Últimas opiniões enviadas
Achei um filme bem simbólico…
A começar que, de cara, não entendemos a relação entre as personagens Sofia e Rose. Fiquei um tempo me questionando se era uma relação de cuidadora e paciente, amigas, até casal, por último, mãe e filha.
A situação de passividade e conformismo da Sofia fica evidente pelos latidos do cachorro, demonstrando um certo “estar bem” numa situação problemática, quando ela diz gostar de morar ali, apesar de.
Rose se apega aos ganhos secundários de sua doença, parece preferir viver presa a uma cadeira do que ser livre e Sofia parece tão presa quanto ela.
Penso que a autonomia recém adquirida de Sofia é demarcada pela visita ao pai e por começar a dirigir, situação análoga a dirigir a própria vida e como uma tentativa de enfrentamento e desligamento da figura adoecedora da mãe.
Sofia conta com sua própria agressividade para romper com a relação simbiótica e profundamente dependente da mãe. Encontrar o amor em Ingrid também contribui para uma escolha fora da bolha, embora Ingrid também com seus problemas, realce a postura de Sofia como ponte acolhedora dos outros.
Bem, o fim fica em aberto, mas nos promove, mesmo que metaforicamente, a separação dessa relação de co dependência, como um apelo ou momento de desespero que Sofia tenta se desligar da mãe.
Últimos recados
Olá, Mayara!
Tudo bem com você?
Obrigada por me adicionar. 😘
Olá, Mayara! Tudo bom? :D
;)
Achei uma pegada meio “Quero ser John Malkovich” e adorei