Respeito e acho essencial, por fazer parte da tríade do horror folk britânico, mas é mediano para baixo. O homem de palha, que veio alguns anos se mostrou superior em todos os aspectos. Uma coisa que me incomodou em particular foi a sonoplastia bizarra desse filme. Blood on Satan's Claw é aquele tipo de filme de horror, que hoje acaba servindo mais como obra de humor involuntário, não resistiu ao tempo, mas entretém.
O filme está num limiar muito perigoso, de quase referencial demais, de quase pedante demais, e de quase entediante demais, principalmente se tratando de um filme de quase 2h30, confesso que a primeira hora foi difícil, mas quando emergi na historia, o tempo fluiu melhor e terminei o filme sem ter me arrependido de dar o play, mas o grande mérito está na atuação de Léa Seydoux.
A única coisa que se salva aqui, e que de fato tem a essência V H S é o segmento: Parallel Monsters. Uma estrela para ele. Meia estrela, pela cena dos pés sendo arrastado no asfalto no curta de ligação pq me deu agonia, e pela direção técnica do curta do mágico. Já o segmento dos skatista, para mim é provavelmente (até onde minha memória chega) a pior coisa que a franquia já fez.
Se encaixaria melhor na antologia American Crime History, não é marcante para a franquia, no fim fica mais a motivação admirável de contar essa história.
O pesadelo do homem moderno diante do caos. O contexto que a Coreia do sulde fato, é um país onde coexistem o cristianismo, o budismo, o xamanismo e uma grande parcela da população simplesmente não acredita em nada (e ao mesmo tempo é influenciada por tudo) é um grande direcionamento da abordagem intelectual desse filme. Boa direção, fotografia e roteiro. Pontos negativos para mim é a atuação do personagem principal, e o tom quase humorístico de algumas cenas
Gosto em The House of the Devil, daquilo que fez Ti West famoso, uma excelente direção, boa construção de tensão, e um humor negro pontual, mas é um filme apenas ok, parece que o diretor está mais interessado em fazer homenagem ao estilo dos filmes do ano 70 e 80 do que fazer uma obra autoral, e o grande problema aqui é o roteiro, as grandes revelações, parecem até uma piada de tão básico e óbvio. Ainda bem que mais a frente Ti West nos daria 2 obras, acima da média com X e Pearl.
Sensível e elegante, e um primor visual, técnico e de atuação. Todo meu respeito por roteiros não apelativos, mas para meu gosto pessoal faltou algum tipo de catarse, para ser um filme mais marcante.
É meio que uma galhofa, dia do figurino e cenários malucos, mas um filme de 1964 ultra colorido e lúdico, falando abertamente sobre satanismo, não tem como resistir, eu nem vi a hora passar, e confesso que toda a sequência final elevou bastante a experiência do filme para mim.
Tour de force cinematógrafico, as cores, os cenários, os ângulos de câmera, a trilha sonora desruptiva para um filme de época, e aquilo que eu mais aprecio em filmes da década 70 uma boa dose de surrealismo, mas particularmente alguns elementos puxam o filme para uma nota menor, roteiro (contexto histórico muito específico e no fim não achei uma história tão interessante) e atuações - algumas fracas, e principalmente o excesso de personagens beirando a catatonia irritam bastante. Bom filme para ser entretido, mas que não marca profundamente. *Tem uma cena, onde a irmã do personagem principal está em estado alterado e leva um balde cheio de água.. Nessa cena alguns respingos de água caem na câmera, escorrem e distorce a imagem lateral por alguns segundos, obviamente um "erro" fácilmente corrigivel na pós produção, mas o diretor escolheu deixar lá, em um cinema digital, que estérializa ao máximo, esses pequenos detalhes me atraem cada vez mais para o cinema "antigo".
Eu acho que as pessoas estão emocionadas demais com esse filme, é sólido tem um bom nível de violência gráfica e um subtexto sobre relações interessante, mas para mim é excessivo no humor, e o baixo orçamento é evidente, uma em especifico dentro de um carro o efeito especial é tão mal executado que fiquei me perguntando se foi proposital para ser trash. E poxa que filme GRITADO.
No geral mediano. Para mim só comprovou a genialidade de Alfred Hitchcock, que um ano depois lançado Psicose, enquanto esse é essencialmente didático e moralizante, Psicose vem para trabalhar nas ambiguidades, em um cinema muito mais moderno e interessante. Os dois personagens principais e a dinâmica entre eles, é o ponto alto do filme, uma pena que sejam tão pouco aproveitados.
Definitivamente eu não sou do tipo que curte humor em filmes de terror, principalmente do tipo autoconsciente, como fizeram aqui com os clichê e incoerências da franquia, uma vez ou a outra a gente até releva, muitas vezes vira parodia. Efeitos especiais oscilaram muito, desde alguns muito bons, a outros que caíram no vale da estranheza de tão artificiais. Mas dito isso, adorei a longa sequencia inicial que se passa no passado, o nível de gore é alto e a 01:50h passaram voando sinal que o filme entretém bem.
Como obra conceitual, existencialista e filosófica, é um 10/10 ainda mais por se tratar de um filme com escopo no terror, já a execução como uma obra cinematográfica, infelizmente não me agradou tanto para se destacar, mas definitivamente é um filme a frente do seu tempo.
Quando eu era criança, eu tinha uma certa fascinação pelo quadro de Santa Luzia na casa da minha avó, tmb ficava bastante intrigado por seu ritual diário de orações sussuradas em seu terço. Então Irmã Morte foi prazeroso para mim, uma boa história com forte subtexto, dirigida com elegância, e uma excelente fotografia que usa toda a poderosa iconografia católica para causar desconforto. Não reinventa nem acrescenta muito ao subgênero de filmes de terror ambientados em conventos, mas está acima da média em qualidade.
Gosto muito do cinema de Joachim Trier, é refinado e admiro principalmente o fato dele não ser um manipulador barato de emoções, seus personagem quase sempre são quebrados, mas existe um cuidado de não fazer deles estereótipos da dor, e em 'Sentimental Value' ele parece muito interessado em brincar com a percepção do publico em momentos de emoções mais extremas. Dito isso, apesar de temas muito universais, e de fácil identificação, para mim não funcionou tanto quanto seu filme anterior, "A Pior Pessoa do Mundo" da qual a experiência foi muito mais arrebatadora. Sentimental Value, tem excelentes atuações, excelente fotografia, mas sinto que fiquei mais fascinado pela analogia da casa como personagem extra, como símbolo do passado e das memorias, do que de fato com os dramas pessoais.
Um David Cronenberg contido, bastante inclinado ao drama. Apesar de bons elementos como a atuação competente de Jeremy Irons, e o alto teor psicanalítico fornecido pela estranha relação dos gêmeos, para mim Dead Ringers, não está entre as obras mais impactantes do diretor, talvez o fato do filme ser baseado em uma historia real, (caso Stewart e Cyril Marcus)., tenha sido um elemento limitador.
Tem algo de muito atrativo para mim no cinema de Oz Perkins, talvez seja a forma que ele representa o mal em seus filmes de forma muito elementar, natural, orgânica com muitos elementos de Folk terror. A fotografia é sempre impecável assim como o domínio em criar atmosfera e tensão. Sempre parece haver um estudo profundo em simbolismos e subtextos, mas por alguma razão seus filmes nunca nós dão a experiência completa de horror, Longlegs quase chegou lá, Keeper infelizmente é vários passos para trás, principalmente pela quase inexistência de roteiro. Dito isso, seu cinema é autoral, e sua visão de terror é bastante peculiar, eu continuarei frequentando sua igreja macabra.
Para gostar da saga V/H/S você meio que têm que desligar o cérebro e só se divertir com a bizarrice, e sinceramente me diverti com esse.
Coochie Coochie Coo - Grotesco e nojento, interessante por trabalhar outros elementos de horror além do gore.
Ut Supra Sic Infra - Meu favorito, começa meio tedioso, mas quando os elementos sobrenaturais começam dá medo real o que é extremamente RARO na franquia VHS.
Fun Size - Odiei esse segmento, infantiloide ao extremo, única coisa positiva é que ele é auto consciente, não é mesmo para ser levado a serio, mas destoou demais.
Kidprint - Aqui o nível se eleva novamente, não é a historia mais original do mundo, mas é brutal e talvez o que melhor use o fator Found footage.
Home Haunt - Formulaico ao padrão médio VHS, não é ruim nem bom é apenas Ok.
O curta de armação Diet Phantasma (juntamento ao segmento Fun Size) é o ponto baixo dessa edição.
É um bom filme, sobre um tema bastante complexo, infelizmente Jennifee Lawrence e Robert Pattinson que são excelentes atores, fazem um trabalho questionável aqui, não no sentido de má atuações, mas em overacting, principalmente Pattinson que deveria ser o contrabalanço. Não sei se era de fato a intenção da diretora nós fazer gostar desse casal, ter empatia, pq se existia algum direcionamento nesse sentido não transparece na tela, o que fica explícito, é a descida a depressão, a mania, ao autoflagelo, ao tédio, a falta de sentido.. Dolorosamente humano e fácil de se identificar (ou ao outro) em algum nível.
Visualmente deslumbrante, aqui temos várias cenas que foram imortalizadas na historia do cinema e o filme como um todo é a definição do gótico romântico. Mas ao mesmo tempo é sem emoção, estéril, decrépito com ligação direta na forma que Werner Herzog escolheu retratar seu Nosferatu, particularmente prefiro as versões selvagens e menos melancólicas do personagem como em Drácula de Bram Stoker e Nosferatu de 2024, mas eu valorizo o trabalho que é feito aqui, refinado, clássico.
**Eu acho que o que mais me impressionou aqui foi como o diretor escolheu retratar a praga, os milhares de ratos, as ruas vazias, o cortejos de caixões.. O banquete em praça publica, para celebrar o que resta da vida, absolute cinema.
É como uma obra de Dostoievski. O Quinto selo, é refinado, difícil de entender, por vezes tedioso, e quase sem esperança, mas ao fim é uma experiência que tortura o corpo mas vai fundo na alma.
O Estigma de Satanás
3.3 43Respeito e acho essencial, por fazer parte da tríade do horror folk britânico, mas é mediano para baixo.
O homem de palha, que veio alguns anos se mostrou superior em todos os aspectos.
Uma coisa que me incomodou em particular foi a sonoplastia bizarra desse filme.
Blood on Satan's Claw é aquele tipo de filme de horror, que hoje acaba servindo mais como obra de humor involuntário, não resistiu ao tempo, mas entretém.
A Besta
3.4 34 Assista AgoraO filme está num limiar muito perigoso, de quase referencial demais, de quase pedante demais, e de quase entediante demais, principalmente se tratando de um filme de quase 2h30, confesso que a primeira hora foi difícil, mas quando emergi na historia, o tempo fluiu melhor e terminei o filme sem ter me arrependido de dar o play, mas o grande mérito está na atuação de Léa Seydoux.
V/H/S: Viral
1.8 311 Assista AgoraA única coisa que se salva aqui, e que de fato tem a essência V H S é o segmento: Parallel Monsters. Uma estrela para ele.
Meia estrela, pela cena dos pés sendo arrastado no asfalto no curta de ligação pq me deu agonia, e pela direção técnica do curta do mágico.
Já o segmento dos skatista, para mim é provavelmente (até onde minha memória chega) a pior coisa que a franquia já fez.
American Horror Story: NYC (11ª Temporada)
3.2 134 Assista AgoraSe encaixaria melhor na antologia American Crime History, não é marcante para a franquia, no fim fica mais a motivação admirável de contar essa história.
O Lamento
3.9 462 Assista AgoraO pesadelo do homem moderno diante do caos.
O contexto que a Coreia do sulde fato, é um país onde coexistem o cristianismo, o budismo, o xamanismo e uma grande parcela da população simplesmente não acredita em nada (e ao mesmo tempo é influenciada por tudo) é um grande direcionamento da abordagem intelectual desse filme.
Boa direção, fotografia e roteiro.
Pontos negativos para mim é a atuação do personagem principal, e o tom quase humorístico de algumas cenas
A Casa do Diabo
3.1 203Gosto em The House of the Devil, daquilo que fez Ti West famoso, uma excelente direção, boa construção de tensão, e um humor negro pontual, mas é um filme apenas ok, parece que o diretor está mais interessado em fazer homenagem ao estilo dos filmes do ano 70 e 80 do que fazer uma obra autoral, e o grande problema aqui é o roteiro, as grandes revelações, parecem até uma piada de tão básico e óbvio.
Ainda bem que mais a frente Ti West nos daria 2 obras, acima da média com X e Pearl.
Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
3.6 205 Assista AgoraMesmo sensação que tive ao ver Die, my love, bons elementos, boas atuações, mas um problema grave de excesso de tom.
Soa um pouco artificial
The Humans
3.4 50 Assista AgoraSensível e elegante, e um primor visual, técnico e de atuação.
Todo meu respeito por roteiros não apelativos, mas para meu gosto pessoal faltou algum tipo de catarse, para ser um filme mais marcante.
A Orgia da Morte
3.8 120É meio que uma galhofa, dia do figurino e cenários malucos, mas um filme de 1964 ultra colorido e lúdico, falando abertamente sobre satanismo, não tem como resistir, eu nem vi a hora passar, e confesso que toda a sequência final elevou bastante a experiência do filme para mim.
O Diabo
3.7 31Tour de force cinematógrafico, as cores, os cenários, os ângulos de câmera, a trilha sonora desruptiva para um filme de época, e aquilo que eu mais aprecio em filmes da década 70 uma boa dose de surrealismo, mas particularmente alguns elementos puxam o filme para uma nota menor, roteiro (contexto histórico muito específico e no fim não achei uma história tão interessante) e atuações - algumas fracas, e principalmente o excesso de personagens beirando a catatonia irritam bastante. Bom filme para ser entretido, mas que não marca profundamente.
*Tem uma cena, onde a irmã do personagem principal está em estado alterado e leva um balde cheio de água.. Nessa cena alguns respingos de água caem na câmera, escorrem e distorce a imagem lateral por alguns segundos, obviamente um "erro" fácilmente corrigivel na pós produção, mas o diretor escolheu deixar lá, em um cinema digital, que estérializa ao máximo, esses pequenos detalhes me atraem cada vez mais para o cinema "antigo".
Obsessão
3.9 932 Assista AgoraEu acho que as pessoas estão emocionadas demais com esse filme, é sólido tem um bom nível de violência gráfica e um subtexto sobre relações interessante, mas para mim é excessivo no humor, e o baixo orçamento é evidente, uma em especifico dentro de um carro o efeito especial é tão mal executado que fiquei me perguntando se foi proposital para ser trash. E poxa que filme GRITADO.
Estranha Compulsão
3.7 34No geral mediano.
Para mim só comprovou a genialidade de Alfred Hitchcock, que um ano depois lançado Psicose, enquanto esse é essencialmente didático e moralizante, Psicose vem para trabalhar nas ambiguidades, em um cinema muito mais moderno e interessante.
Os dois personagens principais e a dinâmica entre eles, é o ponto alto do filme, uma pena que sejam tão pouco aproveitados.
Premonição 6: Laços de Sangue
3.3 742 Assista AgoraDefinitivamente eu não sou do tipo que curte humor em filmes de terror, principalmente do tipo autoconsciente, como fizeram aqui com os clichê e incoerências da franquia, uma vez ou a outra a gente até releva, muitas vezes vira parodia. Efeitos especiais oscilaram muito, desde alguns muito bons, a outros que caíram no vale da estranheza de tão artificiais.
Mas dito isso, adorei a longa sequencia inicial que se passa no passado, o nível de gore é alto e a 01:50h passaram voando sinal que o filme entretém bem.
Kairo
3.4 197Como obra conceitual, existencialista e filosófica, é um 10/10 ainda mais por se tratar de um filme com escopo no terror, já a execução como uma obra cinematográfica, infelizmente não me agradou tanto para se destacar, mas definitivamente é um filme a frente do seu tempo.
Irmã Morte
3.1 150 Assista AgoraQuando eu era criança, eu tinha uma certa fascinação pelo quadro de Santa Luzia na casa da minha avó, tmb ficava bastante intrigado por seu ritual diário de orações sussuradas em seu terço.
Então Irmã Morte foi prazeroso para mim, uma boa história com forte subtexto, dirigida com elegância, e uma excelente fotografia que usa toda a poderosa iconografia católica para causar desconforto.
Não reinventa nem acrescenta muito ao subgênero de filmes de terror ambientados em conventos, mas está acima da média em qualidade.
Valor Sentimental
3.9 403 Assista AgoraGosto muito do cinema de Joachim Trier, é refinado e admiro principalmente o fato dele não ser um manipulador barato de emoções, seus personagem quase sempre são quebrados, mas existe um cuidado de não fazer deles estereótipos da dor, e em 'Sentimental Value' ele parece muito interessado em brincar com a percepção do publico em momentos de emoções mais extremas.
Dito isso, apesar de temas muito universais, e de fácil identificação, para mim não funcionou tanto quanto seu filme anterior, "A Pior Pessoa do Mundo" da qual a experiência foi muito mais arrebatadora.
Sentimental Value, tem excelentes atuações, excelente fotografia, mas sinto que fiquei mais fascinado pela analogia da casa como personagem extra, como símbolo do passado e das memorias, do que de fato com os dramas pessoais.
Gêmeos: Mórbida Semelhança
3.7 199Um David Cronenberg contido, bastante inclinado ao drama.
Apesar de bons elementos como a atuação competente de Jeremy Irons, e o alto teor psicanalítico fornecido pela estranha relação dos gêmeos, para mim Dead Ringers, não está entre as obras mais impactantes do diretor, talvez o fato do filme ser baseado em uma historia real, (caso Stewart e Cyril Marcus)., tenha sido um elemento limitador.
Para Sempre Medo
2.4 94 Assista AgoraTem algo de muito atrativo para mim no cinema de Oz Perkins, talvez seja a forma que ele representa o mal em seus filmes de forma muito elementar, natural, orgânica com muitos elementos de Folk terror.
A fotografia é sempre impecável assim como o domínio em criar atmosfera e tensão.
Sempre parece haver um estudo profundo em simbolismos e subtextos, mas por alguma razão seus filmes nunca nós dão a experiência completa de horror, Longlegs quase chegou lá, Keeper infelizmente é vários passos para trás, principalmente pela quase inexistência de roteiro.
Dito isso, seu cinema é autoral, e sua visão de terror é bastante peculiar, eu continuarei frequentando sua igreja macabra.
O Filho de Mil Homens
4.1 191 Assista AgoraBelíssimo e bastante peculiar, é um presente do mar, é uma perola negra, que poucos sabem, também é colorida.
Sonata de Outono
4.5 501Um clássico é um clássico não?
Sai totalmente drenado emocionalmente após termina-lo.
V/H/S/Halloween
2.6 106 Assista AgoraPara gostar da saga V/H/S você meio que têm que desligar o cérebro e só se divertir com a bizarrice, e sinceramente me diverti com esse.
Coochie Coochie Coo - Grotesco e nojento, interessante por trabalhar outros elementos de horror além do gore.
Ut Supra Sic Infra - Meu favorito, começa meio tedioso, mas quando os elementos sobrenaturais começam dá medo real o que é extremamente RARO na franquia VHS.
Fun Size - Odiei esse segmento, infantiloide ao extremo, única coisa positiva é que ele é auto consciente, não é mesmo para ser levado a serio, mas destoou demais.
Kidprint - Aqui o nível se eleva novamente, não é a historia mais original do mundo, mas é brutal e talvez o que melhor use o fator Found footage.
Home Haunt - Formulaico ao padrão médio VHS, não é ruim nem bom é apenas Ok.
O curta de armação Diet Phantasma (juntamento ao segmento Fun Size) é o ponto baixo dessa edição.
Morra, Amor
3.1 193 Assista AgoraÉ um bom filme, sobre um tema bastante complexo, infelizmente Jennifee Lawrence e Robert Pattinson que são excelentes atores, fazem um trabalho questionável aqui, não no sentido de má atuações, mas em overacting, principalmente Pattinson que deveria ser o contrabalanço.
Não sei se era de fato a intenção da diretora nós fazer gostar desse casal, ter empatia, pq se existia algum direcionamento nesse sentido não transparece na tela, o que fica explícito, é a descida a depressão, a mania, ao autoflagelo, ao tédio, a falta de sentido.. Dolorosamente humano e fácil de se identificar (ou ao outro) em algum nível.
Nosferatu: O Vampiro da Noite
4.0 286Visualmente deslumbrante, aqui temos várias cenas que foram imortalizadas na historia do cinema e o filme como um todo é a definição do gótico romântico.
Mas ao mesmo tempo é sem emoção, estéril, decrépito com ligação direta na forma que Werner Herzog escolheu retratar seu Nosferatu, particularmente prefiro as versões selvagens e menos melancólicas do personagem como em Drácula de Bram Stoker e Nosferatu de 2024, mas eu valorizo o trabalho que é feito aqui, refinado, clássico.
**Eu acho que o que mais me impressionou aqui foi como o diretor escolheu retratar a praga, os milhares de ratos, as ruas vazias, o cortejos de caixões.. O banquete em praça publica, para celebrar o que resta da vida, absolute cinema.
O Quinto Selo
4.2 23 Assista AgoraÉ como uma obra de Dostoievski.
O Quinto selo, é refinado, difícil de entender, por vezes tedioso, e quase sem esperança, mas ao fim é uma experiência que tortura o corpo mas vai fundo na alma.