Aqui termina minha maratona da saga Highlander. A história é ruim, com ritmo monótono, poucas cenas de ação — e as que tem são extremamente mal coreografadas. Dá para perceber que quase não tiveram orçamento.
A mocinha é esteticamente razoável, mas insuportável como personagem. O único aspecto positivo foi a criação do Duncan, que, para mim, é o melhor personagem da franquia.
A trilha sonora do Queen é péssima, e é difícil acreditar que a série teve seis temporadas. A verdade é que só o primeiro filme presta; o restante é tão dispensável quanto essa série.
Por enquanto, é a pior série de 2026. O roteiro é ridículo e extremamente mal desenvolvido. A atuação da protagonista, Paula Usero, é fraquíssima e ela não tem carisma. Clara Galle está mais perdida que cego em tiroteio.
Já Claudia Salas parece estar interpretando novamente a Rebeka de Elite — será que ela vai ficar presa a esse tipo de papel para sempre?
Assisti a alguns episódios dessa série na tv a cabo quando eu era adolescente; meu irmão caçula, que era criança na época, gostava bastante. Revi três episódios para relembrar.
Série do Disney XD, com roteiro raso e piadas que funcionam pouco. O Crash é muito caricato. O maior acerto aqui é o elenco, muito carismático. Tem a Mckenna Grace, bastante fofa no começo da carreira, antes da fama — agora entendo por que não lembrava dela, ela tem pouco destaque na trama. Quem rouba a cena é a atriz Landry Bender (Cleo), que é muito carismática.
Crash & Bernstein (2012) vai agradar mais à criançada. É bem fraquinha, tanto que só durou duas temporadas. Essa época marcou o fim dos anos dourados das grandes séries da Disney e da Nickelodeon.
Highlander para crianças de 5 anos, história fraca e gráficos fraquíssimos até para o padrão da época, personagens rasos e sem carisma. Uma animação ruim e dispensável.
Assisti só por curiosidade. É um lançamento de 2026, mais uma série do Ryan Murphy que vejo — pelo jeito, ele só acertou mesmo em Scream Queens.
A cena de abertura da modelo surtada, dirigindo a moto em alta velocidade (homenagem a Missão: Impossível – Efeito Fallout de 2018), foi espetacular. Gostei também da luta do Evan Peters contra dois caras.
No restante, porém, a série não funciona bem. Senti uma forte influência de A Mosca (1986), do David Cronenberg, nas cenas de body horror.
É uma série muito mais focada em estilo do que em conteúdo. Ainda assim, é melhor do que aquela série ridícula da Kim Kardashian lançada no ano passado. As atuações do Evan Peters e da Rebecca Hall foram boas.
É uma produção que provavelmente só vai agradar fãs hardcore de body horror. É uma série mediana e dispensável.
Odeio quase todas as séries do hbo, assisti só por curiosidade, o elenco feminino é ótimo, mas o roteiro é fraco, desde a boa série: Pretty Little Liars - Um Novo Pecado não via um grupo de mães tão escrotas, uma personagem pior que a outra, em vez de focar na trama policial, foca excessivamente no drama das personagens, em vários momentos me senti assistindo uma novela, também não da para esquecer de mencionar que desde a péssima série pacificador não assistia uma abertura tão ridícula. Série medíocre, superestimada e dispensável.
Assisti só por curiosidade. É muito inferior aos filmes, vale apenas para matar a saudade de ver o Noah Wyle interpretando o Flynn Carsen, o personagem mais icônico da sua carreira. Apesar de o Alexandre Moreno ser um excelente dublador, não combinou com o Flynn.
Gostei da personagem da Rebecca Romijn, e a Lindy Booth, como sempre, muito bonita. O roteiro é fraco e nada empolgante. Mudaram muito o estilo da franquia, provavelmente para se adequar ao formato de série. Em vez de ter a pegada Indiana Jones, virou Missão Impossível e não funcionou.
Assisti por curiosidade, história sobre uma mulher que faz uma viagem de trem com seu namorado na França, ele desaparece misteriosamente e ela começa a investigar em uma cidade cheia de segredos, crimes e policiais corruptos.
A trama começa interessante, com um mistério que chama a atenção, mas depois fica muito monótona e desinteressante.
A atriz Kaley Cuoco, além de não ter carisma, tem uma atuação fraquíssima como protagonista. Ela não consegue carregar a série sozinha nas costas, e a personagem dela é muito burra.
É uma minissérie de 4 episódios, mas só aguentei assistir 2. Havia potencial para algo melhor, porém o resultado final acabou sendo apenas mediano.
Assisti a um episódio durante a pandemia, acho que em 2021, e achei tão chato que desisti. Agora tentei dar uma segunda chance e aguentei apenas dois episódios.
A série até tem algumas ideias interessantes, mas são mal executadas. Os personagens são chatos, desinteressantes e sem carisma. A protagonista é insuportável e, em alguns momentos, me lembrou o livro Senhor das Moscas, que eu detesto.
Vale pela Marie Avgeropoulos, que está muito bonita, e pelo conceito da série. Uma série mediana, superestimada e dispensável.
O spin-off/prequel de NCIS que conta a origem de Gibbs quando entrou no NCIS. Austin Stowell esteticamente não lembra em nada o Gibbs original. Na série principal, interpretado por Mark Harmon, Gibbs é determinado, patriótico, carismático e inteligente. Já nessa nova versão, a personalidade é totalmente diferente — parece outro personagem.
Além disso, exageraram demais no drama da família morta de Gibbs, quase em nível de novela mexicana. A carga emocional é tão forçada que acaba prejudicando o desenvolvimento da história.
Como ponto positivo, destaca-se a beleza da atriz Mariel Molino, que tem heterocromia. No entanto, a personagem dela é insuportável, o que dificulta qualquer empatia do público.
No geral, nenhum dos spin-offs presta, mas este, ao lado de NCIS: Sydney, é o pior.
Assisti só por curiosidade, ideia boa, só que muito mal executada. Bizarro demais os vilões titãs, eles são o ponto alto da obra. Qualidade gráfica na média, nada que surpreenda. O grande problema é o protagonista, que é extremamente insuportável. O drama aqui é nível mexicano, de tão exagerado que é. Um anime mediano, superestimado e dispensável.
Assisti só por curiosidade. Ritmo parado e arrastado, roteiro sem sentido, sem pé e nem cabeça, uma protagonista monga com cara de triste, uma estrela de caridade pelos efeitos visuais, para quem esta com problemas de insônia é um bom sonífero. Anime ruim e dispensável.
Assisti só por curiosidade. Roteiro fraquíssimo, falha demais no romance. A personagem da filha é insuportável, imagina ser pai de uma criança assim. Não é à toa que o protagonista é infeliz. Uma estrela de caridade pelo carisma da Isla Fisher. Uma série ruim da Amazon.
Assisti só por curiosidade. Série original da Netflix de 2013, sem a famosa abertura icônica. Nem sabia que a Netflix existia nessa época.
O roteiro é fraco, confuso e mal explicado, com personagens rasos, superficiais e estranhos. Há alguns atores famosos com boas atuações, mas só isso não é o suficiente para prender a atenção.
Acho que aqui tem a pior cena de transformação de lobisomem que já vi em toda a minha vida. Ridícula e com cgi precário, até para o padrão da época.
Assisti só por curiosidade, é difícil de acreditar que durou tantas temporadas. O roteiro é muito ruim, os personagens carecem de carisma e são totalmente desinteressantes. Uma estrela de caridade só porque tem algumas atrizes bonitas no elenco. Ruim, chato, superestimado e dispensável.
Assisti pela primeira vez no dvd há muitos anos atrás, no final da adolescência ou no começo da vida adulta, não me lembro direito.
É uma minissérie de 2 episódios com 1 hora e 31 minutos cada, que, juntas, totalizam 3 horas e 1 minuto. Não li o livro do Stephen King, mas pesquisei tanto aqui no Filmow quanto no IMDb, e é considerada a versão mais fiel. Algo até coerente, porque o roteiro é bem escrito, tem uma narrativa bem estruturada, diálogos bem estilo Stephen King e personagens interessantes e bem desenvolvidos.
Infinitamente superior às outras adaptações, que incluem a minissérie deplorável do Tobe Hooper de 1979 e o filme medíocre A Hora do Vampiro (2024). Rob Lowe é muito carismático, um ator subestimado, e lidera bem a trama com uma ótima atuação e foi um protagonista memorável. Samantha Mathis, como sempre, muito bonita e simpática como a mocinha da trama. As outras atuações também são boas.
A produção é da TNT, o canal da tv a cabo. Os efeitos especiais são datados, mas, para a época, são decentes, levando em consideração o baixo orçamento. Tem alguns problemas de ritmo, mas, no geral, é decente. Só não gostei do final
Assisti ao original britânico em 2023 e só agora, em 2026, decidi conferir o remake. O original, embora mediano e cheio de falhas, ao menos conseguiu me arrancar algumas risadas sinceras. Já neste remake, não consegui dar risada nenhuma e nem um sorriso sequer.
O personagem do Steve Carell é extremamente caricato e irritante, enquanto os outros personagens são rasos e superficiais. O formato estilo documentário, com entrevistas, só acaba prejudicando ainda mais a trama. Acho mais fácil alguém desenvolver depressão assistindo a isso do que dar risada.
É difícil de acreditar que essa série é tão aclamada e considerada uma das melhores comédias de todos os tempos. Mas fiquei feliz em ler os outros comentários e descobrir que não fui só eu que detestei esse remake. Uma série de comédia ruim, chata e completamente dispensável.
Assisti só por curiosidade. A série é americana, mas foi gravada em Londres, Inglaterra, Reino Unido, e por isso achei que era um produto britânico. O roteiro é forçado e muito fraco, o suspense é monótono e em nenhum momento empolga. Sophie Turner é canastrona e sem carisma, não consegue sustentar uma série sozinha. Série mediana e dispensável.
Assisti só por curiosidade. Quem escreveu o roteiro dessa série provavelmente nunca entrou em uma loja na vida. Humor exagerado e irrealista, com algumas cenas engraçadas e outras chatas e sem graça. Besteirol puro, com uma trama rasa, mas o elenco é simpático. Série mediana e superestimada.
Confesso que eu assisti só por causa da Betty Gilpin, as cenas de ação e violência são boas, destaque para a cena da moto do primeiro episódio, já o roteiro é bastante fraco e confuso, no geral é só mais uma série medíocre e dispensável.
Assisti por curiosidade, e o que encontrei foram personagens rasos, superficiais e sem carisma, um roteiro sem sentido, sem pé nem cabeça. Os efeitos visuais são bons, mas exageram no gore, e há cenas bizarras e sem noção. Além disso, não há uma explicação plausível para nada. É uma animação ruim, superestimada e completamente dispensável.
Pelos comentários, esperava uma série muito pior. O protagonista é carismático, e os outros personagens são simpáticos.
O roteiro tinha muito potencial, mas infelizmente acabou sendo raso e superficial, com poucas piadas engraçadas. Não sei se foi só impressão minha, mas me pareceu que ficaram com medo de fazer piadas ácidas quando tinham chances.
Não sabia da existência da Blockbuster, que foi vendida em 2011 após a falência, então a história provavelmente se passa antes disso.
Vale pela nostalgia das locadoras, mas perderam a oportunidade de fazer várias referências a essa época. Gostei da crítica à Amazon. Uma série mediana da Netflix.
Assisti por curiosidade, mas, infelizmente, não existem mais animes interessantes e divertidos de acompanhar. Esse é só mais um anime genérico de caçadores, demônios e monstros. Os personagens são desinteressantes, rasos e sem carisma. Um anime medíocre, superestimado e dispensável.
Assisti só por causa da presença do Kevin James. Achei no mesmo nível da outra série dele, O Rei do Bairro. O roteiro tinha potencial, mas foi raso e superficial.
Vale pela carisma do Kevin James e pelo personagem do piloto, interpretado pelo ator Freddie Stroma, que é engraçado.
Me surpreende ter sido cancelada na primeira temporada; tem cara de série que a Netflix faria, no mínimo, 2 ou 3 temporadas. Uma série mediana da Netflix.
Highlander: A Série
3.8 11Aqui termina minha maratona da saga Highlander. A história é ruim, com ritmo monótono, poucas cenas de ação — e as que tem são extremamente mal coreografadas. Dá para perceber que quase não tiveram orçamento.
A mocinha é esteticamente razoável, mas insuportável como personagem. O único aspecto positivo foi a criação do Duncan, que, para mim, é o melhor personagem da franquia.
A trilha sonora do Queen é péssima, e é difícil acreditar que a série teve seis temporadas. A verdade é que só o primeiro filme presta; o restante é tão dispensável quanto essa série.
Naquela Noite
2.5 8 Assista AgoraPor enquanto, é a pior série de 2026. O roteiro é ridículo e extremamente mal desenvolvido. A atuação da protagonista, Paula Usero, é fraquíssima e ela não tem carisma. Clara Galle está mais perdida que cego em tiroteio.
Já Claudia Salas parece estar interpretando novamente a Rebeka de Elite — será que ela vai ficar presa a esse tipo de papel para sempre?
Uma série ruim e dispensável da Netflix.
Crash & Bernstein
3.1 1Assisti a alguns episódios dessa série na tv a cabo quando eu era adolescente; meu irmão caçula, que era criança na época, gostava bastante. Revi três episódios para relembrar.
Série do Disney XD, com roteiro raso e piadas que funcionam pouco. O Crash é muito caricato. O maior acerto aqui é o elenco, muito carismático. Tem a Mckenna Grace, bastante fofa no começo da carreira, antes da fama — agora entendo por que não lembrava dela, ela tem pouco destaque na trama. Quem rouba a cena é a atriz Landry Bender (Cleo), que é muito carismática.
Crash & Bernstein (2012) vai agradar mais à criançada. É bem fraquinha, tanto que só durou duas temporadas. Essa época marcou o fim dos anos dourados das grandes séries da Disney e da Nickelodeon.
Uma série medíocre e dispensável.
Highlander
3.0 4Highlander para crianças de 5 anos, história fraca e gráficos fraquíssimos até para o padrão da época, personagens rasos e sem carisma. Uma animação ruim e dispensável.
The Beauty: Lindos de Morrer (1ª Temporada)
3.2 40 Assista AgoraAssisti só por curiosidade. É um lançamento de 2026, mais uma série do Ryan Murphy que vejo — pelo jeito, ele só acertou mesmo em Scream Queens.
A cena de abertura da modelo surtada, dirigindo a moto em alta velocidade (homenagem a Missão: Impossível – Efeito Fallout de 2018), foi espetacular. Gostei também da luta do Evan Peters contra dois caras.
No restante, porém, a série não funciona bem. Senti uma forte influência de A Mosca (1986), do David Cronenberg, nas cenas de body horror.
É uma série muito mais focada em estilo do que em conteúdo. Ainda assim, é melhor do que aquela série ridícula da Kim Kardashian lançada no ano passado. As atuações do Evan Peters e da Rebecca Hall foram boas.
É uma produção que provavelmente só vai agradar fãs hardcore de body horror. É uma série mediana e dispensável.
Big Little Lies (1ª Temporada)
4.6 1,1K Assista AgoraOdeio quase todas as séries do hbo, assisti só por curiosidade, o elenco feminino é ótimo, mas o roteiro é fraco, desde a boa série: Pretty Little Liars - Um Novo Pecado não via um grupo de mães tão escrotas, uma personagem pior que a outra, em vez de focar na trama policial, foca excessivamente no drama das personagens, em vários momentos me senti assistindo uma novela, também não da para esquecer de mencionar que desde a péssima série pacificador não assistia uma abertura tão ridícula. Série medíocre, superestimada e dispensável.
Os Bibliotecários (1ª Temporada)
3.7 27Assisti só por curiosidade. É muito inferior aos filmes, vale apenas para matar a saudade de ver o Noah Wyle interpretando o Flynn Carsen, o personagem mais icônico da sua carreira. Apesar de o Alexandre Moreno ser um excelente dublador, não combinou com o Flynn.
Gostei da personagem da Rebecca Romijn, e a Lindy Booth, como sempre, muito bonita. O roteiro é fraco e nada empolgante. Mudaram muito o estilo da franquia, provavelmente para se adequar ao formato de série. Em vez de ter a pegada Indiana Jones, virou Missão Impossível e não funcionou.
Série mediana e dispensável.
Vanished
3.0 3 Assista AgoraAssisti por curiosidade, história sobre uma mulher que faz uma viagem de trem com seu namorado na França, ele desaparece misteriosamente e ela começa a investigar em uma cidade cheia de segredos, crimes e policiais corruptos.
A trama começa interessante, com um mistério que chama a atenção, mas depois fica muito monótona e desinteressante.
A atriz Kaley Cuoco, além de não ter carisma, tem uma atuação fraquíssima como protagonista. Ela não consegue carregar a série sozinha nas costas, e a personagem dela é muito burra.
É uma minissérie de 4 episódios, mas só aguentei assistir 2. Havia potencial para algo melhor, porém o resultado final acabou sendo apenas mediano.
É uma série dispensável do Reino Unido.
The 100 (1ª Temporada)
4.0 556 Assista AgoraAssisti a um episódio durante a pandemia, acho que em 2021, e achei tão chato que desisti. Agora tentei dar uma segunda chance e aguentei apenas dois episódios.
A série até tem algumas ideias interessantes, mas são mal executadas. Os personagens são chatos, desinteressantes e sem carisma. A protagonista é insuportável e, em alguns momentos, me lembrou o livro Senhor das Moscas, que eu detesto.
Vale pela Marie Avgeropoulos, que está muito bonita, e pelo conceito da série. Uma série mediana, superestimada e dispensável.
NCIS: Origem (1ª temporada)
3.6 3O spin-off/prequel de NCIS que conta a origem de Gibbs quando entrou no NCIS. Austin Stowell esteticamente não lembra em nada o Gibbs original. Na série principal, interpretado por Mark Harmon, Gibbs é determinado, patriótico, carismático e inteligente. Já nessa nova versão, a personalidade é totalmente diferente — parece outro personagem.
Além disso, exageraram demais no drama da família morta de Gibbs, quase em nível de novela mexicana. A carga emocional é tão forçada que acaba prejudicando o desenvolvimento da história.
Como ponto positivo, destaca-se a beleza da atriz Mariel Molino, que tem heterocromia. No entanto, a personagem dela é insuportável, o que dificulta qualquer empatia do público.
No geral, nenhum dos spin-offs presta, mas este, ao lado de NCIS: Sydney, é o pior.
Ataque dos Titãs (1ª Temporada)
4.5 430 Assista AgoraAssisti só por curiosidade, ideia boa, só que muito mal executada. Bizarro demais os vilões titãs, eles são o ponto alto da obra. Qualidade gráfica na média, nada que surpreenda. O grande problema é o protagonista, que é extremamente insuportável. O drama aqui é nível mexicano, de tão exagerado que é. Um anime mediano, superestimado e dispensável.
Serial Experiments Lain
4.4 158Assisti só por curiosidade. Ritmo parado e arrastado, roteiro sem sentido, sem pé e nem cabeça, uma protagonista monga com cara de triste, uma estrela de caridade pelos efeitos visuais, para quem esta com problemas de insônia é um bom sonífero. Anime ruim e dispensável.
Um Lobo Como Eu (1ª Temporada)
3.6 46 Assista AgoraAssisti só por curiosidade. Roteiro fraquíssimo, falha demais no romance. A personagem da filha é insuportável, imagina ser pai de uma criança assim. Não é à toa que o protagonista é infeliz. Uma estrela de caridade pelo carisma da Isla Fisher. Uma série ruim da Amazon.
Hemlock Grove (1ª Temporada)
3.7 294Assisti só por curiosidade. Série original da Netflix de 2013, sem a famosa abertura icônica. Nem sabia que a Netflix existia nessa época.
O roteiro é fraco, confuso e mal explicado, com personagens rasos, superficiais e estranhos. Há alguns atores famosos com boas atuações, mas só isso não é o suficiente para prender a atenção.
Acho que aqui tem a pior cena de transformação de lobisomem que já vi em toda a minha vida. Ridícula e com cgi precário, até para o padrão da época.
Uma série ruim e dispensável da Netflix.
Escola de Magia (1ª Temporada)
3.5 83Assisti só por curiosidade, é difícil de acreditar que durou tantas temporadas. O roteiro é muito ruim, os personagens carecem de carisma e são totalmente desinteressantes. Uma estrela de caridade só porque tem algumas atrizes bonitas no elenco. Ruim, chato, superestimado e dispensável.
A Mansão Marsten
3.0 78Assisti pela primeira vez no dvd há muitos anos atrás, no final da adolescência ou no começo da vida adulta, não me lembro direito.
É uma minissérie de 2 episódios com 1 hora e 31 minutos cada, que, juntas, totalizam 3 horas e 1 minuto. Não li o livro do Stephen King, mas pesquisei tanto aqui no Filmow quanto no IMDb, e é considerada a versão mais fiel. Algo até coerente, porque o roteiro é bem escrito, tem uma narrativa bem estruturada, diálogos bem estilo Stephen King e personagens interessantes e bem desenvolvidos.
Infinitamente superior às outras adaptações, que incluem a minissérie deplorável do Tobe Hooper de 1979 e o filme medíocre A Hora do Vampiro (2024). Rob Lowe é muito carismático, um ator subestimado, e lidera bem a trama com uma ótima atuação e foi um protagonista memorável. Samantha Mathis, como sempre, muito bonita e simpática como a mocinha da trama. As outras atuações também são boas.
A produção é da TNT, o canal da tv a cabo. Os efeitos especiais são datados, mas, para a época, são decentes, levando em consideração o baixo orçamento. Tem alguns problemas de ritmo, mas, no geral, é decente. Só não gostei do final
amargo, com as mortes do Ben e da Susan. Eles mereciam mais, depois de tudo que aconteceu.
Talvez algum dia eu leia o livro, até porque gosto dos livros do Stephen King. Uma boa, divertida e subestimada minissérie.
The Office (1ª Temporada)
4.1 586Assisti ao original britânico em 2023 e só agora, em 2026, decidi conferir o remake. O original, embora mediano e cheio de falhas, ao menos conseguiu me arrancar algumas risadas sinceras. Já neste remake, não consegui dar risada nenhuma e nem um sorriso sequer.
O personagem do Steve Carell é extremamente caricato e irritante, enquanto os outros personagens são rasos e superficiais. O formato estilo documentário, com entrevistas, só acaba prejudicando ainda mais a trama. Acho mais fácil alguém desenvolver depressão assistindo a isso do que dar risada.
É difícil de acreditar que essa série é tão aclamada e considerada uma das melhores comédias de todos os tempos. Mas fiquei feliz em ler os outros comentários e descobrir que não fui só eu que detestei esse remake. Uma série de comédia ruim, chata e completamente dispensável.
O Roubo
3.1 19 Assista AgoraAssisti só por curiosidade. A série é americana, mas foi gravada em Londres, Inglaterra, Reino Unido, e por isso achei que era um produto britânico. O roteiro é forçado e muito fraco, o suspense é monótono e em nenhum momento empolga. Sophie Turner é canastrona e sem carisma, não consegue sustentar uma série sozinha. Série mediana e dispensável.
Superstore: Uma Loja de Inconveniências (1ª Temporada)
3.9 117 Assista AgoraAssisti só por curiosidade. Quem escreveu o roteiro dessa série provavelmente nunca entrou em uma loja na vida. Humor exagerado e irrealista, com algumas cenas engraçadas e outras chatas e sem graça. Besteirol puro, com uma trama rasa, mas o elenco é simpático. Série mediana e superestimada.
Mrs. Davis
3.7 16Confesso que eu assisti só por causa da Betty Gilpin, as cenas de ação e violência são boas, destaque para a cena da moto do primeiro episódio, já o roteiro é bastante fraco e confuso, no geral é só mais uma série medíocre e dispensável.
Solo Leveling (1ª Temporada)
4.0 53 Assista AgoraAssisti por curiosidade, e o que encontrei foram personagens rasos, superficiais e sem carisma, um roteiro sem sentido, sem pé nem cabeça. Os efeitos visuais são bons, mas exageram no gore, e há cenas bizarras e sem noção. Além disso, não há uma explicação plausível para nada. É uma animação ruim, superestimada e completamente dispensável.
Blockbuster (1ª Temporada)
2.5 34 Assista AgoraPelos comentários, esperava uma série muito pior. O protagonista é carismático, e os outros personagens são simpáticos.
O roteiro tinha muito potencial, mas infelizmente acabou sendo raso e superficial, com poucas piadas engraçadas. Não sei se foi só impressão minha, mas me pareceu que ficaram com medo de fazer piadas ácidas quando tinham chances.
Não sabia da existência da Blockbuster, que foi vendida em 2011 após a falência, então a história provavelmente se passa antes disso.
Vale pela nostalgia das locadoras, mas perderam a oportunidade de fazer várias referências a essa época. Gostei da crítica à Amazon. Uma série mediana da Netflix.
Jujutsu Kaisen (1ª Temporada)
4.3 172 Assista AgoraAssisti por curiosidade, mas, infelizmente, não existem mais animes interessantes e divertidos de acompanhar. Esse é só mais um anime genérico de caçadores, demônios e monstros. Os personagens são desinteressantes, rasos e sem carisma. Um anime medíocre, superestimado e dispensável.
Pit Stop (1ª Temporada)
3.0 14 Assista AgoraAssisti só por causa da presença do Kevin James. Achei no mesmo nível da outra série dele, O Rei do Bairro. O roteiro tinha potencial, mas foi raso e superficial.
Vale pela carisma do Kevin James e pelo personagem do piloto, interpretado pelo ator Freddie Stroma, que é engraçado.
Me surpreende ter sido cancelada na primeira temporada; tem cara de série que a Netflix faria, no mínimo, 2 ou 3 temporadas. Uma série mediana da Netflix.