A Ilha do Tesouro é um daqueles programas convidativos para aquela sessão da tarde. Não achei essa versão tão movimentada, mas a fotografia exuberante e os cenários são ótimos!
Tinha muito vontade de conferir este filme, protagonizado por Sidney Poltier (ator muito popular nos anos 60 e 70) cujo viveu seu apogeu no cinemão Hollywoodiano. Hoje, finalmente, encontrei-o dublado e fui logo entrar na sessão. Que filme delicado, sensível e bonito! A fotografia em preto e branco, dá a melancolia que o filme tem. Com grandes desempenhos de seu elenco, sendo que, Elizabeth Hartman foi indicada pela sua delicada personagem a melhor atriz principal e Shelley Winters ganhará a estatueta de melhor atriz coadjuvante com uma soberba atuação. Saudades de filmes humanos e delicados!
Elvis Presley "atuava" em vários filmes ruins ( e pouquíssimos filmes acima da média). O Bacana do Volante figura dentre eles. O enredo é pra lá de bovo. A química entre Elvis Presley e Nancy Sinistra é inexistente. E a presença do eterno Hulk, antes do papel do mostro verde, Bill Bixby pagava esse mico aqui. É tudo muito monótono, sem ritmo, com cenas musicais que beiram ao ridículo. Pouca coisa salvou da pifia filmografia do Rei do Rock.
A Sétima Vítima tinha potencial para muito mais, porém, o roteiro esculhambado e mal escrito comprometeu a obra ao todo. No entanto, o filme reserva até alguns bons momentos de suspense e a fotografia é ótima! Seria um bom filme noir se não fosse tão mal roteirizado. Kim Hunter marca aqui, seu primeiro filme no cinema.
Finalmente, encontrei este filme, dificílimo de achar. Ele está disponível, legendado na TV BOX e fiquei, sumamente contente com o achado. Entretanto, tinha há anos lido uma crítica dele na extinta Revista SET na ocasião de seu lançamento em video. E lembrou que a crítica era negativa ao filme. E realmente foi confirmado, nessa minha primeira sessão, após mais de duas décadas depois: O enredo remete àqueles filmes de sci-fi dos anos 50, mas com a verve tecnológica é de produção dos anos 2000. Nastassja Kinski e Randy Quaid, em papéis mais do mesmo. A estranhesa das pessoas da cidade estão no filme, como noutros e em tantas fitas sci-fi, com personagens de caráter duvidoso que escondem um segredo. Tem até alguns bons momentos de suspense, mas, não sustenta o filme ao todo.
O Diabo Riu por último tem um elenco magistral, com astros e estrelas de sua época, porém, achei um filme irregular, mediano em detrimento ao envolvimento de tanta gente talentosa, sobretudo o seu idealizador (sendo, talvez, o filme mais fraco de seu currículo). Grupo de golpistas se juntam para tomar posse de algumas terras ricas em urânio, de forma ilegal.
Tinha salvado este filme no histórico do UNITV para ser assistido posteriormente. Enfim, tirei um tempo para conferir e fiquei fascinado com sua fotografia em P&B e também pelas performances do elenco, sobretudo, da lasciva personagem Suzanne Pleshette, menina rica que embora tenha vários relacionamentos amorosos com homens, existe uma dificuldade nesses relacionamentos. Aqui, o diretor Walter Grauman, toma coragem e põe e expõe) uma personagem feminina (quebrando o estigma de mulher submissa, e por extensão, o machismo) que a antiga Hollywood pregava. Enfim, era os anos 60, e por essa razão, rompimento de muitos paradigmas. Também o filme aborda na Seara dos relacionamentos tóxicas, amorosos e que culmina em tragédias. Todo o elenco está muito bem, cada um brilhando ao seu modo. E a direção muito acertada de Walter Grauman deu um toque especial a este drama que, particularmente, envelheceu muitíssimo bem e há bastante conexão com os "devaneios" atuais das relações e relacionamentos, portamto, além de ser um filme de seu tempo, é um filme atualíssimo. Só deixo aqui um demérito em seu desfecho meio que repentino. No mais é um ótimo filme!
Decerto, não figura entre os melhores filmes sobre, O CONDE DRÁCULA, que apesar de uma produção modesta, acerta na fidedignidade. É um Drácula sem muita frescura, sem o tom esnobe das fitas da HAMMER, comumente aqui, dirigido por um diretor espanhol, o Jesus Franco. Tem um bom elenco, e só a convite de Christopher Lee, como icônico personagem Drácula e a participação de Klaus Kinski, já merece atenção e vale uma conferida.
Certa vez, pesquisando a filmografia de Pierce Bronsnan, vi este filme e fiquei, sumamente, curioso por vê-lo. Encontrei-o, disponível no UNITV legendado quis conferir. O filme começa muito bem, com a personagem Lesley-Anne Down sendo domada por forças estranhas. Mas lá pelas tantas o filme degringola dando espaços a coisas e situações sem nexo e estapafúrdias e confusas. A direção de fotografia é por sinal muito boa! Mas a direção e roteiro conduzido pelo estreante John McTiernan comprometeu negativamente. Por sorte ele se redimiu depois com o ótimo, O Predador ( com Arnold Schazenneger) e, sequentememhe, Duro de Matar ( com Bruce Willis).
Vinha adiando a sessão, até encarar este filme que conta a estória de um motociclista transportado no tempo do velho oeste americano contando com um Fred Ward bem mais jovem. É um filme minguado, fraco e nem esquecível, nem os fãs de filmes oitentistas comentam sobre ele. Não funcionou aqui!
Fazia um bom tempo que não tinha mais assistido a um sci-fi cinquentista como este, de modo que, achei este filme interessante pela narrativa não colocar os alienígenas como vilão. O elenco tem atuações boas, levando em conta este tipo de produção. Barbara Rush é a estrela da produção. E Jack Arnold (I) é o ótimo e inventivo cineasta de baixo orçamento.
Passeiuifos a os querendo assistir estas antologias, de modo que, achava que tratando-se de passada em Nova York teria um Tom mais classudo e jaizístico, mas enganei -me e de certo modo decepcionei-me com as direções irregulares dos três cineastas envolvidos. No primeiro conto, Nick Nolte é um pintor numa fase ruim sem inspiração até que uma bela jovem volta a morar com ele. O segundo conto fala sobre uma menina rica que mora em um hotel de luxo e conta suas peripécias. Este congo dirigido por Francis Ford Copplla ( é fraquíssimo). E o último conto, fala sobre advogado que vive as sombras da mãe. No geral, são contos razoáveis, sendo que o segundo, é o mais fraco dos três. Assistam apenas por curiosidade!
Diário Íntimo é um dos filmes sensuais e pitorescos dirigido por Zalman King, que também, inicialmente, era roteirista, tendo também feito roteiros de filmes como; 9/2 Semanas de Amor e Orquídea Selvagem. Como realizador de filmes, Zalman King nunca rodou uma grande obra, entretanto, filmou alguns filmes que são boninhos, pelo menos era funcional numa exibição num Cine Privê da Band. Aqui, David Duchovny, é o esposo traído que, após suicídio de duas esposa, descobre que ela tinha um amante. A fotografia, o elenco (jovens e sensuais) e as atuações são boas. Tudo feito dentro de um padrão para envolver nos envolver.
Não curti este filme não, de modo que, o roteiro é deveras aleatório, com situações sem muita conexão; primeiro os protagonistas chegaram da Legião Estrangeira da França servindo ao exército e após, terem suas cívicas voltadas ao normal, retornam a vida do crime, tudo isso num roteiro meio sem pé, nem cabeça. No andamento da projeção, os protagonistas sem envolvem num roubo de cofre que é um dos mais chatos e bocejantes. E para piorar, o desfecho é horrível! Vim seduzido pelas presenças de Alan Dellon e Charles Bronson (os dois sensualizando sem camisas nalgumas cenas). Mas fico só nisso mesmo por que é um filmeco bem irregular. Melhor vê-los no faroeste, Sol Vermelho, 1971.
Encarnações teatrais propositalmente realizadas do clássico livro, A Morte do Caixeiro Viajante. O elenco dá conta do recado, tendo uma ótima coadjuvação do jovem e já promissor John Malkovich. Kate Reid também brilha como coadjuvante. Mas é Dustin Hoffman que mostra sagacidade no papel título numa complexa interpretação repletas de nuances e camadas emocionais. É uma história que faz paralelo com muitos casos da vida real cujo o adoecimento mental vai tirando o sujeito de sua realidade, delírios, sonhos de uma vida imaginaria, distante da vida real. Diálogos repletos de sentidos, contudo, para quem não se liga em interpretações e no texto que o filme se propõe a passar, pode achar chato, monótono e maçante e duradouro em suas mãos de duas horas de projeção. Portanto, não é um filme para todos os paladares, lembrando muito uma peça de teatro (por isso , as encenações são teatrais). Contudo, é um filme forte, vigoroso fazendo conexões com nossos tempos de vida real e imaginária.
Conhecia este título apenas pelo nome, pesquisando a filmografia do astro boa pinta, Lee Majors, de modo que, não sabia que a produção era para ser exibido na TV americana. Encontrei-o disponível na TV BOX legendado e por que não conferir, uma vez, que tinha vontade de assistir. Até que fiquei surpreso com a produção e alguns efeitos da época ser até bons, apesar de ser uma modesta produção para TV. O elenco é bom e composto por gente conhecida. O melhor está no enredo onde passageiros voam num avião supersônico que é atingido acidentalmente por destroços de míssil. O acidente provoca sua entrada na órbita da Terra cujo os passageiros e tripulação entram em desespero. Achei o enredo bem atual, uma vez que, a discussão da ciência aérea NASA, é o homem poder passear no espaço com uma nave/avião e tentar ir explorar outros planetas. A narrativa, por vezes, fica maçante, mas nada que atrapalhe a sessão. Uma atualização deste filme viria muito bem a calhar. Gostei muito deste simpático telefilme.
Depois que me frustrei com, A Beira do Abismo, retorno a outro filme da dupla Humphrey Bogart e Lauren Bacall, em Prisioneiro do Passado, este sim superior ao anterior que tinha assistido. A trama noir é envolvente, o elenco coadjuvante é competente. E a câmera subjetiva do início já dá um clima de mistério e tensão a trama, que logo após os 40 minutos de película, vemos finalmente o rosto do personagem de Humphrey Bogart, criando empatia com ele, torcendo para ele descobrir e se safar de um crime que não cometeu. Por sua vez, Lauren Bacall está uma diva do cinema com olhos e bocas marcantes, que Delmer Daves fez questão de explorar em vários close'up. Resultado: bom filme da dupla, bom argumento, roteiro e diálogos, bem dirigido por Delmer Caves. Falta mais dois filmes de Borgart /Bacall para assistir.
Os anos noventa produziu bons e marcantes suspenses, inclusive, aqueles televisivos. No entanto, teve muitos que ficaram no limbo do esquecimento, por serem irregulares à ruins. A Mulher dos Meus Sonhos entra nessa galeria dos suspenses desinteressantes. O desfecho é algo que estragou o que já não vinha muito bem no decorrer de toda projeção. James Spader (em baixa) se sai sempre bem neste tipo de papel de homem riquinho e yuppie. Mädchen Amick (em ascensão) garante a audiência só por sua beleza. No mais, um suspense (que não é suspense) que nunca engrena. Fraco!
Claro, que não esperava muito desta fita sobre Crocodilo gigante, de modo que, até que não achei tão "TRASH" como o título da capa sugeri, ao modo que, as mortes são discretas sem apelar para borradas de sangue. Há sempre nos enredos destes filmes sobre monstros gigantes um envenenamento tóxico que os faz ficar enormes e destrutivos. Vi que tem o filme anterior a este, talvez se deparar com ele fácil por aí eu assista.
Um filme que me tomou bastante; tanto pela simplicidade do enredo quanto do roteiro (isso não quer dizer que foi ruim, simples, porém, bem feito). Nunca imaginei Ernest Borgnine num papel assim (aqui oscarizado) e está um charmoso gordinho italiano. Marty é um filme sensível, que fala sobre a solidão das pessoas que estão a margem da estética de beleza dos "padrões sociais". E fala sobre a busca de pessoas em comum que estão esquecidas pelos artefatos da estética corporal, tudo isso, num roteiro simples e delicado, com personagens carismáticos. Via este filme, porém, nunca tinha uma curiosidade em vê-lo. Me ganhou muito!
Apesar do título nacional convidativo, da boa fotografia, do elenco de atores de peso, Ensina-me a viver é um drama sem substância, sem grandes emoções e interpretações. Uma pena o roteiro não ter valorizado o grande cast aqui, tudo soa meio desproposital, com enredo tolo, roteiro sem inspiração e direção fraca. Confesso que Sissy Speacek e Piper Laurie, ficaram um tanto aquém, fazendo termos saudades dos tempos de Carrie A Estranha, de Brian De Palma, onde as duas estavam soberbas em cena como mãe e filha.
Rock Hudson, como de praxe está um charme em suas comédias românticas 'machistas' dos anos sessenta, mas confesso que aqui, carecia de uma parceria de cena mais carismática como a Dorys Day, por exemplo, definitivamente, Leslie Caron não possui o mesmo carisma, timing cômico e especialmente, química com Rock Hudson. Por mais que o roteiro se esforce para para tudo ser engraçado e conveniente para o casal, tudo soa sem graça, apesar de ser pastelão e sem muita sintonia entre os pares. Portanto, passou despercebido da 'ainda' boa fase de Rock Hudson, que investia nestas comédias românticas.
Ufa!! Como ralei para ver este filme do icônico Brian De Palma, de modo que, foi anos a fio buscando este título (esquecido do grande cineasta De Palma) e dificílimo de achar. Até que hoje, finalmente, encontrei-o disponível no UNITV legendado com ótima restauração de imagem e que filme hein!! Muito feliz em tê-lo visto, aliás. Trama muito bem montada (apesar que não deixou muito bem explicado algumas situações), mas não importa, uma vez que, a fotografia de Vilmos Zsigmond, a trilha composicional de Bernard Hermann, as locações, tanto em Nova Orleans quanto em Florença na Itália são inebriantes. Na mesma proporção, produção caprichada de Paul Hirsh e Brian de Palma e roteirizado por Paul Schrader que tem em seu terço final um dos finais mais alucinantes do cinema. Com essa equipe, não tinha como este filme dar errado, comumente, a interpretação de Geneviève Bujold é atordoante. Cliff Robertson desempenha um papel contido. E John Litghow como de praxe encarna mais um personagem nada confiável. Fiquei a todo momento embasbacado com a fotografia, as locações, o clima... tudo neste filme é classudo! Como tudo que Brian De Palma erigiu! Contentíssimo em poder assistir a esta obra, finalmente!
Há algo de esquisito em seu roteiro, de modo que, as interações entre as três protagonistas (Patty Duck, Barbara Parkins, Sharon Tate) não possuiu em seu enredo tanta consistência, deixando personagens e intenções vagas. É um filme muito bem e belamente fotografado, estiloso para sua época. Entretanto, enquanto roteiro e condução narrativa o filme derrapou. Ficou alguns bons momentos interpretativos do trio de novas atrizes (da época) e algumas cenas da Susan Hayward. Também vale como preâmbulo comportamental de uma Hollywood que passava nesta época por mudanças políticas e sociais, visto que, a indústria de cinema hollywoodiana é carrasca com suas estrelas em pré-decadência e declínio.
A Ilha do Tesouro
3.5 16 Assista AgoraA Ilha do Tesouro é um daqueles programas convidativos para aquela sessão da tarde. Não achei essa versão tão movimentada, mas a fotografia exuberante e os cenários são ótimos!
Quando Só o Coração Vê
4.2 55 Assista AgoraTinha muito vontade de conferir este filme, protagonizado por Sidney Poltier (ator muito popular nos anos 60 e 70) cujo viveu seu apogeu no cinemão Hollywoodiano. Hoje, finalmente, encontrei-o dublado e fui logo entrar na sessão. Que filme delicado, sensível e bonito! A fotografia em preto e branco, dá a melancolia que o filme tem. Com grandes desempenhos de seu elenco, sendo que, Elizabeth Hartman foi indicada pela sua delicada personagem a melhor atriz principal e Shelley Winters ganhará a estatueta de melhor atriz coadjuvante com uma soberba atuação. Saudades de filmes humanos e delicados!
O Bacana do Volante
3.0 5 Assista AgoraElvis Presley "atuava" em vários filmes ruins ( e pouquíssimos filmes acima da média). O Bacana do Volante figura dentre eles. O enredo é pra lá de bovo. A química entre Elvis Presley e Nancy Sinistra é inexistente. E a presença do eterno Hulk, antes do papel do mostro verde, Bill Bixby pagava esse mico aqui. É tudo muito monótono, sem ritmo, com cenas musicais que beiram ao ridículo. Pouca coisa salvou da pifia filmografia do Rei do Rock.
A Sétima Vítima
3.2 42A Sétima Vítima tinha potencial para muito mais, porém, o roteiro esculhambado e mal escrito comprometeu a obra ao todo. No entanto, o filme reserva até alguns bons momentos de suspense e a fotografia é ótima! Seria um bom filme noir se não fosse tão mal roteirizado. Kim Hunter marca aqui, seu primeiro filme no cinema.
O Dia Em Que o Mundo Acabou
2.2 22Finalmente, encontrei este filme, dificílimo de achar. Ele está disponível, legendado na TV BOX e fiquei, sumamente contente com o achado. Entretanto, tinha há anos lido uma crítica dele na extinta Revista SET na ocasião de seu lançamento em video. E lembrou que a crítica era negativa ao filme. E realmente foi confirmado, nessa minha primeira sessão, após mais de duas décadas depois: O enredo remete àqueles filmes de sci-fi dos anos 50, mas com a verve tecnológica é de produção dos anos 2000. Nastassja Kinski e Randy Quaid, em papéis mais do mesmo. A estranhesa das pessoas da cidade estão no filme, como noutros e em tantas fitas sci-fi, com personagens de caráter duvidoso que escondem um segredo. Tem até alguns bons momentos de suspense, mas, não sustenta o filme ao todo.
O Diabo Riu Por Último
3.3 23 Assista AgoraO Diabo Riu por último tem um elenco magistral, com astros e estrelas de sua época, porém, achei um filme irregular, mediano em detrimento ao envolvimento de tanta gente talentosa, sobretudo o seu idealizador (sendo, talvez, o filme mais fraco de seu currículo). Grupo de golpistas se juntam para tomar posse de algumas terras ricas em urânio, de forma ilegal.
Obsessão de Amar
3.0 1Tinha salvado este filme no histórico do UNITV para ser assistido posteriormente. Enfim, tirei um tempo para conferir e fiquei fascinado com sua fotografia em P&B e também pelas performances do elenco, sobretudo, da lasciva personagem Suzanne Pleshette, menina rica que embora tenha vários relacionamentos amorosos com homens, existe uma dificuldade nesses relacionamentos. Aqui, o diretor Walter Grauman, toma coragem e põe e expõe) uma personagem feminina (quebrando o estigma de mulher submissa, e por extensão, o machismo) que a antiga Hollywood pregava. Enfim, era os anos 60, e por essa razão, rompimento de muitos paradigmas. Também o filme aborda na Seara dos relacionamentos tóxicas, amorosos e que culmina em tragédias. Todo o elenco está muito bem, cada um brilhando ao seu modo. E a direção muito acertada de Walter Grauman deu um toque especial a este drama que, particularmente, envelheceu muitíssimo bem e há bastante conexão com os "devaneios" atuais das relações e relacionamentos, portamto, além de ser um filme de seu tempo, é um filme atualíssimo. Só deixo aqui um demérito em seu desfecho meio que repentino. No mais é um ótimo filme!
Conde Drácula
3.3 30 Assista AgoraDecerto, não figura entre os melhores filmes sobre, O CONDE DRÁCULA, que apesar de uma produção modesta, acerta na fidedignidade. É um Drácula sem muita frescura, sem o tom esnobe das fitas da HAMMER, comumente aqui, dirigido por um diretor espanhol, o Jesus Franco. Tem um bom elenco, e só a convite de Christopher Lee, como icônico personagem Drácula e a participação de Klaus Kinski, já merece atenção e vale uma conferida.
Delírios Mortais
2.7 13Certa vez, pesquisando a filmografia de Pierce Bronsnan, vi este filme e fiquei, sumamente, curioso por vê-lo. Encontrei-o, disponível no UNITV legendado quis conferir. O filme começa muito bem, com a personagem Lesley-Anne Down sendo domada por forças estranhas. Mas lá pelas tantas o filme degringola dando espaços a coisas e situações sem nexo e estapafúrdias e confusas. A direção de fotografia é por sinal muito boa! Mas a direção e roteiro conduzido pelo estreante John McTiernan comprometeu negativamente. Por sorte ele se redimiu depois com o ótimo, O Predador ( com Arnold Schazenneger) e, sequentememhe, Duro de Matar ( com Bruce Willis).
O Cavaleiro do Tempo
2.9 11Vinha adiando a sessão, até encarar este filme que conta a estória de um motociclista transportado no tempo do velho oeste americano contando com um Fred Ward bem mais jovem. É um filme minguado, fraco e nem esquecível, nem os fãs de filmes oitentistas comentam sobre ele. Não funcionou aqui!
A Ameaça Que Veio do Espaço
3.4 51 Assista AgoraFazia um bom tempo que não tinha mais assistido a um sci-fi cinquentista como este, de modo que, achei este filme interessante pela narrativa não colocar os alienígenas como vilão. O elenco tem atuações boas, levando em conta este tipo de produção. Barbara Rush é a estrela da produção. E Jack Arnold (I) é o ótimo e inventivo cineasta de baixo orçamento.
Contos de Nova York
3.5 273 Assista AgoraPasseiuifos a os querendo assistir estas antologias, de modo que, achava que tratando-se de passada em Nova York teria um Tom mais classudo e jaizístico, mas enganei -me e de certo modo decepcionei-me com as direções irregulares dos três cineastas envolvidos.
No primeiro conto, Nick Nolte é um pintor numa fase ruim sem inspiração até que uma bela jovem volta a morar com ele. O segundo conto fala sobre uma menina rica que mora em um hotel de luxo e conta suas peripécias. Este congo dirigido por Francis Ford Copplla ( é fraquíssimo). E o último conto, fala sobre advogado que vive as sombras da mãe. No geral, são contos razoáveis, sendo que o segundo, é o mais fraco dos três. Assistam apenas por curiosidade!
Diário Íntimo
3.3 10Diário Íntimo é um dos filmes sensuais e pitorescos dirigido por Zalman King, que também, inicialmente, era roteirista, tendo também feito roteiros de filmes como; 9/2 Semanas de Amor e Orquídea Selvagem. Como realizador de filmes, Zalman King nunca rodou uma grande obra, entretanto, filmou alguns filmes que são boninhos, pelo menos era funcional numa exibição num Cine Privê da Band. Aqui, David Duchovny, é o esposo traído que, após suicídio de duas esposa, descobre que ela tinha um amante. A fotografia, o elenco (jovens e sensuais) e as atuações são boas. Tudo feito dentro de um padrão para envolver nos envolver.
Adeus Amigo
3.4 13 Assista AgoraNão curti este filme não, de modo que, o roteiro é deveras aleatório, com situações sem muita conexão; primeiro os protagonistas chegaram da Legião Estrangeira da França servindo ao exército e após, terem suas cívicas voltadas ao normal, retornam a vida do crime, tudo isso num roteiro meio sem pé, nem cabeça. No andamento da projeção, os protagonistas sem envolvem num roubo de cofre que é um dos mais chatos e bocejantes. E para piorar, o desfecho é horrível! Vim seduzido pelas presenças de Alan Dellon e Charles Bronson (os dois sensualizando sem camisas nalgumas cenas). Mas fico só nisso mesmo por que é um filmeco bem irregular. Melhor vê-los no faroeste, Sol Vermelho, 1971.
Morte do Caixeiro Viajante
3.7 27 Assista AgoraEncarnações teatrais propositalmente realizadas do clássico livro, A Morte do Caixeiro Viajante. O elenco dá conta do recado, tendo uma ótima coadjuvação do jovem e já promissor John Malkovich. Kate Reid também brilha como coadjuvante. Mas é Dustin Hoffman que mostra sagacidade no papel título numa complexa interpretação repletas de nuances e camadas emocionais. É uma história que faz paralelo com muitos casos da vida real cujo o adoecimento mental vai tirando o sujeito de sua realidade, delírios, sonhos de uma vida imaginaria, distante da vida real. Diálogos repletos de sentidos, contudo, para quem não se liga em interpretações e no texto que o filme se propõe a passar, pode achar chato, monótono e maçante e duradouro em suas mãos de duas horas de projeção. Portanto, não é um filme para todos os paladares, lembrando muito uma peça de teatro (por isso , as encenações são teatrais). Contudo, é um filme forte, vigoroso fazendo conexões com nossos tempos de vida real e imaginária.
Rota do Perigo
3.4 4Conhecia este título apenas pelo nome, pesquisando a filmografia do astro boa pinta, Lee Majors, de modo que, não sabia que a produção era para ser exibido na TV americana. Encontrei-o disponível na TV BOX legendado e por que não conferir, uma vez, que tinha vontade de assistir. Até que fiquei surpreso com a produção e alguns efeitos da época ser até bons, apesar de ser uma modesta produção para TV. O elenco é bom e composto por gente conhecida. O melhor está no enredo onde passageiros voam num avião supersônico que é atingido acidentalmente por destroços de míssil. O acidente provoca sua entrada na órbita da Terra cujo os passageiros e tripulação entram em desespero. Achei o enredo bem atual, uma vez que, a discussão da ciência aérea NASA, é o homem poder passear no espaço com uma nave/avião e tentar ir explorar outros planetas. A narrativa, por vezes, fica maçante, mas nada que atrapalhe a sessão. Uma atualização deste filme viria muito bem a calhar. Gostei muito deste simpático telefilme.
Prisioneiro do Passado
3.8 37Depois que me frustrei com, A Beira do Abismo, retorno a outro filme da dupla Humphrey Bogart e Lauren Bacall, em Prisioneiro do Passado, este sim superior ao anterior que tinha assistido. A trama noir é envolvente, o elenco coadjuvante é competente. E a câmera subjetiva do início já dá um clima de mistério e tensão a trama, que logo após os 40 minutos de película, vemos finalmente o rosto do personagem de Humphrey Bogart, criando empatia com ele, torcendo para ele descobrir e se safar de um crime que não cometeu. Por sua vez, Lauren Bacall está uma diva do cinema com olhos e bocas marcantes, que Delmer Daves fez questão de explorar em vários close'up. Resultado: bom filme da dupla, bom argumento, roteiro e diálogos, bem dirigido por Delmer Caves. Falta mais dois filmes de Borgart /Bacall para assistir.
A Mulher Dos Meus Sonhos
3.0 17Os anos noventa produziu bons e marcantes suspenses, inclusive, aqueles televisivos. No entanto, teve muitos que ficaram no limbo do esquecimento, por serem irregulares à ruins. A Mulher dos Meus Sonhos entra nessa galeria dos suspenses desinteressantes. O desfecho é algo que estragou o que já não vinha muito bem no decorrer de toda projeção. James Spader (em baixa) se sai sempre bem neste tipo de papel de homem riquinho e yuppie. Mädchen Amick (em ascensão) garante a audiência só por sua beleza. No mais, um suspense (que não é suspense) que nunca engrena. Fraco!
Crocodilo Assassino 2
2.5 2Claro, que não esperava muito desta fita sobre Crocodilo gigante, de modo que, até que não achei tão "TRASH" como o título da capa sugeri, ao modo que, as mortes são discretas sem apelar para borradas de sangue. Há sempre nos enredos destes filmes sobre monstros gigantes um envenenamento tóxico que os faz ficar enormes e destrutivos. Vi que tem o filme anterior a este, talvez se deparar com ele fácil por aí eu assista.
Marty
3.9 71 Assista AgoraUm filme que me tomou bastante; tanto pela simplicidade do enredo quanto do roteiro (isso não quer dizer que foi ruim, simples, porém, bem feito). Nunca imaginei Ernest Borgnine num papel assim (aqui oscarizado) e está um charmoso gordinho italiano. Marty é um filme sensível, que fala sobre a solidão das pessoas que estão a margem da estética de beleza dos "padrões sociais". E fala sobre a busca de pessoas em comum que estão esquecidas pelos artefatos da estética corporal, tudo isso, num roteiro simples e delicado, com personagens carismáticos. Via este filme, porém, nunca tinha uma curiosidade em vê-lo. Me ganhou muito!
Ensina-me a Viver
3.4 8 Assista AgoraApesar do título nacional convidativo, da boa fotografia, do elenco de atores de peso, Ensina-me a viver é um drama sem substância, sem grandes emoções e interpretações. Uma pena o roteiro não ter valorizado o grande cast aqui, tudo soa meio desproposital, com enredo tolo, roteiro sem inspiração e direção fraca. Confesso que Sissy Speacek e Piper Laurie, ficaram um tanto aquém, fazendo termos saudades dos tempos de Carrie A Estranha, de Brian De Palma, onde as duas estavam soberbas em cena como mãe e filha.
Um Favor Muito Especial
3.6 4Rock Hudson, como de praxe está um charme em suas comédias românticas 'machistas' dos anos sessenta, mas confesso que aqui, carecia de uma parceria de cena mais carismática como a Dorys Day, por exemplo, definitivamente, Leslie Caron não possui o mesmo carisma, timing cômico e especialmente, química com Rock Hudson. Por mais que o roteiro se esforce para para tudo ser engraçado e conveniente para o casal, tudo soa sem graça, apesar de ser pastelão e sem muita sintonia entre os pares. Portanto, passou despercebido da 'ainda' boa fase de Rock Hudson, que investia nestas comédias românticas.
Trágica Obsessão
3.8 69 Assista AgoraUfa!! Como ralei para ver este filme do icônico Brian De Palma, de modo que, foi anos a fio buscando este título (esquecido do grande cineasta De Palma) e dificílimo de achar. Até que hoje, finalmente, encontrei-o disponível no UNITV legendado com ótima restauração de imagem e que filme hein!! Muito feliz em tê-lo visto, aliás. Trama muito bem montada (apesar que não deixou muito bem explicado algumas situações), mas não importa, uma vez que, a fotografia de Vilmos Zsigmond, a trilha composicional de Bernard Hermann, as locações, tanto em Nova Orleans quanto em Florença na Itália são inebriantes. Na mesma proporção, produção caprichada de Paul Hirsh e Brian de Palma e roteirizado por Paul Schrader que tem em seu terço final um dos finais mais alucinantes do cinema. Com essa equipe, não tinha como este filme dar errado, comumente, a interpretação de Geneviève Bujold é atordoante. Cliff Robertson desempenha um papel contido. E John Litghow como de praxe encarna mais um personagem nada confiável. Fiquei a todo momento embasbacado com a fotografia, as locações, o clima... tudo neste filme é classudo! Como tudo que Brian De Palma erigiu! Contentíssimo em poder assistir a esta obra, finalmente!
O Vale das Bonecas
3.4 59 Assista AgoraHá algo de esquisito em seu roteiro, de modo que, as interações entre as três protagonistas (Patty Duck, Barbara Parkins, Sharon Tate) não possuiu em seu enredo tanta consistência, deixando personagens e intenções vagas. É um filme muito bem e belamente fotografado, estiloso para sua época. Entretanto, enquanto roteiro e condução narrativa o filme derrapou. Ficou alguns bons momentos interpretativos do trio de novas atrizes (da época) e algumas cenas da Susan Hayward. Também vale como preâmbulo comportamental de uma Hollywood que passava nesta época por mudanças políticas e sociais, visto que, a indústria de cinema hollywoodiana é carrasca com suas estrelas em pré-decadência e declínio.