O filme é original em quase todos os aspectos. O sentimento de estranheza (no bom sentido) permeia quase todo o longa. Você não sabe o porquê, onde, quem vive neste lugar. Mérito também da direção de arte. No último 1/3 do filme, fica tudo mais explícito e que pode incomodar algumas pessoas. Apesar da confusão do final, backrooms entrega um filme fora da curva.
O que esperar de um filme cujo título é "Passageiro do Mal"? Uma história toda robusta que nem Hereditário, O sexto sentido etc? Não mesmo! Eu já fui sabendo que seria um clichê daqueles. E não quer dizer que seja ruim. Para mim, tem que ser ao menos competente no que se propõe. E foi nisso que achei legal. Tem cenas criativas e a história do casal é legal. Para mim funcionou e funcionaria mais se o final fosse diferente.
Tem elementos clássicos de um bom filme de terror: criança "possuída", bizarrice, investigação policial e algumas burrices dos protagonistas. Mas, aqui tem algumas boas adições: fotografia e um bom gore na medida certa. Ou seja, entretive-me durante todo o longa.
O filme terminaria na parte do jantar caso não tivesse todo esse “drama”. Levando esse nome no título, o longa traz um fragmento do passado de Emma, que é um tema delicado. Porém, parece que o roteiro precisou potencializar esse fato para conseguir dar continuidade à história. Com isso, ignora o fato de que eles se conhecem há anos, além de recorrer a argumentos duvidosos para a “amiga” da protagonista.
No desenvolvimento do filme, foi necessário expor o passado de Emma para dar sustentação à ideia de mexer com o psicológico de Charlie. Também houve excesso de drama para conduzir o desenvolvimento e a conclusão da trama. Tanto que, para mim, não pareceu orgânico.
Destaco aqui as atuações brilhantes de Robert e Zendaya, além da cena do casamento.
Segue a fórmula de várias outros filmes. Tem uma casa macabra, tem gente esquisita e tem jumps. Mas isso não quer dizer que é ruim. A temática é boa. Tem um dilema importante. Se fosse mais robusto e com mais elementos próprias, seria bom pra caramba. Mas não achei ruim.
São sete filmes com a mesma temática e objetivos semelhantes. Isso significa que é ruim? Não. A cada novo capítulo, a franquia encontra uma forma de inserir algum elemento inédito, e não é à toa que continua sendo uma das mais lucrativas e bem avaliadas do terror. Este sétimo filme traz pontos positivos interessantes, como mortes criativas, uma cena de abertura intrigante e até o uso de IA na narrativa, atualizando a fórmula para os tempos atuais. Claro, há algumas derrapadas, especialmente na motivação do Ghostface, que poderia ser mais impactante. No geral, é um filme divertido, provocador e violento na medida certa. Entendo o hype negativo de parte do público, mas há quem apenas embarque no discurso de certos críticos e reproduza argumentos prontos para parecer mais “apurado”. Definitivamente, não é o melhor da franquia — e nem parece ter a pretensão de ser —, já que aposta na fórmula bastante conhecida conhecida. Mas está longe de ser sofrível.
O filme começa inteligente, intrigante e provocativo. Uma pena que depois ele declina com a fragilidade do roteiro de decidir qual gênero seguir e com cenas duvidosas.
Bom, imagino que algumas pessoas vão criticar o filme pelos mesmos motivos de sempre: humor escrachado, estereótipo do gay e roteiro. Porém, a pegada do filme é justamente afiada: colocar duas gays dentro de uma missão da polícia. E lógico, vão ter cenas escrachadas, debates de sexualidade e até piadas que na maioria das vezes funcionam. Penso que acertaram no tom entre comédia, ação e uma pitada de drama. E o estereótipo do gay é a quebra do padrão: quantos não assumidos temos na polícia? quantos escondem sua sexualidade? Acredito que a proposta foi legal, trazendo uma leveza e com humor na média.
Até um pouco mais de uma hora de filme é só diálogos de teorias mucho loucas, mas sem aprofundar em nada. Quando quis se aprofundar, virou uma galhofa bem estilo do diretor mesmo. Diferente de Pobres Criaturas que eu amei, aqui achei que o enredo precisaria de mais sustância, apesar de ter curtido algumas cenas.
A gente sabe que filmes desse naipe não vai trazer nada de inovador. Se você for assistir pensando em filosofar ou ficar refletindo, melhor pular e deixar para outro momento. Mas se você quer ver um filme com alguns (bons) clichês do gênero, com algumas reviravoltas e na linhagem de supercine ou tela quente, este é o filme certo. Me diverti em muitas cenas e ainda me peguei pensando no plot principal do filme.
Praticamente o filme joga as cenas na sua cara e você que junte tudo para fazer alguma coerência. No mais, foi até legal ver Robert e Jennifer saindo da zona de conforto.
O filme é tenso o tempo todo. Muito do mérito vai para sonoplastia e fotografia, que consegue criar uma atmosfera cruel. Cada morte transparece um sentimento, uma revolta.. ou sejam, funciona demais!
Invocação é a cara de James Wan. Ele soube construir atmosfera sombria, clichês renovados e dinâmica nos dois primeiros filmes. Neste quarto filme, a aposta no drama perdeu o brilho da construção do antigo diretor. E nas horas de tensão, são previsíveis e sem impacto. Tirando a química dos protagonistas e uma ou outra cena isolada, o filme não se sustenta e não traz sua personalidade. Parece um filme genérico, frio e até sem propósito de existir.
O filme tem uma nostalgia dos filmes dos anos 90. Jovens, burrice, serial killer.. Mas só isso não sustenta uma narrativa. Tem uma cena aqui e acolá que vale a pena, porém a montagem do filme é bem ruim. Dava para sair direto no streamming.
Além das cenas pesadas, temos um enredo super estranho e enigmático. Nada é muito mastigado, apesar de alguns clichês do gênero. E a história é aquela desde seu início, sem se perder ou encher linguiça. Não sei o que as pessoas esperavam mais desse filme, achei que entregou seu propósito como terror.
Ney foi um artista atemporal e gostei da dinâmica do filme em retratar vários temas de sua vida (amores, HIV, família). E quanto ao Jesuíta, não tem muito o que falar.. apenas tragam um Oscar.
Nem todas as franquias (ou quase nenhuma) consegue elevar o nível nas suas sequências. Premonição provou que sabe se reinventar, trazer novos elementos e mortes criativas. Além de tudo, tem uma abertura incrível, com uma sutileza de detalhes. A nostalgia também ajudou bastante na experiência. Ousado e divertido, vale a pena o ingresso do cinema.
Backrooms: Um Não-Lugar
3.4 127O filme é original em quase todos os aspectos. O sentimento de estranheza (no bom sentido) permeia quase todo o longa. Você não sabe o porquê, onde, quem vive neste lugar. Mérito também da direção de arte. No último 1/3 do filme, fica tudo mais explícito e que pode incomodar algumas pessoas. Apesar da confusão do final, backrooms entrega um filme fora da curva.
Passageiro do Mal
2.8 31O que esperar de um filme cujo título é "Passageiro do Mal"?
Uma história toda robusta que nem Hereditário, O sexto sentido etc?
Não mesmo!
Eu já fui sabendo que seria um clichê daqueles. E não quer dizer que seja ruim. Para mim, tem que ser ao menos competente no que se propõe. E foi nisso que achei legal. Tem cenas criativas e a história do casal é legal. Para mim funcionou e funcionaria mais se o final fosse diferente.
Obsessão
4.0 209Filme desconfortável, atual e com um personagem principal bem zé ruela. Destaque para a cena do joguinho lá.
Michael
3.8 359o filme me contagiou de uma forma que não sei explicar.
Maldição da Múmia
3.1 209 Assista AgoraTem elementos clássicos de um bom filme de terror: criança "possuída", bizarrice, investigação policial e algumas burrices dos protagonistas. Mas, aqui tem algumas boas adições: fotografia e um bom gore na medida certa. Ou seja, entretive-me durante todo o longa.
O Drama
3.7 250 Assista AgoraO filme terminaria na parte do jantar caso não tivesse todo esse “drama”. Levando esse nome no título, o longa traz um fragmento do passado de Emma, que é um tema delicado. Porém, parece que o roteiro precisou potencializar esse fato para conseguir dar continuidade à história. Com isso, ignora o fato de que eles se conhecem há anos, além de recorrer a argumentos duvidosos para a “amiga” da protagonista.
No desenvolvimento do filme, foi necessário expor o passado de Emma para dar sustentação à ideia de mexer com o psicológico de Charlie. Também houve excesso de drama para conduzir o desenvolvimento e a conclusão da trama. Tanto que, para mim, não pareceu orgânico.
Destaco aqui as atuações brilhantes de Robert e Zendaya, além da cena do casamento.
Devoradores de Estrelas
4.0 504 Assista AgoraAcredito que esse tenha sido um dos filmes de ficção científica mais humanos que já assisti.
POV: Presença Oculta
2.2 41 Assista AgoraSegue a fórmula de várias outros filmes. Tem uma casa macabra, tem gente esquisita e tem jumps. Mas isso não quer dizer que é ruim. A temática é boa. Tem um dilema importante. Se fosse mais robusto e com mais elementos próprias, seria bom pra caramba. Mas não achei ruim.
Valor Sentimental
3.9 386 Assista Agoramuito barulho por nada, infelizmente
Pânico 7
2.7 397 Assista AgoraSão sete filmes com a mesma temática e objetivos semelhantes. Isso significa que é ruim? Não. A cada novo capítulo, a franquia encontra uma forma de inserir algum elemento inédito, e não é à toa que continua sendo uma das mais lucrativas e bem avaliadas do terror. Este sétimo filme traz pontos positivos interessantes, como mortes criativas, uma cena de abertura intrigante e até o uso de IA na narrativa, atualizando a fórmula para os tempos atuais. Claro, há algumas derrapadas, especialmente na motivação do Ghostface, que poderia ser mais impactante. No geral, é um filme divertido, provocador e violento na medida certa. Entendo o hype negativo de parte do público, mas há quem apenas embarque no discurso de certos críticos e reproduza argumentos prontos para parecer mais “apurado”. Definitivamente, não é o melhor da franquia — e nem parece ter a pretensão de ser —, já que aposta na fórmula bastante conhecida conhecida. Mas está longe de ser sofrível.
O Frio da Morte
2.8 47O filme começa inteligente, intrigante e provocativo. Uma pena que depois ele declina com a fragilidade do roteiro de decidir qual gênero seguir e com cenas duvidosas.
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
4.1 433 Assista Agoraa diretora já tem um espaço no céu por fazer essa obra de arte
Agentes Muito Especiais
2.6 18 Assista AgoraBom, imagino que algumas pessoas vão criticar o filme pelos mesmos motivos de sempre: humor escrachado, estereótipo do gay e roteiro. Porém, a pegada do filme é justamente afiada: colocar duas gays dentro de uma missão da polícia. E lógico, vão ter cenas escrachadas, debates de sexualidade e até piadas que na maioria das vezes funcionam. Penso que acertaram no tom entre comédia, ação e uma pitada de drama. E o estereótipo do gay é a quebra do padrão: quantos não assumidos temos na polícia? quantos escondem sua sexualidade? Acredito que a proposta foi legal, trazendo uma leveza e com humor na média.
Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
3.6 191 Assista Agoraquando chegou no final, eu já tava destruído
Bugonia
3.6 474 Assista AgoraAté um pouco mais de uma hora de filme é só diálogos de teorias mucho loucas, mas sem aprofundar em nada. Quando quis se aprofundar, virou uma galhofa bem estilo do diretor mesmo. Diferente de Pobres Criaturas que eu amei, aqui achei que o enredo precisaria de mais sustância, apesar de ter curtido algumas cenas.
A Empregada
3.4 610 Assista AgoraA gente sabe que filmes desse naipe não vai trazer nada de inovador. Se você for assistir pensando em filosofar ou ficar refletindo, melhor pular e deixar para outro momento. Mas se você quer ver um filme com alguns (bons) clichês do gênero, com algumas reviravoltas e na linhagem de supercine ou tela quente, este é o filme certo. Me diverti em muitas cenas e ainda me peguei pensando no plot principal do filme.
Morra, Amor
3.1 174 Assista AgoraPraticamente o filme joga as cenas na sua cara e você que junte tudo para fazer alguma coerência. No mais, foi até legal ver Robert e Jennifer saindo da zona de conforto.
A Longa Marcha: Caminhe ou Morra
3.3 355 Assista AgoraO filme é tenso o tempo todo. Muito do mérito vai para sonoplastia e fotografia, que consegue criar uma atmosfera cruel. Cada morte transparece um sentimento, uma revolta.. ou sejam, funciona demais!
Invocação do Mal 4: O Último Ritual
2.9 475 Assista AgoraInvocação é a cara de James Wan. Ele soube construir atmosfera sombria, clichês renovados e dinâmica nos dois primeiros filmes. Neste quarto filme, a aposta no drama perdeu o brilho da construção do antigo diretor. E nas horas de tensão, são previsíveis e sem impacto. Tirando a química dos protagonistas e uma ou outra cena isolada, o filme não se sustenta e não traz sua personalidade. Parece um filme genérico, frio e até sem propósito de existir.
Juntos
3.2 399 Assista AgoraA ideia é interessante e tem até um bom desenrolar. Mas o final é bem sem graça e previsível.
Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado
2.4 334 Assista AgoraO filme tem uma nostalgia dos filmes dos anos 90. Jovens, burrice, serial killer.. Mas só isso não sustenta uma narrativa. Tem uma cena aqui e acolá que vale a pena, porém a montagem do filme é bem ruim. Dava para sair direto no streamming.
Faça Ela Voltar
3.8 769 Assista AgoraAlém das cenas pesadas, temos um enredo super estranho e enigmático. Nada é muito mastigado, apesar de alguns clichês do gênero. E a história é aquela desde seu início, sem se perder ou encher linguiça. Não sei o que as pessoas esperavam mais desse filme, achei que entregou seu propósito como terror.
Homem com H
4.2 520 Assista AgoraNey foi um artista atemporal e gostei da dinâmica do filme em retratar vários temas de sua vida (amores, HIV, família). E quanto ao Jesuíta, não tem muito o que falar.. apenas tragam um Oscar.
Premonição 6: Laços de Sangue
3.3 735 Assista AgoraNem todas as franquias (ou quase nenhuma) consegue elevar o nível nas suas sequências. Premonição provou que sabe se reinventar, trazer novos elementos e mortes criativas. Além de tudo, tem uma abertura incrível, com uma sutileza de detalhes. A nostalgia também ajudou bastante na experiência. Ousado e divertido, vale a pena o ingresso do cinema.