Tocante, profundo, cheio de nuances interessantíssimas. A narrativa não é célere, mas também não é do tipo que te deixa com vontade de dormir, porque as atuações são tão primorosas e a direção é tão boa que você se sente realmente um espectador daquela família e dos dramas que cercam aquelas personagens. Eu amei o final, também, embora previsível.
Demorei anos para encarar esse filme porque todo mundo falou super mal dele na época, mas ele é melhor que o segundo, embora nenhuma das músicas seja realmente boa na minha opinião - e o desfecho meio "capenga". Valeu pela nostalgia. Se você quer saber como os jovens eram nos anos 2000, basta assistir à trilogia.
Ele é mais despretensioso que "Priscilla" (sempre vai haver uma comparação direta, não tem jeito), mas é maravilhoso. As atuações são incríveis e a mensagem que ele passa é igualmente bela. É divertido, é tocante, é profundo...
Dos filmes do Wong Kar Wai que eu assisti, esse não é o melhor - mas não deixa de ser bom. Assim como em "Amores Expressos", o diretor nos apresenta duas histórias, mas cujas personagens se cruzam em determinado momento, ainda que interajam muito pouco. Alguns takes te deixam meio tonto, mas é proposital aquela câmera que acompanha a pessoa como se estivéssemos ali ao lado dela, como espectadores mesmo - e sem dúvidas os takes maravilhosos da Hong Kong dos anos 1990 são o ponto alto do longa. A gente se sente naquela minúscula ilha e em seus minúsculos apartamentos. A cidade aqui, assim como em outros filmes dele, também é uma personagem. Mas o roteiro é fraco, cheio de altos e baixos e, embora tenha momentos belos, Ambas as histórias tem finais previsíveis.
Um filme de 1981 baseado numa peça de teatro de 1958. É duro perceber que praticamente nada mudou no Brasil desde então. Se você quiser entender o Brasil urbano contemporâneo precisa assistir a essa maravilha. Que elenco!
Bons efeitos especiais, bons efeitos sonoros, mas uma direção meio freak. Pesaram a mão num humor nonsense. Atuações sofríveis. Mas, o filme cumpre seu papel de resgate nostálgico.
Um filme sobre a solidão dos poderosos e daquelas pessoas cujo principal traço é a ausência de ousadia. Segundo filme que assisto com o grandioso Toni Servillo (o primeiro foi "A Grande Beleza"). Nos põe para refletir sobre a quem pertence os nossos dias. Aliás, que direção espetacular. Os takes são lindos!
Sequências são sempre um problema e poucas fluíram tão bem quanto aqui. O filme nos joga para a realidade atual e se assistirmos em sequência dá pra ver as rápidas mudanças sociais que atravessamos. Elas são sentidas sobretudo na postura da Miranda que está menos "cancelável" - e podemos julgar como a sociedade ficou "careta" ou o quanto avançamos em temas como saúde mental no trabalho, postura de supriores e etc. Acho que colocar a Lady Gaga deixa o filme extremamente datado (vamos ver como será daqui há 20 anos), mas o grande problema aqui foi a necessidade de terem colocado o Peter como um quase-namorado da Andy. Foi um plot desnecessário e tão mal conduzido cujas cenas só serviram para encher linguiça. No mais... Continuou com uma boa trilha sonora, ótima direção e que nos rendeu, de novo, excelentes momentos fashionistas. Que não inventem de fazer o 3, porque não tem nem mais espaço para uma história nova.
Fiquei me perguntando se esse filme não daria uma série mostrando os episódios dos encontros das clientes da Lucy. Acho que é um nicho que dá pra ser explorado em arcos dramáticos (e até de comédia) de diferentes formas. O filme até tenta se aprofundar em algumas questões, mas é raso feito um pires. Não vou mentir: gostei muito da atuação da Dakota Johnson, mas é só. O filme tem um ou dois diálogos interessantes que tentam se aprofundar, mas depois ele volta a ser mais do mesmo.
Tem muita coisa bacana e as cenas de luta continuam tão boas quanto no primeiro. Não pouparam sangue aqui também - ainda bem. Mas o Shao Kahn sentimental me pegou muito. Senti muita falta da trilha sonora clássica ao longo do filme - colocaram ela só no final, como no anterior. Absurdo.
O que eu gosto desse filme é a descoberta do Brasil profundo daquela época. O filme nos leva para conhecer regiões em que, como dizem, "nem jornal chega". E alguns dos diálogos são realmente profundos. Atuações primorosas do Wilker e da Betty Faria.
Nem acho que o filme seja mereça essa onda toda de hate. Eu definitivamente gostei da ambientação, da estética e da fotografia dada pela diretora. Tem uma mão bem pesada no erotismo aqui e ali, mas gostei da maioria das atuações, principalmente da Hong Chau e da Alison Oliver. Mas, concordo que a Margot Robbie e o Jacob Elordi precisariam de mais "tutano" para darem vida à personagens tão profundos.
Ninguém em sã consciência dirá que esse filme é ruim, mas na minha opinião "Batman: O Cavaleiro das Trevas" continua sendo a obra-prima do Nolan graças ao elenco que ele escolheu e graças às inovações de direção que ele implementou.
Se considerarmos que aqui também temos uma adaptação de algo que já existe, o longa tem seus excelentes momentos: a atuação do Elliot Page e da Samantha Morton são as melhores, sem sombra de dúvidas, embora eu tenha sentido uma certa simpatia pela Penélope da Anne Hathaway também. Pra mim o grande erro de escalação foi o Tom Holland como Telêmaco e a Zendaya, que pra mim é jovem demais para viver a Atena. Achei fraquíssima (e quase um desperdício) a atuação da Charlize Theron como Calipso. Os demais cumprem seu papel e são, no máximo, OK. O Robert Pattinson aqui me lembrou um pouco a postura dele em um outro filme chamado "À Espera dos Bárbaros".
Para quem conhece a história do Ulisses (aqui chamado de Odisseu) percebeu algumas ausências, o que é admissível se considerarmos que se trata de mais uma das tantas adaptações que existem - e que existirão - sobre uma história de 3 mil anos, ou seja, nada que desabonasse o longa.
Talvez nós estejamos sempre acostumados a colocar Nolan numa régua alta demais. Esse é um filme acima da média para qualquer outro diretor, mas no caso dele a gente trata como um "OK".
Se compararmos com a trilogia de "O Senhor dos Anéis" fica gritante a diferença - e a qualidade inferior dessa obra, embora o Peter Jackson tenha nos brindado com uma transição excelente entre as histórias, considerando que essa seria tipo um "prequel". Tem boas atuações e bons momentos, mas não encanta como os outros.
Sempre gosto de assistir a esses filmes sob a ótica da mudança social. Os anos 60 foram os anos da liberdade, da luta por direitos civis e é curioso pensar nisso enquanto vivíamos sob os chamados "anos de chumbo" da ditadura militar. Especialmente aqui, para além do roteiro em si, é magnífico identificar a ambientação daquela Copacabana dos anos 60. Odete Lara tão linda e talentosa. A beleza do Carlo Mossy também chamou muito a minha atenção. Os diálogos são profundos e a trilha sonora melhor ainda.
Anticlimático, com um ou dois momentos realmente geniais, mas a nota alta é pelo aspecto simbólico de demonstrar as interferências do fascismo em áreas vitais de qualquer nação: nas liberdades individuais, educação, segurança pública, imprensa e por aí vai.
É bem feito, muitíssimo bem dirigido e o elenco é realmente muito bom... Me lembrou em muito o "Assassinato em Gosford Park". O roteiro é bom, mas me perdoem... o final é extremamente previsível e já na ausência latente das primeiras cenas você já imagina que o final vai desencadear naquela personagem. A construção até chegar lá é que dá gás ao filme.
Valor Sentimental
3.9 403 Assista AgoraTocante, profundo, cheio de nuances interessantíssimas. A narrativa não é célere, mas também não é do tipo que te deixa com vontade de dormir, porque as atuações são tão primorosas e a direção é tão boa que você se sente realmente um espectador daquela família e dos dramas que cercam aquelas personagens. Eu amei o final, também, embora previsível.
High School Musical 3: Ano da Formatura
3.0 433 Assista AgoraDemorei anos para encarar esse filme porque todo mundo falou super mal dele na época, mas ele é melhor que o segundo, embora nenhuma das músicas seja realmente boa na minha opinião - e o desfecho meio "capenga". Valeu pela nostalgia. Se você quer saber como os jovens eram nos anos 2000, basta assistir à trilogia.
Para Wong Foo, Obrigada Por Tudo! Julie Newmar
3.8 370 Assista AgoraEle é mais despretensioso que "Priscilla" (sempre vai haver uma comparação direta, não tem jeito), mas é maravilhoso. As atuações são incríveis e a mensagem que ele passa é igualmente bela. É divertido, é tocante, é profundo...
Anjos Caídos
4.0 304 Assista AgoraDos filmes do Wong Kar Wai que eu assisti, esse não é o melhor - mas não deixa de ser bom. Assim como em "Amores Expressos", o diretor nos apresenta duas histórias, mas cujas personagens se cruzam em determinado momento, ainda que interajam muito pouco. Alguns takes te deixam meio tonto, mas é proposital aquela câmera que acompanha a pessoa como se estivéssemos ali ao lado dela, como espectadores mesmo - e sem dúvidas os takes maravilhosos da Hong Kong dos anos 1990 são o ponto alto do longa. A gente se sente naquela minúscula ilha e em seus minúsculos apartamentos. A cidade aqui, assim como em outros filmes dele, também é uma personagem. Mas o roteiro é fraco, cheio de altos e baixos e, embora tenha momentos belos, Ambas as histórias tem finais previsíveis.
Eles Não Usam Black-Tie
4.3 322Um filme de 1981 baseado numa peça de teatro de 1958. É duro perceber que praticamente nada mudou no Brasil desde então. Se você quiser entender o Brasil urbano contemporâneo precisa assistir a essa maravilha. Que elenco!
Mestres do Universo
3.2 461 Assista AgoraBons efeitos especiais, bons efeitos sonoros, mas uma direção meio freak. Pesaram a mão num humor nonsense. Atuações sofríveis. Mas, o filme cumpre seu papel de resgate nostálgico.
Oeste Outra Vez
3.6 106 Assista AgoraUm filme que leva nada a lugar nenhum. Um bangue bangue totalmente sem sentido. Falta profundidade.
A Graça
3.9 23 Assista AgoraUm filme sobre a solidão dos poderosos e daquelas pessoas cujo principal traço é a ausência de ousadia. Segundo filme que assisto com o grandioso Toni Servillo (o primeiro foi "A Grande Beleza"). Nos põe para refletir sobre a quem pertence os nossos dias. Aliás, que direção espetacular. Os takes são lindos!
O Diabo Veste Prada 2
3.3 434 Assista AgoraSequências são sempre um problema e poucas fluíram tão bem quanto aqui. O filme nos joga para a realidade atual e se assistirmos em sequência dá pra ver as rápidas mudanças sociais que atravessamos. Elas são sentidas sobretudo na postura da Miranda que está menos "cancelável" - e podemos julgar como a sociedade ficou "careta" ou o quanto avançamos em temas como saúde mental no trabalho, postura de supriores e etc. Acho que colocar a Lady Gaga deixa o filme extremamente datado (vamos ver como será daqui há 20 anos), mas o grande problema aqui foi a necessidade de terem colocado o Peter como um quase-namorado da Andy. Foi um plot desnecessário e tão mal conduzido cujas cenas só serviram para encher linguiça. No mais... Continuou com uma boa trilha sonora, ótima direção e que nos rendeu, de novo, excelentes momentos fashionistas. Que não inventem de fazer o 3, porque não tem nem mais espaço para uma história nova.
Amores Materialistas
3.1 405 Assista AgoraFiquei me perguntando se esse filme não daria uma série mostrando os episódios dos encontros das clientes da Lucy. Acho que é um nicho que dá pra ser explorado em arcos dramáticos (e até de comédia) de diferentes formas. O filme até tenta se aprofundar em algumas questões, mas é raso feito um pires. Não vou mentir: gostei muito da atuação da Dakota Johnson, mas é só. O filme tem um ou dois diálogos interessantes que tentam se aprofundar, mas depois ele volta a ser mais do mesmo.
Mortal Kombat 2
3.2 345 Assista AgoraTem muita coisa bacana e as cenas de luta continuam tão boas quanto no primeiro. Não pouparam sangue aqui também - ainda bem. Mas o Shao Kahn sentimental me pegou muito. Senti muita falta da trilha sonora clássica ao longo do filme - colocaram ela só no final, como no anterior. Absurdo.
Bye Bye Brasil
3.9 170 Assista AgoraO que eu gosto desse filme é a descoberta do Brasil profundo daquela época. O filme nos leva para conhecer regiões em que, como dizem, "nem jornal chega". E alguns dos diálogos são realmente profundos. Atuações primorosas do Wilker e da Betty Faria.
O Morro dos Ventos Uivantes
2.9 311 Assista AgoraNem acho que o filme seja mereça essa onda toda de hate. Eu definitivamente gostei da ambientação, da estética e da fotografia dada pela diretora. Tem uma mão bem pesada no erotismo aqui e ali, mas gostei da maioria das atuações, principalmente da Hong Chau e da Alison Oliver. Mas, concordo que a Margot Robbie e o Jacob Elordi precisariam de mais "tutano" para darem vida à personagens tão profundos.
A Odisseia
4.2 585Ninguém em sã consciência dirá que esse filme é ruim, mas na minha opinião "Batman: O Cavaleiro das Trevas" continua sendo a obra-prima do Nolan graças ao elenco que ele escolheu e graças às inovações de direção que ele implementou.
Se considerarmos que aqui também temos uma adaptação de algo que já existe, o longa tem seus excelentes momentos: a atuação do Elliot Page e da Samantha Morton são as melhores, sem sombra de dúvidas, embora eu tenha sentido uma certa simpatia pela Penélope da Anne Hathaway também. Pra mim o grande erro de escalação foi o Tom Holland como Telêmaco e a Zendaya, que pra mim é jovem demais para viver a Atena. Achei fraquíssima (e quase um desperdício) a atuação da Charlize Theron como Calipso. Os demais cumprem seu papel e são, no máximo, OK. O Robert Pattinson aqui me lembrou um pouco a postura dele em um outro filme chamado "À Espera dos Bárbaros".
Para quem conhece a história do Ulisses (aqui chamado de Odisseu) percebeu algumas ausências, o que é admissível se considerarmos que se trata de mais uma das tantas adaptações que existem - e que existirão - sobre uma história de 3 mil anos, ou seja, nada que desabonasse o longa.
Talvez nós estejamos sempre acostumados a colocar Nolan numa régua alta demais. Esse é um filme acima da média para qualquer outro diretor, mas no caso dele a gente trata como um "OK".
O Hobbit: Uma Jornada Inesperada
4.1 4,7K Assista AgoraSe compararmos com a trilogia de "O Senhor dos Anéis" fica gritante a diferença - e a qualidade inferior dessa obra, embora o Peter Jackson tenha nos brindado com uma transição excelente entre as histórias, considerando que essa seria tipo um "prequel". Tem boas atuações e bons momentos, mas não encanta como os outros.
Bete Balanço
3.1 132 Assista AgoraComo o Lauro Corona era lindo. E é bonito demais ver o Cazuza atuando, também.
Enola Holmes 3
3.0 48 Assista AgoraMais fraco dos três filmes. Não aprofundou em nada nenhum dos personagens (nem mesmo a Profa. Moriarty) em um enredo que não liga nada a lugar nenhum.
Copacabana me Engana
3.7 19Sempre gosto de assistir a esses filmes sob a ótica da mudança social. Os anos 60 foram os anos da liberdade, da luta por direitos civis e é curioso pensar nisso enquanto vivíamos sob os chamados "anos de chumbo" da ditadura militar. Especialmente aqui, para além do roteiro em si, é magnífico identificar a ambientação daquela Copacabana dos anos 60. Odete Lara tão linda e talentosa. A beleza do Carlo Mossy também chamou muito a minha atenção. Os diálogos são profundos e a trilha sonora melhor ainda.
Primeiro as Damas
3.0 75 Assista AgoraBoa premissa. Divertido. É legalzinho mesmo.
O Doce Lar
3.1 39 Assista AgoraBonitinho.
O Agente Secreto
3.9 1,1K Assista AgoraAnticlimático, com um ou dois momentos realmente geniais, mas a nota alta é pelo aspecto simbólico de demonstrar as interferências do fascismo em áreas vitais de qualquer nação: nas liberdades individuais, educação, segurança pública, imprensa e por aí vai.
Entre Facas e Segredos
4.0 1,5K Assista AgoraÉ bem feito, muitíssimo bem dirigido e o elenco é realmente muito bom... Me lembrou em muito o "Assassinato em Gosford Park". O roteiro é bom, mas me perdoem... o final é extremamente previsível e já na ausência latente das primeiras cenas você já imagina que o final vai desencadear naquela personagem. A construção até chegar lá é que dá gás ao filme.
Cruzada
3.4 658 Assista AgoraA cena do Balduíno IV mandando o cara beijar a mão leprosa e depois comendo ele de porrada é boa demais.
Perrengue Fashion
2.8 76É bom pra passar o tempo. Arrancou uma outra risada. Filminho despretensioso.