Matheus Ferreira Morais
33 years
São Paulo, SP. (🇧🇷 BRA)
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Baseado em 0 avaliações em comum


Últimas opiniões enviadas

Esse filme tem uma das protagonistas mais fascinantes do cinema moderno. Acompanhar o desenvolvimento (e revolução) de Bella Baxter - em seus termos - é uma jornada espetacular. Tudo em torno é igualmente fantástico: as interações, os cenários, o texto, o figurino, a trilha. Não existe nada que não complemente positivamente a experiência desse filme. Ele é uma orquestra cheia de nuances e perfeitamente executada. Ao meu ver a obra prima de Yorgos (que cada vez mais alimenta sua filmografia com experiências dignas de nota). A existência de Poor Things, por si só, é uma afirmação do porquê eu amo cinema.

Matheus Ferreira Morais
½
2 anos atrás

Eu amo essa franquia, boa parte pela memória afetiva e boa parte porque eu genuinamente considero Saw uma das premissas mais mirabolantes, interessantes e originais da história do cinema de horror. Existem muitos elementos ao longo dos filmes que são dignos de elogios, há personagens memoráveis, armadilhas e jogos muito criativos, boas reviravoltas e bons elementos técnicos, incluindo a inigualável trilha sonora. Mas, esses pontos não foram suficientes para sustentar o enredo de 9 filmes, alguns deles - principalmente os 2 últimos - realmente intragáveis.

Mas, é com um sopro de esperança que Saw X surge mostrando que, embora longe se ser perfeita, a franquia pode conseguir se reestabelecer, corrigir alguns erros do passado e entregar um enredo coerente, amarrado, com um bom desenvolvimento do protagonista e refinar alguns aspectos de direção. É um filme excelente? Não. É, ao menos, o melhor filme da franquia? Também não. Mas pensando em ritmo ele consegue se estabelecer junto aos 2 (talvez até 3) primeiros, entregando uma história envolvente e progressivamente interessante. A edição - antes extremamente frenética - mantém o elemento caótico mas de forma mais estilosa. É um filme, no geral, bem dirigido.

Com relação ao roteiro: O primeiro ato focando em John Krammer é ótimo, dramático e que estabelece um tom que não há em nenhum outro filme da franquia: ameno e focado no emocional, o que potencializa a nossa relação com o protagonista. O segundo ato é bom, focando no início do jogo principal, que tem uma motivação plausível e nos rende bons momentos, principalmente para aqueles que estavam aguardando a brutalidade característica das armadilhas. Já o terceiro ato é bem inferior aos demais. Tenta-se estabelecer um ponto de virada e a partir dele o roteiro descarrilha grandemente, rendendo momentos desinteressantes e pouco convincentes. Aquele momento épico em que o tema do filme toca e somos bombardeados de revelações ocorre aqui, como nos demais, mas é na falta de termo melhor: sem graça.

Falando especificamente sobre as armadilhas: não são boas, infelizmente. Não há nenhuma que chegue perto dos primeiros filmes. São brutais, explícitas e agonizantes, mas não equivalem as memoráveis traps de Jigsaw, que evidenciam o quão engenhoso, e ate mesmo criativo, ele consegue ser. É uma pena. As armadilhas são os elementos mais interessantes dos filmes e nesse sentido até o terrível Spiral conseguiu entregar algo razoável.

Embora com todas essas ressalvas, eu saí do cinema contente. Foi um bom retorno e que dá esperanças que a franquia irá se reerguer. É um filme divertido. E é sempre muito satisfatório ver meus vilões favoritos em ação e reconhecer diversas autorreferências que empolgam o adolescente em mim, adolescente esse que se apaixonou por essa franquia desde que ficou vidrado com a história de 2 homens presos em um banheiro.

Matheus Ferreira Morais
½
6 anos atrás

Se não fosse controverso, não seria Gaspar Noé. Clímax entrega uma experiência sensorial alucinante, claustrofóbica e incomodativa, ou seja, caraterísticas que estão presentes em toda sua cinematografia. Quem o acompanha sabe o buraco - profundo, diga-se de passagem - que estão se metendo.

O filme tem um êxito absurdo em explorar sua atmosfera usando planos sequência brilhantemente orquestrados e uma disponibilização de iluminação fascinante. É como se as luzes fossem palco para o delírio trágico. É uma viagem atroz ao inesperado.

O título é eficiente em elaborar sua expectativa. Todos personagens terão seu clímax em algum momento e eu estava instigado a descobrir cada um deles. Até onde iriam? O que mais pode acontecer? Dá pra piorar?

Clímax é extremamente atmosférico. Uma experiência viciosa que me deixou atônito, questionando o que aconteceria a seguir, o que os esperaria no próximo corredor e qual outra insanidade testemunharíamos sob luzes delirantes e música dance. É um filme hipnotizante e que não sairá da minha cabeça tão cedo.

  • Filmow 1 semana atrás

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    Bons filmes!
    Equipe Filmow

  • kaique 9 anos atrás

    hahaha' sim, o louco dos filmes.

  • kaique 9 anos atrás

    Tem Animais Noturnos nos favoritos = Tem o meu respeito.