Dayane
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Últimas opiniões enviadas

Dayane
5 anos atrás

Para mim poderia ter 20 temporadas e eu não enjoaria! A série consegue criar um vínculo gigantesco com seu público, sempre surpreendendo e com reviravoltas em algum cantinho da contemporânea Nova Iorque. Pautas sociais super importantes são discutidas em meio ao desenlace da vida particular de cada uma delas. Cada assunto conversa de modo muito construtivo em meio a amizade, amores, rompimentos, recomeços e vulnerabilidades.
Vou sentir muita falta das meninas e de seus acertos e tropeços. A primeira temporada já nos prepara para o que veríamos ao longo de cinco temporadas: Scarlet não é só uma revista feminina que fala sobre futilidades, ao término dessa temporada (que pra mim ainda deixou pontas soltas) certamente temos a certeza que The Bold Type é sobre coragem para buscar quem se é e que tudo fica melhor quando temos amigos para compartilhar as coisas da vida.

editado
Dayane
6 anos atrás

Nossa, dá um puta nó na garganta dar play e começar a rodar a primeira vinheta dessa temporada sabendo se tratar da última.

Dayane
12 anos atrás

"...Em outras palavras, não é ansiando por coisas prontas, completas e concluídas que o amor encontra o seu significado, mas no estímulo a participar da gênese dessas coisas..."

Zygmunt Bauman

  • Filmow 3 dias atrás

    O novo app do Filmow é oficial!

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    Bons filmes!
    Equipe Filmow

  • Diego Sotelo 1 mês atrás

    Hoje na sessão da Tarde, você vai ver uma cinéfila do barulho que fingia ser um boot fingindo ser uma pessoa, essa cinefila vai viver altas aventuras e assistir muitos filmes alegóricos e passar por diversas camadas espistemológicas, até ficar muito louca, pensando que realmente é um robô. Hoje, depois de Vídeo Show, você assistirá Roboception (O título original seria Bootception, mas tem uma galera que poderia levar na maldade)
    De fato, Encontros e Desencontros é mais um filme de juventude do que um filme de maturidade, mas eu, aos 20 era bem adolescente. Amo Her e ouvi falar desses boatos, também achei interessante. Ambos são filmes muito sensíveis.
    Eu sou mais do cinema do que da música, gosto de música e tenho 2280 músicas curtidas no Spotfy, mas não é que nem cinema pra mim, acho que eu tenho mais dificuldade de apreciar, geralmente eu ouço apenas músicas que me pegam emocionalmente ou que são muito contagiantes.
    Animais Noturnos foi o contrário, eu amei aos 30 e ainda gosto, mas já sou mais crítico em relação ao protagonista hoje em dia, entendo a dor dele, mas meu eu de 41 acha que ele é egocentrado e ressentido demais. Eu tenho ouvido algumas músicas da trilha recentemente como Table for Two, é bem dramática, mas me pega.
    Eu também tenho receio de me alongar demais nas mensagens, acho que essa é uma procrastinação do bem, hehe, então, se quiser , agora ou posteriormente, ser minha coleguinha de Insta
    /diegosoteloc/. (só colocar depois do endereço do Insta ou procura Diego Sotelo)

  • Diego Sotelo 1 mês atrás

    Você se expressa bem textualmente, isso fica claro nas 3 primeiras linhas do seu último recado. Eu acho que a atriz da Penelope ainda é um mulherão da porra, e acho que o Diego de 20 anos também acharia isso. Outro filme que não me pegou aos 20 mas me pegou fortemente mais velho: Encontros e Desencontros, o Diego de 20 anos dormiu nesse filme.
    Outra interpretação legal que eu vejo em A Origem é como qualquer ideia vai se tornando mais e mais perigosa conforme você se aprofunda nela, ou como uma ideia pode ser perturbadora quando você acredita, pra valer, nela. Você gosta de música mais do que cinema? Tô escutando a trilha de Inception aqui, é linda mesmo.
    Muita gente entende que quando Matrix fala daquela realidade simulada, está falando do nosso mundo, de forma alegórica, isso é meio óbvio né, mas muita gente não entende que isso se aplica também a Inception, se aplica a primeira temporada de Westworld, se aplica a Show de Truman, eu preciso rever The Fountain pra tentar ver algo ali. Interessante, eu não tinha pensado em metáfora pra luto, tenho que lembrar de pensar nisso quando rever. Se quiser pincelar algo sobre Westworld sou todo olhos.
    Vi Nosferatu no Bauru.
    Gosto bastante de O Espelho, tá na minha big list de favoritos(que não é esse do perfil, essa é a resumida), é o único Tarkovski que realmente funcionou pra mim, foi uma experiência bem diferente de qualquer outra experiência minha com filmes, gostei por ser um filme mais concentrado no poder imagético do cinema dele. Por outro lado, eu tenho birra de O Sacrifício, por ser um filme dele muito voltado pra monólogos, que pra mim, não é a praia do Tarkoviski. Vou procurar Nostalgia nos streamings, só não sei se tem, antigamente eu caçava torrent na internet, os streamings estão me domesticando, me enfraquecendo, preciso voltar a vida de pirataria.