Um filme muito bom, mas de inovação mesmo ele apresenta o debate racial, pois pra mim bebeu muito em Um drink no inferno, filme de 1996. Falo sobre a questão da originalidade porque muita gente bateu nessa tecla e não achei que era pra tanto nesse aspecto.
Revisto 13 anos depois da primeira vez que vi (atualmente tenho 34 anos). Igualmente chocante, mas agora a maturidade me fez admirar ainda mais esse filme porque notei outros aspectos que ignorei antes. Por exemplo, a questão de ir para uma cidade grande e lidar com os perigos que isso representa: quando eu vi pela primeira vez eu estava vivendo esse momento na minha vida, mas mesmo assim não me chamou atenção, só agora que já é uma experiência fechada e elaborada pra mim. Espero rever esse filme muitas vezes, porque sei que vou me reencontrar nele pra sempre.
Fica melhor quando o Ozon cria esses roteiros malucos pra tirar uma onda, pra se divertir. Nesse filme parece que ele está se levando a sério, e fica bem estranho. Um dos piores do maioral, infelizmente, mas nada que o afaste do pedestal do meu coração.
Tudo bem que é um filme bom, mas tem algumas cenas que não acrescentam em nada no enredo e que poderiam ter ficado de fora. Porém o talento do diretor é inegável. A xenofobia dos espanhóis causa espanto. Não precisa contrariar, nem fazer nada de errado: só de estar ali você já é odiado. Eles odeiam outros europeus também, ninguém está livre, mas quando você é latino americano o buraco é mais embaixo.
Revendo o filme 8 anos depois de tê-lo visto pela primeira vez, agora com a leitura do livro feita. Hermann Hesse um dos maiores, e essa junção com o Max von Sydow ficou perfeita.
Eu acho o Rossellini o mais chato de todos os diretores do neorrealismo italiano. Acho que só consegui chegar ao final desse filme por causa da Ingrid Bergman.
Que pesado. Inclusive eu assisti ao filme num dia bom e fiquei numa deprê danada. Tomem cuidado! Ha um tempo que eu não assistia filmes gays porque sempre caía no lugar comum (o gay que se apaixona pelo hétero e se lasca no final), mas esse aqui foi diferente e valeu muito a pena. Os dois atores estão fenomenais, são atuações que fazem pensar que através da arte tudo é possível. Mas o filme trata disso: desse fardo imenso que nós vamos carregar pra sempre. Pelo menos o filme me fez perceber que não sou o único. Então vamos dar as mãos.
A Fonte da Donzela
4.3 225 Assista AgoraRevisto em 08.06.26 e continua sendo, pra mim, o melhor filme do Bergman.
Docinho da América
3.5 214 Assista AgoraRevi e sinto vergonha por ter gostodo desse filme antes
Cópia Fiel
3.8 462 Assista AgoraÉ, realmente o Abbas não é pra mim. E olha que tentei
Trainspotting: Sem Limites
4.2 1,9K Assista AgoraRevendo essa coisa maravilhosa (e tensa) em comemoração aos 30 anos do lançamento. Que obra prima.
Pecadores
4.0 1,3K Assista AgoraUm filme muito bom, mas de inovação mesmo ele apresenta o debate racial, pois pra mim bebeu muito em Um drink no inferno, filme de 1996. Falo sobre a questão da originalidade porque muita gente bateu nessa tecla e não achei que era pra tanto nesse aspecto.
Drácula de Bram Stoker
4.0 1,4K Assista AgoraRevisto uns 20 anos depois da primeira vez que assisti. Muito bom, ousado e nostálgico.
Zodíaco
3.7 1,3K Assista AgoraQue filme meia boca. E tá cheio de cabaço que acha um filme incrível ne
O Sétimo Selo
4.4 1,0K Assista AgoraRevisto 10 anos depois da primeira vez. Lindo, impressionante.
Vivendo Até o Fim
3.5 47 Assista AgoraÉ o maior sz
Mapas para as Estrelas
3.3 492 Assista AgoraO menino chato sendo o Charlie Sheen todinho
Bird
3.7 23 Assista AgoraPoxa, que decepção. Mas a culpa é minha por querer que um filme me leve de volta pra 10 anos atrás.
Mistérios da Carne
4.1 1,0K Assista AgoraRevisto 13 anos depois da primeira vez que vi (atualmente tenho 34 anos). Igualmente chocante, mas agora a maturidade me fez admirar ainda mais esse filme porque notei outros aspectos que ignorei antes. Por exemplo, a questão de ir para uma cidade grande e lidar com os perigos que isso representa: quando eu vi pela primeira vez eu estava vivendo esse momento na minha vida, mas mesmo assim não me chamou atenção, só agora que já é uma experiência fechada e elaborada pra mim. Espero rever esse filme muitas vezes, porque sei que vou me reencontrar nele pra sempre.
Magic Farm
3.2 14 Assista Agoraamei sz
O Cheiro do Ralo
3.7 1,1K Assista AgoraPutzzzzZZZzZzzzz
As Cinco Obstruções
3.8 41 Assista AgoraAquela amiga idiota e sem noção que jura que tem "personalidade forte".
Verão de 85
3.5 186 Assista AgoraFica melhor quando o Ozon cria esses roteiros malucos pra tirar uma onda, pra se divertir. Nesse filme parece que ele está se levando a sério, e fica bem estranho. Um dos piores do maioral, infelizmente, mas nada que o afaste do pedestal do meu coração.
As Bestas
4.0 88 Assista AgoraTudo bem que é um filme bom, mas tem algumas cenas que não acrescentam em nada no enredo e que poderiam ter ficado de fora. Porém o talento do diretor é inegável.
A xenofobia dos espanhóis causa espanto. Não precisa contrariar, nem fazer nada de errado: só de estar ali você já é odiado. Eles odeiam outros europeus também, ninguém está livre, mas quando você é latino americano o buraco é mais embaixo.
Cecil Bem Demente
3.8 104No começo achei estranho (óbvio, pois é John Waters), mas depois entendi a crítica hahaha amei
O Lobo da Estepe
3.6 56Revendo o filme 8 anos depois de tê-lo visto pela primeira vez, agora com a leitura do livro feita. Hermann Hesse um dos maiores, e essa junção com o Max von Sydow ficou perfeita.
O Fantasma da Liberdade
4.1 113Divertidíssimo
Stromboli
4.0 45 Assista AgoraEu acho o Rossellini o mais chato de todos os diretores do neorrealismo italiano. Acho que só consegui chegar ao final desse filme por causa da Ingrid Bergman.
Caminhos Cruzados
4.1 48 Assista AgoraQue lindo, que lindo. Chorei como um bebê. O Levan Akin é um dos maiores diretores da atualidade.
Todos Nós Desconhecidos
3.8 257 Assista AgoraQue pesado. Inclusive eu assisti ao filme num dia bom e fiquei numa deprê danada. Tomem cuidado!
Ha um tempo que eu não assistia filmes gays porque sempre caía no lugar comum (o gay que se apaixona pelo hétero e se lasca no final), mas esse aqui foi diferente e valeu muito a pena. Os dois atores estão fenomenais, são atuações que fazem pensar que através da arte tudo é possível.
Mas o filme trata disso: desse fardo imenso que nós vamos carregar pra sempre. Pelo menos o filme me fez perceber que não sou o único.
Então vamos dar as mãos.
Napoleão
3.1 371Gostei.
Viagem de Lisboa a Belém, 31 de março de 2025.