o romance ainda). Mas vale a pena, é um filme belíssimo em vários aspectos.
A Fera Interior
2.3 52 Assista AgoraTinha potencial para ser um grande filme, mas fica no razoável pra bom, principalmente pela ótima atuação da expressiva atriz mirim e a ausência de alívios cômicos (gostei do tom sério), que ganham pontos para a película, além do argumento bastante interessante, apesar de desenvolvido de forma não muito satisfatória e prejudicado por uma montagem esquisita e a direção que deve frustrar muitos espectadores por sua falta de clareza quanto ao gênero que quer seguir: ou o diretor vende uma coisa ou outra, apesar de a citação inicial dar uma ideia de qual caminho ele vai escolher. Gostei da ambientação e cenários naturais.
Um Menino Chamado Natal
3.3 70 Assista AgoraFantasia natalina com bom elenco e visual bonito e que é melhor do que pode parecer. Só não exigir muito e curtir com as crianças no fim de ano.
O Caso Escola Base
4.1 8Muito, muito triste e revoltante. A mentira, em todas as suas vertentes, deveria ser classificada como um crime grave, mas nesta época de fake news pouco mudou. Imprensa querendo vender manchetes a qualquer preço e um delegado cego pelos holofotes destruíram a vida de três famílias. Por outro lado, aumentou minha admiração por Heródoto Barbeiro e principalmente por Florestan Fernandes Jr., o primeiro a ver que havia algo muito errado em todo aquele circo armado em torno de pessoas que depois se comprovou serem todas inocentes.
Beau Tem Medo
3.2 441O filme até tem seus bons momentos, como uma ótima sequência de teatro na floresta, mas peça por um roteiro inconsistente e muito mal concluído. Pra chegar onde chegou, bem que poderia ter uns 40 minutos a menos. Joaquin Phoenix, expressivo como de costume, numa produção com boas qualidades técnicas. Porém, parece ser o começo da decadência da ainda curta carreira do diretor Áster. Que ele deixe a pretensão e o nonsense de lado nas próximas produções para voltar à qualidade mostrada em Hereditário.
A Queda da Casa de Usher
3.9 307 Assista AgoraDas três séries do Flanagan, Usher é melhor que Mansão Bly e um pouco inferior a Residência Hill. Bem criativa na inserção de vários contos de Poe nos episódios, inclusive com trechos lidos pelos personagens. A musa do diretor, Carla Gugino, rouba a cena sempre que aparece. A sordidez da família Usher pode incomodar, mas a série é muito bem dirigida e a atenção (e tensão) cresce com os episódios. Bons efeitos especiais e de maquiagem.
Sexta-Feira 13, Parte 5: Um Novo Começo
2.7 327 Assista AgoraA franquia deveria ter parado no ótimo quarto filme e esta sequência é a prova. Aqui até muitas das mortes não são explícitas, como vinha sendo a marca registrada de Sexta-feira 13. O elenco é pior do que de costume e o desfecho ridículo . Revi e abaixei a nota. O mais fraco de todos ao lado do oitavo.
Thomy Jarvis desacordado, em estado grave, no hospital, tem pesadelo com Jason, então abre uma gaveta e tá lá a máscara, um facão... Algum(a) enfermeiro(a) guardou pra ele de "souvenir"? Ah, tenha santa paciência, né?!
O Uivo
2.7 235 Assista AgoraMelhor do que eu esperava, esse filme de lobisomens! Bastante tenso, com bom elenco pouco conhecido (Shauna Macdonald, de Abismo do Medo, talvez a mais famosa) e alguns bons efeitos práticos. Bem produzido, faz uso de alguns clichês - sempre tem um "fruta podre" no meio dos que lutam pela sobrevivência - e faz companhia ao bom histórico de filmes britânicos sobre lobisomens, como Dog Soldiers.
Fight or Flight
3.0 57 Assista AgoraEmbarquei sem esperar nada e me diverti bastante. Filme de ação sangrenta e exagerada com muitos toques de humor. Além do já citado Trem Bala, ele me lembrou um pouco Marcado Para Morrer, de 1995, com Christopher Lambert. Neste aqui, realmente o que segura o interesse, além das cenas de luta alucinadas, é o carisma de Josh Hartnett. A história é aquele fiapo de sempre: o protagonista é o "exército de um homem só" (bom, aqui ele tem alguma ajuda) que tem a chance de redenção ao aceitar uma missão suicida.
A Vingança de Manon
4.4 40Tão magnífico quanto Jean de Florette! Uma história não só de vingança, mas de remorso, dor, paixão, solidão, luto, destino. Há uma reviravolta, ainda, de cair o queixo, tudo valorizado por atuações magníficas - o arco de Cesar Soubeyran comove pela atuação impressionante do veterano Yves Montand; Daniel Auteil volta com uma performance ainda mais intensa do patético Ugolin, enquanto Emanuelle Beart é um misto de beleza e força que toma conta da tela em todas as cenas. A trilha sonora continua belíssima e a direção e o roteiro se mostram irretocáveis, não há exagero nem falta. Há tempos que eu não via um filme que merece o status de obra-prima.
A Noite Do Fim Dos Tempos
3.6 15 Assista AgoraFantasia épica de animação extremamente violenta e sangrenta, com um roteiro bem mais denso do que se poderia esperar, chegando a levantar questões filosóficas e existenciais ("... onde o mito tomou o lugar da verdade ?") ou sobre o uso que se faz do conhecimento. Os traços e animação são simples -lembrando a estética do clássico Heavy Metal - e, mesmo assim, procuram mais um tom realista, sem animais falantes ou monstros que não os humanos.
Kundo – Era Fora de Controle
3.8 21Ótimo filme de ação coreano, com excelentes cenas de lutas e batalhas, além de ser bem produzido e ter bons atores. Há uma bem-vinda inversão de estereótipos, com o herói esfarrapado e cheio de cicatrizes e o vilão jovem e belo mas terrivelmente mal impiedoso, além de exímio lutador. Alguns diálogos soam estranhos (não sei se é um problema da tradução ou do roteiro) e a trilha sonora tem momentos "emprestados" dos faroestes spaghetti musicados por Ennio Morricone. O O filme cresce na segunda metade e o clímax e o desfecho são vibrantes.
Atualmente disponível no Prime Amazon, com o título Vingança Lendária.
O Piloto. Uma Batalha Pela Sobrevivência
3.1 16 Assista AgoraMais um bom filme russo sobre a II Guerra, desta vez um drama de sobrevivência. Perde um pouco o impacto do meio pro fim, mas a produção é bem cuidada. O destaque é a intensa cena do ataque aéreo ao comboio nazista, logo no começo.
Cora Coralina - Todas as Vidas
3.8 23A prosa poética de Cora é lindamente ilustrada e recitada nesse pequeno documentário repleto de paisagens e lugares tão encantadores quanto a personagem retratada. A trilha sonora é outro detalhe na medida, assim como o diretor acerta ao intercalar os depoimentos com atrizes recitando os poemas e imagens de arquivo da própria poetisa. Só fica um gosto de "quero mais" ao final, parece que 72 minutos (tempo real do filme) passam só de leve na trajetória dessa mulher tão múltipla de talentos e valores.