Animação que eu adoraria ter assistido na infância, pois é certeza que eu teria boas lembranças até os dia de hoje, pela capacidade do filme de transmitir tão bem o clima de Halloween, além de falar de amizade, morte e coragem, passando por culturas de outros países, como o antigo Egito, México e França. A cor laranja tem enorme destaque, seja nas decorações do cenário, seja no alaranjado do céu noturno. Tudo se passa em uma única noite, e o filme de apenas 70 minutos não perde tempo, iniciando logo durante o entardecer e apresentando cada um dos jovens personagens, cada um colocando a sua fantasia e saindo para as ruas pra aproveitar a noite de 31 de outubro. A história é uma adaptação do livro de Ray Bradbury, o mesmo de "Fahrenheit 451".
Filme que começa na noite de 31 de outubro, Halloween e aniversário de 13 anos da protagonista, vivida por Jodie Foster que, com seus 13 anos de idade, atua como gente grande. Após a cena inicial, rápida mas com aquele climão de Halloween, o filme segue mostrando os dias seguintes, com um mistério envolvente sobre o pai da garota, o que ela esconde e os momentos onde outros personagens cruzam seu caminho: um Martin Sheen ped@filo e sua mãe escrota, um jovem mágico que se torna o par romântico de Jodie Foster e um policial gente boa, sempre preocupado com a menina. O suspense e a tensão aumentam gradativamente, sempre envolvente graças a excelente atuação de Jodie Foster, que carrega o filme todo.
Iniciando o Halloweek, a semana onde assisto apenas filmes com temática de Dia das Bruxas, e aproveitando que vi esse filme na segunda-feira, noite de Lua Cheia, busquei algum filme com Lobisomem que se passa durante a época de Halloween, e o encontrado foi esse filme barato de fundo de quintal e tosco, feito pra agradar mais uma sessão em família do que os fãs de Terror. Humor sem graça, zero sangue, Lobisomens que parecem um cachorro de madame descabelado, e tem John Saxon interpretando o Jack Nicholson (?). É ruim, mas para aqueles que gostam da breguice 80s, trilha sonora excelente com muito Heavy/Rock 80s, temporada de Halloween e uma personagem fã de Terror, trazendo várias referências, aí sim, dá pra aproveitar a sessão, ainda mais durante essa época do ano.
Filme em animação 3D que serve mais como complemento dos games do que da série de filmes de Paul W.S. Anderson. O foco está mais na trama envolvendo bioterrorismo do que no terror de zumbis, contendo uma boa dose de ação, onde Claire, Leon e uma nova personagem enfrentam zumbis e um monstrengo estilo William Birkin. Na época em que eu jogava, lembro da euforia que era quando os gráficos do game melhoravam com o tempo, ou dos pequenos filmes de animação durante o jogo, que tinha um gráfico muito melhor que o jogo em questão, gerando aquelas frases dita por nós, jogadores: "esse gráfico é muito realista"; e o filme se parece com esses pequenos momentos que contavam histórias durante o jogo que, nos dias de hoje, parece tudo muito robótico e não tão genial como era naquela época. Vale a conferida e serve como nostalgia de uma época que era bom demais. • Netflix
É muito triste quando um filme de grande potencial entrega só mais um produto genérico de terror, feito pra agradar ao grande público. Isso aqui não passa de um monte de cenas feita pra gerar engajamento nas redes sociais, costuradas de qualquer jeito em um filme apático, preguiçoso e sem nenhum desenvolvimento. A ideia de um espírito que persegue motoristas noturnos é genial; uma vez cruzado o seu caminho, ele te persegue até te matar. Não dirigir à noite, não parar pra ver um acidente e carregar a medalha de São Cristóvão (padroeiro e protetor dos viajantes) são as regras pra se manter vivo, só que nada disso é aprofundado na trama. O design do espírito é daqueles que qualquer um em casa, com um pouco de maquiagem, consegue fazer algo mais elaborado e assustador. Esse poderia ser o tipo de filme que faria muita gente ter medo de dirigir à noite, por estradas vazias e mal iluminadas, evitando olhar para o retrovisor, com medo de avistar o Passageiro Assombrado no banco de trás, mas a única coisa que o filme consegue geral é sono ao volante. • PrimeVideo
Depois de tantos anos, finalmente temos uma produção envolvendo a franquia "Sexta-Feira 13", mesmo que a briga judicial entre Victor Miller e Sean Cunningham ainda continue, por conta dos direitos de personagem e direito do título "Sexta-Feira 13". Dito isso, o que temos aqui é a ideia de contar a história antes dos acontecimentos do primeiro filme de 1980, não só sobre o afogamento de Jason, que culminou no início da matança orquestrada por Pamela Voorhees, mas também a ideia de trazer uma origem para Jason, deixando de lado aquele tom sobrenatural e misterioso do personagem, coisa que pode desagradar alguns fãs. Achei muito corajoso investirem nisso, e o resultado final é uma série boa, cheio de referências em cada detalhe, bem conduzida e com boas mortes, apesar de eu achar que a pilha de corpos é pequena pra 8 episódios. Linda Cardellini, conhecida por interpretar a Velma do Scooby-doo, se sai super bem como a mãe do Jason, aos 50 anos entregando carisma, loucura e beleza. Torcer para que deem continuidade e entrem em um acordo, para que possamos ver Jason de volta, com sua máscara, matando geral por inúmeras temporadas, com uma morte mais criativa que a outra. • PrimeVideo
A primeira parte do filme está em um nível espetacular; a omissão da criatura que está atacando a cidade é o principal fator pra gerar mistério sobre o que está matando as pessoas, fazendo alguns acreditarem que possa ser um tigre. O cenário de destruição é muito bem feito, lembrando a cidade dos jogos "Resident Evil 1 e 2", com carros revirados, casas em ruínas, corpos destroçados e pedaços de carne humana espalhados; é um verdadeiro show de carnificina. Nunca vemos a criatura nos primeiros momentos, e o filme poderia seguir com essa formula, pois seria genial deixar que cada pessoa imaginasse como quisesse a tal criatura. Quando o monstro aparece, é de uma estranheza tremenda; o CGI não é dos piores, mas consegue transformar o restante do filme em algo que parece que foi feito para a Disney no início dos anos 2000. As 2h37 minutos de duração são frenéticas, com correria, sangue, tiros e humor, diverte bastante, é pura adrenalina, e acaba compensando ver até o final, mesmo com aquele CGI esquisito. O filme não explica muita coisa e termina deixando não só uma brecha pra uma sequência, mas também um universo todinho que pode ser aproveitado daqui em diante. • Cinemas
A estreia de EVIL DEAD foi em 15 de outubro de 1981; e no último dia 15, fiz a revisão anual do meu filme favorito da vida. Falar desse filme é chover no molhado, pois sempre vou elogiar exatamente as mesmas coisas. A cada assistida a sensação prazerosa é a mesma, seja na versão original, em VHS, remasterizado, dublado ou legendado - em breve darei um jeito de ver em preto e branco. Uma coisa que notei dessa vez e que eu não lembro de ter visto antes, foi na cena em que Scott é atacado por sua namorada Shelly; ele está com o cabelo volumoso e camisa xadrez azul, quando Shelly rasga seu rosto com as unhas, ela está de cabelo curtinho e camisa xadrez amarela. Filme da vida, assustador, grotesco, sangrento, putrefato, tosco e muito bem dirigido: uma aula de cinema. • PrimeVideo
É até difícil categorizar esse filme, que rende momentos aleatórios, imprevisíveis, daqueles que você acha que sabe o que vai acontecer, tanto na trama, como no desfecho, mas o filme entrega algo totalmente incomum e muito diferente de tudo o que eu imaginava. Um casal em crise acampa numa praia deserta, cercados por mata, animais, sons estranhos e acidentes inesperados. O casal atua numa "montanha-russa" de emoções, ora se dando bem, ora em atritos, enquanto o inexplicável vai tomando forma na trama, gerando tensão e consequências terríveis. Falar mais estragaria a experiência de quem não viu. Venceu o prêmio no Festival de Cinema de Sitges, o principal festival de cinema de terror do mundo. • ClaroTV
Filme pré-histórico com criaturas gigantes, romance e aventura. O filme concorreu ao Oscar de efeitos especiais, sendo esse um ótimo trabalho, principalmente pensando na época em que foi feito. Os diálogos ocorrem apenas nas primeiras cenas, e o restante do filme não tem diálogos, apenas os personagens emitindo sons para se comunicar. A tensão é crescente com o aparecimento das criaturas, terminando com um vulcão que entra em erupção, tornando a sobrevivência cada vez mais complicada. Há uma cena que é bem lembrada por aparecer no clipe da "The Number Of The Beast" do Iron Maiden.
Filme que usa a metalinguagem pra falar de filmes Slasher, desejo e orgasmo. Com fortes referências a "Sexta-Feira 13" e suas continuações, o longa se desenvolve focando em duas personagens, uma diretora de cinema que tem como objetivo criar um novo filme de uma franquia Slasher que foi sucesso na década de 80, e a atriz que interpretou a Final Girl do primeiro filme da franquia. Entre tantas referências a diversos filmes, atores e diretores, carregadas de grande nostalgia, as duas mulheres debatem os filmes, as sequências, suas visões a respeito do gênero Slasher e sexualidade. Achei um tanto arrastado e sonolento, e o assassino, que tem um visual meio tosco, deixa uma pilha de corpos enquanto uma trilha sonora muito ruim toca. Gostei de muita coisa, enquanto outras, eu tive que fazer um esforço pra terminar. • MUBI
Séries e filmes que se passam em alguma cidade remota, ilha ou vilarejo, conseguem prender minha atenção, citando alguns exemplos, como "Twin Peaks", "From" e "Missa da Meia-Noite". E foi essa proposta de "Profundezas" que me fez apertar o play, além de eu acreditar que poderia encontrar algo de Lovecraft também. São apenas 6 episódios, entre 30 e 40 minutos cada, que começa num ritmo ótimo e misterioso; e o ritmo, podemos dizer que continua muito bem até o seu desfecho, já a resolução, apressada e sem nenhuma empolgação, quebra todas as qualidades que a série entregava até ali, sem falar nos furos e nas situações que se resolveram sozinhas, do dia pra noite, onde você encontra TODOS os personagens agindo normalmente após certas dificuldades. Tinha potencial, muito mistério e um toque aparentemente sobrenatural, só que, infelizmente, a simplicidade tomou conta de tudo. • Netflix
Esse é o tipo de filme que a reviravolta vai impressionar apenas a quem não sabe absolutamente de nada; e para aqueles que acompanham as noticias e criticas, já sabem, desde o início, o que está por vir. O que começa como uma comédia romântica, logo se transforma em um cenário doentio e perverso que, apesar de previsível, conduz bem a narrativa até o seu final. A química da dupla é muito boa, assim como sua ótima trilha sonora e estética visual, mas senti falta de um aprofundamento na questão do ofício do galã Sebastian Stan, que em pequenos cortes rápidos, nos é mostrado como aquela sua "ocupação" funciona, e seria muito interessante ver um pouco mais daquela experiência apreciada por uma elite profana. • Disney+
Desde 2002, eu não lembro de ter visto um bom filme com aranhas, como foi o "Malditas Aranhas". Talvez, o "Maldita Aranha Gigante!", de 2013, chegue perto disso. Eu divido "Infestação" em duas partes: a primeira metade, muito boa, com clima apavorante bem aos moldes de "Aracnofobia", instalando um clima claustrofóbico quando os personagens estão presos em um prédio em quarentena, sem chances de fuga, e com muitas, mas muitas aranhas por toda parte; depois, sua segunda metade extrapola os limites, com aranhas gigantes - ainda mantendo o tom sério - personagens irritantes, onde nenhum entrega um mínimo de carisma, uma cena vergonhosa envolvendo policiais, e um desfecho apressado, preguiçoso, daqueles que num piscar de olhos você vê os créditos finais subindo e se pergunta "ué, já acabou?". • PrimeVideo
Revisão dessa versão soturna de Nosferatu, que homenageia tanto o clássico de Murnau de 1922 e também a literatura macabra de Bram Stoker. Desde as primeiras imagens, o grotesco se faz presente, envolvendo cada vez mais o telespectador numa atmosfera gélida e sombria, com sua fotografia fúnebre e uma trilha sonora de notas melancólicas que ajudam a criar ambientes apavorantes. Klaus Kinski performa com excelência o conde mórbido e pálido, trazendo sensações de medo e de um possível ataque iminente.
Depois de realizar alguns filmes na década de 70 e 80, o diretor Jeff Lieberman retorna nos anos 2000 com esse que é um dos filmes que eu mais me divirto. Katheryn Winnick, da série "Vikings", faz parte dessa tralha. Um garoto bobão anseia conhecer Satã, por causa de um jogo de videogame que ele adora jogar, e durante a época de Halloween, Satã aparece para o moleque atentado, rendendo ótimas frases nonsense e imorais, além de assassinatos e cenas toscas. A primeira hora de filme é um "espetáculo" da porcaria cinematográfica, e é uma pena que depois disso o filme tenha um tom mais "sério", que vai perdendo a graça e perdendo força no seu ritmo. Boa pedida para o mês do Halloween, pra fãs do Terror e para os fãs esquisitos de filmes barato.
Em seu segundo trabalho, Refn une o drama e a violência, focado em dois personagens, sendo um deles um homem que recebe a notícia de que vai ser pai e, de forma irresponsável, não aceitando bem a situação, mergulha num estado de agressividade, insegurança e niilismo; já o outro personagem, funcionário de uma videolocadora, passa o dia todo falando de filmes, nada além disso, mas ao se apaixonar por uma garçonete ele precisará se esforçar pra gerar diálogos que não girem somente em torno dos filmes. Filmão, sujo e melancólico, cheio de referências e com aquela vibe pessimista presente na filmografia do diretor.
Spielberg retorna ao tema dos alienígenas, num filme que desde a sua primeira imagem divulgada, indicando uma data e uma frase chamativa e misteriosa, foi o suficiente pra eu colocar o filme no meu radar. Quando o trailer saiu, minha expectativa caiu um pouco, e agora, após ver o filme, realmente entendi que criei expectativas demais. Temos aqui um excelente desfecho emendado em um filme pouco empolgante, com uma fotografia assinada por Janusz Kaminski que não me agradou, com reflexos de lente criando manchas na tela em vários momentos (pra quem já pegou um filme com a imagem "gravada de cinema" vai se lembrar de como era assistir um filme nessas condições). Mas apesar de tudo, o debate aqui é interessante, algumas imagens geram repulsa, já que, se realmente existe seres de outro lugar no nosso planeta, conhecendo bem os seres humanos, é muito provável que o tratamento a eles seria igual a algumas imagens mostradas no filme. • PrimeVideo
Nova adaptação do livro de Stephen King, que já teve uma versão em 1987 com Arnold Schwarzenegger. O visual do filme é muito bem feito, mostrando uma cidade futurista repleta de neon. O nome Edgar Wright na direção já deixava sinais de que teríamos um filme frenético; mas, o resultado final não empolga, e sim, cansa. Os caçadores são apresentados com um ótimo visual, mas, no decorrer da trama, se tornam inexperientes no ofício e fáceis de enfrentar - já que o protagonista recebe rajadas e mais rajadas de balas num corredor estreito e nenhuma bala o acerta. É um filme onde os obstáculos não são tão difíceis, as cenas de ação são regulares, e o desfecho é uma coisa qualquer. • PrimeVideo
A premissa é extremamente intrigante: uma garota consome pílulas feitas de cinzas humanas para perder peso, fazendo com que o fantasma do falecido a assombre enquanto ela opta por esse método de emagrecimento. O ponto alto do filme são as aparições do defunto, avistadas apenas pelos reflexos de espelhos, colheres e qualquer objeto capaz de refletir imagens. Uma pena que tais cenas, que poderiam ser extremamente mórbidas e assustadores, não geram tanto impacto, já que a protagonista parece aceitar todo aquele assombro numa boa, sem demonstrar um pingo de medo. Rende uma sessão interessante e curiosa, mesmo entrando num modo de repetição, que repete as mesmas coisas a todo instante (comer, treinar e avistar o fantasma).
Uma mistura de "Despertar dos Mortos" com "The Last of Us", dirigido pelo mesmo diretor do excelente "Train to Busan". O diferencial desse filme é que os zumbis se comunicam entre si, tornando cada vez mais difícil a sobrevivência dos personagens, que precisam renovar suas estratégias a todo momento, já que, o que funcionava antes para deter os zumbis, após eles se comunicarem, não funciona mais, pois eles ficam mais inteligentes a cada minuto. Filme tenso, apesar de nem tudo funcionar, como o tempo de duração desnecessário, o descaso com um personagem que a principio parecia muito importante para a trama mas é totalmente escanteado, e o dramalhão que, pra quem já viu muito filme coreano, já não consegue se emocionar mais, por usarem sempre aquela mesma fórmula, colocando uma criança chorando e gritando "appa".
Esse filme não tem nenhuma relação com a franquia "Porkys". O título original é "Losin It", enquanto o título nacional saiu como "Porky 3", aproveitando o sucesso da franquia; mas, a ideia de jovens em busca de sexo é a mesma. Aqui, um grupo de amigos vão para Tijuana, até se separarem e se envolverem em muitas encrencas. Temos Tom Cruise novinho fazendo papel de virgem bobão, roubando doces de um mercadinho e se envolvendo com mulher casada. Passatempo bobinho, cheio dos clichés, mas que rende bons momentos, incluindo uma cena de perseguição até que bem produzida no seu desfecho.
Um ótimo drama de luta que não é muito lembrado como outros títulos das últimas décadas. O trio de atores principais, composto pelo pai e seus dois filhos, está excelente. A primeira parte do filme é dedicada a apresentar esses personagens, abordando o alcoolismo, abandono, traumas e dívidas, para depois focar nos combates, colocando irmãos e pai em uma difícil situação. Toda a construção inicial faz com que os momentos finais seja tenso e doloroso, deixando o espectador confuso na hora de escolher pra quem vai a sua torcida no ringue. Não é só mais um filme esportivo de superação, vai muito além disso. • PrimeVideo
Pedi indicações de filmes Trash, e agora foi a vez de ver o filme indicado pelo Paulo Blob. Basicamente, é só um grupo de zumbis toscos atacando alguns desavisados. Dois médicos tentam aniquilar esses zumbis, ao mesmo tempo, os médicos também atuam como figurantes, interpretando zumbis durante alguns ataques. O gore é exagerado, com esguichos de guache vermelho, desmembramentos de plástico e linguiças sendo usadas como tripas. A dublagem em inglês é tão ridícula e fora de sincronia que, se você fechar os olhos, terá a impressão de estar assistindo algo no nível "South Park". Destaque pra cena de um casal zumbi praticando um ato oral libidinoso... e sangrento. Um banho de ruindade e tosquice para os amantes do vaganundo cinema SOV. • YouTube
The Halloween Tree
3.7 4Animação que eu adoraria ter assistido na infância, pois é certeza que eu teria boas lembranças até os dia de hoje, pela capacidade do filme de transmitir tão bem o clima de Halloween, além de falar de amizade, morte e coragem, passando por culturas de outros países, como o antigo Egito, México e França. A cor laranja tem enorme destaque, seja nas decorações do cenário, seja no alaranjado do céu noturno. Tudo se passa em uma única noite, e o filme de apenas 70 minutos não perde tempo, iniciando logo durante o entardecer e apresentando cada um dos jovens personagens, cada um colocando a sua fantasia e saindo para as ruas pra aproveitar a noite de 31 de outubro. A história é uma adaptação do livro de Ray Bradbury, o mesmo de "Fahrenheit 451".
*Dica: Charlie Brown e a Grande Abóbora (1966)
A Menina do Outro Lado da Rua
3.7 196Filme que começa na noite de 31 de outubro, Halloween e aniversário de 13 anos da protagonista, vivida por Jodie Foster que, com seus 13 anos de idade, atua como gente grande. Após a cena inicial, rápida mas com aquele climão de Halloween, o filme segue mostrando os dias seguintes, com um mistério envolvente sobre o pai da garota, o que ela esconde e os momentos onde outros personagens cruzam seu caminho: um Martin Sheen ped@filo e sua mãe escrota, um jovem mágico que se torna o par romântico de Jodie Foster e um policial gente boa, sempre preocupado com a menina. O suspense e a tensão aumentam gradativamente, sempre envolvente graças a excelente atuação de Jodie Foster, que carrega o filme todo.
*Dica: A Tara Maldita (1956)
Minha Mãe é um Lobisomem
2.2 6 Assista AgoraIniciando o Halloweek, a semana onde assisto apenas filmes com temática de Dia das Bruxas, e aproveitando que vi esse filme na segunda-feira, noite de Lua Cheia, busquei algum filme com Lobisomem que se passa durante a época de Halloween, e o encontrado foi esse filme barato de fundo de quintal e tosco, feito pra agradar mais uma sessão em família do que os fãs de Terror. Humor sem graça, zero sangue, Lobisomens que parecem um cachorro de madame descabelado, e tem John Saxon interpretando o Jack Nicholson (?). É ruim, mas para aqueles que gostam da breguice 80s, trilha sonora excelente com muito Heavy/Rock 80s, temporada de Halloween e uma personagem fã de Terror, trazendo várias referências, aí sim, dá pra aproveitar a sessão, ainda mais durante essa época do ano.
*Dica: O Garoto do Futuro (1985)
Resident Evil: Degeneração
3.6 314Filme em animação 3D que serve mais como complemento dos games do que da série de filmes de Paul W.S. Anderson. O foco está mais na trama envolvendo bioterrorismo do que no terror de zumbis, contendo uma boa dose de ação, onde Claire, Leon e uma nova personagem enfrentam zumbis e um monstrengo estilo William Birkin. Na época em que eu jogava, lembro da euforia que era quando os gráficos do game melhoravam com o tempo, ou dos pequenos filmes de animação durante o jogo, que tinha um gráfico muito melhor que o jogo em questão, gerando aquelas frases dita por nós, jogadores: "esse gráfico é muito realista"; e o filme se parece com esses pequenos momentos que contavam histórias durante o jogo que, nos dias de hoje, parece tudo muito robótico e não tão genial como era naquela época. Vale a conferida e serve como nostalgia de uma época que era bom demais.
• Netflix
*Dica: Tropas Estelares: A Invasão (2012)
Passageiro do Mal
2.4 144 Assista AgoraÉ muito triste quando um filme de grande potencial entrega só mais um produto genérico de terror, feito pra agradar ao grande público. Isso aqui não passa de um monte de cenas feita pra gerar engajamento nas redes sociais, costuradas de qualquer jeito em um filme apático, preguiçoso e sem nenhum desenvolvimento. A ideia de um espírito que persegue motoristas noturnos é genial; uma vez cruzado o seu caminho, ele te persegue até te matar. Não dirigir à noite, não parar pra ver um acidente e carregar a medalha de São Cristóvão (padroeiro e protetor dos viajantes) são as regras pra se manter vivo, só que nada disso é aprofundado na trama. O design do espírito é daqueles que qualquer um em casa, com um pouco de maquiagem, consegue fazer algo mais elaborado e assustador. Esse poderia ser o tipo de filme que faria muita gente ter medo de dirigir à noite, por estradas vazias e mal iluminadas, evitando olhar para o retrovisor, com medo de avistar o Passageiro Assombrado no banco de trás, mas a única coisa que o filme consegue geral é sono ao volante.
• PrimeVideo
*Dica: A Morte Pede Carona (1986)
Crystal Lake (1ª Temporada)
3.9 95 Assista AgoraDepois de tantos anos, finalmente temos uma produção envolvendo a franquia "Sexta-Feira 13", mesmo que a briga judicial entre Victor Miller e Sean Cunningham ainda continue, por conta dos direitos de personagem e direito do título "Sexta-Feira 13". Dito isso, o que temos aqui é a ideia de contar a história antes dos acontecimentos do primeiro filme de 1980, não só sobre o afogamento de Jason, que culminou no início da matança orquestrada por Pamela Voorhees, mas também a ideia de trazer uma origem para Jason, deixando de lado aquele tom sobrenatural e misterioso do personagem, coisa que pode desagradar alguns fãs. Achei muito corajoso investirem nisso, e o resultado final é uma série boa, cheio de referências em cada detalhe, bem conduzida e com boas mortes, apesar de eu achar que a pilha de corpos é pequena pra 8 episódios. Linda Cardellini, conhecida por interpretar a Velma do Scooby-doo, se sai super bem como a mãe do Jason, aos 50 anos entregando carisma, loucura e beleza. Torcer para que deem continuidade e entrem em um acordo, para que possamos ver Jason de volta, com sua máscara, matando geral por inúmeras temporadas, com uma morte mais criativa que a outra.
• PrimeVideo
*Dica: Sexta-Feira 13 (1980)
Hope: O Primeiro Impacto
3.1 123A primeira parte do filme está em um nível espetacular; a omissão da criatura que está atacando a cidade é o principal fator pra gerar mistério sobre o que está matando as pessoas, fazendo alguns acreditarem que possa ser um tigre. O cenário de destruição é muito bem feito, lembrando a cidade dos jogos "Resident Evil 1 e 2", com carros revirados, casas em ruínas, corpos destroçados e pedaços de carne humana espalhados; é um verdadeiro show de carnificina. Nunca vemos a criatura nos primeiros momentos, e o filme poderia seguir com essa formula, pois seria genial deixar que cada pessoa imaginasse como quisesse a tal criatura. Quando o monstro aparece, é de uma estranheza tremenda; o CGI não é dos piores, mas consegue transformar o restante do filme em algo que parece que foi feito para a Disney no início dos anos 2000. As 2h37 minutos de duração são frenéticas, com correria, sangue, tiros e humor, diverte bastante, é pura adrenalina, e acaba compensando ver até o final, mesmo com aquele CGI esquisito. O filme não explica muita coisa e termina deixando não só uma brecha pra uma sequência, mas também um universo todinho que pode ser aproveitado daqui em diante.
• Cinemas
*Dica: O Hospedeiro (2006)
Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio
3.7 1,5K Assista AgoraA estreia de EVIL DEAD foi em 15 de outubro de 1981; e no último dia 15, fiz a revisão anual do meu filme favorito da vida. Falar desse filme é chover no molhado, pois sempre vou elogiar exatamente as mesmas coisas. A cada assistida a sensação prazerosa é a mesma, seja na versão original, em VHS, remasterizado, dublado ou legendado - em breve darei um jeito de ver em preto e branco. Uma coisa que notei dessa vez e que eu não lembro de ter visto antes, foi na cena em que Scott é atacado por sua namorada Shelly; ele está com o cabelo volumoso e camisa xadrez azul, quando Shelly rasga seu rosto com as unhas, ela está de cabelo curtinho e camisa xadrez amarela. Filme da vida, assustador, grotesco, sangrento, putrefato, tosco e muito bem dirigido: uma aula de cinema.
• PrimeVideo
*Dica: Bach Ke Zara (2006)
Um Longo Fim de Semana
3.4 46É até difícil categorizar esse filme, que rende momentos aleatórios, imprevisíveis, daqueles que você acha que sabe o que vai acontecer, tanto na trama, como no desfecho, mas o filme entrega algo totalmente incomum e muito diferente de tudo o que eu imaginava. Um casal em crise acampa numa praia deserta, cercados por mata, animais, sons estranhos e acidentes inesperados. O casal atua numa "montanha-russa" de emoções, ora se dando bem, ora em atritos, enquanto o inexplicável vai tomando forma na trama, gerando tensão e consequências terríveis. Falar mais estragaria a experiência de quem não viu. Venceu o prêmio no Festival de Cinema de Sitges, o principal festival de cinema de terror do mundo.
• ClaroTV
*Dica: Amargo Pesadelo (1972)
O Despertar do Mundo
2.8 15Filme pré-histórico com criaturas gigantes, romance e aventura. O filme concorreu ao Oscar de efeitos especiais, sendo esse um ótimo trabalho, principalmente pensando na época em que foi feito. Os diálogos ocorrem apenas nas primeiras cenas, e o restante do filme não tem diálogos, apenas os personagens emitindo sons para se comunicar. A tensão é crescente com o aparecimento das criaturas, terminando com um vulcão que entra em erupção, tornando a sobrevivência cada vez mais complicada. Há uma cena que é bem lembrada por aparecer no clipe da "The Number Of The Beast" do Iron Maiden.
*Dica: King Kong (1933)
Acampamento Miasma: Adolescência, Sexo e Morte
3.0 140 Assista AgoraFilme que usa a metalinguagem pra falar de filmes Slasher, desejo e orgasmo. Com fortes referências a "Sexta-Feira 13" e suas continuações, o longa se desenvolve focando em duas personagens, uma diretora de cinema que tem como objetivo criar um novo filme de uma franquia Slasher que foi sucesso na década de 80, e a atriz que interpretou a Final Girl do primeiro filme da franquia. Entre tantas referências a diversos filmes, atores e diretores, carregadas de grande nostalgia, as duas mulheres debatem os filmes, as sequências, suas visões a respeito do gênero Slasher e sexualidade. Achei um tanto arrastado e sonolento, e o assassino, que tem um visual meio tosco, deixa uma pilha de corpos enquanto uma trilha sonora muito ruim toca. Gostei de muita coisa, enquanto outras, eu tive que fazer um esforço pra terminar.
• MUBI
*Dica: X - A Marca da Morte (2022)
Profundezas
2.7 68 Assista AgoraSéries e filmes que se passam em alguma cidade remota, ilha ou vilarejo, conseguem prender minha atenção, citando alguns exemplos, como "Twin Peaks", "From" e "Missa da Meia-Noite". E foi essa proposta de "Profundezas" que me fez apertar o play, além de eu acreditar que poderia encontrar algo de Lovecraft também. São apenas 6 episódios, entre 30 e 40 minutos cada, que começa num ritmo ótimo e misterioso; e o ritmo, podemos dizer que continua muito bem até o seu desfecho, já a resolução, apressada e sem nenhuma empolgação, quebra todas as qualidades que a série entregava até ali, sem falar nos furos e nas situações que se resolveram sozinhas, do dia pra noite, onde você encontra TODOS os personagens agindo normalmente após certas dificuldades. Tinha potencial, muito mistério e um toque aparentemente sobrenatural, só que, infelizmente, a simplicidade tomou conta de tudo.
• Netflix
*Dica: Missa da Meia-Noite (2021)
Fresh
3.5 583 Assista AgoraEsse é o tipo de filme que a reviravolta vai impressionar apenas a quem não sabe absolutamente de nada; e para aqueles que acompanham as noticias e criticas, já sabem, desde o início, o que está por vir. O que começa como uma comédia romântica, logo se transforma em um cenário doentio e perverso que, apesar de previsível, conduz bem a narrativa até o seu final. A química da dupla é muito boa, assim como sua ótima trilha sonora e estética visual, mas senti falta de um aprofundamento na questão do ofício do galã Sebastian Stan, que em pequenos cortes rápidos, nos é mostrado como aquela sua "ocupação" funciona, e seria muito interessante ver um pouco mais daquela experiência apreciada por uma elite profana.
• Disney+
*Dica: Acompanhante Perfeita (2025)
Infestação
2.7 139Desde 2002, eu não lembro de ter visto um bom filme com aranhas, como foi o "Malditas Aranhas". Talvez, o "Maldita Aranha Gigante!", de 2013, chegue perto disso. Eu divido "Infestação" em duas partes: a primeira metade, muito boa, com clima apavorante bem aos moldes de "Aracnofobia", instalando um clima claustrofóbico quando os personagens estão presos em um prédio em quarentena, sem chances de fuga, e com muitas, mas muitas aranhas por toda parte; depois, sua segunda metade extrapola os limites, com aranhas gigantes - ainda mantendo o tom sério - personagens irritantes, onde nenhum entrega um mínimo de carisma, uma cena vergonhosa envolvendo policiais, e um desfecho apressado, preguiçoso, daqueles que num piscar de olhos você vê os créditos finais subindo e se pergunta "ué, já acabou?".
• PrimeVideo
*Dica: Aracnofobia (1990)
Nosferatu: O Vampiro da Noite
4.0 286Revisão dessa versão soturna de Nosferatu, que homenageia tanto o clássico de Murnau de 1922 e também a literatura macabra de Bram Stoker. Desde as primeiras imagens, o grotesco se faz presente, envolvendo cada vez mais o telespectador numa atmosfera gélida e sombria, com sua fotografia fúnebre e uma trilha sonora de notas melancólicas que ajudam a criar ambientes apavorantes. Klaus Kinski performa com excelência o conde mórbido e pálido, trazendo sensações de medo e de um possível ataque iminente.
*Dica: Nosferatu (1922)
O Ajudante de Satã
2.5 82Depois de realizar alguns filmes na década de 70 e 80, o diretor Jeff Lieberman retorna nos anos 2000 com esse que é um dos filmes que eu mais me divirto. Katheryn Winnick, da série "Vikings", faz parte dessa tralha. Um garoto bobão anseia conhecer Satã, por causa de um jogo de videogame que ele adora jogar, e durante a época de Halloween, Satã aparece para o moleque atentado, rendendo ótimas frases nonsense e imorais, além de assassinatos e cenas toscas. A primeira hora de filme é um "espetáculo" da porcaria cinematográfica, e é uma pena que depois disso o filme tenha um tom mais "sério", que vai perdendo a graça e perdendo força no seu ritmo. Boa pedida para o mês do Halloween, pra fãs do Terror e para os fãs esquisitos de filmes barato.
*Dica: Brainscan (1994)
Bleeder
3.5 20Em seu segundo trabalho, Refn une o drama e a violência, focado em dois personagens, sendo um deles um homem que recebe a notícia de que vai ser pai e, de forma irresponsável, não aceitando bem a situação, mergulha num estado de agressividade, insegurança e niilismo; já o outro personagem, funcionário de uma videolocadora, passa o dia todo falando de filmes, nada além disso, mas ao se apaixonar por uma garçonete ele precisará se esforçar pra gerar diálogos que não girem somente em torno dos filmes. Filmão, sujo e melancólico, cheio de referências e com aquela vibe pessimista presente na filmografia do diretor.
*Dica: Pusher (1996)
Dia D
3.0 570 Assista AgoraSpielberg retorna ao tema dos alienígenas, num filme que desde a sua primeira imagem divulgada, indicando uma data e uma frase chamativa e misteriosa, foi o suficiente pra eu colocar o filme no meu radar. Quando o trailer saiu, minha expectativa caiu um pouco, e agora, após ver o filme, realmente entendi que criei expectativas demais. Temos aqui um excelente desfecho emendado em um filme pouco empolgante, com uma fotografia assinada por Janusz Kaminski que não me agradou, com reflexos de lente criando manchas na tela em vários momentos (pra quem já pegou um filme com a imagem "gravada de cinema" vai se lembrar de como era assistir um filme nessas condições). Mas apesar de tudo, o debate aqui é interessante, algumas imagens geram repulsa, já que, se realmente existe seres de outro lugar no nosso planeta, conhecendo bem os seres humanos, é muito provável que o tratamento a eles seria igual a algumas imagens mostradas no filme.
• PrimeVideo
*Dica: Sinais (2002)
O Sobrevivente
3.0 171Nova adaptação do livro de Stephen King, que já teve uma versão em 1987 com Arnold Schwarzenegger. O visual do filme é muito bem feito, mostrando uma cidade futurista repleta de neon. O nome Edgar Wright na direção já deixava sinais de que teríamos um filme frenético; mas, o resultado final não empolga, e sim, cansa. Os caçadores são apresentados com um ótimo visual, mas, no decorrer da trama, se tornam inexperientes no ofício e fáceis de enfrentar - já que o protagonista recebe rajadas e mais rajadas de balas num corredor estreito e nenhuma bala o acerta. É um filme onde os obstáculos não são tão difíceis, as cenas de ação são regulares, e o desfecho é uma coisa qualquer.
• PrimeVideo
*Dica: O Sobrevivente (1987)
Insaciável
3.0 95 Assista AgoraA premissa é extremamente intrigante: uma garota consome pílulas feitas de cinzas humanas para perder peso, fazendo com que o fantasma do falecido a assombre enquanto ela opta por esse método de emagrecimento. O ponto alto do filme são as aparições do defunto, avistadas apenas pelos reflexos de espelhos, colheres e qualquer objeto capaz de refletir imagens. Uma pena que tais cenas, que poderiam ser extremamente mórbidas e assustadores, não geram tanto impacto, já que a protagonista parece aceitar todo aquele assombro numa boa, sem demonstrar um pingo de medo. Rende uma sessão interessante e curiosa, mesmo entrando num modo de repetição, que repete as mesmas coisas a todo instante (comer, treinar e avistar o fantasma).
*Dica: A Substância (2024)
Zona Zero
3.3 65Uma mistura de "Despertar dos Mortos" com "The Last of Us", dirigido pelo mesmo diretor do excelente "Train to Busan". O diferencial desse filme é que os zumbis se comunicam entre si, tornando cada vez mais difícil a sobrevivência dos personagens, que precisam renovar suas estratégias a todo momento, já que, o que funcionava antes para deter os zumbis, após eles se comunicarem, não funciona mais, pois eles ficam mais inteligentes a cada minuto. Filme tenso, apesar de nem tudo funcionar, como o tempo de duração desnecessário, o descaso com um personagem que a principio parecia muito importante para a trama mas é totalmente escanteado, e o dramalhão que, pra quem já viu muito filme coreano, já não consegue se emocionar mais, por usarem sempre aquela mesma fórmula, colocando uma criança chorando e gritando "appa".
*Dica: Train to Busan (2016)
Porky 3
2.7 10Esse filme não tem nenhuma relação com a franquia "Porkys". O título original é "Losin It", enquanto o título nacional saiu como "Porky 3", aproveitando o sucesso da franquia; mas, a ideia de jovens em busca de sexo é a mesma. Aqui, um grupo de amigos vão para Tijuana, até se separarem e se envolverem em muitas encrencas. Temos Tom Cruise novinho fazendo papel de virgem bobão, roubando doces de um mercadinho e se envolvendo com mulher casada. Passatempo bobinho, cheio dos clichés, mas que rende bons momentos, incluindo uma cena de perseguição até que bem produzida no seu desfecho.
*Dica: Porky's (1981)
Guerreiro
4.0 919 Assista AgoraUm ótimo drama de luta que não é muito lembrado como outros títulos das últimas décadas. O trio de atores principais, composto pelo pai e seus dois filhos, está excelente. A primeira parte do filme é dedicada a apresentar esses personagens, abordando o alcoolismo, abandono, traumas e dívidas, para depois focar nos combates, colocando irmãos e pai em uma difícil situação. Toda a construção inicial faz com que os momentos finais seja tenso e doloroso, deixando o espectador confuso na hora de escolher pra quem vai a sua torcida no ringue. Não é só mais um filme esportivo de superação, vai muito além disso.
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*Dica: O Vencedor (2010)
Zombie '90: Extreme Pestilence
2.7 1Pedi indicações de filmes Trash, e agora foi a vez de ver o filme indicado pelo Paulo Blob. Basicamente, é só um grupo de zumbis toscos atacando alguns desavisados. Dois médicos tentam aniquilar esses zumbis, ao mesmo tempo, os médicos também atuam como figurantes, interpretando zumbis durante alguns ataques. O gore é exagerado, com esguichos de guache vermelho, desmembramentos de plástico e linguiças sendo usadas como tripas. A dublagem em inglês é tão ridícula e fora de sincronia que, se você fechar os olhos, terá a impressão de estar assistindo algo no nível "South Park". Destaque pra cena de um casal zumbi praticando um ato oral libidinoso... e sangrento. Um banho de ruindade e tosquice para os amantes do vaganundo cinema SOV.
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*Dica: Premutos (1997)