Últimas opiniões enviadas
Achei a série bonita, bem construída e o final também bastante sensível. As primeiras duas temporadas são maravilhosas, mas senti que a terceira, que deveria realmente desfazer o nó, ficou muito tempo enrolando explicando o mundo da Eva, construindo novas teorias. Necessário, mas angustiante, porque só foi explicar de fato tudo no último episódio. Tive a impressão de que essa temporada poderia ser feita para introduzir a ideia da outra dimensão e depois poderia haver uma quarta temporada, aí sim a última, só para o desfecho. Mas é opinião minha e do jeito que foi feito não ficou ruim, só um pouco desorganizado. Gostei que o diretor se atentou a tudo e nada ficou sem respostas: o que ficou em aberto foi proposital porque não era importante para o nó.
A sacada da triquetra com os três mundos foi tudo! Associávamos a presente, passado e futuro e nem tinha passado pela minha cabeça a ideia de haver um mundo originário. A série se resolveu muito bem nesse quesito, e eu achei de uma sensibilidade muito grande do diretor abordar o luto do Tannhaus e a morte da família dessa forma: na verdade, tudo aconteceu porque HG Tannhaus não soube lidar com seu luto, então os dois mundos (De Jonas e Martha) tiveram que ponderar sobre quem merecia viver, visto que ao destruir a origem, nenhum deles existiria. Gostei também da forma como a maternidade foi abordada, enquanto Adam queria que o apocalipse acontecesse para que ele pudesse destruir a origem, Martha queria manter tudo da mesma forma porque sabia que a destruição da origem implicaria na destruição do próprio filho. Fugindo um pouco do assunto da viagem no tempo, achei bonito e sensível demais a forma como a série tratou essas questões de luto, maternidade e amor. Mesmo com toda a ficção, achei humano. Minha série favorita.
Acho que fui a única que não gostou. Achei o filme arrastado e cansativo.
Inclusive o menino só vai construir o moinho no final do filme e aí termina com frase motivacional de best seller. A sinopse e o título não me pareceram fazer jus à ideia do filme, a gente começa a assistir com a expectativa de ser, sim, um filme que fala sobre as dificuldades do povo do William, mas imaginei que a questão da construção do moinho e as consequências q isso trouxe pra ele e pro povo seriam mais marcantes. Parece que fiquei o filme inteiro esperando ele construir o moinho pra rolar só no final e acabar o filme. Broxante demais.
Apesar disso, a história é bonita e eu fiquei comovida principalmente com a situação de descaso do governo e a fome (confesso que chorei, na parte do dog também). O filme poderia ter trabalhado melhor a construção dessa história atentando melhor pras questões que pontuei ali em cima. Mas enfim, é minha opinião e acho que se a maioria gostou tá bom do jeito que tá.
Talvez eu não tenha esse olhar poético pra gostar do filme. Paz.
P.S.: não to dizendo que o filme é ruim, to dizendo que não gostei mesmo rs
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Bons filmes!
Equipe Filmow
E aí, Marina? Anda vendo o quê?
Olá,
Espero que estejas bem.
Sempre fui apenas um visitante dessa "rede social cinéfila" e hoje vim a me cadastrar.
Estudo Comunicação Social - Rádio & TV, logo, sou constante ao que concerne esse mundo da sétima arte.
O lado nítido disso tudo é que, sempre passo por aqui antes de começar a assistir alguma série, me interessa a opinião de quem tem coerência no que fala, e sempre ao vir aqui em busca dessas vastas opiniões, a sua sempre está lá, coerente, dinâmica, nítida.
Me atrevi então a encaminhar esse "comentário" como forma de um "TKS".
Evoé!
GF.'.
Netflix está há anos emplacando filmes ruins no mercado cinematográfico com a mesma estratégia: atores bons, muitas frases de efeito, reflexões rasas sobre o capitalismo (sem dizer claramente que é sobre o capitalismo) e essa estética meio retrô que tá na moda. E pra grande massa, funciona muito bem.