As fãs xiitas da Melissa Barrera tentaram boicotar o filme e falharam miseravelmente; é a maior bilheteria de toda a franquia, a saga está no seu auge de popularidade.
No aniversário de 30 anos de Pânico, nada foi mais acertado do que trazer sua estrela original de volta e abordar o núcleo familiar da Sidney Prescott. Sob a direção de Kevin Williamson, criador da franquia, que fez um trabalho satisfatório, o longa se destaca como o capítulo mais sério e violento de todos, sem humor e quase sem referências.
Os Ghostfaces são os mais brutais e, embora eu costume detestar sangue em cgi porque deixa tudo artificial, aqui vou ter que elogiar: ficou excelente. Deu para perceber que tiveram orçamento alto para a produção. As mortes são boas, com destaque para a morte do teatro e a da cerveja, que são espetaculares.
Nem tudo é perfeito: Gale, infelizmente, aparece pouco e sem relevância; os gêmeos estão mais inúteis aqui do que nos dois filmes anteriores; e os novos personagens são rasos e superficiais, só servem para morrer ou serem novos vilões.
Quanto aos Ghostfaces, ao contrário da maioria, eu gostei da inovação das motivações; já estava saturada a vingança familiar ou algum parente de Sidney, mas achei
sacanagem serem personagens que aparecem pouco; a Anna Camp merecia mais tempo de tela.
Mas o pior do filme é o Stuart IA para forçar nostalgia.
A bela e carismática Isabel May foi um bom acréscimo, e Neve Campbell provou mais uma vez ser o coração de Pânico. Sem ela de protagonista, acho quase impossível funcionar; não tiro a razão dela de pedir uma fortuna de cachê, ela merece cada centavo.
O filme tem seus defeitos, mas é muito superior aos medíocres 5º e 6º filmes com as irmãs Carpenter, o que já é muito. É um filme divertido e assistível para quem é fã da franquia.
Comecei a assistir esse filme no dia 3 de abril, na sexta-feira santa, e só terminei hoje. Já conhecia a reputação de ser um dos piores do Wes Craven, e a galera não estava de brincadeira. Foi difícil de terminar de assistir, mas vou passar um pouco de pano para o Wes. É muito difícil fazer um filme bom quando o material de origem é ruim.
O Monstro do Pântano é um dos personagens mais ridículos da DC, e ainda foi feito com baixo orçamento no começo dos anos 80. Isso é algo que eu sempre digo: filmes de heróis feitos por diretores de filmes de terror quase sempre dão errado, e aqui não é exceção.
O roteiro é ruim, o ritmo é muito parado e lento, as cenas de ação não empolgam, e o visual do Monstro do Pântano é fraquíssimo, até para o padrão da época. Mas o pior de tudo foi o visual do vilão, que parece que compraram a fantasia em um brechó de quinta categoria. O vilão é chato pra caramba e cheio de discursos longos.
O filme é protagonizado pela atriz Adrienne Barbeau (esposa do John Carpenter na época), ela é canastrona e sem carisma. Curiosamente, esse é o primeiro e último filme em que ela aparece nua explicitamente.
É um filme chato, ruim e digno da fama que possui.
Para comemorar o 1º de abril, o Dia da Mentira, comecei a assistir ontem e só terminei hoje.
É uma das piores releituras de Pinóquio que eu já vi: o roteiro é muito fraco e raso, e os personagens são extremamente mal desenvolvidos. Fica claro que a produção foi feita para atingir crianças entre 5 e 10 anos.
De positivo, apenas o visual, que é bom para uma animação de baixo orçamento dos anos 2000. A estética da cidade futurista e os carros voadores foram copiados do ótimo filme: O Quinto Elemento (1997), algo que foi confirmado pelo próprio diretor. Provando que Pinóquio 3000 é um filme preguiçoso e sem criatividade.
Este foi o primeiro e último filme do diretor Daniel Robichaud, pelo menos ele teve vergonha na cara e desistiu. Uma animação chata e ruim.
História sobre uma msol de duas crianças que fica "trancada" na despensa pelo ex-namorado viciado em drogas. O roteiro é fraco, o ritmo é monótono e abusa bastante do drama familiar.
A narrativa recai totalmente sobre a protagonista, a atriz Rainey Qualley (irmã mais velha de Margaret Qualley). Ela não tem carisma e apresenta uma atuação mediana, não conseguindo sustentar o filme sozinha nas costas.
Assisti ao filme por ser dirigido por D.J. Caruso, mas esse é um dos piores trabalhos dele. Um suspense medíocre.
Assisti várias vezes quando eu era adolescente, na época do dvd. Foi o último grande filme do Will Smith no auge da carreira — depois, só ladeira abaixo.
Hancock é uma história original de super-herói que não é baseada em nenhum gibi e se destacou na época por apresentar um personagem diferente dos outros heróis. Ele é politicamente incorreto, alcoólatra, confronta todo mundo, não engole desaforo, tortura e humilha bandidos.
Os efeitos especiais são excelentes e envelheceram extremamente bem — humilham a maioria dos blockbusters atuais nesse aspecto. As cenas de ação são de alto nível. Destaque para as cenas espetaculares de voo do Hancock destruindo tudo, a cena dele parando o trem com o próprio corpo, jogando o adolescente loiro que o chamou de otário e a luta contra a Mary (Charlize Theron).
A trilha sonora é ótima. A trama equilibra bem a primeira parte cômica com a segunda parte focada no drama. Charlize Theron extremamente bonita como mocinha. Jason Bateman carismático, e Eddie Marsan interpreta um bom vilão.
Esse foi um dos maiores sucessos de bilheteria do Will Smith: custou 150 milhões de dólares e arrecadou 629,4 milhões — o sonho de bilheteria que a Marvel e a DC tinham na época. Sempre sonhei com uma continuação, que infelizmente nunca aconteceu.
Grande trabalho de direção de Peter Berg. Um ótimo, divertido e subestimado filme de super-herói.
7.5/100 – Versão Estendida:
Inferior à versão theatrical e ainda mostra a cena da mulher no trailer dele, que é bem ridícula.
Da temática astro de ação contra o demônio, o filme: Fim dos Dias (1999) do Arnold Schwarzenegger é bem melhor, mas esse não é tão ruim. O roteiro poderia ser melhor, o demônio não convence como grande vilão, mas Chuck Norris entrega boas cenas de ação, Sheree J. Wilson a mocinha é bem simpatica, mas quem rouba a cena é Cal (Calvin Levels) o parceiro policial do personagem do Chuck Norris. É um filme assistível para quem não for exigente.
Assisti esse filme pela primeira vez no telecine action da tv a cabo quando eu era adolescente, esperava bem mais, é um Indiana Jones genérico do Chuck Norris é assistível pelas cenas de ação para quem não for exigente, mas é um filme bastante esquecível.
Assisti só por curiosidade. A ideia, apesar de não ser original, poderia render um filme decente, mas não foi o que aconteceu aqui.
A história tem furos e os personagens são mal desenvolvidos, além de ser extremamente apelativo, com várias cenas de sexo sem nudez.
O ritmo é parado e lento. Nicolas Cage pagando os boletos, Franka Potente passando vergonha, e a bela Penelope Mitchell, nua de costas, é a melhor cena do filme.
Me lembro que, no início da minha adolescência, meu avô tinha emprestado o dvd para meu pai, e depois meu pai me proibiu de assistir. Só agora, depois de adulto, decidi conferir. Agora sei o motivo: o filme é bastante violento, tem sexo e nudez, tanto feminina quanto masculina. As atrizes são uma mais feia que a outra.
A história é fraca e difícil de acreditar que, em uma cidade cheia de criminosos, onde ocorre tráfico e roubo de drogas, mortes de policiais. Não teria a interferência do fbi no caso.
O mais ousado do filme, sem dúvidas, é o personagem protagonista anti-herói, interpretado por Michael Madsen. O cara é alcoólatra, viciado em prostitutas e mata a sangue frio pessoas inocentes, algo raro nesse estilo de filme. O plot twist surpreende, mas a motivação do personagem foi rasa.
O melhor do filme são as ótimas atuações de Michael Madsen e Daryl Hannah (que já trabalharam juntos em Kill Bill 1 e 2). Valeu a pena assistir só para matar a curiosidade. É um filme policial mediano.
Desde que lançou, queria assistir, e há pouco tempo a boa dublagem foi lançada, então conferi. O roteiro é uma mistura de O Albergue (2005) + Fresh (2022), mas está longe de ter a mesma qualidade de ambos.
O começo é ótimo, bastante misterioso. O protagonista tem um grande problema e acaba entrando em um ainda pior. É interessante vê-lo aprendendo as regras da agência, mas, a partir da metade, começa a se tornar mediano, com a trama dos clientes ricos e o detetive enxerido. O desfecho é péssimo.
Foi muito bacana rever o Nick Stahl depois de vários anos; ele entrega uma grande atuação como protagonista. Também gostei da participação da bela Penelope Mitchell.
O filme tinha um potencial gigantesco para ser ótimo, mas, infelizmente, não foi o que aconteceu. É assistível para quem não for exigente.
Fiquei sabendo há pouco tempo da existência dessa animação e agora sei por quê. O roteiro é muito ruim, misturando Highlander com distopia, vírus e baboseiras religiosas/espirituais.
O protagonista é desinteressante e sem carisma, completamente ridículo em várias linhas do tempo, onde sempre tem alguma mulher louca de paixão por ele. Além disso, ele é burro, sempre tentando se vingar e nunca morrendo por causa do excesso de deus ex machina porco da trama.
E ainda é apelativo, com hipersexualização das personagens femininas. De positivo, temos a boa qualidade gráfica e as boas cenas de ação e violência. De resto, é mais um filme ruim da franquia Highlander.
4.0/100=Highlander - Em Busca da Vingança (2007) (Versão Estendida)
Assisti pela primeira vez no dvd quando eu era adolescente, há muitos anos, então não me lembro qual versão era. Mas dessa vez, só consegui encontrar a versão estendida.
Levei dias para terminar de assistir. O roteiro é tenebroso, sem sentido e com mais furos que uma peneira. As cenas de ação são ridículas e extremamente mal coreografadas, e o cgi é de sangrar os olhos. O vilão é a personificação do constrangimento, o pior de todos, sem dúvida. A mocinha é esteticamente razoável; aqui deu pena do Adrian Paul, passando vergonha.
o amigo imortal de Duncan morre sem ser decapitado, a namorada do Duncan fica grávida (mas imortais não podem ter filhos)
e, se alguém está esperando saber a origem dos imortais, vai ficar querendo, porque o filme nem tenta explicar.
Este filme é o último prego no caixão da franquia. Conseguiu a façanha de superar o segundo no quesito piorar. Acho quase impossível fazer um filme de Highlander pior do que este. É o pior filme da franquia e um dos piores filmes que eu já assisti em toda a minha vida.
Conclusão:
A franquia Highlander é uma das piores que eu já assisti na minha vida e uma das piores da história do cinema, não só do gênero ação, mas de todos os gêneros em geral. Só se salva o filme original; o resto é dispensável. Uma pena, porque existia muito potencial.
Ranking:
7.0/100=(Highlander 1) Highlander - O Guerreiro Imortal (1986)
4.6/100=(Highlander 4) Highlander 4 - A Batalha Final (2000) (Versão Theatrical)
4.5/100=(Highlander 3) Highlander 3 - O Feiticeiro (1994)
4.0/100=(Highlander 4) Highlander 4 - A Batalha Final (2000) (Versão Estendida)
3.0/100=(Highlander 2) Highlander 2 - A Ressurreição (1991)
2.0/100=(Highlander 5) Highlander - A Origem (2007) (Versão Estendida)
Assisti pela primeira vez em 22/02/17, em um site online. Esta é a melhor continuação de Highlander, ou a menos ruim.
O roteiro é fraquíssimo, cheio de furos, e as cenas de ação e os efeitos especiais são ruins. É um filme feito para transitar protagonistas. Talvez meu comentário seja polêmico, mas Duncan (Adrian Paul) é um protagonista/Highlander muito melhor e mais interessante que Connor (Christopher Lambert), que sempre foi dramático demais.
Aqui temos Jacob, o melhor vilão da franquia, interpretado com maestria por Bruce Payne. Embora o personagem seja extremamente mal desenvolvido, com discursos ridículos e bregas, o ator consegue se destacar com uma atuação ameaçadora. A mocinha é esteticamente mediana.
Um dos maiores acertos é ter, pela primeira vez, gore nas cenas de morte e feridas de espada. Gostei das cenas finais de luta de espada: Duncan vs. Connor e depois Duncan vs. Jacob. É o primeiro filme do diretor Doug Aarniokoski. É mais uma continuação ruim da franquia.
4.0/100=Versão Estendida:
cenas adicionais desnecessárias que só servem para deixar o filme mais longo.
Ranking:
7.0/100=(Highlander 1) Highlander - O Guerreiro Imortal (1986)
4.6/100=(Highlander 4) Highlander 4 - A Batalha Final (2000) (Versão Theatrical)
4.5/100=(Highlander 3) Highlander 3 - O Feiticeiro (1994)
4.0/100=(Highlander 4) Highlander 4 - A Batalha Final (2000) (Versão Estendida)
3.0/100=(Highlander 2) Highlander 2 - A Ressurreição (1991)
2.0/100=(Highlander 5) Highlander - A Origem (2007) (Versão Estendida)
Assisti pela primeira vez em 10/04/2017, em um site online. Este filme faz um retcon que ignora a existência do segundo, o que foi uma decisão inteligente, já que é quase impossível construir algo coerente com o que foi feito anteriormente.
O roteiro é uma cópia mal feita do primeiro filme, ainda cheio de furos. Os flashbacks são desnecessários e acabam sendo pura enrolação. Os efeitos especiais são ruins, e Mario Van Peebles interpreta um vilão caricato que beira o ridículo — o segundo pior da franquia.
De positivo, destaco a beleza da Deborah Kara Unger como mocinha e as boas cenas de luta com espada. Este também foi o filme de estreia do diretor Andrew Morahan.
No geral, é muito superior ao segundo filme, mas ainda assim uma continuação ruim e chata.
Ranking:
7.0/100=(Highlander 1) Highlander - O Guerreiro Imortal (1986)
4.6/100=(Highlander 4) Highlander 4 - A Batalha Final (2000) (Versão Theatrical)
4.5/100=(Highlander 3) Highlander 3 - O Feiticeiro (1994)
4.0/100=(Highlander 4) Highlander 4 - A Batalha Final (2000) (Versão Estendida)
3.0/100=(Highlander 2) Highlander 2 - A Ressurreição (1991)
2.0/100=(Highlander 5) Highlander - A Origem (2007) (Versão Estendida)
Assisti pela primeira vez quando adolescente em um site online e, ao ver pela segunda vez, achei bem melhor do que na primeira.
A história agora se transforma em ficção científica e tenta explicar algumas coisas que não foram abordadas no primeiro filme, revelando que os imortais são alienígenas do planeta Zeist, punidos por um general tirano. O problema é que essa explicação cria vários furos no roteiro.
Os efeitos especiais e quase todas as cenas de ação são ruins. A "ressurreição" do personagem de Sean Connery é vergonhosa e desnecessária — ele provavelmente aceitou voltar só para pagar os boletos.
Michael Ironside interpreta um vilão caricato e raso, que consegue ser ainda pior do que o vilão anterior. De positivo, temos Virginia Madsen, que é muito bonita como mocinha, e as cenas de ação dos gêmeos perseguindo Connor, que são boas.
Uma péssima continuação.
Ranking:
7.0/100=(Highlander 1) Highlander - O Guerreiro Imortal (1986)
4.6/100=(Highlander 4) Highlander 4 - A Batalha Final (2000) (Versão Theatrical)
4.5/100=(Highlander 3) Highlander 3 - O Feiticeiro (1994)
4.0/100=(Highlander 4) Highlander 4 - A Batalha Final (2000) (Versão Estendida)
3.0/100=(Highlander 2) Highlander 2 - A Ressurreição (1991)
2.0/100=(Highlander 5) Highlander - A Origem (2007) (Versão Estendida)
Como vai sair o remake, decidi maratonar antecipadamente essa franquia. Assisti pela primeira vez no início da adolescência, na tv a cabo, se não me engano no canal space.
É um filme que foi um enorme fracasso de bilheteria, mas, em compensação, fez muito sucesso no vhs, o que garantiu uma longa franquia de filmes.
O roteiro é criativo e original para a época, com boas cenas de ação — destaque para as ótimas cenas do vilão surtado dirigindo o carro em alta velocidade e para a luta final dele com o Connor, com tudo se destruindo, o que é bem inventivo.
Christopher Lambert, por mais que seja canastrão, para mim é carismático e se sai bem como Connor, o protagonista. O drama dele por ser imortal é bem desenvolvido na trama, mas quem rouba a cena é o Sean Connery. Não sei se foi por orçamento ou decisão criativa, mas o personagem dele merecia mais destaque e tempo de tela. Inclusive, achei os flashbacks do passado muito mais interessantes do que a trama no presente.
O filme também tem defeitos: golpes de espada e decapitações sem sangue, efeitos que eram medianos para a época e hoje estão extremamente datados, um vilão caricato que é do mal só porque sim, e uma mocinha esteticamente mediana que se apaixona do nada pelo protagonista. Além disso, a trilha sonora é péssima — há quem goste de Queen, mas eu particularmente detesto e odeio.
Infelizmente, esse é o único filme realmente decente da franquia. Ainda assim, é um bom, divertido e interessante filme cult.
Ranking:
7.0/100=(Highlander 1) Highlander - O Guerreiro Imortal (1986)
4.6/100=(Highlander 4) Highlander 4 - A Batalha Final (2000) (Versão Theatrical)
4.5/100=(Highlander 3) Highlander 3 - O Feiticeiro (1994)
4.0/100=(Highlander 4) Highlander 4 - A Batalha Final (2000) (Versão Estendida)
3.0/100=(Highlander 2) Highlander 2 - A Ressurreição (1991)
2.0/100=(Highlander 5) Highlander - A Origem (2007) (Versão Estendida)
A usuária: lil peep’s hoe, me recomendou esse filme. Pela primeira vez que tentei assistir, aguentei 20 minutos e desisti. Depois, de meses, na segunda vez consegui assistir inteiro o filme, mas parcelando.
O ritmo é muito parado, lento e monótono. Eu, particularmente, odeio filme estilo teatro, onde se passa em apenas um único ambiente com poucos personagens, roteiro muito estranho e fraquíssimo. De positivo, a atuação do Christopher Abbott e da Margaret Qualley, que rouba a cena; no máximo, aqui é material para um curta-metragem de 20 minutos.
A primeira sexta-feira 13 de 2026 passou e eu não consegui ver nenhum filme de terror. Mas, na segunda vez do ano, comecei a assistir a esse filme ontem e terminei recentemente hoje. É o primeiro filme de Damian McCarthy como diretor e roteirista.
Por mais que Oddity (2024), o segundo filme de Damian, seja medíocre, este consegue ser muito pior. O roteiro é cheio de furos e os personagens são extremamente burros.
Que tipo de idiota aceita trabalhar acorrentado como babá? E, ao encontrar um cadáver, em vez de ligar para a polícia, liga para o assassino! A justificativa da garota para não chamar a polícia beira a vergonha alheia.
Para dizer que nada se salva, gostei da cena do quadro sobrenatural do quarto e achei sombrio o coelho de pelúcia. Mas de resto é parado, lento e desinteressante. Um filme ruim do Reino Unido.
Assisti pela primeira vez quando adolescente no canal record da tv aberta. É o remake do filme: Despertar dos Mortos (1978), do George Romero. Esse é um dos casos em que o remake supera, e muito, o original. Aliás, esse é um dos melhores do subgênero de zumbis.
O roteiro é muito bem escrito, grandes atuações, personagens carismáticos e interessantes, muitas cenas tensas, zumbis rápidos e bem violentos, ótimo gore, maquiagem e cenas de ação. Ainda merece respeito por tocar Disturbed - Down With The Sickness nos créditos.
Essa é a estreia do Zack Snyder como diretor, roteiro escrito por James Gunn. Ambos eram duas grandes promessas em Hollywood que infelizmente decepcionaram bastante depois, mas aqui os dois acertaram e muito, isso é inegável. Um ótimo, divertido e marcante filme.
Assisti pela primeira vez quando era adolescente, no youtube. É o segundo filme de zumbis de George Romero. O roteiro é simples, mas decente, com boas cenas de ação e trilha sonora. O gore e a maquiagem dos zumbis são muito bem feitas, e a qualidade surpreende bastante, levando em consideração a época e o orçamento baixo.
Ken Foree é bastante carismático como protagonista, destaque para a frase icônica de seu personagem. Ele carregou o filme nas costas, já que os outros personagens são chatos e desinteressantes. Mas gostei da participação especial do Tom Savini como motoqueiro.
O ato final dos motoqueiros é o auge, muito maneiro. Superestimado, mas um bom e divertido filme de zumbi.
Desde adolescente queria assistir; finalmente matei minha curiosidade. O roteiro é fraco, não funciona como comédia — as piadas são bobas e sem graça — nem como terror, pois nada é assustador. As mortes não têm gore e não há nudez. O público-alvo são crianças e adolescentes.
Os personagens do triângulo amoroso são simpáticos. O auge do filme são as cenas da nave, pena que foram poucas. O visual dos palhaços é bacana, e fico feliz em saber que não virou franquia.
Foi o primeiro e último filme do diretor Stephen Chiodo; ainda bem que ele percebeu que cinema não é com ele e desistiu. Um filme mediano.
Assim como a maioria considero o pior da trilogia, alias o único que presta é só o primeiro filme, o resto não deveria nem ter existido. Anthony 'Treach' Criss o rapper desconhecido por mim, se saiu bem no lugar do Wesley Snipes como o novo interprete do Neil Shaw, o roteiro não tem sentido nenhum e as cenas de ação são muito ruins, esse foi o último filme da carreira da atriz coreana: Lee Sung Hi. Filme ruim de ação.
Ranking:
7.4/100=(A Arte da Guerra 1) A Cilada/A Arte da Guerra (2000)
4.6/100=(A Arte da Guerra 2) A Arte da Guerra 2 (2008)
4.0/100=(A Arte da Guerra 3) A Arte da Guerra 3 (2009)
Assisti só porque sou fã da Alice Eve. Nem sei se existe versão dublada, mas assisti em inglês e legendado. A história mostra um plano simples de chantagem entre três pessoas, que acaba desencadeando vários imprevistos fatais, um após o outro.
O filme tinha muito potencial, mas falhou bastante em ser uma comédia: o humor é bobo e as piadas completamente sem graça. Se fosse um filme sério, focado no drama e suspense, o resultado provavelmente teria sido muito melhor.
Confesso que me surpreendi com as várias reviravoltas criativas da trama. A conclusão, aliás, achei bem corajosa para esse gênero. É um filme mediano.
Pânico 7
2.7 333 Assista AgoraEste foi o 6º lançamento que vi em 2026.
As fãs xiitas da Melissa Barrera tentaram boicotar o filme e falharam miseravelmente; é a maior bilheteria de toda a franquia, a saga está no seu auge de popularidade.
No aniversário de 30 anos de Pânico, nada foi mais acertado do que trazer sua estrela original de volta e abordar o núcleo familiar da Sidney Prescott. Sob a direção de Kevin Williamson, criador da franquia, que fez um trabalho satisfatório, o longa se destaca como o capítulo mais sério e violento de todos, sem humor e quase sem referências.
Os Ghostfaces são os mais brutais e, embora eu costume detestar sangue em cgi porque deixa tudo artificial, aqui vou ter que elogiar: ficou excelente. Deu para perceber que tiveram orçamento alto para a produção. As mortes são boas, com destaque para a morte do teatro e a da cerveja, que são espetaculares.
Nem tudo é perfeito: Gale, infelizmente, aparece pouco e sem relevância; os gêmeos estão mais inúteis aqui do que nos dois filmes anteriores; e os novos personagens são rasos e superficiais, só servem para morrer ou serem novos vilões.
Quanto aos Ghostfaces, ao contrário da maioria, eu gostei da inovação das motivações; já estava saturada a vingança familiar ou algum parente de Sidney, mas achei
sacanagem serem personagens que aparecem pouco; a Anna Camp merecia mais tempo de tela.
A bela e carismática Isabel May foi um bom acréscimo, e Neve Campbell provou mais uma vez ser o coração de Pânico. Sem ela de protagonista, acho quase impossível funcionar; não tiro a razão dela de pedir uma fortuna de cachê, ela merece cada centavo.
O filme tem seus defeitos, mas é muito superior aos medíocres 5º e 6º filmes com as irmãs Carpenter, o que já é muito. É um filme divertido e assistível para quem é fã da franquia.
Ranking:
9.0/100=(Pânico 1) Pânico (1996)
8.0/100=(Pânico 2) Pânico 2 (1997)
6.2/100=(Pânico 4) Pânico 4 (2011)
6.1/100=(Pânico 7) Pânico 7 (2026)
6.1/100=(Pânico 3) Pânico 3 (2000)
5.1/100=(Pânico 6) Pânico VI (2023)
5.0/100=(Pânico 5) Pânico (2022)
O Monstro do Pântano
2.4 72 Assista AgoraComecei a assistir esse filme no dia 3 de abril, na sexta-feira santa, e só terminei hoje. Já conhecia a reputação de ser um dos piores do Wes Craven, e a galera não estava de brincadeira. Foi difícil de terminar de assistir, mas vou passar um pouco de pano para o Wes. É muito difícil fazer um filme bom quando o material de origem é ruim.
O Monstro do Pântano é um dos personagens mais ridículos da DC, e ainda foi feito com baixo orçamento no começo dos anos 80. Isso é algo que eu sempre digo: filmes de heróis feitos por diretores de filmes de terror quase sempre dão errado, e aqui não é exceção.
O roteiro é ruim, o ritmo é muito parado e lento, as cenas de ação não empolgam, e o visual do Monstro do Pântano é fraquíssimo, até para o padrão da época. Mas o pior de tudo foi o visual do vilão, que parece que compraram a fantasia em um brechó de quinta categoria. O vilão é chato pra caramba e cheio de discursos longos.
O filme é protagonizado pela atriz Adrienne Barbeau (esposa do John Carpenter na época), ela é canastrona e sem carisma. Curiosamente, esse é o primeiro e último filme em que ela aparece nua explicitamente.
É um filme chato, ruim e digno da fama que possui.
Pinóquio 3000
2.2 38Para comemorar o 1º de abril, o Dia da Mentira, comecei a assistir ontem e só terminei hoje.
É uma das piores releituras de Pinóquio que eu já vi: o roteiro é muito fraco e raso, e os personagens são extremamente mal desenvolvidos. Fica claro que a produção foi feita para atingir crianças entre 5 e 10 anos.
De positivo, apenas o visual, que é bom para uma animação de baixo orçamento dos anos 2000. A estética da cidade futurista e os carros voadores foram copiados do ótimo filme: O Quinto Elemento (1997), algo que foi confirmado pelo próprio diretor. Provando que Pinóquio 3000 é um filme preguiçoso e sem criatividade.
Este foi o primeiro e último filme do diretor Daniel Robichaud, pelo menos ele teve vergonha na cara e desistiu. Uma animação chata e ruim.
Trancada
2.8 98 Assista AgoraHistória sobre uma msol de duas crianças que fica "trancada" na despensa pelo ex-namorado viciado em drogas. O roteiro é fraco, o ritmo é monótono e abusa bastante do drama familiar.
A narrativa recai totalmente sobre a protagonista, a atriz Rainey Qualley (irmã mais velha de Margaret Qualley). Ela não tem carisma e apresenta uma atuação mediana, não conseguindo sustentar o filme sozinha nas costas.
Assisti ao filme por ser dirigido por D.J. Caruso, mas esse é um dos piores trabalhos dele. Um suspense medíocre.
Hancock
3.1 1,6K Assista Agora8.0/100=Versão Theatrical:
Assisti várias vezes quando eu era adolescente, na época do dvd. Foi o último grande filme do Will Smith no auge da carreira — depois, só ladeira abaixo.
Hancock é uma história original de super-herói que não é baseada em nenhum gibi e se destacou na época por apresentar um personagem diferente dos outros heróis. Ele é politicamente incorreto, alcoólatra, confronta todo mundo, não engole desaforo, tortura e humilha bandidos.
Os efeitos especiais são excelentes e envelheceram extremamente bem — humilham a maioria dos blockbusters atuais nesse aspecto. As cenas de ação são de alto nível. Destaque para as cenas espetaculares de voo do Hancock destruindo tudo, a cena dele parando o trem com o próprio corpo, jogando o adolescente loiro que o chamou de otário e a luta contra a Mary (Charlize Theron).
A trilha sonora é ótima. A trama equilibra bem a primeira parte cômica com a segunda parte focada no drama. Charlize Theron extremamente bonita como mocinha. Jason Bateman carismático, e Eddie Marsan interpreta um bom vilão.
Esse foi um dos maiores sucessos de bilheteria do Will Smith: custou 150 milhões de dólares e arrecadou 629,4 milhões — o sonho de bilheteria que a Marvel e a DC tinham na época. Sempre sonhei com uma continuação, que infelizmente nunca aconteceu.
Grande trabalho de direção de Peter Berg. Um ótimo, divertido e subestimado filme de super-herói.
7.5/100 – Versão Estendida:
Inferior à versão theatrical e ainda mostra a cena da mulher no trailer dele, que é bem ridícula.
Perigo Mortal
3.1 48Da temática astro de ação contra o demônio, o filme: Fim dos Dias (1999) do Arnold Schwarzenegger é bem melhor, mas esse não é tão ruim. O roteiro poderia ser melhor, o demônio não convence como grande vilão, mas Chuck Norris entrega boas cenas de ação, Sheree J. Wilson a mocinha é bem simpatica, mas quem rouba a cena é Cal (Calvin Levels) o parceiro policial do personagem do Chuck Norris. É um filme assistível para quem não for exigente.
Os Aventureiros do Fogo
2.9 45Assisti esse filme pela primeira vez no telecine action da tv a cabo quando eu era adolescente, esperava bem mais, é um Indiana Jones genérico do Chuck Norris é assistível pelas cenas de ação para quem não for exigente, mas é um filme bastante esquecível.
Entre Mundos
1.6 47 Assista AgoraAssisti só por curiosidade. A ideia, apesar de não ser original, poderia render um filme decente, mas não foi o que aconteceu aqui.
A história tem furos e os personagens são mal desenvolvidos, além de ser extremamente apelativo, com várias cenas de sexo sem nudez.
O ritmo é parado e lento. Nicolas Cage pagando os boletos, Franka Potente passando vergonha, e a bela Penelope Mitchell, nua de costas, é a melhor cena do filme.
É um filme chato e ruim da Espanha.
Vice Imoral
2.4 7 Assista AgoraMe lembro que, no início da minha adolescência, meu avô tinha emprestado o dvd para meu pai, e depois meu pai me proibiu de assistir. Só agora, depois de adulto, decidi conferir. Agora sei o motivo: o filme é bastante violento, tem sexo e nudez, tanto feminina quanto masculina. As atrizes são uma mais feia que a outra.
A história é fraca e difícil de acreditar que, em uma cidade cheia de criminosos, onde ocorre tráfico e roubo de drogas, mortes de policiais. Não teria a interferência do fbi no caso.
O mais ousado do filme, sem dúvidas, é o personagem protagonista anti-herói, interpretado por Michael Madsen. O cara é alcoólatra, viciado em prostitutas e mata a sangue frio pessoas inocentes, algo raro nesse estilo de filme. O plot twist surpreende, mas a motivação do personagem foi rasa.
O melhor do filme são as ótimas atuações de Michael Madsen e Daryl Hannah (que já trabalharam juntos em Kill Bill 1 e 2). Valeu a pena assistir só para matar a curiosidade. É um filme policial mediano.
Aquilo que Você Deseja
3.4 60 Assista AgoraDesde que lançou, queria assistir, e há pouco tempo a boa dublagem foi lançada, então conferi. O roteiro é uma mistura de O Albergue (2005) + Fresh (2022), mas está longe de ter a mesma qualidade de ambos.
O começo é ótimo, bastante misterioso. O protagonista tem um grande problema e acaba entrando em um ainda pior. É interessante vê-lo aprendendo as regras da agência, mas, a partir da metade, começa a se tornar mediano, com a trama dos clientes ricos e o detetive enxerido. O desfecho é péssimo.
Foi muito bacana rever o Nick Stahl depois de vários anos; ele entrega uma grande atuação como protagonista. Também gostei da participação da bela Penelope Mitchell.
O filme tinha um potencial gigantesco para ser ótimo, mas, infelizmente, não foi o que aconteceu. É assistível para quem não for exigente.
Highlander
5Seria mais coerente se o Henry Cavill fosse Duncan e não o Connor.
Highlander: Em Busca da Vingança
3.6 30Fiquei sabendo há pouco tempo da existência dessa animação e agora sei por quê. O roteiro é muito ruim, misturando Highlander com distopia, vírus e baboseiras religiosas/espirituais.
O protagonista é desinteressante e sem carisma, completamente ridículo em várias linhas do tempo, onde sempre tem alguma mulher louca de paixão por ele. Além disso, ele é burro, sempre tentando se vingar e nunca morrendo por causa do excesso de deus ex machina porco da trama.
E ainda é apelativo, com hipersexualização das personagens femininas. De positivo, temos a boa qualidade gráfica e as boas cenas de ação e violência. De resto, é mais um filme ruim da franquia Highlander.
4.0/100=Highlander - Em Busca da Vingança (2007) (Versão Estendida)
Highlander: A Origem
2.4 582.0/100=Versão Estendida:
Assisti pela primeira vez no dvd quando eu era adolescente, há muitos anos, então não me lembro qual versão era. Mas dessa vez, só consegui encontrar a versão estendida.
Levei dias para terminar de assistir. O roteiro é tenebroso, sem sentido e com mais furos que uma peneira. As cenas de ação são ridículas e extremamente mal coreografadas, e o cgi é de sangrar os olhos. O vilão é a personificação do constrangimento, o pior de todos, sem dúvida. A mocinha é esteticamente razoável; aqui deu pena do Adrian Paul, passando vergonha.
Este filme joga a mitologia no lixo:
o amigo imortal de Duncan morre sem ser decapitado, a namorada do Duncan fica grávida (mas imortais não podem ter filhos)
Este filme é o último prego no caixão da franquia. Conseguiu a façanha de superar o segundo no quesito piorar. Acho quase impossível fazer um filme de Highlander pior do que este. É o pior filme da franquia e um dos piores filmes que eu já assisti em toda a minha vida.
Conclusão:
A franquia Highlander é uma das piores que eu já assisti na minha vida e uma das piores da história do cinema, não só do gênero ação, mas de todos os gêneros em geral. Só se salva o filme original; o resto é dispensável. Uma pena, porque existia muito potencial.
Ranking:
7.0/100=(Highlander 1) Highlander - O Guerreiro Imortal (1986)
4.6/100=(Highlander 4) Highlander 4 - A Batalha Final (2000) (Versão Theatrical)
4.5/100=(Highlander 3) Highlander 3 - O Feiticeiro (1994)
4.0/100=(Highlander 4) Highlander 4 - A Batalha Final (2000) (Versão Estendida)
3.0/100=(Highlander 2) Highlander 2 - A Ressurreição (1991)
2.0/100=(Highlander 5) Highlander - A Origem (2007) (Versão Estendida)
Highlander: A Batalha Final
2.7 65 Assista Agora4.6/100=Versão Theatrical:
Assisti pela primeira vez em 22/02/17, em um site online. Esta é a melhor continuação de Highlander, ou a menos ruim.
O roteiro é fraquíssimo, cheio de furos, e as cenas de ação e os efeitos especiais são ruins. É um filme feito para transitar protagonistas. Talvez meu comentário seja polêmico, mas Duncan (Adrian Paul) é um protagonista/Highlander muito melhor e mais interessante que Connor (Christopher Lambert), que sempre foi dramático demais.
Aqui temos Jacob, o melhor vilão da franquia, interpretado com maestria por Bruce Payne. Embora o personagem seja extremamente mal desenvolvido, com discursos ridículos e bregas, o ator consegue se destacar com uma atuação ameaçadora. A mocinha é esteticamente mediana.
Um dos maiores acertos é ter, pela primeira vez, gore nas cenas de morte e feridas de espada. Gostei das cenas finais de luta de espada: Duncan vs. Connor e depois Duncan vs. Jacob. É o primeiro filme do diretor Doug Aarniokoski. É mais uma continuação ruim da franquia.
4.0/100=Versão Estendida:
cenas adicionais desnecessárias que só servem para deixar o filme mais longo.
Ranking:
7.0/100=(Highlander 1) Highlander - O Guerreiro Imortal (1986)
4.6/100=(Highlander 4) Highlander 4 - A Batalha Final (2000) (Versão Theatrical)
4.5/100=(Highlander 3) Highlander 3 - O Feiticeiro (1994)
4.0/100=(Highlander 4) Highlander 4 - A Batalha Final (2000) (Versão Estendida)
3.0/100=(Highlander 2) Highlander 2 - A Ressurreição (1991)
2.0/100=(Highlander 5) Highlander - A Origem (2007) (Versão Estendida)
Highlander 3: O Feiticeiro
2.8 70Assisti pela primeira vez em 10/04/2017, em um site online. Este filme faz um retcon que ignora a existência do segundo, o que foi uma decisão inteligente, já que é quase impossível construir algo coerente com o que foi feito anteriormente.
O roteiro é uma cópia mal feita do primeiro filme, ainda cheio de furos. Os flashbacks são desnecessários e acabam sendo pura enrolação. Os efeitos especiais são ruins, e Mario Van Peebles interpreta um vilão caricato que beira o ridículo — o segundo pior da franquia.
De positivo, destaco a beleza da Deborah Kara Unger como mocinha e as boas cenas de luta com espada. Este também foi o filme de estreia do diretor Andrew Morahan.
No geral, é muito superior ao segundo filme, mas ainda assim uma continuação ruim e chata.
Ranking:
7.0/100=(Highlander 1) Highlander - O Guerreiro Imortal (1986)
4.6/100=(Highlander 4) Highlander 4 - A Batalha Final (2000) (Versão Theatrical)
4.5/100=(Highlander 3) Highlander 3 - O Feiticeiro (1994)
4.0/100=(Highlander 4) Highlander 4 - A Batalha Final (2000) (Versão Estendida)
3.0/100=(Highlander 2) Highlander 2 - A Ressurreição (1991)
2.0/100=(Highlander 5) Highlander - A Origem (2007) (Versão Estendida)
Highlander II: A Ressurreição
2.7 121Assisti pela primeira vez quando adolescente em um site online e, ao ver pela segunda vez, achei bem melhor do que na primeira.
A história agora se transforma em ficção científica e tenta explicar algumas coisas que não foram abordadas no primeiro filme, revelando que os imortais são alienígenas do planeta Zeist, punidos por um general tirano. O problema é que essa explicação cria vários furos no roteiro.
Os efeitos especiais e quase todas as cenas de ação são ruins. A "ressurreição" do personagem de Sean Connery é vergonhosa e desnecessária — ele provavelmente aceitou voltar só para pagar os boletos.
Michael Ironside interpreta um vilão caricato e raso, que consegue ser ainda pior do que o vilão anterior. De positivo, temos Virginia Madsen, que é muito bonita como mocinha, e as cenas de ação dos gêmeos perseguindo Connor, que são boas.
Uma péssima continuação.
Ranking:
7.0/100=(Highlander 1) Highlander - O Guerreiro Imortal (1986)
4.6/100=(Highlander 4) Highlander 4 - A Batalha Final (2000) (Versão Theatrical)
4.5/100=(Highlander 3) Highlander 3 - O Feiticeiro (1994)
4.0/100=(Highlander 4) Highlander 4 - A Batalha Final (2000) (Versão Estendida)
3.0/100=(Highlander 2) Highlander 2 - A Ressurreição (1991)
2.0/100=(Highlander 5) Highlander - A Origem (2007) (Versão Estendida)
Highlander: O Guerreiro Imortal
3.6 421 Assista AgoraComo vai sair o remake, decidi maratonar antecipadamente essa franquia. Assisti pela primeira vez no início da adolescência, na tv a cabo, se não me engano no canal space.
É um filme que foi um enorme fracasso de bilheteria, mas, em compensação, fez muito sucesso no vhs, o que garantiu uma longa franquia de filmes.
O roteiro é criativo e original para a época, com boas cenas de ação — destaque para as ótimas cenas do vilão surtado dirigindo o carro em alta velocidade e para a luta final dele com o Connor, com tudo se destruindo, o que é bem inventivo.
Christopher Lambert, por mais que seja canastrão, para mim é carismático e se sai bem como Connor, o protagonista. O drama dele por ser imortal é bem desenvolvido na trama, mas quem rouba a cena é o Sean Connery. Não sei se foi por orçamento ou decisão criativa, mas o personagem dele merecia mais destaque e tempo de tela. Inclusive, achei os flashbacks do passado muito mais interessantes do que a trama no presente.
O filme também tem defeitos: golpes de espada e decapitações sem sangue, efeitos que eram medianos para a época e hoje estão extremamente datados, um vilão caricato que é do mal só porque sim, e uma mocinha esteticamente mediana que se apaixona do nada pelo protagonista. Além disso, a trilha sonora é péssima — há quem goste de Queen, mas eu particularmente detesto e odeio.
Infelizmente, esse é o único filme realmente decente da franquia. Ainda assim, é um bom, divertido e interessante filme cult.
Ranking:
7.0/100=(Highlander 1) Highlander - O Guerreiro Imortal (1986)
4.6/100=(Highlander 4) Highlander 4 - A Batalha Final (2000) (Versão Theatrical)
4.5/100=(Highlander 3) Highlander 3 - O Feiticeiro (1994)
4.0/100=(Highlander 4) Highlander 4 - A Batalha Final (2000) (Versão Estendida)
3.0/100=(Highlander 2) Highlander 2 - A Ressurreição (1991)
2.0/100=(Highlander 5) Highlander - A Origem (2007) (Versão Estendida)
Santuário
3.0 35 Assista AgoraA usuária: lil peep’s hoe, me recomendou esse filme. Pela primeira vez que tentei assistir, aguentei 20 minutos e desisti. Depois, de meses, na segunda vez consegui assistir inteiro o filme, mas parcelando.
O ritmo é muito parado, lento e monótono. Eu, particularmente, odeio filme estilo teatro, onde se passa em apenas um único ambiente com poucos personagens, roteiro muito estranho e fraquíssimo. De positivo, a atuação do Christopher Abbott e da Margaret Qualley, que rouba a cena; no máximo, aqui é material para um curta-metragem de 20 minutos.
Um filme ruim, chato e decepcionante.
O Alerta
2.9 98 Assista AgoraA primeira sexta-feira 13 de 2026 passou e eu não consegui ver nenhum filme de terror. Mas, na segunda vez do ano, comecei a assistir a esse filme ontem e terminei recentemente hoje. É o primeiro filme de Damian McCarthy como diretor e roteirista.
Por mais que Oddity (2024), o segundo filme de Damian, seja medíocre, este consegue ser muito pior. O roteiro é cheio de furos e os personagens são extremamente burros.
Que tipo de idiota aceita trabalhar acorrentado como babá? E, ao encontrar um cadáver, em vez de ligar para a polícia, liga para o assassino! A justificativa da garota para não chamar a polícia beira a vergonha alheia.
Para dizer que nada se salva, gostei da cena do quadro sobrenatural do quarto e achei sombrio o coelho de pelúcia. Mas de resto é parado, lento e desinteressante. Um filme ruim do Reino Unido.
Madrugada dos Mortos
3.5 1,4K Assista AgoraAssisti pela primeira vez quando adolescente no canal record da tv aberta. É o remake do filme: Despertar dos Mortos (1978), do George Romero. Esse é um dos casos em que o remake supera, e muito, o original. Aliás, esse é um dos melhores do subgênero de zumbis.
O roteiro é muito bem escrito, grandes atuações, personagens carismáticos e interessantes, muitas cenas tensas, zumbis rápidos e bem violentos, ótimo gore, maquiagem e cenas de ação. Ainda merece respeito por tocar Disturbed - Down With The Sickness nos créditos.
Essa é a estreia do Zack Snyder como diretor, roteiro escrito por James Gunn. Ambos eram duas grandes promessas em Hollywood que infelizmente decepcionaram bastante depois, mas aqui os dois acertaram e muito, isso é inegável. Um ótimo, divertido e marcante filme.
Ranking Original Vs. Remake:
8.0/100=Madrugada dos Mortos (2004)
7.0/100=Despertar dos Mortos (1978)
Despertar dos Mortos
3.9 334 Assista AgoraAssisti pela primeira vez quando era adolescente, no youtube. É o segundo filme de zumbis de George Romero. O roteiro é simples, mas decente, com boas cenas de ação e trilha sonora. O gore e a maquiagem dos zumbis são muito bem feitas, e a qualidade surpreende bastante, levando em consideração a época e o orçamento baixo.
Ken Foree é bastante carismático como protagonista, destaque para a frase icônica de seu personagem. Ele carregou o filme nas costas, já que os outros personagens são chatos e desinteressantes. Mas gostei da participação especial do Tom Savini como motoqueiro.
O ato final dos motoqueiros é o auge, muito maneiro. Superestimado, mas um bom e divertido filme de zumbi.
Ranking Original Vs. Remake:
8.0/100=Madrugada dos Mortos (2004)
7.0/100=Despertar dos Mortos (1978)
Palhaços Assassinos do Espaço Sideral
3.3 473 Assista AgoraDesde adolescente queria assistir; finalmente matei minha curiosidade. O roteiro é fraco, não funciona como comédia — as piadas são bobas e sem graça — nem como terror, pois nada é assustador. As mortes não têm gore e não há nudez. O público-alvo são crianças e adolescentes.
Os personagens do triângulo amoroso são simpáticos. O auge do filme são as cenas da nave, pena que foram poucas. O visual dos palhaços é bacana, e fico feliz em saber que não virou franquia.
Foi o primeiro e último filme do diretor Stephen Chiodo; ainda bem que ele percebeu que cinema não é com ele e desistiu. Um filme mediano.
A Arte da Guerra III
2.5 3Assim como a maioria considero o pior da trilogia, alias o único que presta é só o primeiro filme, o resto não deveria nem ter existido. Anthony 'Treach' Criss o rapper desconhecido por mim, se saiu bem no lugar do Wesley Snipes como o novo interprete do Neil Shaw, o roteiro não tem sentido nenhum e as cenas de ação são muito ruins, esse foi o último filme da carreira da atriz coreana: Lee Sung Hi. Filme ruim de ação.
Ranking:
7.4/100=(A Arte da Guerra 1) A Cilada/A Arte da Guerra (2000)
4.6/100=(A Arte da Guerra 2) A Arte da Guerra 2 (2008)
4.0/100=(A Arte da Guerra 3) A Arte da Guerra 3 (2009)
Grande Coisa
3.5 46Assisti só porque sou fã da Alice Eve. Nem sei se existe versão dublada, mas assisti em inglês e legendado. A história mostra um plano simples de chantagem entre três pessoas, que acaba desencadeando vários imprevistos fatais, um após o outro.
O filme tinha muito potencial, mas falhou bastante em ser uma comédia: o humor é bobo e as piadas completamente sem graça. Se fosse um filme sério, focado no drama e suspense, o resultado provavelmente teria sido muito melhor.
Confesso que me surpreendi com as várias reviravoltas criativas da trama. A conclusão, aliás, achei bem corajosa para esse gênero. É um filme mediano.