Alguém sabe dizer se existe algum gatilho que faz com que a verdadeira Nikki “volte” ou tome consciência da estranheza de não ser mais ela mesma?
Obs: Se é que realmente existe ou é só algo aleatório mesmo. Li uma teoria que dizia que era quando ele olhava nos olhos dela (1). Mas tem cenas que comprovam que não. Pensei que fosse uma palavra específica que disseram (2), mas me pareceu que não. Sei lá, talvez fosse um tempo ou uma duração específica (3), pois a “Freaky Nikki” também ia dormir. Mas aí é impossível de saber ou demonstrar. No final, deve ser só aleatório mesmo... ou ela estava lá ciente o tempo todo (tipo Quero Ser John Malkovich) de que estava sendo controlada, e só as vezes conseguia assumir o controle momentâneo das próprias ações, como num susto ou surto, e através de muito, mas muito esforço.
A primeira palavra que a Criatura aprendeu foi Victor (Pai criador), aquele que lhe deu a existência, mas também o primeiro a rejeitá-lo.
A segunda palavra foi Elizabeth (Mãe natureza), que é um símbolo de acolhimento e vida, que lhe ofereceu um vislumbre do afeto que Victor não soube dar.
A terceira palavra foi Amigo (Conexão com o velho cego, que lhe transmitiu linguagem, cultura e os fundamentos da convivência humana).
Esses três pilares (Pai, Mãe e Amigo) moldaram sua trajetória. Primeiro, o pai o recusou; depois, a mãe lhe acolheu; por fim, o amigo lhe ensinou o sentido da vida. E somente depois disso que ele se percebeu como indivíduo, pois começou a falar: Eu sou, Eu existo, Eu posso, Eu sei.
Mas de igual modo o destino da Criatura espelha o de Victor também, pois o próprio Victor foi rejeitado pelo pai, e a morte da mãe deixou-lhe um vazio que ele tentou preencher apenas com o intelecto. Mas faltava-lhe sentimento, vida, amor. Ao não ter recebido amor, não soube oferecê-lo.
Assim, tanto Criador quanto Criatura se tornam vítimas da mesma carência. O intelecto sem afeto transforma-se em perigo: substitui o coração pelo cérebro, sobrecarrega ambos e, no fim, destrói o homem inteiro.
Frankenstein revela, portanto, que não é apenas a Criatura quem se torna monstruosa, pois o verdadeiro monstro é o intelecto isolado, desprovido de empatia, do calor do sentimento, seja no corpo do ser criado, seja na mente de quem o criou.
Eu acredito que ela tenha ouvido e sentido tudo que testemunhou (que teve medo de morrer, e, por isso, teve que matar primeiro).
O que não comprova de maneira nenhuma que isso aconteceu exatamente, mas apenas descreve o estado mental esfacelado dela.
E dito isso, como que alguém com um psicológico tão fragmentado, tem posse de armas? Isto se ela o tinha legalmente, o que eu não duvido.
Depois eu li que em muitos estados, incluindo a Flórida, uma pessoa pode comprar e portar armas mesmo sem passar por uma avaliação psicológica profunda.
Substituir o título original Weapons (que carrega uma ambiguidade provocativa: armas como instrumentos ou ferramentas invisíveis do trauma, dores coletivas, da manipulação, da crueldade institucional) para colocar A Hora do Mal (que limita a experiência, pois te oferece já uma possível resposta ou caminho) foi triste, apesar de que parece ter sido uma decisão comercial/política também.
Mas podia ser muito pior: já pensou se chamassem de Aviõezinhos? Deus me free!
“Ah, porque ele só estava sendo coerente com o que ele mesmo trouxe no documentário ao dizer que numa democracia todo mundo deveria ter o direito de falar o que quisesse. Logo, ele só estaria sendo um contraponto, uma voz dissonante, num documentário dirigido por uma mulher de esquerda, e que havia sido indicada ao Oscar por um filme que denuncia todos os valores daquilo que ele acredita, certo?”
Oxe, que nada! O cara foi convidado para assistir o documentário e saiu xingando. O que ele esperava, caralho???? Achava que seria inserido numa narrativa de herói? Ser colocado numa posição de destaque? Ser uma propaganda positiva para a sua fé e militância? E saiu xingando por que, né? Não gostou de ver a sua imagem projetada? Isso diz qualquer coisa sobre ele não fazer absolutamente nenhuma ideia do que estava se metendo. E nem de conhecer sobre arte. Nem de se informar o suficiente sobre nada e nem ninguém. Ele vive numa bolha achando que foi liberto.
Unabomber
4Trailer muito foda!
Leviticus
3.3 95Estranha-me que ainda não tenham traduzido o título para Não Me Deixe Só.
Insaciável
3.0 68A Substância da Shopee.
Dias Perfeitos
4.2 632 Assista AgoraPaterson ia amar ter conhecido o Hirayama.
Todo Mundo em Pânico
2.6 360 Assista Agora— Por que está gritando?
— Porque a câmera está longe.
É bobo? Sim, mas disso que gostava nos primeiros.
Dei uma risada sincera na cena
das crianças chapadas no estilo A Hora do Mal.
No final, a sensação é de tanto faz.
Um Homem Amaldiçoado
1.9 7Aquele Divine Prince Ty Emmecca é o Neil deGrasse Tyson do mundo invertido.
Obsessão
3.9 937 Assista AgoraAlguém sabe dizer se existe algum gatilho que faz com que a verdadeira Nikki “volte” ou tome consciência da estranheza de não ser mais ela mesma?
Obs: Se é que realmente existe ou é só algo aleatório mesmo. Li uma teoria que dizia que era quando ele olhava nos olhos dela (1). Mas tem cenas que comprovam que não. Pensei que fosse uma palavra específica que disseram (2), mas me pareceu que não. Sei lá, talvez fosse um tempo ou uma duração específica (3), pois a “Freaky Nikki” também ia dormir. Mas aí é impossível de saber ou demonstrar. No final, deve ser só aleatório mesmo... ou ela estava lá ciente o tempo todo (tipo Quero Ser John Malkovich) de que estava sendo controlada, e só as vezes conseguia assumir o controle momentâneo das próprias ações, como num susto ou surto, e através de muito, mas muito esforço.
Hokum: O Pesadelo da Bruxa
3.0 217 Assista AgoraEntão é assim que os escritores encontram soluções para desfechos. Às vezes, só faz sentido para eles mesmos.
O Drama
3.6 500 Assista AgoraParece até uma premissa que o Woody Allen poderia ter feito, mas esse tom onírico-cringe-esquisito-dramático-cômico trouxe uma vibe única.
O Homem-Urso
4.0 158 Assista AgoraUma mistura de ódio e empatia pelo Timothy Treadwell.
Devoradores de Estrelas
4.0 801 Assista AgoraAqueles risos misturados com choro é uma emoção muito preciosa. E esse filme conseguiu.
Isso Ainda Está de Pé?
3.3 22 Assista AgoraQuero ser infeliz com você. Vamos ser infelizes juntos?
A Última Sessão de Freud
3.1 40 Assista AgoraFake News dizer que o Jung tá no filme!
Frankenstein
3.7 617 Assista AgoraA primeira palavra que a Criatura aprendeu foi Victor (Pai criador), aquele que lhe deu a existência, mas também o primeiro a rejeitá-lo.
A segunda palavra foi Elizabeth (Mãe natureza), que é um símbolo de acolhimento e vida, que lhe ofereceu um vislumbre do afeto que Victor não soube dar.
A terceira palavra foi Amigo (Conexão com o velho cego, que lhe transmitiu linguagem, cultura e os fundamentos da convivência humana).
Esses três pilares (Pai, Mãe e Amigo) moldaram sua trajetória. Primeiro, o pai o recusou; depois, a mãe lhe acolheu; por fim, o amigo lhe ensinou o sentido da vida. E somente depois disso que ele se percebeu como indivíduo, pois começou a falar: Eu sou, Eu existo, Eu posso, Eu sei.
Mas de igual modo o destino da Criatura espelha o de Victor também, pois o próprio Victor foi rejeitado pelo pai, e a morte da mãe deixou-lhe um vazio que ele tentou preencher apenas com o intelecto. Mas faltava-lhe sentimento, vida, amor. Ao não ter recebido amor, não soube oferecê-lo.
Assim, tanto Criador quanto Criatura se tornam vítimas da mesma carência. O intelecto sem afeto transforma-se em perigo: substitui o coração pelo cérebro, sobrecarrega ambos e, no fim, destrói o homem inteiro.
Frankenstein revela, portanto, que não é apenas a Criatura quem se torna monstruosa, pois o verdadeiro monstro é o intelecto isolado, desprovido de empatia, do calor do sentimento, seja no corpo do ser criado, seja na mente de quem o criou.
Uma Batalha Após a Outra
3.7 687 Assista AgoraMexican Hairless Pussy foi muito específico, Paul Thomas Anderson!
Animais Perigosos
3.0 168 Assista AgoraAquele tipo de filme que se eu tivesse visto no cinema ficaria dizendo VAI SE FUDER! de 5 em 5 minutos. O cinema do ódio que entretém.
A Vizinha Perfeita
3.5 212 Assista AgoraEu acredito que ela tenha ouvido e sentido tudo que testemunhou (que teve medo de morrer, e, por isso, teve que matar primeiro).
O que não comprova de maneira nenhuma que isso aconteceu exatamente, mas apenas descreve o estado mental esfacelado dela.
E dito isso, como que alguém com um psicológico tão fragmentado, tem posse de armas? Isto se ela o tinha legalmente, o que eu não duvido.
Depois eu li que em muitos estados, incluindo a Flórida, uma pessoa pode comprar e portar armas mesmo sem passar por uma avaliação psicológica profunda.
A Mão do Diabo
3.5 310 Assista AgoraSempre que vejo esse pôster, eu penso: Henri Castelli?
Juntos
3.2 417 Assista Agora“Charles Manson” ataca de novo!
Ladrões
3.4 220 Assista AgoraFazia tempo que eu não assistia um filme onde eu odiasse tantos personagens ao mesmo tempo! CARALHO.
A Hora do Mal
3.7 1,1K Assista AgoraSubstituir o título original Weapons (que carrega uma ambiguidade provocativa: armas como instrumentos ou ferramentas invisíveis do trauma, dores coletivas, da manipulação, da crueldade institucional) para colocar A Hora do Mal (que limita a experiência, pois te oferece já uma possível resposta ou caminho) foi triste, apesar de que parece ter sido uma decisão comercial/política também.
Mas podia ser muito pior: já pensou se chamassem de Aviõezinhos? Deus me free!
A Casa Que Jack Construiu
3.5 808 Assista AgoraExiste algum filme do Lars Von Trier em que você sequer cogite a possibilidade de reviver a experiência de assisti-lo novamente? Acho que não!
Sonata de Outono
4.5 501O filme inteiro é tipo uma cirurgia sem anestesia.
Apocalipse nos Trópicos
3.8 189 Assista AgoraEnquanto assistia, pensava,
“Como que o Silas Malafaia aceitou participar deste documentário?”
Daí a minha primeira hipótese foi,
“Ah, porque ele só estava sendo coerente com o que ele mesmo trouxe no documentário ao dizer que numa democracia todo mundo deveria ter o direito de falar o que quisesse. Logo, ele só estaria sendo um contraponto, uma voz dissonante, num documentário dirigido por uma mulher de esquerda, e que havia sido indicada ao Oscar por um filme que denuncia todos os valores daquilo que ele acredita, certo?”
Oxe, que nada! O cara foi convidado para assistir o documentário e saiu xingando. O que ele esperava, caralho???? Achava que seria inserido numa narrativa de herói? Ser colocado numa posição de destaque? Ser uma propaganda positiva para a sua fé e militância? E saiu xingando por que, né? Não gostou de ver a sua imagem projetada? Isso diz qualquer coisa sobre ele não fazer absolutamente nenhuma ideia do que estava se metendo. E nem de conhecer sobre arte. Nem de se informar o suficiente sobre nada e nem ninguém. Ele vive numa bolha achando que foi liberto.