Toda vez que assisto Cinema Paradiso, ele me deixa num transe total, fazendo com que seja impossível eu me dispersar. E como sempre, eu me emociono com inúmeras cenas, pois é impossível não se emocionar com um filme tão belo, e com a trilha sonora intrusiva do Ennio Morricone, que na minha opinião é seu melhor trabalho como compositor.
Cinema Paradiso é um filme muito especial, e de uma beleza raríssima. Um momento único do cinema que jamais se repetirá, e com certeza é um filme obrigatório. É um dos meus favoritos, e ainda verei muitas vezes se eu tiver sorte de viver para isso. Não morra sem ver essa obra.
Péssimo filme! Um dos piores do diretor. Depois de uma sequência de filmes bons como Mulheres a beira de um ataque de nervos, A lei do desejo e Atame, esse filme representa um grande retrocesso na carreira dele, que felizmente durou pouco.
Mas eu comparo Kika aos primeiros filmes do diretor, onde ele ainda não tinha noção do que estava fazendo. Sabemos que o mundo de Almodóvar sobrevive de exageros, polêmicas, humor e cores vibrantes, mas Kika é o resultado de quando essas características saem do controle e perdem a mão, igual um efeito dominó onde um peça vai derrubando todo o resto, e logo o telespectador não se interessa por mais nada que está acontecendo.
Pobre Veronika Forqué! Quando finalmente conseguiu protagonizar um filme do Almodóvar, lhe sobrou justamente uma das bombas dele.
Ele ainda repetiria uma vez mais essa falha na carreira (quando digo falha, me refiro a algo extremamente grosseiro, pois ele tem outros filmes fracos) com Os amantes passageiros. Parece que de quando em quando, o cérebro dele surta, e o faz cometer essas cagadas. Kkkkkkkkkk
Se você faz questão de assistir todos os filmes do Almodóvar, vá em frente, mas se não, pode pular tranquilamente que não estará perdendo nada.
Esse é outro filme do Almodóvar que eu adoro. Para mim é um dos melhores, e mais uma vez ele aborda um assunto polêmico (síndrome de Estocolmo) sem pintar seus personagens de esteriótipos ou classificá-los de alguma coisa, pois a intenção, assim como em Fale com ela, é deixar o julgamento moral para o telespectador.
Muitos não gostam do final, mas finais pessimistas que retratam a realidade (e não se engane pelo tom alegre do desfecho) raramente agradam um grande público. O tom alegre durante o filme, é porque Almodóvar sempre flertou com o humor negro, e seu estilo em trabalhar com essa vertente do humor me agrada bastante.
Os atores estão maravilhosos, e ainda Victoria Abril não seja nenhuma Carmen Maura, ela combina extremamente bem com o papel. E como cereja do bolo, temos a linda trilha sonora composta por Ennio Morricone. Não é tão marcante como o que ele fez em Cinema Paradiso ou Era uma vez no oeste, mas cumpre seu papel de forma bela.
Existem diretores que no seu primeiro filme, ja se mostram grandes talentos, o que não é o caso do Almodóvar. Na verdade, se eu fosse daquela época, e tivesse que prever o futuro do diretor por esse filme, eu diria que ele não tinha talento para coisa. Apesar de seu primeiro filme possuir elementos que o acompanhariam durante sua carreira, Pepi, Luci, Bom é uma zona, de uma pessoa que não sabia o que estava fazendo, e tirou um roteiro da bunda e decidiu filmar.
Esse filme é ruim com força. Essa nota 3.5 é puro surto dos fãs do diretor. Eu adoro Almodóvar, e alguns de seus filmes são favoritos, mas não eu não preciso gostar de tudo.
Graças ao bom pai, me parece que Almodóvar é uma pessoa que aprendeu com seus erros e revisou sua carreira, insistiu, e encontrou o ponto certo. Vale pela curiosidade de ver o primeiro trabalho do Almodóvar, mas o filme é uma bosta, e só não é completamente esquecido por conta do grande nome que o diretor se tornou.
Fale com ela é mais um dos filmes do Almodóvar, com assuntos polêmicos, e a depender de quem está assistindo, pensará que mais uma vez o diretor está romantizando certos temas, quando na verdade não está.
Almodóvar é um diretor que nunca te dirá de forma escrachada, o que é certo ou errado, e nem colocará uma placa de vilão ou herói nos seus personagens. Ele simplesmente te joga determinados assuntos no colo, e pede que você tire a conclusão do que quiser de determinada situação.
Ele gosta de retratar as coisas como elas são, como na vida real as coisas realmente se desenrolam. E se você parar e refletir sobre Fale com ela, a conclusão que você tirará disso, é que na vida real os fatos são exatamente assim. As pessoas estão tão acostumadas com o sentimentalismo barato da internet, e com todo mundo pregando virtudes em redes sociais, que muitos podem pegar um filme como esse, e achar que o diretor realmente acha certo tudo que ele mostrou aqui. As pessoas estão cada vez mais esquecidas de como é a vida real.
Almodóvar já tinha feito a mesma coisa em filmes como Ata-me e A pele que habito, e vi pessoas tendo as mesmas reações nesse filme, ou seja, achando que o diretor está romantizando o assunto. Fale com ela, assim como outros filmes do diretor, não devem ser consumidos ao pé da letra, mas sim de maneira reflexiva e crítica, e é uma pena que o cinema como esse filme propõe esteja morrendo, dando lugar a conteúdos cada vez mais expositivos que não agregam nada, e que fazem o público apenas mastigar de forma inconsciente.
É um grande filme, com todas as características que fizeram a marca do diretor ser conhecida e apreciada, com atuações impecáveis. Com certeza é um dos meus favoritos, só perdendo para Mulheres a beira de um ataque de nervos e Tudo sobre minha mãe.
Valor sentimental é realmente um filme que vale assistir várias e várias vezes, pois ele cresce, seu tema é universal, e nunca perde o prazo de validade.
O tema por si só já é algo a se pensar, pois ele diz muita coisa. Quando começamos a pensar nesse filme, mais esse título ganha significado. E você não precisa ter passado pelo que a protagonista passou para se conectar, pois apesar de o filme trabalhar determinado tema em específico, ele te convida a refletir qual o valor que você está dando aos seus sentimentos e ao dos outros. Porque sim! Nós também temos responsabilidades pelos sentimos do próximo. Você não é responsável pela vida alheia, mas é responsável pelo que semeia na vida dos outros.
Falando sobre os aspectos cinematográficos: as atuações são lindas, e o filme tem um elenco de fazer inveja. Ninguém, absolutamente ninguém está comprometendo o filme, mas o elevam demais com suas sutilezas. E é lindo quando um ator passa tudo que ele quer passar, sem apelar para a exacerbação.
A fotografia não é o ponto forte, e nisso eu acho que o filme deixa a desejar, mas todos os outros aspectos, principalmente a direção sútil que acompanha os atores, são mais do que suficiente para eu dar nota máxima para esse filme, que vocês podem ter certeza; é um futuro clássico, e que com certeza ficará para posteridade. Assistam esse filme com carinho.
Tem filmes que se alojam de maneira muito forte no imaginário das pessoas, e isso deveria bastar.
Mesmo que esse filme seja bom (coisa que duvido muito) ele não precisava acontecer, pois nunca terá o impacto do primeiro, e jamais despertará as mesmas emoções. Mas se essa continuação tivesse saído logo após o primeiro, seria mais aceitável do que uma continuação depois de longos anos, o que denota uma enorme forçação de barra.
Antigamente ainda existia certo respeito da parte de Hollywood em preservar o nome de grandes filmes, mas ultimamente eles perderam totalmente a vergonha na cara, que não duvido nada se nos depararmos com continuações ou remakes de Casablanca ou Apocalipse Now nos próximos anos.
Mas cinema é uma indústria, não existe filme que não vise lucro, e provavelmente se eu trabalhasse nesse meio meu pensamento seria outro.
Continua excelente, e até subiu no meu conceito. Grande filme do Sam Mendes baseado na HQ de mesmo nome.
Tudo impecável, desde direção ate trilha sonora, e com um elenco excepcional, com Paul Newman abrilhantando a tela em uma de suas últimas atuações de destaque.
Com certeza verei mais vezes. Uma ótima sessão para vocês.
Eu gosto de avaliar os filmes que eu assisto, encaixando cada um deles dentro do seu respectivo gênero/subgênero, e dentro desse contexto eu considero The perfect Storm um filme 4 estrelas.
Tem um bom ritmo, atores bacanas, ainda que a maioria não segure bem a bola, como é o caso do Mark Whlaberg. O destaque do elenco é o George Clooney, que entrega uma performance com certas nuances de capitão Ahab de Moby Dick, e da sumidissima Mary Elizabeth Mastrantonio.
É um filme que daria 5 estrelas facilmente, mas ele cai nos clichês mais básicos desse tipo de produção, que se fossem evitados, entregando algo mais cru, o filme conseguiria ser mais que um entretenimento.
Claro que a ideia era fazer um filme para o grande público, e uma homenagem emocional aos personagens reais, de uma forma que soasse até mais cômoda para os familiares, e por isso relevo esses pontos.
O livro ao qual o filme se baseia vale muito a pena, e nesse sim, encontramos algo mais tenso de se encarar sobre a perspectiva da tragédia. Se não me engano, esse livro foi lançado no Brasil como “A tormenta”.
Como não assisti guardiões da galáxia (e nem pretendo assistir) não consegui fazer a comparação entre esses filmes com o trailer de Supergirl.
Me pareceu legal, mas a merda que foi Superman me deixou com um pé atrás. Provavelmente assistirei em casa, apesar de que, filmes de super herói já não funcionam muito bem para mim.
Tinha quase parado de ver esses filmes lá em 2015 quando lançou o Ultron, pulei tudo, e assisti apenas o último filme dos vingadores, e desde então desisti de vez. Achei que Superman poderia reascender meu entusiasmo, mas acabou naufragando mais ainda.
Pânico 7 para mim falhou exatamente naquilo que fez a franquia ser um sucesso, que é exatamente a metalinguagem.
Existe uma tentativa de fazer isso usando o tema da IA, mas isso é bem mal explorado, parecendo apenas que o roteiro quer ser descolado para conversar com as novas gerações.
O que faz a roda girar nessa sétima parte, é o que uma das próprias personagens diz, a nostalgia. Confesso que é legal as referências, desde rostos conhecidos, até a icônica música Red Right Hand, que virou um hino da franquia. Mas se apoiar apenas nisso cansa, e o uso excessivo acaba soando artificial e expositivo, principalmente quando é usado nos diálogos. E a revelação final……….. era melhor terem enfiado mais nostalgia no público, e ter entregado como o grande assassino, a pessoa que eles insinuaram o tempo todo
Mas confesso que me divertiu mais que os dois filmes anteriores, onde tínhamos as chatíssimas irmãs Carpenter, o Gore rolou solto, e até que foram bem criativos nas mortes. E como o filme deixa bem claro, não existe pânico sem Sidney, e ela faz muita diferença, sim! Só lamento a Gale ter ficado meio de escanteio, mas tá valendo.
Esse filme começa interessante, fazendo algumas cenas observações bem oportunas, mas conforme o tempo passa, o roteiro parece querer trabalhar contra o que ele mesmo já tinha proposto, desvirtuando os personagens, pois ambos são péssimos exemplares de seres humanos.
Um deles teve seu caráter desvirtuado pelo ambiente familiar, e a outra já era um péssima, e precisava apenas de um estalo (ambiente e condições propicias) para colocar para fora seu lado sombrio.
Ainda assim, o roteiro se perde na última parte, inserindo cenas para justificar seu final, e dando a impressão (para muitos desavisados) que determinado personagem merece ser gratificado, quando na verdade nenhum dos dois é um exemplo a ser seguido.
O último diálogo do tal personagem, chega até ser pedante por tudo que o filme já tinha mostrado. A intenção parecia querer dar ares altruístas, mas me pareceu bem equivocado.
É um filme divertido (desconsidere os efeitos que são piores que Arraste-me para o inferno, aliás um filme infinitamente melhor) mas torno a dizer, equivocado, até mesmo por conta de o roteiro a todo momento fazer você alternar a empatia que você sente pelos dois, mas no final prefere fazer isso.
Um filme divertido, bem aos moldes do predador. É desligar o cérebro e curtir.
Tem uns comentários engraçados aqui, falando coisas do tipo “aiiiii dá ênfase no exército americano” “superioridade América”
Gente……. é um filme americano, feito por americanos, vocês querem que eles deem ênfase para quem? O exército brasileiro? Que comentários sem sentido. 💩
Não querem ver “superioridade americana” nas telas, assistam filmes Brasileiros então.
Já assisti 4 vezes esse filme, e continuo amando. É um dos meus favoritos do Éric Rohmer.
Eu amo esse diretor, pois ele sempre trabalha sobre a perspectiva de personagens extremamente sinceros consigo e com os outros.
E a nossa admiração por esses personagens, é por querermos ser exatamente como eles, e poder falar tido que sentimos, e a vida continuar correndo tranquilamente. Muitas das vezes não podemos ser assim, mas o Éric Rohmer praticamente está te dizendo: “viu como tudo seria mais fácil se as pessoas fossem mais sinceras e verdadeiras”.
Eu já disse muita coisa sobre esse filme, e não vou ficar me repetindo, mas torno a fizer: nenhum diretor soube trabalhar temas mundanos de forma atraente como Éric Rohmer. E o fato de os filmes dele estarem longe de uma época onde os contatos virtuais eram praticamente impossíveis, só ajuda a humanizar ainda mais essas relações que o diretor trabalhava de maneira tão eficiente. É lindo ver como ele trata a alma do ser humano na tela.
Entendi a proposta do filme, e mesmo assim ele é chato e tedioso.
Tem um comentário abaixo do meu, dizendo que as pessoas que falam que o filme é tedioso, não entenderam a proposta do filme, e logo em seguida ele diz que a proposta é exatamente essa! Então pelo visto as pessoas entenderam. Comentários desse tipo, são da mesma série do “são tantas camadas” que a gente encontra aos montes nesse site. 🤡🤡🤡🤡🤡🤡
E independente da proposta que o filme queira dialogar, isso não faz dele um filme bom, é apenas ruim mesmo.
Talvez isso aqui funcionasse como um curta, pois você não precisa ser extenso para passar o que quer que seja para o público, quando você não tem roteiro suficiente para preencher 1h e 30min, e não tem ao menos atores decentes com o mínimo de química para compensar o restante.
Jamais desestimularia alguém de assistir o filme e tirar suas conclusões; por isso, é por sua conta e risco embarcar nessa.
Os amantes de Pont-Neuf, parece uma paródia trágica das comédias românticas de Hollywood. Digo isso, porque apesar de haver muita seriedade em meio a relação dos personagens, existe um certo humor dessas comédias românticas ali no meio. As cenas finais são uma prova disso, e a belíssima cena da dança na ponte (já virou uma das minhas cenas favoritas) também. Eu não sei se vocês conseguiram rir assistindo esse filme, mas eu sim. Rsrs
É o primeiro filme do diretor que eu assisto, e pelo que andei lendo a seu respeito, ele é conhecido por narrar romances nada convencionais nos seus filmes. E se for isso mesmo, esse filme comprova isso.
Inclusive, o par de enamorados do filme, tem uma relação tão estranha, de vários sentimentos e dependências, que o filme acaba, e continuou indeciso sobre o que um sente pelo outro. Definitivamente, é mais um daqueles filmes que jamais existiriam hoje, pois ele seria extremamente problematizado. Esse filme faz parte de uma época, em que diretores e atores possuíam uma coragem que não existe mais.
Lógico que essa coragem, pode levar o filme a certas cenas desnecessárias, e esse filme tem algumas, que não vejo razão nenhuma de existir. É até estranho dizer isso, pois ao mesmo tempo que o longa possui umas das cenas mais fantásticas que já vi, também possui que fazem o menor sentido.
O saldo final para mim, é um filme muito bom, mas que por enquanto ainda tenho minhas reservas quanto a ele. No futuro pretendo revê-lo, e tirar conclusões mais definidas.
A professora de piano é um longa bem perturbador de se assistir, mas já esperava por isso vindo do cinema francês, que sempre trata diversos temas de maneira bem crua.
Érika não só é uma pessoa com problemas de sexualidade, mas também alguém totalmente destruída pelo domínio da mãe, dessa forma, certos traços que vemos sobre sua personalidade, se dá por conta da relação das duas.
Gosto quando o roteiro do filme me faz sentir o mesmo que os personagens estão sentido, e chega um momento que a Érika está tão perdida sem saber o que realmente quer, que até eu me perco no meio de tudo, tentando entender como ela funciona. Os 40 minutos finais desse filme são perturbadores, e tem uma cena envolvendo mãe e filha, que é grotesca de se ver, mas muito bem atuada pelas duas atrizes em cena.
Recomendo, mas fica sabendo que gostar do filme é 8 e 80. Mas arrisque e tira suas conclusões.
Amargo pesadelo, é um daqueles filmes que são usados como referência aos montes pelo cinema de Hollywood e mundo a fora. Se você mesmo parar para pensar, vai se lembrar de vários filmes nesse molde. Até filmes de aventura como Rio selvagem, com a Meryl Streep, fazem referências claras a esse filme.
De primeiro momento, é um filme que pode parecer muito lento, e sua falta de trilha sonora e cenas mirabolantes de ação, podem deixar algumas pessoas mais ansiosas ainda. Mas se formos ver pela realidade da coisa, é exatamente assim que eu imagino essas situações acontecendo na vida real. Tudo de uma maneira bem crua, suja e nada catártico.
Acredito que não seja questão da época essa questão narrativa que o diretor optou. Me parece mais que ele não quis apelar para emoções baratas, e decidiu tratar tudo da forma mais real possível. É uma decisão que foge dos moldes de Hollywood, e ironicamente deu certo, pois o filme ainda hoje é prestigiado.
Se você entrar nesse filme esperando altas doses de adrenalina e a dopamina lá em cima, esqueça! pois a chance de você se decepcionar é grande. Mas se você assistir como ele merece ser assistido, talvez algumas cenas fiquem na sua cabeça após o término. Mas só pelo elenco, Amargo pesadelo já merece sua atenção. John Voight está ótimo, e Burt Reynolds incrivelmente sexy como sempre.
Não é dos meus filmes favoritos, e não chega nem perto de algo parecido, mas consigo entender os motivos que fazem esse longa ser tão reverenciado pelo cinema.
Esse filme já foi um dos meus favoritos, mas com o tempo fui perdendo o gosto por ele. E não, isso não tem nada a ver com a leitura da obra-prima de Bram Stoker, e nem com as mudanças que esse filme faz, que no meu entender, a linha narrativa dele está mais para um Nosferatu, esse que por sua vez, é uma adaptação não oficial de Drácula.
Visualmente o longa é lindo, e duvido muito que alguém tenha alguma reclamação a fazer nesse sentido. Já as atuações, ficam devendo bastante, e a escalação do Gary Oldman, Winona Ryder e Keanu Reeves são um equívoco enorme. O caso do Gary Oldman, é apenas o fato de não ser um papel apropriado, porque ele é um ótimo ator. Agora os dois últimos, carecem totalmente de talento. Mas é aquilo; nós adoramos eles por conta do carisma e suas canastrices. Kkkkkkkkk Claro que temos excelentes atuações, e o Van Helsing do Antony Hopkins é impagável, e a Sadie Frost está belíssima e confortável no seu papel. Aquela cena que ela está vestida de vermelho perambulando pelos jardins numa noite chuvosa, é espetacular! Na minha opinião é um dos pontos mais altos do filme.
Quando falamos de roteiro: acho ele muito fragmentado, e essa mistura de Drácula e Nosferatu acabam causando certas incoerências, como o motivo da fuga do Drácula. E sinceramente não me agrada o tom narrativo, pois me parece que estou assistindo a uma peça de teatro, e não um filme.
Agora quando falamos de livro X filme: a única coisa que é usada aqui, é a história corrida do livro, porque o grosso e o cerne principal da questão, é Nosferatu! Desde a aparência do conde Drácula, a história de amor (inexistente no livro) e principalmente o final.
Uma certa crítica famosinha brasileira, disse na sua crítica da mais recente adaptação de Nosferatu, que Francis Ford Coppola apenas explicitou nesse filme, o que Bram Stoker não podia fazer na sua época por conta da censura. Por esse comentário, tenho sérias dúvidas se ela realmente leu esse livro. Mas se leu, ela deveria focar na sua área, que é ser crítica de cinema, e deixar a literatura para outras pessoas.
O livro tem sim, uma certa sexualidade no ar, e isso é inegável, mas não como visto nesse filme. A história do livro nada mais é que a luta Bem contra o mal, e o Dracula é a própria personificação da destruição, heresia e putrefação, sem brechas para que tenhamos outra impressão dele. Nesse ponto de personalidade e propósito, Nosferatu é mais fiel ao que vemos no livro do que esse filme. Sem falar que nas páginas escritas por Bram Stoker, não temos personagens envoltos em histórias de amor, traição e injustiça, mas sim personagens com aspectos de moralidade e senso de justiça definidos. Dito isso, a sexualidade mencionada no livro, tem muito mais a ver com uma menção a algo impuro e destruidor, do que de desejo e sensualidade.
Estou querendo dizer com isso, que o diretor não poderia ter mudado os aspectos do livro? Claro que não! Ele não só pode, como deve fazer, e avaliando esse filme como um reconto, ele é uma aula para certos diretores como Emerald Fennell, que recentemente fez aquela coisa desastrosa com O morro dos ventos uivantes ao qual ela chama de filme, mas isso é outra história. Meu descontentamento com esse filme, é simplesmente pelos aspectos cinematográficos ao qual mencionei alguns acima, e ponto.
É um filme adorado por muitos, e tenho certeza que continuará agradando ao longo dos anos. Como disse, por um tempo também fui uma dessas pessoas, mas infelizmente ele já não funciona mais como antigamente para mim.
Um dos meus 10 filmes favoritos da vida. É incrível a forma que esse filme cresce a cada vez que o assisto, e ele continua me revelando coisas.
Se na literatura dizemos que “um clássico é aquele livro que nunca termina o que tem para dizer” podemos aplicar isso também ao cinema, e esse filme é um exemplo disso.
Todos os atores estão tão fantásticos nesse filme, tão belos nos seus papéis, que chega a emocionar ver atores exercendo ao “máximo” aquilo que sabem fazer. Claro que o destaque é do Jack Nicholson e da Louise Fletcher, mas nenhum dos atores erra a mão. É um dos melhores elencos já visto na história do cinema.
E acima falei de literatura, esse é um daqueles casos raríssimos, em que o filme supera a obra original. Não que o livro seja ruim, mas o Milos Forman sobre transpor as páginas para tela de maneira magistral.
É um filme que ainda verei muitas vezes, e tenho certeza que ele ainda continuará me surpreendendo. E se você ainda não viu, faça esse favor a você mesmo.
Uma ótima sessão para vocês.
PS: triste ver o que o cinema se tornou, e constar que hoje em dia, nenhum mísero filme chega aos pés de Um estranho no ninho.
8MM é Zumbi daqueles casos que começa super bem, e quando chega nos 40 minutos finais começa a desandar.
Mas tem seu mérito por botar o dedo na ferida sobre o mundo da pornografia, e como a dependência desse tipo de conteúdo rapidamente sai do controle, pois a pornografia induz o dependente a procurar cada vez mais, coisas extremas, e logicamente alguém lucra com isso. Uma pena a maioria das pessoas, ainda não terem se conscientizado do problema enorme que é a pornografia, tanto para quem faz, como para quem consome.
E sim, podemos ligar esse filme a casos recentes como do Epstein e P Diddy, pois tudo isso faz parte desse mundo obscuro. Tudo sempre esteve lá, mas ninguém quis ver.
O livro do Borges 2666, também discute assuntos bem parecidos com o desse filme, ainda que o foco não seja exatamente esse. É um livro muito interessante de ser lido, mas que nem todos irão gostar, pois em determinados pontos ele é monótono, e em outros bem indigesto; mas vale a pena.
Mas como eu disse lá em cima, o filme desanda nos momentos finais, quando entra no modo justiceiro e muita coisa que poderia ser aprofundada ficou na superfície. É um daqueles tipos de finais em que tudo acaba bem, mas que finge penalizar seu protagonista. Acho isso no mínimo covarde.
E temos aqui o nosso querido Nicolas Cage como protagonista. Um homem que já foi muito bonito e sexy, mas nunca foi bom ator. Nessa época, as produções e bons diretores conseguiam mascarar seus defeitos, mas essas produções porcas que eles estrelou aos montes a partir do final dos anos 2000, acabaram deixando isso bem evidente. Mas ele é uma daquelas figuras que eu consigo me simpatizar totalmente, por isso onde tem Nicolas, lá estou eu. Kkkkkkkkkkkkkk
É ótimo passatempo se você desconsiderar certos aspectos. No meu ponto de vista, vale a pena. Uma ótima sessão para vocês.
PS: como é bom assistir um filme, em que o assassino não é justificado por traumas de infância 🤡🤡🤡. Ele é apenas o que é, e ponto!
Um filme legal, nada de mais. Estavam falando tanto desse filme, que ache que era algo extraordinário, mas é apenas mais um filme qualquer com filosofia barata, e que vai levar algumas pessoas ao orgasmo múltiplo com a aparição de uma certa pessoa, que na minha visão é extremamente forçado. Mas enfim…….. A impressão que tenho desses filmes, é de estar assistindo a mais uma temporada ruim de TWD.
Melhor que a porcaria anterior, isso é, mas convenhamos que isso não era uma missão muito difícil.
Achei um filme interessantíssimo, e de muito bom humor! Sério, fazia tempo que não dava boas gargalhadas assistindo um filme. Claro que não é o tipo de humor que fará qualquer um gargalhar, pois estamos falando de humor negro, e sei que muitos não apreciam. Para mim cai como luva.
Vejo muitas pessoas falando de “aparências” sobre a questão do filme, mas isso é uma pauta muito, mas muito secundária nesse longa. O principal cerne da questão nesse filme é o “capitalismo voraz”, e a fácil substituição do ser humano pela tecnologia, que é um assunto que vem se discutindo muito nos últimos anos, principalmente agora com o advento da inteligência artificial, e são esses dois pontos que desencadeiam todas as outras questões desse filme.
Na verdade, eu nem diria que o filme fala muito sobre a “manutenção das aparências” e sim um medo do retrocesso, que inevitavelmente muitos de nós que tivemos sucesso na vida, logicamente não queremos retroceder. Porque veja bem; em nenhum momento o filme mostra uma genuína preocupação dos personagens com o que as outras pessoas possam pensar deles. Eles estão mais preocupados com seu Status pessoais, que é algo que diferencia bastante esse filme, de outros que trabalham esse tipo de temática.
Eu gosto muito do trabalho do Park Chan-Wook! Na minha opinião, ele é um dos melhores cineastas do cinema atual. E assistir filmes coreanos depois de visitar a Coreia se tornam mais divertidos ainda, pois toda estrutura cenográfica (e que nesse filme tem um papel importante) começam a fazer mais sentido. Recomendo muito esse filme, e para mim é um dos melhores de 2025.
Cinema Paradiso
4.5 1,5K Assista AgoraToda vez que assisto Cinema Paradiso, ele me deixa num transe total, fazendo com que seja impossível eu me dispersar. E como sempre, eu me emociono com inúmeras cenas, pois é impossível não se emocionar com um filme tão belo, e com a trilha sonora intrusiva do Ennio Morricone, que na minha opinião é seu melhor trabalho como compositor.
Cinema Paradiso é um filme muito especial, e de uma beleza raríssima. Um momento único do cinema que jamais se repetirá, e com certeza é um filme obrigatório. É um dos meus favoritos, e ainda verei muitas vezes se eu tiver sorte de viver para isso.
Não morra sem ver essa obra.
Uma ótima sessão para vocês.
Kika
3.5 359 Assista AgoraPéssimo filme! Um dos piores do diretor.
Depois de uma sequência de filmes bons como Mulheres a beira de um ataque de nervos, A lei do desejo e Atame, esse filme representa um grande retrocesso na carreira dele, que felizmente durou pouco.
Mas eu comparo Kika aos primeiros filmes do diretor, onde ele ainda não tinha noção do que estava fazendo. Sabemos que o mundo de Almodóvar sobrevive de exageros, polêmicas, humor e cores vibrantes, mas Kika é o resultado de quando essas características saem do controle e perdem a mão, igual um efeito dominó onde um peça vai derrubando todo o resto, e logo o telespectador não se interessa por mais nada que está acontecendo.
Pobre Veronika Forqué! Quando finalmente conseguiu protagonizar um filme do Almodóvar, lhe sobrou justamente uma das bombas dele.
Ele ainda repetiria uma vez mais essa falha na carreira (quando digo falha, me refiro a algo extremamente grosseiro, pois ele tem outros filmes fracos) com Os amantes passageiros. Parece que de quando em quando, o cérebro dele surta, e o faz cometer essas cagadas. Kkkkkkkkkk
Se você faz questão de assistir todos os filmes do Almodóvar, vá em frente, mas se não, pode pular tranquilamente que não estará perdendo nada.
Uma ótima sessão para vocês.
Ata-me!
3.7 561Esse é outro filme do Almodóvar que eu adoro. Para mim é um dos melhores, e mais uma vez ele aborda um assunto polêmico (síndrome de Estocolmo) sem pintar seus personagens de esteriótipos ou classificá-los de alguma coisa, pois a intenção, assim como em Fale com ela, é deixar o julgamento moral para o telespectador.
Muitos não gostam do final, mas finais pessimistas que retratam a realidade (e não se engane pelo tom alegre do desfecho) raramente agradam um grande público. O tom alegre durante o filme, é porque Almodóvar sempre flertou com o humor negro, e seu estilo em trabalhar com essa vertente do humor me agrada bastante.
Os atores estão maravilhosos, e ainda Victoria Abril não seja nenhuma Carmen Maura, ela combina extremamente bem com o papel. E como cereja do bolo, temos a linda trilha sonora composta por Ennio Morricone. Não é tão marcante como o que ele fez em Cinema Paradiso ou Era uma vez no oeste, mas cumpre seu papel de forma bela.
Uma ótima sessão para vocês.
Pepi, Luci, Bom
3.5 126 Assista AgoraExistem diretores que no seu primeiro filme, ja se mostram grandes talentos, o que não é o caso do Almodóvar. Na verdade, se eu fosse daquela época, e tivesse que prever o futuro do diretor por esse filme, eu diria que ele não tinha talento para coisa. Apesar de seu primeiro filme possuir elementos que o acompanhariam durante sua carreira, Pepi, Luci, Bom é uma zona, de uma pessoa que não sabia o que estava fazendo, e tirou um roteiro da bunda e decidiu filmar.
Esse filme é ruim com força. Essa nota 3.5 é puro surto dos fãs do diretor. Eu adoro Almodóvar, e alguns de seus filmes são favoritos, mas não eu não preciso gostar de tudo.
Graças ao bom pai, me parece que Almodóvar é uma pessoa que aprendeu com seus erros e revisou sua carreira, insistiu, e encontrou o ponto certo. Vale pela curiosidade de ver o primeiro trabalho do Almodóvar, mas o filme é uma bosta, e só não é completamente esquecido por conta do grande nome que o diretor se tornou.
Uma ótima sessão para vocês.
Fale com Ela
4.2 1,0K Assista AgoraFale com ela é mais um dos filmes do Almodóvar, com assuntos polêmicos, e a depender de quem está assistindo, pensará que mais uma vez o diretor está romantizando certos temas, quando na verdade não está.
Almodóvar é um diretor que nunca te dirá de forma escrachada, o que é certo ou errado, e nem colocará uma placa de vilão ou herói nos seus personagens. Ele simplesmente te joga determinados assuntos no colo, e pede que você tire a conclusão do que quiser de determinada situação.
Ele gosta de retratar as coisas como elas são, como na vida real as coisas realmente se desenrolam. E se você parar e refletir sobre Fale com ela, a conclusão que você tirará disso, é que na vida real os fatos são exatamente assim. As pessoas estão tão acostumadas com o sentimentalismo barato da internet, e com todo mundo pregando virtudes em redes sociais, que muitos podem pegar um filme como esse, e achar que o diretor realmente acha certo tudo que ele mostrou aqui. As pessoas estão cada vez mais esquecidas de como é a vida real.
Almodóvar já tinha feito a mesma coisa em filmes como Ata-me e A pele que habito, e vi pessoas tendo as mesmas reações nesse filme, ou seja, achando que o diretor está romantizando o assunto. Fale com ela, assim como outros filmes do diretor, não devem ser consumidos ao pé da letra, mas sim de maneira reflexiva e crítica, e é uma pena que o cinema como esse filme propõe esteja morrendo, dando lugar a conteúdos cada vez mais expositivos que não agregam nada, e que fazem o público apenas mastigar de forma inconsciente.
É um grande filme, com todas as características que fizeram a marca do diretor ser conhecida e apreciada, com atuações impecáveis. Com certeza é um dos meus favoritos, só perdendo para Mulheres a beira de um ataque de nervos e Tudo sobre minha mãe.
Uma ótima sessão para vocês.
Valor Sentimental
3.9 366 Assista AgoraValor sentimental é realmente um filme que vale assistir várias e várias vezes, pois ele cresce, seu tema é universal, e nunca perde o prazo de validade.
O tema por si só já é algo a se pensar, pois ele diz muita coisa. Quando começamos a pensar nesse filme, mais esse título ganha significado. E você não precisa ter passado pelo que a protagonista passou para se conectar, pois apesar de o filme trabalhar determinado tema em específico, ele te convida a refletir qual o valor que você está dando aos seus sentimentos e ao dos outros. Porque sim! Nós também temos responsabilidades pelos sentimos do próximo. Você não é responsável pela vida alheia, mas é responsável pelo que semeia na vida dos outros.
Falando sobre os aspectos cinematográficos: as atuações são lindas, e o filme tem um elenco de fazer inveja. Ninguém, absolutamente ninguém está comprometendo o filme, mas o elevam demais com suas sutilezas. E é lindo quando um ator passa tudo que ele quer passar, sem apelar para a exacerbação.
A fotografia não é o ponto forte, e nisso eu acho que o filme deixa a desejar, mas todos os outros aspectos, principalmente a direção sútil que acompanha os atores, são mais do que suficiente para eu dar nota máxima para esse filme, que vocês podem ter certeza; é um futuro clássico, e que com certeza ficará para posteridade. Assistam esse filme com carinho.
Uma ótima sessão para vocês.
O Diabo Veste Prada 2
8Tem filmes que se alojam de maneira muito forte no imaginário das pessoas, e isso deveria bastar.
Mesmo que esse filme seja bom (coisa que duvido muito) ele não precisava acontecer, pois nunca terá o impacto do primeiro, e jamais despertará as mesmas emoções. Mas se essa continuação tivesse saído logo após o primeiro, seria mais aceitável do que uma continuação depois de longos anos, o que denota uma enorme forçação de barra.
Antigamente ainda existia certo respeito da parte de Hollywood em preservar o nome de grandes filmes, mas ultimamente eles perderam totalmente a vergonha na cara, que não duvido nada se nos depararmos com continuações ou remakes de Casablanca ou Apocalipse Now nos próximos anos.
Mas cinema é uma indústria, não existe filme que não vise lucro, e provavelmente se eu trabalhasse nesse meio meu pensamento seria outro.
Condeno mas compreendo. Kkkkkkkkkk
Estrada para Perdição
3.9 416Continua excelente, e até subiu no meu conceito. Grande filme do Sam Mendes baseado na HQ de mesmo nome.
Tudo impecável, desde direção ate trilha sonora, e com um elenco excepcional, com Paul Newman abrilhantando a tela em uma de suas últimas atuações de destaque.
Com certeza verei mais vezes.
Uma ótima sessão para vocês.
Mar em Fúria
3.1 247 Assista AgoraEu gosto de avaliar os filmes que eu assisto, encaixando cada um deles dentro do seu respectivo gênero/subgênero, e dentro desse contexto eu considero The perfect Storm um filme 4 estrelas.
Tem um bom ritmo, atores bacanas, ainda que a maioria não segure bem a bola, como é o caso do Mark Whlaberg. O destaque do elenco é o George Clooney, que entrega uma performance com certas nuances de capitão Ahab de Moby Dick, e da sumidissima Mary Elizabeth Mastrantonio.
É um filme que daria 5 estrelas facilmente, mas ele cai nos clichês mais básicos desse tipo de produção, que se fossem evitados, entregando algo mais cru, o filme conseguiria ser mais que um entretenimento.
Claro que a ideia era fazer um filme para o grande público, e uma homenagem emocional aos personagens reais, de uma forma que soasse até mais cômoda para os familiares, e por isso relevo esses pontos.
O livro ao qual o filme se baseia vale muito a pena, e nesse sim, encontramos algo mais tenso de se encarar sobre a perspectiva da tragédia. Se não me engano, esse livro foi lançado no Brasil como “A tormenta”.
Uma ótima sessão para vocês.
Supergirl
8Como não assisti guardiões da galáxia (e nem pretendo assistir) não consegui fazer a comparação entre esses filmes com o trailer de Supergirl.
Me pareceu legal, mas a merda que foi Superman me deixou com um pé atrás. Provavelmente assistirei em casa, apesar de que, filmes de super herói já não funcionam muito bem para mim.
Tinha quase parado de ver esses filmes lá em 2015 quando lançou o Ultron, pulei tudo, e assisti apenas o último filme dos vingadores, e desde então desisti de vez. Achei que Superman poderia reascender meu entusiasmo, mas acabou naufragando mais ainda.
Pânico 7
2.7 352 Assista AgoraPânico 7 para mim falhou exatamente naquilo que fez a franquia ser um sucesso, que é exatamente a metalinguagem.
Existe uma tentativa de fazer isso usando o tema da IA, mas isso é bem mal explorado, parecendo apenas que o roteiro quer ser descolado para conversar com as novas gerações.
O que faz a roda girar nessa sétima parte, é o que uma das próprias personagens diz, a nostalgia. Confesso que é legal as referências, desde rostos conhecidos, até a icônica música Red Right Hand, que virou um hino da franquia. Mas se apoiar apenas nisso cansa, e o uso excessivo acaba soando artificial e expositivo, principalmente quando é usado nos diálogos. E a revelação final……….. era melhor terem enfiado mais nostalgia no público, e ter entregado como o grande assassino, a pessoa que eles insinuaram o tempo todo
Mas confesso que me divertiu mais que os dois filmes anteriores, onde tínhamos as chatíssimas irmãs Carpenter, o Gore rolou solto, e até que foram bem criativos nas mortes. E como o filme deixa bem claro, não existe pânico sem Sidney, e ela faz muita diferença, sim! Só lamento a Gale ter ficado meio de escanteio, mas tá valendo.
Uma ótima sessão para vocês.
Socorro!
3.3 199Esse filme começa interessante, fazendo algumas cenas observações bem oportunas, mas conforme o tempo passa, o roteiro parece querer trabalhar contra o que ele mesmo já tinha proposto, desvirtuando os personagens, pois ambos são péssimos exemplares de seres humanos.
Um deles teve seu caráter desvirtuado pelo ambiente familiar, e a outra já era um péssima, e precisava apenas de um estalo (ambiente e condições propicias) para colocar para fora seu lado sombrio.
Ainda assim, o roteiro se perde na última parte, inserindo cenas para justificar seu final, e dando a impressão (para muitos desavisados) que determinado personagem merece ser gratificado, quando na verdade nenhum dos dois é um exemplo a ser seguido.
O último diálogo do tal personagem, chega até ser pedante por tudo que o filme já tinha mostrado. A intenção parecia querer dar ares altruístas, mas me pareceu bem equivocado.
É um filme divertido (desconsidere os efeitos que são piores que Arraste-me para o inferno, aliás um filme infinitamente melhor) mas torno a dizer, equivocado, até mesmo por conta de o roteiro a todo momento fazer você alternar a empatia que você sente pelos dois, mas no final prefere fazer isso.
Uma ótima sessão para vocês.
O Agente Secreto
3.9 1,0K Assista AgoraEsse recado foi MODERADO.
Motivo: Infração dos Termos de Uso. Comentários ofensivos.
Equipe Filmow.com
Máquina de Guerra
3.2 158 Assista AgoraUm filme divertido, bem aos moldes do predador. É desligar o cérebro e curtir.
Tem uns comentários engraçados aqui, falando coisas do tipo “aiiiii dá ênfase no exército americano” “superioridade América”
Gente……. é um filme americano, feito por americanos, vocês querem que eles deem ênfase para quem? O exército brasileiro? Que comentários sem sentido. 💩
Não querem ver “superioridade americana” nas telas, assistam filmes Brasileiros então.
Noites de Lua Cheia
4.0 36Já assisti 4 vezes esse filme, e continuo amando. É um dos meus favoritos do Éric Rohmer.
Eu amo esse diretor, pois ele sempre trabalha sobre a perspectiva de personagens extremamente sinceros consigo e com os outros.
E a nossa admiração por esses personagens, é por querermos ser exatamente como eles, e poder falar tido que sentimos, e a vida continuar correndo tranquilamente. Muitas das vezes não podemos ser assim, mas o Éric Rohmer praticamente está te dizendo: “viu como tudo seria mais fácil se as pessoas fossem mais sinceras e verdadeiras”.
Eu já disse muita coisa sobre esse filme, e não vou ficar me repetindo, mas torno a fizer: nenhum diretor soube trabalhar temas mundanos de forma atraente como Éric Rohmer. E o fato de os filmes dele estarem longe de uma época onde os contatos virtuais eram praticamente impossíveis, só ajuda a humanizar ainda mais essas relações que o diretor trabalhava de maneira tão eficiente. É lindo ver como ele trata a alma do ser humano na tela.
Uma ótima sessão para vocês.
It Ends
2.4 20Entendi a proposta do filme, e mesmo assim ele é chato e tedioso.
Tem um comentário abaixo do meu, dizendo que as pessoas que falam que o filme é tedioso, não entenderam a proposta do filme, e logo em seguida ele diz que a proposta é exatamente essa! Então pelo visto as pessoas entenderam. Comentários desse tipo, são da mesma série do “são tantas camadas” que a gente encontra aos montes nesse site. 🤡🤡🤡🤡🤡🤡
E independente da proposta que o filme queira dialogar, isso não faz dele um filme bom, é apenas ruim mesmo.
Talvez isso aqui funcionasse como um curta, pois você não precisa ser extenso para passar o que quer que seja para o público, quando você não tem roteiro suficiente para preencher 1h e 30min, e não tem ao menos atores decentes com o mínimo de química para compensar o restante.
Jamais desestimularia alguém de assistir o filme e tirar suas conclusões; por isso, é por sua conta e risco embarcar nessa.
Uma ótima sessão para vocês.
Os Amantes de Pont Neuf
4.2 131 Assista AgoraOs amantes de Pont-Neuf, parece uma paródia trágica das comédias românticas de Hollywood. Digo isso, porque apesar de haver muita seriedade em meio a relação dos personagens, existe um certo humor dessas comédias românticas ali no meio. As cenas finais são uma prova disso, e a belíssima cena da dança na ponte (já virou uma das minhas cenas favoritas) também. Eu não sei se vocês conseguiram rir assistindo esse filme, mas eu sim. Rsrs
É o primeiro filme do diretor que eu assisto, e pelo que andei lendo a seu respeito, ele é conhecido por narrar romances nada convencionais nos seus filmes. E se for isso mesmo, esse filme comprova isso.
Inclusive, o par de enamorados do filme, tem uma relação tão estranha, de vários sentimentos e dependências, que o filme acaba, e continuou indeciso sobre o que um sente pelo outro. Definitivamente, é mais um daqueles filmes que jamais existiriam hoje, pois ele seria extremamente problematizado. Esse filme faz parte de uma época, em que diretores e atores possuíam uma coragem que não existe mais.
Lógico que essa coragem, pode levar o filme a certas cenas desnecessárias, e esse filme tem algumas, que não vejo razão nenhuma de existir. É até estranho dizer isso, pois ao mesmo tempo que o longa possui umas das cenas mais fantásticas que já vi, também possui que fazem o menor sentido.
O saldo final para mim, é um filme muito bom, mas que por enquanto ainda tenho minhas reservas quanto a ele. No futuro pretendo revê-lo, e tirar conclusões mais definidas.
Uma ótima sessão para vocês.
A Professora de Piano
4.0 725 Assista AgoraA professora de piano é um longa bem perturbador de se assistir, mas já esperava por isso vindo do cinema francês, que sempre trata diversos temas de maneira bem crua.
Érika não só é uma pessoa com problemas de sexualidade, mas também alguém totalmente destruída pelo domínio da mãe, dessa forma, certos traços que vemos sobre sua personalidade, se dá por conta da relação das duas.
Gosto quando o roteiro do filme me faz sentir o mesmo que os personagens estão sentido, e chega um momento que a Érika está tão perdida sem saber o que realmente quer, que até eu me perco no meio de tudo, tentando entender como ela funciona. Os 40 minutos finais desse filme são perturbadores, e tem uma cena envolvendo mãe e filha, que é grotesca de se ver, mas muito bem atuada pelas duas atrizes em cena.
Recomendo, mas fica sabendo que gostar do filme é 8 e 80. Mas arrisque e tira suas conclusões.
Uma ótima sessão para vocês.
Amargo Pesadelo
3.8 218 Assista AgoraAmargo pesadelo, é um daqueles filmes que são usados como referência aos montes pelo cinema de Hollywood e mundo a fora. Se você mesmo parar para pensar, vai se lembrar de vários filmes nesse molde. Até filmes de aventura como Rio selvagem, com a Meryl Streep, fazem referências claras a esse filme.
De primeiro momento, é um filme que pode parecer muito lento, e sua falta de trilha sonora e cenas mirabolantes de ação, podem deixar algumas pessoas mais ansiosas ainda. Mas se formos ver pela realidade da coisa, é exatamente assim que eu imagino essas situações acontecendo na vida real. Tudo de uma maneira bem crua, suja e nada catártico.
Acredito que não seja questão da época essa questão narrativa que o diretor optou. Me parece mais que ele não quis apelar para emoções baratas, e decidiu tratar tudo da forma mais real possível. É uma decisão que foge dos moldes de Hollywood, e ironicamente deu certo, pois o filme ainda hoje é prestigiado.
Se você entrar nesse filme esperando altas doses de adrenalina e a dopamina lá em cima, esqueça! pois a chance de você se decepcionar é grande. Mas se você assistir como ele merece ser assistido, talvez algumas cenas fiquem na sua cabeça após o término. Mas só pelo elenco, Amargo pesadelo já merece sua atenção. John Voight está ótimo, e Burt Reynolds incrivelmente sexy como sempre.
Não é dos meus filmes favoritos, e não chega nem perto de algo parecido, mas consigo entender os motivos que fazem esse longa ser tão reverenciado pelo cinema.
Uma ótima sessão para vocês.
Drácula de Bram Stoker
4.0 1,4K Assista AgoraEsse filme já foi um dos meus favoritos, mas com o tempo fui perdendo o gosto por ele. E não, isso não tem nada a ver com a leitura da obra-prima de Bram Stoker, e nem com as mudanças que esse filme faz, que no meu entender, a linha narrativa dele está mais para um Nosferatu, esse que por sua vez, é uma adaptação não oficial de Drácula.
Visualmente o longa é lindo, e duvido muito que alguém tenha alguma reclamação a fazer nesse sentido. Já as atuações, ficam devendo bastante, e a escalação do Gary Oldman, Winona Ryder e Keanu Reeves são um equívoco enorme. O caso do Gary Oldman, é apenas o fato de não ser um papel apropriado, porque ele é um ótimo ator. Agora os dois últimos, carecem totalmente de talento. Mas é aquilo; nós adoramos eles por conta do carisma e suas canastrices. Kkkkkkkkk
Claro que temos excelentes atuações, e o Van Helsing do Antony Hopkins é impagável, e a Sadie Frost está belíssima e confortável no seu papel. Aquela cena que ela está vestida de vermelho perambulando pelos jardins numa noite chuvosa, é espetacular! Na minha opinião é um dos pontos mais altos do filme.
Quando falamos de roteiro: acho ele muito fragmentado, e essa mistura de Drácula e Nosferatu acabam causando certas incoerências, como o motivo da fuga do Drácula. E sinceramente não me agrada o tom narrativo, pois me parece que estou assistindo a uma peça de teatro, e não um filme.
Agora quando falamos de livro X filme: a única coisa que é usada aqui, é a história corrida do livro, porque o grosso e o cerne principal da questão, é Nosferatu! Desde a aparência do conde Drácula, a história de amor (inexistente no livro) e principalmente o final.
Uma certa crítica famosinha brasileira, disse na sua crítica da mais recente adaptação de Nosferatu, que Francis Ford Coppola apenas explicitou nesse filme, o que Bram Stoker não podia fazer na sua época por conta da censura. Por esse comentário, tenho sérias dúvidas se ela realmente leu esse livro. Mas se leu, ela deveria focar na sua área, que é ser crítica de cinema, e deixar a literatura para outras pessoas.
O livro tem sim, uma certa sexualidade no ar, e isso é inegável, mas não como visto nesse filme. A história do livro nada mais é que a luta Bem contra o mal, e o Dracula é a própria personificação da destruição, heresia e putrefação, sem brechas para que tenhamos outra impressão dele. Nesse ponto de personalidade e propósito, Nosferatu é mais fiel ao que vemos no livro do que esse filme. Sem falar que nas páginas escritas por Bram Stoker, não temos personagens envoltos em histórias de amor, traição e injustiça, mas sim personagens com aspectos de moralidade e senso de justiça definidos. Dito isso, a sexualidade mencionada no livro, tem muito mais a ver com uma menção a algo impuro e destruidor, do que de desejo e sensualidade.
Estou querendo dizer com isso, que o diretor não poderia ter mudado os aspectos do livro? Claro que não! Ele não só pode, como deve fazer, e avaliando esse filme como um reconto, ele é uma aula para certos diretores como Emerald Fennell, que recentemente fez aquela coisa desastrosa com O morro dos ventos uivantes ao qual ela chama de filme, mas isso é outra história. Meu descontentamento com esse filme, é simplesmente pelos aspectos cinematográficos ao qual mencionei alguns acima, e ponto.
É um filme adorado por muitos, e tenho certeza que continuará agradando ao longo dos anos. Como disse, por um tempo também fui uma dessas pessoas, mas infelizmente ele já não funciona mais como antigamente para mim.
Uma ótima sessão para você.
Um Estranho no Ninho
4.4 1,8K Assista AgoraUm dos meus 10 filmes favoritos da vida. É incrível a forma que esse filme cresce a cada vez que o assisto, e ele continua me revelando coisas.
Se na literatura dizemos que “um clássico é aquele livro que nunca termina o que tem para dizer” podemos aplicar isso também ao cinema, e esse filme é um exemplo disso.
Todos os atores estão tão fantásticos nesse filme, tão belos nos seus papéis, que chega a emocionar ver atores exercendo ao “máximo” aquilo que sabem fazer. Claro que o destaque é do Jack Nicholson e da Louise Fletcher, mas nenhum dos atores erra a mão. É um dos melhores elencos já visto na história do cinema.
E acima falei de literatura, esse é um daqueles casos raríssimos, em que o filme supera a obra original. Não que o livro seja ruim, mas o Milos Forman sobre transpor as páginas para tela de maneira magistral.
É um filme que ainda verei muitas vezes, e tenho certeza que ele ainda continuará me surpreendendo. E se você ainda não viu, faça esse favor a você mesmo.
Uma ótima sessão para vocês.
PS: triste ver o que o cinema se tornou, e constar que hoje em dia, nenhum mísero filme chega aos pés de Um estranho no ninho.
8mm: Oito Milímetros
3.5 380 Assista Agora8MM é Zumbi daqueles casos que começa super bem, e quando chega nos 40 minutos finais começa a desandar.
Mas tem seu mérito por botar o dedo na ferida sobre o mundo da pornografia, e como a dependência desse tipo de conteúdo rapidamente sai do controle, pois a pornografia induz o dependente a procurar cada vez mais, coisas extremas, e logicamente alguém lucra com isso. Uma pena a maioria das pessoas, ainda não terem se conscientizado do problema enorme que é a pornografia, tanto para quem faz, como para quem consome.
E sim, podemos ligar esse filme a casos recentes como do Epstein e P Diddy, pois tudo isso faz parte desse mundo obscuro. Tudo sempre esteve lá, mas ninguém quis ver.
O livro do Borges 2666, também discute assuntos bem parecidos com o desse filme, ainda que o foco não seja exatamente esse. É um livro muito interessante de ser lido, mas que nem todos irão gostar, pois em determinados pontos ele é monótono, e em outros bem indigesto; mas vale a pena.
Mas como eu disse lá em cima, o filme desanda nos momentos finais, quando entra no modo justiceiro e muita coisa que poderia ser aprofundada ficou na superfície. É um daqueles tipos de finais em que tudo acaba bem, mas que finge penalizar seu protagonista. Acho isso no mínimo covarde.
E temos aqui o nosso querido Nicolas Cage como protagonista. Um homem que já foi muito bonito e sexy, mas nunca foi bom ator. Nessa época, as produções e bons diretores conseguiam mascarar seus defeitos, mas essas produções porcas que eles estrelou aos montes a partir do final dos anos 2000, acabaram deixando isso bem evidente. Mas ele é uma daquelas figuras que eu consigo me simpatizar totalmente, por isso onde tem Nicolas, lá estou eu. Kkkkkkkkkkkkkk
É ótimo passatempo se você desconsiderar certos aspectos. No meu ponto de vista, vale a pena.
Uma ótima sessão para vocês.
PS: como é bom assistir um filme, em que o assassino não é justificado por traumas de infância 🤡🤡🤡. Ele é apenas o que é, e ponto!
Extermínio: O Templo dos Ossos
3.4 194 Assista AgoraUm filme legal, nada de mais.
Estavam falando tanto desse filme, que ache que era algo extraordinário, mas é apenas mais um filme qualquer com filosofia barata, e que vai levar algumas pessoas ao orgasmo múltiplo com a aparição de uma certa pessoa, que na minha visão é extremamente forçado. Mas enfim……..
A impressão que tenho desses filmes, é de estar assistindo a mais uma temporada ruim de TWD.
Melhor que a porcaria anterior, isso é, mas convenhamos que isso não era uma missão muito difícil.
A Única Saída
3.7 138 Assista AgoraAchei um filme interessantíssimo, e de muito bom humor! Sério, fazia tempo que não dava boas gargalhadas assistindo um filme. Claro que não é o tipo de humor que fará qualquer um gargalhar, pois estamos falando de humor negro, e sei que muitos não apreciam. Para mim cai como luva.
Vejo muitas pessoas falando de “aparências” sobre a questão do filme, mas isso é uma pauta muito, mas muito secundária nesse longa. O principal cerne da questão nesse filme é o “capitalismo voraz”, e a fácil substituição do ser humano pela tecnologia, que é um assunto que vem se discutindo muito nos últimos anos, principalmente agora com o advento da inteligência artificial, e são esses dois pontos que desencadeiam todas as outras questões desse filme.
Na verdade, eu nem diria que o filme fala muito sobre a “manutenção das aparências” e sim um medo do retrocesso, que inevitavelmente muitos de nós que tivemos sucesso na vida, logicamente não queremos retroceder. Porque veja bem; em nenhum momento o filme mostra uma genuína preocupação dos personagens com o que as outras pessoas possam pensar deles. Eles estão mais preocupados com seu Status pessoais, que é algo que diferencia bastante esse filme, de outros que trabalham esse tipo de temática.
Eu gosto muito do trabalho do Park Chan-Wook! Na minha opinião, ele é um dos melhores cineastas do cinema atual. E assistir filmes coreanos depois de visitar a Coreia se tornam mais divertidos ainda, pois toda estrutura cenográfica (e que nesse filme tem um papel importante) começam a fazer mais sentido.
Recomendo muito esse filme, e para mim é um dos melhores de 2025.
Uma ótima sessão para vocês.