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A série entrega o que se propõe, diante de apenas cinco episódios, ela tenta o seu melhor e não entrega uma série ruim, mas tá longe de ser uma obra prima brasileira. O caso do Césio-137 foi algo que o Brasil não pode esquecer, não só pelo perigo, mas pelo complexidade de tudo. Foi um acontecimento de radiação que envolveu política, saúde pública e sociedade, pontos esses que jamais conseguiriam traduzir em apenas cinco capítulos com maestria. Principalmente quando acabamos perdendo tempo com as questões da vida pessoal do físico que não me animou.
A cena onde
o físico segurando o aparelho e a filha do irmão do homem do ferro velho chegando pra falar com a mãe e o aparelho começa a BERRAR,
É um tema que causa curiosidade, pouca gente conhece e pode servir para um primeiro contato, mas programas como o Linha Direta e alguns Youtubers (Lorelay Fox), conseguiram aprofundar bem mais.
"Vale o Escrito" é uma daquelas séries que te prendem do início ao fim! Ela mostra o mundo do jogo do bicho com tanta riqueza de detalhes que parece até ficção, mas tudo aquilo realmente aconteceu! É impressionante ouvir os relatos dos próprios bicheiros e das pessoas envolvidas, falando de poder, traições, e até crimes pesados, como se fosse algo normal.
A produção é muito bem feita, mas confesso que em alguns momentos parece que eles dão uma romantizada nos chefões do bicho, o que pode incomodar. Ainda assim, é uma aula sobre um lado do Brasil que muita gente prefere ignorar. Vale assistir, mas com aquele olhar crítico ligado!
Tô ansioso pra segunda temporada!
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Oi! Tudo bem?
E aí rapaz, tudo certo! E vc?
aceitei :)
Al Pacino está absurdo aqui. Ele ultrapassa qualquer limite de atuação técnica e entrega algo muito mais cru, quase como se estivesse carregando a própria vida nas costas. Existe uma fragilidade, uma urgência e uma entrega total que tornam o personagem humano demais, não dá pra reduzir ele a herói ou vilão.
A história é simples, mas profundamente enraizada na natureza humana. Não é sobre o assalto em si, é sobre desespero, identidade, amor, contradição. Lumet dirige seus personagens com uma precisão impressionante, deixando tudo respirar sem pressa, sem precisar forçar intensidade. É um filme “anti-ação”, onde o que prende não é o que acontece, mas como acontece, nas pausas, nos olhares, nas contradições.
E tem algo ali que pulsa os anos 70 o tempo todo, seja na estética, na forma de filmar, nos conflitos sociais, na maneira como o filme olha para o mundo. Um Dia de Cão não quer ser grandioso, quer ser verdadeiro. E é justamente por isso que continua tão forte.